Centro de Atendimento em Terapia Cognitiva Fernanda Coutinho

Centro de Atendimento em Terapia Cognitiva Fernanda Coutinho O CATC traz consigo o desejo de contribuir na formação de terapeutas cognitivos, através de cursos e supervisões. Além de oferecer atendimento social.

17/09/2026

A conceitualização cognitiva não precisa ser compartilhada com o paciente por nenhuma uma apresentação formal. O objetivo principal da conceitualização é fazer o paciente se reconhecer no que está sendo construído.

Quando você fala de uma crença, de uma regra ou de uma estratégia comportamental, precisa conectar isso à história que ele já contou, às frases que ele repete, às situações que aparecem na sessão e à forma como ele aprendeu a lidar com a vida.

É essa troca que faz a conceitualização ganhar sentido.

Você vai perguntando, organizando, devolvendo, acrescentando exemplos do próprio paciente e ajudando ele a perceber o mapa de funcionamento que vocês estão construindo juntos.

Na Terapia cognitivo-comportamental, a conceitualização não é um documento para impressionar o paciente. É uma ferramenta para ampliar compreensão, vínculo e direção clínica.

Coloca aqui nos comentários qual é o seu maior gargalo na hora de compartilhar a conceitualização com o paciente? Quem sabe não monto uma aula exclusiva sobre esse tema, que tal?

16/09/2026

Eu entendo muito a angústia dos alunos que chegam falando “eu preparo tudo para a sessão, mas na hora não consigo usar”.

Quando o plano da sessão f**a rígido demais, ele deixa pouco espaço para o paciente real aparecer. A terapeuta chega tentando seguir o que preparou e sai frustrada porque a sessão não aconteceu como imaginava.

Você precisa saber qual é o objetivo terapêutico daquele encontro: compreender melhor um padrão, trabalhar uma crença, ampliar a regulação emocional, fazer uma reestruturação, construir um plano de ação.

A partir desse objetivo, você escuta melhor, se adapta melhor e conduz com mais segurança.

Na prática clínica, uma boa sessão nasce de raciocínio clínico, presença e flexibilidade diante do paciente que está ali.

Se você já preparou uma sessão inteira e sentiu que, na hora, precisou seguir por outro caminho ou ficou perdida, me conta como foi pra você aqui nos comentários, me segue e f**a por aqui para mais prática clínica apra além dos livros.

15/09/2026

Eu sempre digo que o esporte ensina muito sobre a vida, mas algumas cenas vão além do esporte.

A fala do Zverev homenageando a mãe e deixando claro que o diagnóstico de diabetes aos 4 anos não foi limitante, foi emocionante.

Na clínica, o diagnóstico muitas vezes assusta, mas por aqui sou do time que luto pela inclusão com foco na expansão e você? Concorda ou não? Eu quero te ouvir 👇

14/09/2026

Estudar mais não é o que vai te deixar mais segura na clínica.

Eu sei que isso parece estranho, porque estudar é muito importante. Mas eu vejo muitos psicólogos tentando resolver a insegurança com mais um protocolo, mais uma ferramenta, mais um curso.

Chega uma hora em que o que falta é raciocínio clínico. É conseguir olhar para o que o paciente traz, entender o que mantém aquele sofrimento, perceber o que ele precisa e saber por que determinada intervenção faz sentido para aquele caso.

Segurança clínica é ter repertório para decidir o que fazer quando o paciente real não aparece igual ao paciente do livro.

Se esse conteúdo fez sentido pra você, já salva esse vídeo e encaminha para uma psicóloga que estuda muito e ainda se sente insegura na sua prática clínica.

Aqui vamos falar de psicologia clínica de verdade e para além dos livros 📚

09/09/2026

O paciente não precisa sair da sessão sabendo dar uma aula sobre o modelo cognitivo.

Ele precisa sair entendendo um pouco melhor o que acontece com ele e é aqui que muitos terapeutas se perdem.

Na prática clínica, psicoeducar não é repetir o livro, explicar conceito por conceito ou mostrar para o paciente o quanto você sabe de TCC e sim pegar o que ele trouxe para a sessão, organizar e ajudá-lo a reconhecer, na própria vida, como pensamentos, emoções e comportamentos vão se conectando.

Quando isso acontece, a teoria deixa de f**ar distante e começa a fazer sentido para o paciente.

No vídeo, eu mostro um ajuste simples que muda muito a compreensão, a adesão e o engajamento no processo terapêutico.

Assiste até o final e depois me conta se fez sentido para você.

E se você quer mais conteúdo sobre TCC para além dos livros, f**a por aqui e compartilha com um amigo psi que precisa ampliar o repertório clínico.

ÚLTIMA CHANCE para entrar na última turma do ano do Curso de Formação em TCC: Viver da Clínica.Somente HOJE. Liberamos c...
08/09/2026

ÚLTIMA CHANCE para entrar na última turma do ano do Curso de Formação em TCC: Viver da Clínica.

Somente HOJE. Liberamos condições especiais para você que não conseguiu entrar: parcelamento no boleto, pix e cartão recorrente, sem ocupar o limite.

Você terá acesso aos 3 pilares do meu método e do meu repertório, desenvolvido ao longo de 25 anos de prática clínica:

1️⃣ Repertório Flexível
2️⃣ Consultório Eficiente
3️⃣ Plano PCR

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04/09/2026

Antes de comentar a roupa do paciente adolescente, defina o seu objetivo clínico.

Eu, por exemplo, recebo pacientes adolescentes que chegam na sessão de shortinho curto e moletom, no calor do Rio.

Quando você me faz essa pergunta na caixinha, vou te responder com outra pergunta: “o que você quer entender a respeito disso?”

Na maioria das vezes, isso é só a roupa do paciente, e eu não vejo problema nenhum. A conversa sobre vestimenta só entra quando tem função dentro do processo. Se ela conta que acabou de sair de uma entrevista de emprego naquelas roupas, aí sim faz sentido eu trabalhar a adequação da roupa para um contexto específico, sem julgamento, ligada ao que ela mesma trouxe.

Sem objetivo clínico definido, o comentário vira opinião pessoal. Com objetivo definido, ele vira intervenção.

Comenta aqui: como você conduziria essa conversa no seu consultório?

E salva para lembrar antes da sua próxima sessão com adolescente.

02/09/2026

Uma vez me falaram que seria impossível conciliar a maternidade e com o meu trabalho como psicóloga clínica.

Quando eu fui mãe, precisei mudar ritmo, reorganizar escolhas, pausar algumas coisas e ajustar a minha rotina ao que era possível naquele momento.

Eu entendi o que fazia sentido para mim, para a minha família e para o meu trabalho naquele período da vida.

Às vezes, conciliar começa quando a gente para de tentar manter a mesma versão de antes em uma vida que já mudou.

Se esse conteúdo fez sentido para você, f**a por aqui e me segue para mais reflexões sobre prática clínica, vida real e escolhas possíveis.

31/08/2026

Na Formação em TCC: Viver da Clínica, quando eu percebo que uma nova aula, ferramenta ou discussão pode ampliar o repertório dos alunos, esse conteúdo entra para a formação.

A prática clínica real e os meus alunos trazem novos casos, dúvidas, inseguranças e necessidades que ajudam o próprio programa a se manter vivo, atualizado e conectado ao consultório real.

A minha intenção é que todos tenham acesso à mesma base, ao mesmo método e ao mesmo raciocínio clínico para atender com mais segurança, respeitando o tempo e o caminho de cada um.

Última chamada para a Formação em TCC: Viver da Clínica.

As vagas estão abertas e o link está na bio.
Ou me chama no direct.

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Rio De Janeiro, RJ

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