26/01/2021
Esperamos vcs 🙂
Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de RAE - Rede de Apoio ao Estudante PUC-Rio, Formação, Rua Marquês de São Vicente, 225/Gávea, Rio de Janeiro.
Rede de cinco núcleos da PUC-Rio com o objetivo de prestar atendimento multidisciplinar aos alunos, contemplando aspectos acadêmicos, de leitura e escrita, psicopedagógicos, de orientação profissional, psicológicos e de necessidades especiais.
26/01/2021
Esperamos vcs 🙂
24/12/2020
O NOAP deseja a todos um feliz natal e um próspero ano novo.
17/12/2020
Hoje encerramos a série “Porque escolhi ser...” e queremos agradecer a todos/as que participaram, contando um pouquinho da sua escolha e do seu amor pelo seu curso/profissão. Ao longo desse ano, foram 26 alunos/as, ex-alunos/as, representando todos os cursos/departamentos da PUC-Rio. Parabéns a todos vocês e o nosso MUITO OBRIGADA!!! Em 2021 teremos uma nova série com mais alunos/as participando!!! Mas... o tema é outro! Quem arrisca qual será???Até lá!!!!
prs_ .klinger@brunaneress .f.h_
10/12/2020
Minha história com a escolha pela física é um pouco complicada, quando fiz vestibular pela primeira vez minha intenção era cursar medicina! Porém, professores muito bons do curso de pré-vestibular me fizeram ganhar muito gosto pela matemática e pela física. Aos poucos fui perdendo o interesse em fazer medicina e resolvi apostar em cursar física, empolgado com a perspectiva de que eu estudaria os aspectos mais fundamentais da natureza, que eu aprenderia sobre o espaço-tempo curvo de Einstein e sobre o comportamento bizarro de partículas que obedecem a mecânica quântica. Ter tido um bom professor de matemática foi fundamental para me dar a confiança de que, se eu estudasse e me esforçasse, a matemática seria minha amiga e não um empecilho. Acabei por entrar na física, mas após um bom começo, amando matérias como cálculo, acabei por me desencantar por ela por uma certa falta de incentivo. Mudei para a engenharia acreditando que era algo mais próximo do que eu buscava, e após alguns anos me formei e entrei no mercado-de-trabalho. Apesar deste grande contratempo, a física nunca saiu do fundo da minha cabeça. No transporte público, indo ao escritório, eu devorava livros para leigos sobre seus diversos campos de estudo. Físicos como I. Newton, M. Faraday, A. Einstein, E. Schrödinger viraram meus heróis, mesmo ainda não compreendendo da forma correta seus trabalhos. Por fim, após muita ponderação e estando um tanto quanto frustrado com a minha profissão pela falta de desafios intelectuais que ela me apresentava, resolvi dar um salto de fé e entrei na PUC-RIO, já com meus 29 anos, para terminar o curso de física e me tornar um pesquisador em alguma das suas áreas. Em 2019.2 me formei e atualmente trabalho num laboratório de ótica-quântica como aluno de mestrado. Escolher física exige coragem, disciplina e paixão. Precisei de coragem para acreditar em mim mesmo, de que eu era capaz de estudar física e matemática num nível universitário. A disciplina é fundamental, é necessário estudar com afinco diariamente, mas não encarar isso como labuta, pois é o estudo que te leva em direção aos seus objetivos e é uma das principais atividades de um físico. Daniel Tandeitnik
03/12/2020
Com a chegada do vestibular, a escolha de uma graduação era algo que me assustava bastante, pois sempre gostei de assuntos variados e escolher somente um deles (ou, ao menos, uma gama deles) seria uma tarefa árdua. Contudo, inesperadamente acabou que eu que fui escolhida pelas Relações Internacionais – curso que até então mal conhecia!
Em meu 2º ano de Ensino Médio fui apresentada por uma amiga ao MIRIN, modelo de simulação das Nações Unidas da PUC-Rio, e resolvi participar do evento. Durante uma semana, me vesti como uma diplomata e defendi os posicionamentos da Dinamarca no Conselho Europeu, discutindo a crise econômica que afetava o bloco. Foi uma experiência transformadora! Descobri nesses poucos dias que Relações Internacionais era um campo muito amplo e que abrangia uma grande variedade de assuntos dentro de si. Ainda, a possibilidade de carreiras seguia o mesmo formato, o trabalho na diplomacia, em ONGs (internacionais e nacionais), em empresas de comércio exterior, em Organizações Internacionais e na Academia sendo apenas alguns exemplos!
Já na faculdade, pude mergulhar nos mais diversos assuntos. Fiz aulas sobre Guerra Fria, metodologia, questões humanitárias, terrorismo internacional, África, teorias e diversas outras. Pude me envolver em projetos, me tornando bolsista de iniciação científica, estagiando no BRICS Policy Center e dando aula como professora voluntária do pré-vestibular da Pastoral Universitária para um paquistanês, tendo contato com uma cultura completamente nova para mim! Nesse caminho, tomei gosto também pela área acadêmica e pelas reflexões e críticas que ela nos apresenta sobre o mundo que vivemos, de modo que passei a ser mais consciente de meu lugar no mundo e de que forma gostaria de espelhar minhas ações nele. Por fim, posso dizer que o caminho das RI não é fácil – a carga de leitura é grande, o mercado ainda está se expandindo e todo dia há um evento mundial novo ao qual devemos estar atentos! –, mas sem sombra de dúvidas é muito rico e nos torna pessoas atentas e conectadas ao nosso entorno. Clara Giffoni
27/11/2020
Hoje vamos conhecer um pouco mais sobre a fase de execução da autorregulação da aprendizagem -ARA. Depois de elaborar objetivos claros e atribuir significado à aprendizagem alimentando a motivação e a confiança para aprender. Chegou a hora de executar a tarefa e é nesse momento que surgem várias dúvidas: como fazer? Qual estratégia de aprendizagem usar? Responder essas perguntas é mais simples do que você imagina, pois com toda certeza já utiliza várias estratégias, só não as conhece pelo nome. Ao longo da trajetória como estudante desenvolvemos estratégias de aprendizagem cognitivas (ajudam a organizar, integrar e elaborar a informação – ler os textos, fazer anotações, sublinhar, escrever com suas palavras o que entendeu e outras) e metacognitivas (ajudam a planejar, monitorar e regular os processos cognitivos – organizar o ambiente, perceber que não está entendendo, pedir auxílio ao professor e aos colegas, reler, entre outras).
Fonte: SOMUNCUOGLU, Y.; YILDIRIM, A. Relationship between achievement goal orientation and use of learning strategies. The Journal of Educational Research, v.92, n. 5, p. 267-277, 1999.
26/11/2020
Olá sou Faed Breno, e me formei em Artes Cênicas pela PUC-Rio em julho de 2020, no meio da pandemia. Pensando no começo desse processo acadêmico, em agosto de 2016, me lembro da minha vontade desde pequeno de ser ator, mas por vir de uma realidade periférica, esse sonho parecia ser distante e por mais de 12 anos eu deixei de lado. Até que, na impulsividade da inscrição no PROUNI, eu me arrisquei a tentar realizar esse sonho, após ter apenas feito uma oficina de atores três meses antes de entrar no curso, na única vaga que tinha. O curso abriu caminhos para a minha vida na construção de vários projetos, como por exemplo o meu projeto final, , no qual eu tento abordar a morte através da ficção e de fluxos de palavras. E teve um fruto que será a publicação da dramaturgia base (que foi feita para a construção da arte audiovisual do crônicas sobre ela) como livro, no próximo ano. O meio acadêmico também me ajudou na construção da produtora artística que participo hoje, a , somos cinco colegas profissionais formados pelo curso de Artes Cênicas. Por que eu escolhi Artes Cênicas? Resumindo, foi para eu lembrar de mim novamente e foi uma das melhores coisas que me aconteceram.
20/11/2020
Estamos conversando há algumas semanas sobre autorregulação da aprendizagem - ARA e como podemos gerenciar nossa aprendizagem. Para desenvolver esse processo precisamos planejar nossas atividades, estabelecendo objetivos claros e executáveis e da mesma forma é preciso dar significado para aquele conhecimento que desejamos aprender porque é esse sentido que nos motiva para o aprendizado. Além desses dois passos é necessário também o aprimoramento de mais um elemento: a autoeficácia (confiança). Precisamos estar cientes da nossa crença em aprender, ou melhor, da na nossa capacidade para realizar uma atividade e assim desenvolver o nosso aprendizado (autoeficácia).
Fonte: BANDURA, A. Self-efficacy: The exercise of control. New York: W. H. Freeman, 1997.
19/11/2020
Antes de começar o curso de história alguém deveria ter me dito que eu iria ler muito, deveriam ter me dito que não teria glamour algum e que é bem cansativo.
Mas ainda bem que ninguém me disse nada e eu pude aprender a amar e respeitar tudo que gira em torno de ser um historiador.
Eu escolhi história porque sempre foi uma matéria que me despertou maior curiosidade e que eu tinha uma identificação muito grande, com o tempo amadureci a ideia e fazer o vestibular foi o primeiro grande passo pra começar minha caminhada nesse mundo que sempre me fascinou.
O caminho até o fim da graduação não foi só de alegrias como eu imaginei logo no meu primeiro período, todos nós temos dificuldades para enfrentar durante nossos desafios.
A minha percepção sobre a História mudou muito e pude me descobrir como historiadora e como pessoa. Nessa descoberta questionei todo o curso, me questionei e no fim só posso dizer que tudo valeu a pena.
É muito difícil ter que escolher algo para seguir no auge dos seus 17 ou 18 anos, mas eu decidi algo que me faria bem. Certamente me faz muito melhor hoje formada, mas também me deu muitas alegrias durante toda a graduação.
Como historiadora que agora sou sei o quanto é importante o meu papel para uma sociedade mais justa, para una sociedade que reflita com seus atos do passado e possa seguir por caminhos menos intolerantes e violentos.
O curso me deixou a consciência de que as coisas podem mudar e que devemos está prontos para os novos desafios.
"Mesmo que julgássemos a história incapaz de outros serviços, seria certamente possível alegar em seu favor que ela distrai (...) Pessoalmente (...) a história sempre me divertiu muito." - Marc Bloch
Rayana Oliveira
16/11/2020
Oficina de Procrastinação
Link na Bio
12/11/2020
Perguntar por que alguém escolheu Filosofia não é uma questão filosófica, mas talvez tenha a dificuldade da elaboração de algumas, assim como a impossibilidade de sua resposta definitiva. Além de elementos racionais ou não-racionais internos, há uma série de combinações externas ao indivíduo para essa decisão. Meu interesse na Filosofia começou cedo, através das aulas de História, quando conhecemos os conceitos de Rousseau, Kant e Locke. Pouco tempo depois, eu começaria meu caminho com Confissões, de Rousseau, não as de Agostinho.
Apesar da minha escolha ter sido de longa data, moldada não apenas por essa circunstância, mas por também outras subsequentes que a confirmaram, muitos amigos tiveram sua escolha impulsionada pela popularização recente nas mídias e pela introdução de Filosofia no Ensino médio pela lei nº 11.684, de 2008. É através delas que a Filosofia é geralmente apresentada como uma matéria que nos dá uma visão crítica da realidade.
A despeito disso não ser seu objeto, ou uma condição suficiente para defini-la, mas uma das condições necessárias para que possa fazê-la, há algo de verdadeiro quando se pensa desse modo. Estar dentro dela requer sobretudo escuta, cuidado e resiliência. É necessário, portanto, ter abertura para o mundo, para as pessoas, para as questões e para as aporias que nos envolvem em nossas pesquisas e explorações.
Além disso, a Filosofia é uma área múltipla e seus métodos podem variar radicalmente. Há modos de estudá-la por meio de sua história e de seus autores e outros pela elaboração de suas questões em separado, sendo natural que ganhemos preferência por uma ou por outra e até mesmo questionemos essas divisões.
Escolher Filosofia no Brasil, porém, é uma atividade diária: com corte de bolsas, condições de trabalho inadequadas ou instáveis e perseguição civil e estatal às áreas das humanidades se torna muito mais difícil permanecer nela. Em suas produções, a Filosofia faz o convite para que a sociedade reflita sobre si mesma, além de possibilitar pensar a Ciência e a tecnologia. Ainda, em meio a tempos sombrios onde o exercício do pensamento se rarefaz e reina a solidão, o auxílio da Filosofia é uma luz potente.