Tia Tita

Tia Tita

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Responsabilidade social, Confiança, Integração, Inclusão, Ética, Competência, Respeito à individualidade, Comprometimento, Integridade, Solidariedade

28/08/2021

Dormem na cama dos pais até quando querem. Largam mamadeira e chupeta quando querem. Só comem o que querem.
E dai? Que mal faz?

Anti-Social aos 11 anos.
Melhor celular a cada Natal.
Surdos com seus fones de ouvido.
Centenas de amigos virtuais.
Não pensam nos riscos.
Festa social? Se não for top, nem vou.
Alto grau de exigência. Conseguem tudo o que querem.
E dai? Que mal faz?

Os pais não precisam brincar.
O celular faz isso.
Os pais não precisam buscar nas festas.
O Uber faz isso.
Os pais não precisam cozinhar.
O Ifood faz isso.
Os pais não precisam nem educar. A escola integral faz isso.
E daí? Que mal faz?

Nem pensam que tudo o que o filho quer é "um puxão de orelha" e uma bronca: "hoje não é dia de festa! Vai comer comida que presta!" Criar filhos está "mais fácil", mais cômodo, afinal, a criança resolve tudo com cliques na tela.
E daí? Que mal faz?

Ler para o filho? Cantar musica e fazer cafuné? Luxo para poucos. Os pais estão desconectados. Precisam de ajuda, mas só aceitam quando a bomba explode.
Pais e filhos sob o mesmo teto mas diálogo zero. Nem um filme juntos. Mas sempre conseguem aquela selfie de família perfeita. Afinal, o que importa é mostrar que é feliz. Ter mil curtidas.
Mal sabem o que é um jogo de tabuleiro. Pensar virou uma coisa que dói. Fazer criança pensar parece que é fazê-la sofrer.

E o que você quer ser quando crescer?
Youtuber. Blogueira. Vlogueira.
Digital influencer.
Estudar, entrar na faculdade, se especializar... imagina!! Não sei esperar.
Não sei ouvir não.
Não sei o que é frustração e rejeição.
Culpa de quem?
Ops! Nao se pode falar nisso.
Não pode é mais nada.
Não pode dar palmada, nao pode falar alto, nem em pé com a criança. Não pode castigá-lo. Não pode nem falar não.
E o tempo passando. Os filhos crescendo. Dr**as e suicídio aumentando.

Querem tudo pra já.
Bem no esquema "venha a nós o vosso reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no Céu". E aí do adulto que não disser "amém,"

*Texto: Denise Dias Terapeuta*

09/04/2021

Escute mais ...

Quando uma criança tem medo de alguém.
Quando uma criança não gosta de estar perto de alguém.
Quando uma criança fala: eu não quero.
Quando uma criança está assustada.
Quando uma criança não vai com determinada pessoa.
Estimule a criança sempre falar o que está sentindo . " ESCUTE "
Não peça uma criança para abraçar ou beijar alguém que ela não quer.
Não é coisa de criança.
Nunca é besteira.
Nunca é invenção da cabeçinha dela.
Porque é o que ela está sentindo.

ESCUTEM AS CRIANÇAS

02/04/2021

Quando nos conscientizamos, as peças se encaixam. Estamos juntos nessa luta. 2 de Abril, dia mundial da conscientização do autismo. 🎨🙏🏻

07/02/2021

Ahhh, a educação infantil... ❤️
Espaço para a socialização, mas tem que manter 1,50m de distância!
É na educação infantil que se constroi os primeiros laços de amizade... Mas NÃO pode abraçar o amiguinho! 🤦🏻‍♀️
O brincar, compartilhar, são alguns dos principais objetivos da educação infantil... Mas NÃO pode compartilhar os brinquedos!!! 🤦🏻‍♀️
Como é delicado o período de adaptação... Professores e funcionários se desdobram em acolher, abraçar, dar colo para que as crianças possam se sentir seguras e mais confiantes!
Não! Não! Não pode! 😐
Tem que manter a distância de 1,50m.
Nesse período há muito choro, muitas lágrimas, CORIZA!!!
Sim, coriza que vem acompanhada do choro!!!
Deixa eu pegar a chupeta para que a criança se acalme.
Não! Não pode...
E a máscara???
Não pode f**ar sem máscara! 😨
Tem que trocar a máscara porque ficou suja de coriza!
E trocar de novo!
Mas não tem mais máscaras. Todas já foram usadas! 😏
Mas do que vocês estão reclamando!?
Serão apenas 35%, 70,% das crianças na turma!
35% de crianças que passaram um ano no convívio familiar e que tem o direito de serem bem acolhidas.
Crianças que foram para parques, shopping, festas e por todos os lugares, e professores e funcionários que não (ou alguns) furaram a quarentena terão que acolher sem vacina.
Vai dar certo?
Todos tem direitos! 👍🏻
Seja de serem bem acolhidos ou de preservarem as vidas.
Só quem conhece a realidade da educação infantil pode entender... (os que não conhecem, sejam voluntários e vejam como é a rotina). 😉
Educação infantil vai além de ensinar... Trata-se do humano, do serviço braçal, isso mesmo braçal!
Porque só f**a na educação infantil aqueles que se dispõe a pegar no colo, a limpar nariz o dia inteiro, a falar a mesma coisa milhões de vezes por dia.
A abraçar mesmo que estejam sujos da terra do parque!
Que não se importam de sujar os pés na terra.
Ah... mas vocês só brincam... Pois é!
É brincando que se desenvolve todas as habilidades e conhecimento. 👏🏻
Basta dessa cultura que está se instalando no nosso país de desvalorizar o professor!!! Principalmente o professor de educação infantil cujo lema é"educar e cuidar".

Autor desconhecido, mas brilhante!🍀💖

19/12/2020

DESENVOLVIMENTO INFANTIL E O DESENHO.

Para as crianças, desenhar não é só um passatempo que as mantém entretidas, mas uma das formas mais importantes de se expressar na infância. Aos pais, as características do desenho podem servir como sinais para acompanhar o desenvolvimento cognitivo adequado em cada fase da vida.

Confira abaixo quais são os elementos esperados em desenhos feitos por crianças que seguem o ritmo de desenvolvimento padrão. Os parâmetros constam na apostila sobre Aprendizagem e Neurodiversidade do Instituto ABCD, organização que trabalha com pesquisas sobre transtornos de aprendizagem.

1 a 2 anos de idade

Nessa idade a criança ainda não tem consciência de que o risco é a consequência de seu movimento com o lápis. Ela não olha para aquilo que faz, experimenta segurar o lápis de diferentes maneiras, às vezes com a mão esquerda, às vezes com a direita, e costuma movimentar o corpo todo enquanto faz o desenho. Faz linhas verticais ou horizontais bem abertas em movimentos de vai e vem.

A partir dos 2 anos

A criança descobre a relação entre o gesto que faz e o traço que aparece, e isso a alegra. Ela passa olhar o que faz e varia cores intencionalmente. Começa a fazer figuras fechadas, especialmente em formas circulares ou espiraladas.

A partir dos 3 anos

Passa mais tempo desenhando e tenta representar intencionalmente objetos que vê, distribui melhor os traços pelo papel, descreve verbalmente o que fez e anuncia o que fará. Passa a tentar representar a figura humana com imagens circulares associadas a linhas verticais. A cabeça dessas figuras geralmente é maior do que o restante do corpo.

Dos 4 aos 6 anos

Descobre a relação entre o desenho, o pensamento e a realidade. A representação da figura humana evolui, constando agora mais elementos e detalhes, como dedos e cabelo. Desenha vários objetos diferentes, soltos pelo papel, que nem sempre têm uma relação graf**amente clara, mas podem ser subjetivamente relacionadas para a criança. A escolha das cores passa a ter relação com emoções vividas no momento.

Por Jônatas Dias Lima

18/12/2020
07/12/2020

Uma das dificuldades que encontramos em nosso trabalho pós avaliação é lidar com pais que mascaram até mesmo o diagnóstico dos filhos. Muitos pais alegam conhecer o filho e afirmam que tais comportamentos são fruto de desobediência, rebeldia, preguiça, ou porque o pai era igual, são inúmeras tentativas e rótulos. O pai pode conhecer o filho, mas nós estudamos para conhecer o comportamento e o desenvolvimento típico e atípico de uma criança. É muito importante validar a fala do profissional.

Frases para não dizer ao profissional:

Para atraso na fala: É normal meu marido falou com três anos.

Para déficit de atenção: Magina é pura preguiça, para f**ar no vídeo game ele tem atenção.

Para autismo: Cada criança tem seu tempo.

Para deficiência intelectual: Quando ele quer ele consegue, é que ele não quer, menina ele é esperto, isso pra mim é preguiça, ele sempre foi assim calminho... no tempo dele. 🤦🏻‍♀️

O que o pai não sabe é que está atrasando o processo de estimulação desta criança, quando um profissional identif**a um atraso é de suma importância a intervenção precoce, e os pais são peças fundamentais para que possamos fazer um trabalho bem feito. F**a a dica para os papais, não mascare as dificuldades dos filhos. Nós profissionais agradecemos ☺️

29/11/2020

Excelente texto 👏👏👏👏👏

Crianças e Adolescentes na Pandemia-
A Volta às Aulas é apenas uma questão do Estado?


Com uma vida inteira dedicada à avaliação neurológica e do neurodesenvolvimento de crianças e adolescentes, me surpreende a superficialidade e a passividade com que a comunidade acadêmica, a mídia e os órgãos estatais vem tratando as consequências graves sobre a saúde, física mental e cognitiva das crianças e adolescentes afastadas das aulas presenciais por mais de 200 dias devido a pandemia do coronavírus.
Quadros de depressão, ideação suicida, crises de ansiedade generalizada, episódios de pânico, violência doméstica, estafa parental (para variar sobrecarga maior das mulheres que assumem para si o ônus das tarefas escolares junto à necessária continuidade profissional presencial ou em home-office), além da acentuação da alienação digital das crianças e adolescentes com adição a jogos e internet, por falta de alternativas lúdicas, são algumas das queixas diárias que abordamos no dia a dia dos consultórios neurológicos e psiquiátricos. Sem falar na falta de orientação e planejamento de programas de ensino a distancia totalmente desvinculados das condições neurobiológicas, sociais, familiares e cognitivas das crianças, tanto com desenvolvimentos típico e principalmente nos casos atípicos como as crianças com deficiência intelectual, dislexia, discalculia, transtorno do espectro autista, transtornos psiquiátricos, que necessitam inclusão, tutoria e parceria contínua de redes interdisciplinares para além dos limites da escola.
Se a necessidade de isolamento social para diminuir o contágio, risco de morte de suscetíveis é uma realidade global que envolve investimento, planejamento e medidas restritivas regulamentadas e inspecionadas a escola não pode ser vista apenas na sua condição de localidade institucional regulada pelo Estado, mas como epicentro crítico para a reflexão, diálogo e troca, na interface família e comunidade, onde conhecimentos, diálogo, experiências cognitivas e lúdicas são o fundamento vivo de na formação de pessoas críticas, não apenas informadas mas que se apropriam do conhecimento com autonomia, criatividade e autoria de pensamento. O período do ensino infantil, é a fase de maior plasticidade cerebral e comportamental, onde a criança treina seu corpo, seus sentidos (visão, audição, percepção táctil, proprioceptiva incluindo o movimento. É também um dos período dos mais sensíveis para o desenvolvimento da percepção do outro, do sentido de solidariedade e empatia. Nesta fase, a criança, a partir da percepção sensorial, modela e esculpe esquemas motores e executivos que dão corpo e linguagem orgânica ao aprendizado, o que em neurociência denominamos de cognição corporif**ada (embody cognition). De que maneira a falta de tutores, parques, arte, contadores de estórias, atividades corporais e esportivas tem impacto negativo, às vezes de maneira permanente sobre o neurodesenvolvimento saudável, é um questionamento importante que precisa ser respondido por aqueles que pregam a permanência de escolas e creches fechadas sem esquemas alternativos para as crianças e para pais estafados e sem alternativas, o que se agrava nas classes sociais mais desfavorecidas que não tem uma pasárgada (casa de campo ou no litoral) para diminuir o confinamento dos corpos e mentes de seus filhos pequenos. A educação digital neste período também é absolutamente inef**az pois as crianças nesta fase ainda não tem amadurecimento das estruturas neurais de sustentação da atenção, o que torna o estímulo online não apenas pernicioso, com pessoas cantando, pulando enquanto crianças pequenas perplexas ignoram um show de horrores de adultos infantilizados que para dizer o mínimo é surrealista. A pré-escola é um período fundamental na consolidação dos pré-requisitos para alfabetização, importante para que a criança se aproprie de processos simbólicos fundamentais para a construção de sua identidade linguística, racional e reflexiva. De que maneira a falta de estímulos adequados ou a substituição de plataformas de ensino, fundamentadas na estrutura sonora das palavras (alfabetização fônica), é amputada ou simplif**ada pelos processos digitais que dão ênfase para a imagem das palavras e para o imediatismo, acentuado pela rapidez do processamento de máquina (no qual o visual impera sobre o auditivo). Se os nossos jovens no Ensino Médio já estão mais familiarizados com a interface digital, a necessidade de troca com pares e de atividades esportivas compartilhadas são fundamentais para o equilíbrio psicológico dos adolescentes em uma fase que biologicamente se tornam mais entediados e desafiantes. A expressão de transtornos internalizantes (ansiedade, depressão, fenômenos dissociativos) e externalizantes (agressividade e transtorno opositor) neste período de pandemia tem assumido prevalências para dizer no mínimo alarmantes.
Neste sentido, profissionais de saúde e educação, sociedade civil, comunidade de pais zelosos, terceiro setor responsável, devemos nos posicionar pela questão da agenda educacional como prioridade e lançar à sociedade alternativas viáveis de troca, convivência presencial responsável, para além da interface digital, ainda pouco acessível a população de baixa renda. Até o momento o Estado tem-se mostrado passivo, alheio a questões que não interferem no jogo medíocre de poder populista e canhestro. Um Estado embrutecido, que desvaloriza a educação e a cultura de seu povo, alimenta-se e perpetua-se pela desinformação. É preciso dar um basta.
A questão da Escola é uma prioridade da comunidade brasileira, de cidadãos conscientes de que as transformações necessárias para modif**ar este mundo depende do preparo educacional de nossas crianças, que terão que se preparar através da cultura, parcerias e também da alfabetização digital, para lidar com as adversidades e desafios deste mundo em transformação, o que exige proatividade, conhecimento, respeito à ciência e à cultura e oportunidade de pertencimento. Nossa apatia, embora compreensível, é neste momento absolutamente nociva para o fortalecimento da identidade cultural, mental e cognitiva de nossos filhos.


Mauro Muszkat

25/11/2020

Superexposição a informação.Ter acesso precocemente a internet sem ter estrutura psicológica e emocial para absorver certas informações.

Nossas crianças gritam por socorro 😪😪

09/10/2020

OS FILHOS DO QUARTO!

NÃO DEIXE DE LER

Antes perdíamos filhos nos rios, nos matos, nos mares, hoje temos perdido eles dentro do quarto!

Quando brincavam nos quintais ouvíamos suas vozes, escutávamos suas fantasias e ao ouvi-los,
mesmo a distância, sabíamos o que se passava em suas mentes.

Quando entravam em casa não existia uma TV em cada quarto, nem dispositivos eletrônicos em suas mãos.

Hoje não escutamos suas vozes, não ouvimos seus pensamentos e fantasias, as crianças estão ali, dentro de seus quartos, e por isso pensamos estarem em segurança.
Quanta imaturidade a nossa.

Agora f**am com seus fones de ouvido, trancados em seus mundos, construindo seus saberes sem que saibamos o que é...

Perdem literalmente a vida, ainda vivos em corpos, mas mortos em seus relacionamentos com seus pais, fechados num mundo global de tanta informação e estímulos, de modismos passageiros, que em nada contribuem para formação de crianças seguras e fortes para tomarem decisões moralmente corretas e de acordo com seus valores familiares.

Dentro de seus quartos perdemos os filhos pois não sabem nem mais quem são ou o que pensam suas famílias, já estão mortos de sua identidade familiar...

Se tornam uma mistura de tudo aquilo pelo qual eles tem sido influenciados e pais nem sempre já sabem o que seus filhos são.

Você hoje pode ler esse texto e amar, mandar para os amigos.
Pode enxergar nele verdades e refletir. Tudo isso será excelente.

Tenho visto tantas famílias doentes com filhos mortos dentro do quarto, então faço você um convite e, por favor aceite !

Convido você a tirar seu filho do quarto, do tablet, do celular, do computador, do fone de ouvido, convido você a comprar jogos de mesa, tabuleiros e ter filhos na sala, ao seu lado por no mínimo 2 dias estabelecidos na sua semana a noite (além do sábado e domingo).
amiga(o) clica aqui para conhecer o grupo https://www.facebook.com/groups/438563477004991/grupo de harmonização emocional e energética você vai gostar
E jogue, divirta-se com eles, escute as vozes, as falas, os pensamentos e tenha a grande oportunidades de tê-los vivos, "dando trabalho" e que eles aprendam a viver em família, se sintam pertencentes no lar para que não precisem se aventurar nessas brincadeiras malucas para se sentirem alguém ou terem um pouco de adrenalina que antes tinham com as brincadeiras no quintal !"

11/09/2020

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