Jusley Valle Consultoria Educacional

Jusley Valle Consultoria Educacional Consultora Educacional | Pós-graduada em Pedagogia | Psicanalista | Especialista em NR1 | Escritora | Mãe Especialização em KidCoaching, pela Rio Coaching.

Eu sou Jusley Valle, atuo com Consultoria Educacional, Educação Parental/Disciplina Positiva, Psicologia Positiva, Facilitadora para Pais, Análise de Perfil Comportamental e Coaching Infantil e para Escolas. Criei esta página com o objetivo de atender às necessidades dos pais e educadores que buscam soluções para os desafios do dia a dia, por meio de abordagens eficazes e com resultados positivos na gestão de comportamentos e emoções, desenvolvendo autodisciplina, cooperação, autorresponsabilidade e inteligência emocional da criança. Um pouco da minha história...

Construí minha carreira ao longo de 30 anos no mundo corporativo, sempre focada no capital humano. Coach pelo ICI, acreditado pela ICF - International Coaching Federation/USA. Certificação Internacional em Educador Parental em Disciplina Positiva, associada à PDA - Positive Discipline Association USA/Brasil. Analista de Perfil Comportamental, pela Rio Coaching. O meu trabalho consiste em apoiar pais, crianças e professores no processo de educação consciente, por meio do desenvolvimento de habilidades e competências, para lidar com suas emoções e comportamentos, melhorando relações e qualidade de vida. Juntos podemos encontrar soluções adequadas à realidade e às necessidades de cada família. Posso ajudar com atendimentos presenciais ou on-line. Conte comigo, um abraço!

Continuando a nossa série de indicações de livros, hoje eu trouxe uma seleção um pouco diferente.São livros que nos leva...
25/09/2026

Continuando a nossa série de indicações de livros, hoje eu trouxe uma seleção um pouco diferente.

São livros que nos levam para diferentes caminhos: aventuras, descobertas, desafios, mundos imaginários e também uma leitura que convida à reflexão sobre religiosidade e espiritualidade.

Gosto de pensar que cada livro encontra um leitor em um momento diferente da vida. Alguns despertam a imaginação. Outros provocam perguntas. Há aqueles que nos fazem viajar sem sair do lugar e aqueles que nos aproximam de temas que talvez ainda não tenhamos aprendido a conversar.

Para crianças e adolescentes, a leitura não precisa estar sempre associada a uma obrigação escolar. Ela também pode ser encontro, curiosidade, diversão e oportunidade de conhecer outras formas de ver o mundo.

E quando oferecemos livros diversos, ampliamos também as possibilidades de escolha. Nem toda leitura vai encantar todos os leitores, e tudo bem. O importante é que eles tenham a oportunidade de experimentar.

Nesta seleção, deixo algumas sugestões para quem gosta de aventura e também uma indicação que pode abrir espaço para conversas sobre religiosidade, valores, crenças e respeito à diversidade.

Mais do que indicar livros, quero continuar construindo por aqui um espaço para descobrirmos juntos histórias que podem fazer sentido para nossas crianças e adolescentes.

Afinal, qual foi o livro que despertou em você o prazer de ler?

Brincar é coisa de criança?Talvez essa seja uma das ideias que precisamos rever.A ludicidade não é apenas uma forma de e...
24/09/2026

Brincar é coisa de criança?

Talvez essa seja uma das ideias que precisamos rever.

A ludicidade não é apenas uma forma de entreter a criança. Ela atravessa o desenvolvimento, favorece a criatividade, a imaginação, a expressão de sentimentos, a construção de vínculos, a aprendizagem e a descoberta do mundo.

E há algo que nós, adultos, muitas vezes esquecemos: a criança aprende muito sobre brincar observando como nos relacionamos com ela.

Brincar com uma criança não significa apenas sentar no chão e escolher um brinquedo. É estar disponível. É entrar no mundo dela sem tentar controlar cada movimento. É aceitar que nem toda brincadeira precisa ter um objetivo pedagógico. É permitir-se imaginar, criar, rir, experimentar e até fazer algo sem nenhuma utilidade aparente.

Os adultos também precisam brincar.

Brincar pode ser uma pausa na lógica da produtividade, uma possibilidade de conexão e uma maneira de recuperar a espontaneidade que a vida adulta, tantas vezes, vai deixando pelo caminho.

Com as crianças, brincar é ainda uma oportunidade de dizer, sem palavras: “eu quero estar aqui com você”.

Meu livro 𝐋𝐮𝐝𝐢𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞: 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚 𝐝𝐞 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐧ç𝐚? convida a olhar para o brincar para além do entretenimento e compreender sua importância em diferentes aspectos da vida e do desenvolvimento infantil.

Uma leitura para quem deseja compreender melhor o universo da criança e também se permitir redescobrir o prazer de brincar.

Talvez a pergunta não seja se ludicidade é coisa de criança.

Talvez seja: quanto de ludicidade ainda existe em nós?

𝐋𝐮𝐝𝐢𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞: 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚 𝐝𝐞 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐧ç𝐚? é uma leitura que pode transformar a forma como você olha para o brincar.

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Ter filhos transforma a nossa maneira de olhar para a vida, pois eles nos convidam a rever certezas, questionar padrões ...
23/09/2026

Ter filhos transforma a nossa maneira de olhar para a vida, pois eles nos convidam a rever certezas, questionar padrões e perceber que educar também é uma oportunidade permanente de aprender.

Ao longo da caminhada, nem sempre acertamos. Algumas escolhas podem ser revistas, algumas palavras podem ser reparadas e algumas formas de educar podem ser transformadas.

A parentalidade não é sobre controlar quem nossos filhos serão. É sobre oferecer raízes, segurança e espaço para que possam construir sua própria história.

Neste Dia dos Filhos, meu desejo é que possamos olhar para eles para além do comportamento, das expectativas e das cobranças.

Que possamos enxergar a pessoa que existe diante de nós.

E lembrar que, antes de qualquer conquista, nossos filhos precisam saber que são vistos, ouvidos e amados.

Que relação você deseja construir com seu filho?

Não escolhemos a forma como fomos educados, mas podemos decidir como agir com nossas crianças e adolescentes. E você, qual será a sua escolha?

Uma infância saudável não é uma infância sem conflitos, frustrações ou momentos difíceis.É uma infância em que a criança...
22/09/2026

Uma infância saudável não é uma infância sem conflitos, frustrações ou momentos difíceis.

É uma infância em que a criança encontra espaço para brincar, explorar, perguntar, sentir, experimentar, criar vínculos e, principalmente, ser criança.

𝐂𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮𝐢𝐧𝐝𝐨 𝐮𝐦𝐚 𝐈𝐧𝐟â𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐒𝐚𝐮𝐝á𝐯𝐞𝐥 nasceu desse olhar para a infância como um período que precisa ser cuidado em sua integralidade e implica muito mais do que cuidar da alimentação, do sono ou da saúde física. Envolve relações, segurança emocional, limites, afeto, escuta, autonomia e oportunidades para que a criança desenvolva recursos para compreender a si mesma e o mundo ao seu redor. Também responsabiliza nós, adultos, e a maneira como nos colocamos nessa relação.

As crianças não precisam de adultos perfeitos. Precisam de adultos disponíveis para escutar, orientar, estabelecer limites, reparar quando necessário e construir, dia após dia, relações que façam sentido para elas.

A infância passa. As experiências vividas nela permanecem como parte da história de cada pessoa.

Por isso, cuidar da infância é também pensar nas marcas que queremos deixar.

𝐂𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮𝐢𝐧𝐝𝐨 𝐮𝐦𝐚 𝐈𝐧𝐟â𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐒𝐚𝐮𝐝á𝐯𝐞𝐥 é um convite para olhar para esse período com mais consciência, respeito e responsabilidade.

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Que infância estamos ajudando a construir?

Hoje, 21 de setembro, celebramos o Dia do Adolescente! É um momento para honrar essa fase vibrante, repleta de mudanças,...
21/09/2026

Hoje, 21 de setembro, celebramos o Dia do Adolescente! É um momento para honrar essa fase vibrante, repleta de mudanças, desafios e descobertas, quando cada jovem está traçando seu próprio caminho rumo ao futuro.

A revolução interior:

A adolescência é um verdadeiro laboratório de autoconhecimento. O corpo se transforma, as emoções se intensificam e a mente se abre para novas perspectivas. É um período de questionamentos, de busca por identidade e de definições de valores. Lidar com essas mudanças exige paciência, diálogo e acolhimento de si mesmo e daqueles que nos rodeiam.

Enfrentando desafios com resiliência:

Navegar pelas complexidades do mundo moderno não é tarefa fácil. Cobranças escolares, pressões sociais, incertezas sobre o futuro profissional e as constantes influências digitais são apenas alguns dos desafios que os adolescentes enfrentam diariamente. Desenvolver resiliência é fundamental para superar obstáculos, aprender com os erros e seguir em frente com determinação.

Protagonismo e cidadania em ação:

Os adolescentes não são apenas o futuro; eles são o presente! Sua energia, criatividade e visão crítica são essenciais para transformar a sociedade. É hora de incentivar o protagonismo juvenil, oferecendo espaços para que os jovens expressem suas vozes, participem ativamente das decisões comunitárias e se engajem em causas que acreditam. A cidadania se constrói no dia a dia, através de pequenas ações e do exercício consciente de direitos e deveres.

A chave para o equilíbrio:

Em um mundo acelerado e hiperconectado, a autorregulação torna-se uma habilidade crucial. Gerenciar o tempo, lidar com o estresse, cultivar relacionamentos saudáveis e fazer escolhas conscientes são fundamentais para o bem-estar físico e mental. Encontrar o equilíbrio entre responsabilidades e lazer é um desafio contínuo e essencial para um desenvolvimento saudável.

Celebrando o potencial ilimitado:

Neste Dia do Adolescente, vamos celebrar o imenso potencial de cada jovem. Que eles se sintam apoiados, inspirados e encorajados a sonhar alto, a lutar por seus ideais e a construir um mundo mais justo, igualitário e sustentável.

Feliz Dia do Adolescente!

As indicações de livros continuam por aqui.Desta vez, o olhar se volta para os pré-adolescentes e adolescentes, uma fase...
18/09/2026

As indicações de livros continuam por aqui.

Desta vez, o olhar se volta para os pré-adolescentes e adolescentes, uma fase marcada por descobertas, questionamentos, transformações e pela construção de uma identidade cada vez mais própria.

A leitura pode acompanhar esse processo de muitas maneiras.

Um livro pode apresentar diferentes perspectivas, ampliar repertórios, despertar a imaginação e ajudar a refletir sobre temas que fazem parte dessa etapa da vida. Pode também oferecer identificação e companhia em momentos em que nem sempre é fácil falar sobre o que se sente.

Para educadores e famílias, a escolha das leituras também pode ser uma oportunidade de conhecer melhor os interesses e as inquietações dessa faixa etária.

Mais do que indicar livros, acredito na leitura como uma possibilidade de diálogo e formação.

Nem toda leitura precisa ensinar uma lição. Algumas histórias simplesmente nos atravessam, provocam perguntas e permanecem conosco.

Por isso, ao escolher um livro para um pré-adolescente ou adolescente, vale considerar também aquilo que desperta sua curiosidade e sua vontade de continuar lendo.

Nesta seleção, compartilho algumas obras que podem fazer parte dessa jornada.

Que livro você indicaria para um adolescente hoje?

A adolescência é um período de descobertas, escolhas e construção de identidade.É também uma fase em que os jovens começ...
17/09/2026

A adolescência é um período de descobertas, escolhas e construção de identidade.

É também uma fase em que os jovens começam a se deparar com desafios que exigem muito mais do que conhecimento acadêmico.

Comunicar-se com clareza, trabalhar em equipe, lidar com frustrações, resolver conflitos, tomar decisões, reconhecer suas potencialidades e assumir responsabilidades são habilidades que fazem diferença na vida pessoal, acadêmica e profissional.

𝐒𝐨𝐟𝐭 𝐒𝐤𝐢𝐥𝐥𝐬 𝐓𝐞𝐞𝐧𝐬 nasce desse olhar para a adolescência e para as competências que ajudam o jovem a se posicionar diante de si mesmo, das relações e do mundo.

Desenvolver essas habilidades não significa preparar adolescentes apenas para o mercado de trabalho.

Significa oferecer recursos para que possam fazer escolhas mais conscientes, construir relações mais saudáveis, enfrentar desafios e participar da sociedade de forma ativa e responsável. E esse desenvolvimento não acontece de uma hora para outra.

Ele é construído nas experiências, nas relações, nas oportunidades de participação e, também, nos erros que fazem parte do processo de amadurecimento.

Quando ampliamos o olhar sobre a formação dos adolescentes, percebemos que preparar para o futuro não é apenas pensar na profissão que eles terão.

É pensar na pessoa que estão se tornando.

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Que habilidades você gostaria que seu adolescente levasse para a vida?

Setembro Amarelo é um convite para ampliar o olhar sobre a saúde emocional e lembrar que ninguém precisa atravessar seus...
16/09/2026

Setembro Amarelo é um convite para ampliar o olhar sobre a saúde emocional e lembrar que ninguém precisa atravessar seus momentos difíceis sozinho.

Quando falamos de crianças e adolescentes, esse cuidado envolve uma rede inteira.

Pais precisam estar disponíveis para perceber mudanças, acolher sentimentos e construir espaços seguros de diálogo.

Professores e equipes escolares também têm um papel importante. A escola é um dos lugares onde crianças e adolescentes passam grande parte de suas vidas, convivem, estabelecem vínculos e expressam, muitas vezes por meio de comportamentos, aquilo que ainda não conseguem colocar em palavras.

Isso não significa atribuir à família ou à escola a responsabilidade de resolver tudo. Significa reconhecer que adultos atentos podem perceber sinais, acolher, conversar e encaminhar para a ajuda adequada quando necessário.

Cuidar da saúde emocional é uma construção coletiva.

Por isso, neste Setembro Amarelo, mais do que falar sobre prevenção, precisamos falar sobre presença. Sobre escuta. Sobre vínculos. Sobre relações em que crianças, adolescentes e adultos possam sentir que suas emoções importam.

Pais, professores, gestores e todos nós podemos fazer parte dessa rede de cuidado.

Que possamos perguntar mais, escutar com menos julgamentos e estar verdadeiramente disponíveis para o outro.

E nas escolas, cuidar de quem educa também é cuidar de quem aprende.

Se sua escola deseja fortalecer uma cultura de cuidado, escuta e saúde emocional, meu trabalho pode contribuir para essa construção.

Vamos conversar?

Educar para o futuro é também preparar crianças e adolescentes para viver, conviver, fazer escolhas e enfrentar os desaf...
15/09/2026

Educar para o futuro é também preparar crianças e adolescentes para viver, conviver, fazer escolhas e enfrentar os desafios de um mundo em constante transformação.

É nesse contexto que as competências socioemocionais ganham espaço na educação.

O livro 𝐂𝐨𝐦𝐩𝐞𝐭ê𝐧𝐜𝐢𝐚𝐬 𝐒𝐨𝐜𝐢𝐨𝐞𝐦𝐨𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬: 𝐚𝐩𝐨𝐧𝐭𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐟𝐮𝐭𝐮𝐫𝐨 nasceu com esse olhar e dialoga com as competências gerais propostas pela BNCC, que reconhecem dimensões como autoconhecimento, empatia, cooperação, responsabilidade, cidadania, comunicação e tomada de decisões como parte da formação integral dos estudantes.

A BNCC amplia a nossa compreensão sobre o que significa educar.

Não se trata apenas de transmitir conhecimentos, mas de criar condições para que crianças e adolescentes desenvolvam recursos para utilizar esses conhecimentos, relacionar-se, posicionar-se diante do mundo e participar da sociedade de forma consciente.

As competências socioemocionais não devem ser vistas como um conteúdo isolado, pois atravessam as relações, as experiências e as práticas que acontecem diariamente no ambiente educacional.

Por isso, pensar essas competências é também pensar na escola que estamos construindo e na formação que queremos oferecer às novas gerações.

𝐂𝐨𝐦𝐩𝐞𝐭ê𝐧𝐜𝐢𝐚𝐬 𝐒𝐨𝐜𝐢𝐨𝐞𝐦𝐨𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬: 𝐚𝐩𝐨𝐧𝐭𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐟𝐮𝐭𝐮𝐫𝐨 é um convite para educadores ampliarem esse olhar e reconhecerem que formar para o futuro envolve muito mais do que ensinar conteúdos.

Envolve formar pessoas.

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E, para você, o que significa preparar uma criança ou adolescente para o futuro?

14/09/2026

Parentalidade começa antes do nascimento. E, para algumas famílias, começa antes mesmo da chegada do filho.

A gestação pode acontecer no corpo, mas também pode acontecer no coração, nos sonhos, na espera e na preparação para receber uma criança.

Há mulheres que gestam biologicamente. Há mulheres que vivem a gestação de um filho, enquanto aguardam a adoção. Em diferentes caminhos, existe uma espera que mobiliza sentimentos, expectativas, medos, desejos e transformações.

Maternidade e paternidade não nascem prontas. Vão sendo construídas no cotidiano, nas escolhas, nos vínculos e na disposição para aprender.

Ser mãe ou ser pai não significa saber tudo. Significa estar aberto a compreender, rever caminhos, reconhecer limites e construir uma relação possível e consciente com aquele filho que está chegando.

A gestação prepara para a chegada. E esse tempo de espera, seja ele vivido no corpo ou no coração, também pode ser um tempo de preparação emocional para a parentalidade.

Talvez uma das formas mais bonitas de se preparar para ser mãe ou pai seja compreender que criar um filho também transforma profundamente quem somos.

Não existe um único caminho para a parentalidade. Existem histórias, desejos, esperas e diferentes formas de construir uma família.

E todas elas merecem ser acolhidas com respeito.

Não escolhemos a forma como fomos educados, mas podemos decidir como agir com nossas crianças e adolescentes. E você, qual será a sua escolha?

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