Aspen Pharma Brasil

Aspen Pharma Brasil Aspen Pharma do Brasil é subsidiária da Aspen Pharmacare, marca líder do continente africano e uma das 20 maiores do segmento de branded generic no mundo.

A Aspen Pharma do Brasil é subsidiária da Aspen Pharmacare, marca líder do continente africano e uma das 20 maiores do segmento de branded generic no mundo. A Aspen Pharmacare possui 18 plantas produtivas em 14 países, nos seis continentes, e fornece medicamentos para mais de 150 países. O Grupo entrou oficialmente no mercado brasileiro de medicamentos em 2009, após adquirir 100% da Cellofarm, com sede no Rio de Janeiro.

27/09/2026

Ser um doador de órgãos é um gesto que pode representar uma nova oportunidade de vida para quem está aguardando por um transplante.

Neste vídeo, Dr. André, Gerente Médico da Aspen Pharma, explica como funciona a doação de órgãos, e a importância de conversar sobre essa decisão com a família.

Informação também é uma forma de cuidar. Dê o play e saiba mais sobre esse ato de solidariedade que pode transformar vidas.

Escolhas conscientes. Mais saúde. Futuros mais fortes.O acesso a informações confiáveis e a cuidados de saúde de qualida...
26/09/2026

Escolhas conscientes. Mais saúde. Futuros mais fortes.

O acesso a informações confiáveis e a cuidados de saúde de qualidade dá às pessoas mais autonomia para tomar decisões conscientes sobre sua saúde reprodutiva e seu futuro.

No Dia Mundial da Contracepção, reforçamos que a contracepção vai muito além da prevenção de uma gravidez não planejada. Ela significa ampliar as possibilidades de escolha, promover a equidade em saúde e permitir que cada pessoa tome decisões que contribuam para seu bem-estar, sua educação, sua participação econômica e seus projetos de vida.

Avanços significativos começam com decisões bem informadas. Ao incentivar conversas abertas, ampliar o acesso a informações confiáveis sobre saúde e reduzir as barreiras aos cuidados de saúde reprodutiva, podemos contribuir para comunidades mais saudáveis e criar oportunidades para que as pessoas desenvolvam todo o seu potencial.

Na Aspen, temos orgulho de contribuir para a saúde reprodutiva por meio do fornecimento de medicamentos e insumos farmacêuticos ativos (IFAs) de alta qualidade. Ao lado de nossos parceiros, seguimos comprometidos em ampliar o acesso a cuidados de saúde de qualidade e contribuir para melhores resultados em saúde para todos. Porque, na Aspen, Healthcare. We Care.

Quando as pessoas têm autonomia para fazer escolhas conscientes, estão mais preparadas para construir vidas mais saudáveis, comunidades mais fortes e futuros mais sustentáveis.

23/09/2026

Você já sentiu aquele frio na barriga antes de um evento importante? Ou percebeu o estômago embrulhar quando está ansioso? Essas sensações podem estar relacionadas à comunicação constante entre intestino e cérebro.

A conexão intestino-cérebro é uma via de mão dupla: o estado mental pode influenciar a digestão, enquanto a saúde intestinal pode afetar como nos sentimos emocionalmente. O intestino abriga trilhões de bactérias que auxiliam na digestão, fortalecem o sistema imunológico e ajudam a regular neurotransmissores como a serotonina, que influencia o humor.

O estresse crônico pode levar à redução das bactérias intestinais benéficas e estar relacionado a inchaço, constipação, dor de estômago ou diarreia. Outro componente importante dessa conexão é o nervo vago, que ajuda a regular a digestão e transmite sinais entre o intestino e o cérebro. Quando os níveis de estresse estão altos, a atividade do nervo vago pode diminuir, levando a problemas digestivos.

Algumas mudanças na rotina podem contribuir para manter essa conexão saudável. Praticar respiração profunda, mindfulness ou meditação pode reduzir os hormônios do estresse e auxiliar na digestão. Manter uma rotina de sono consistente, limitar o tempo de tela antes de dormir e criar uma rotina relaxante também podem ajudar na qualidade do sono.

Na alimentação, incluir alimentos ricos em fibras, como vegetais, frutas e grãos integrais, ajuda a nutrir as bactérias intestinais saudáveis. Além disso, exercícios regulares, mesmo uma caminhada diária, podem reduzir o estresse e melhorar a motilidade intestinal.

Ao entendermos a conexão entre intestino e cérebro, podemos fazer pequenas mudanças que impactam positivamente tanto a saúde digestiva quanto o bem-estar mental. Em caso de dúvidas, procure por um profissional de saúde.

Referência: Society for Maternal-Fetal Medicine. The Gut-Brain Connection: How Stress and Sleep Affect Your Gut. Disponível em: https://www-sbm-org.translate.goog/healthy-living/the-gut-brain-connection-how-stress-and-sleep-impact-your-gut?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt&_x_tr_pto=tc

21/09/2026

Toda trajetória profissional tem um primeiro passo. E, para a Marina Rossi, esse passo começou na Aspen Pharma.

Neste episódio de Primeiros Passos na Aspen Pharma, Marina compartilha como foi seu primeiro dia, conta um pouco da sua rotina e fala sobre o significado de fazer parte da Aspen.

Dê o play e conheça um pouco mais dessa história.

Cuidar da saúde também significa cuidar da forma como os medicamentos são utilizados.Seja um medicamento de uso contínuo...
17/09/2026

Cuidar da saúde também significa cuidar da forma como os medicamentos são utilizados.

Seja um medicamento de uso contínuo, pontual ou um suplemento nutricional, seguir a prescrição, respeitar doses e horários, armazenar corretamente e evitar a automedicação são atitudes importantes para tornar o tratamento mais seguro.

Em caso de dúvidas, reações ou qualquer mudança no tratamento, procure um profissional de saúde. Não interrompa ou altere o uso de um medicamento por conta própria.

A segurança do paciente começa também nas escolhas e nos cuidados presentes em cada etapa do tratamento. Informação e orientação profissional são fundamentais para um cuidado mais seguro.

Referência: Prefeitura de São Paulo. Sete dicas para cumprir a rotina de remédios com segurança. Disponível em: https://prefeitura.sp.gov.br/w/noticia/sete-dicas-para-cumprir-a-rotina-de-remedios-com-seguranca

12/09/2026

A doença de Alzheimer é um tipo de demência, caracterizada por uma diminuição lenta e progressiva das funções mentais, que pode afetar a memória, o pensamento, o julgamento e a capacidade de aprender.

Entre 60% e 80% dos adultos mais velhos com demência têm a doença de Alzheimer como causa. A doença é rara em pessoas com menos de 65 anos e suas causas ainda não são completamente conhecidas. Fatores genéticos podem estar envolvidos em parte dos casos, e cerca de 5% a 15% deles ocorrem em pessoas com antecedentes familiares.

No cérebro, as áreas afetadas pela doença sofrem degeneração, levando à destruição de células nervosas e reduzindo a capacidade de resposta das células restantes aos neurotransmissores, que são responsáveis por transmitir sinais entre as células nervosas. Entre eles está a acetilcolina, que participa da memória, do aprendizado e da concentração, e apresenta níveis reduzidos na doença de Alzheimer.
Por isso, os sinais da doença podem ir muito além da perda de memória. Também podem ocorrer problemas no uso da linguagem, mudanças de personalidade, desorientação, dificuldade para realizar tarefas do dia a dia e alterações de comportamento.
Embora compartilhe características com outros tipos de demência, a doença de Alzheimer apresenta uma particularidade: a memória recente costuma ser afetada de forma mais intensa do que outras funções mentais.

Conhecer os sinais e entender o que acontece no cérebro é importante para reconhecer que a doença de Alzheimer envolve mudanças progressivas em diferentes funções cognitivas, e não apenas esquecimentos. Em caso de dúvidas sobre o assunto, procure um profissional de saúde.

Referência: MSD Manuals. Doença de Alzheimer. Análise completa: fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/casa/distúrbios-cerebrais-da-medula-espinal-e-dos-nervos/delirium-e-demência/doença-de-alzheimer

Mente e corpo interagem de formas que podem afetar a saúde. As emoções podem influenciar diferentes funções do organismo...
10/09/2026

Mente e corpo interagem de formas que podem afetar a saúde. As emoções podem influenciar diferentes funções do organismo, como frequência cardíaca, pressão arterial, transpiração, padrões de sono, secreção de ácidos gástricos e frequência das evacuações intestinais.

O estresse emocional também pode provocar sintomas físicos, mesmo quando não existe uma doença física. Isso acontece porque o corpo responde fisiologicamente ao estresse. Quando ele provoca ansiedade, pode ocorrer a ativação do sistema nervoso autônomo e de hormônios, como a adrenalina, aumentando a frequência cardíaca, a pressão arterial e a quantidade de suor.

O estresse também pode provocar espasmos musculares, que podem resultar em dores no pescoço, nas costas, na cabeça ou em outros locais.

Essa relação também acontece no sentido contrário: doenças físicas podem afetar a forma de pensar e o estado de ânimo. Por isso, a interação entre mente e corpo é considerada uma via de mão dupla. Em caso de dúvidas sobre o assunto, procurar por um profissional de saúde.

Referência: MSD Manuals. Interações mente-corpo. Análise completa: fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/casa/fundamentos/o-corpo-humano/intera%C3%A7%C3%B5es-mente-corpo

Durante a gravidez e a lactação, as necessidades de cálcio aumentam para atender às demandas do organismo materno e à fo...
08/09/2026

Durante a gravidez e a lactação, as necessidades de cálcio aumentam para atender às demandas do organismo materno e à formação do esqueleto fetal. Para acompanhar essas necessidades, acontecem mudanças importantes no metabolismo do cálcio e dos ossos, reguladas principalmente por alterações hormonais.

Esse processo pode provocar mudanças na estrutura óssea da mãe durante a gravidez e, especialmente, durante a lactação. A intensidade dessas alterações pode estar relacionada ao volume e à duração da amamentação e ao retorno da menstruação regular. Apesar disso, as mudanças observadas na estrutura óssea se recuperam, em grande parte, ao longo do tempo.

A saúde óssea também pode ser influenciada pelas mudanças no estilo de vida durante esse período. A atividade física pode ser menor do que o normal durante a gravidez, principalmente no terceiro trimestre, com uma redução mais acentuada nas atividades vigorosas. Por outro lado, o ganho de peso de 10 a 15 kg durante uma gravidez saudável aumenta a carga sobre os ossos e as articulações durante os movimentos do dia a dia.

Embora as necessidades nutricionais aumentem moderadamente durante a gravidez, esse aumento parece ser compensado pela redução do gasto energético decorrente da diminuição da atividade física. Consequentemente, há pouca mudança na qualidade da alimentação e apenas um pequeno aumento na ingestão de energia durante a gravidez e o início da lactação, sem alterações substanciais na ingestão de cálcio.

Ainda assim, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda uma ingestão adicional de 200 mg de cálcio por dia para mulheres grávidas, em comparação com mulheres que não estão grávidas.

A gravidez e a lactação são períodos de importantes adaptações do organismo materno. Nesse contexto, compreender as mudanças no metabolismo ajuda a reconhecer a importância da suplementação de nutrientes durante essas fases. Em caso de dúvidas, procure por um profissional de saúde.

Referência: G. S. et al. Calcium and Bone Metabolism During Pregnancy and Lactation. Análise completa: 2020. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7354730/

02/09/2026
A fome é regulada por uma complexa rede de sinais hormonais, neurológicos e metabólicos. Entre eles, está a leptina, um ...
01/09/2026

A fome é regulada por uma complexa rede de sinais hormonais, neurológicos e metabólicos. Entre eles, está a leptina, um hormônio produzido principalmente pelo tecido adiposo.

Descoberta em 1994, a leptina mudou a forma como entendemos o tecido adiposo: além de armazenar energia, ele também atua como um órgão endócrino, capaz de enviar sinais ao cérebro sobre o estado energético do organismo.

A leptina funciona como um sensor biológico da gordura corporal. Quando os estoques de gordura aumentam, mais leptina é produzida. Quando diminuem, os níveis do hormônio também caem.

Em condições fisiológicas normais, o aumento da leptina sinaliza ao cérebro que os estoques de energia estão adequados, contribuindo para a redução do apetite.

Mas esse sistema pode não funcionar da mesma forma em muitos indivíduos com obesidade. Nesses casos, os níveis de leptina podem estar elevados, como consequência do excesso de tecido adiposo, mas sua sinalização central pode estar prejudicada. Esse fenômeno é conhecido como resistência à leptina.

Na prática, isso significa que, mesmo com níveis elevados do hormônio circulando no organismo, o cérebro pode interpretar os sinais de forma inadequada, contribuindo para a manutenção da fome, a redução do metabolismo e a dificuldade de perda de peso.

Por isso, a leptina é uma peça importante para entender como o organismo regula a fome e o gasto energético. Quando essa comunicação é alterada, mecanismos que normalmente ajudam a controlar o apetite também podem ser comprometidos. Em caso de dúvidas, procure por um profissional de saúde.

Referência: Wecann Academy. Leptina: o hormônio da saciedade e energia. Disponível em: https://wecann.academy/leptina-o-hormonio-da-saciedade-e-energia/

Endereço

Avenida Das Américas 3434, Bloco 01, 7º Andar/Barra Da Tijuca
Rio De Janeiro, RJ

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