28/11/2024
Atenção!
A Comissão Organizadora enviou e-mail de confirmação para as pessoas que se inscreveram no Colóquio 110 anos de Abdias Nascimento. Também foram enviados e-mails específicos para as inscrições do Espaço Erê e para as apresentações do I Fórum de Educação Antirra***ta do Colégio Pedro II. Por serem enviados para muitos endereços, por vezes, esses e-mails acabam indo para o spam. Então, se você recebeu, não deixe de responder. Se não encontrou em sua caixa de entrada, verifique no spam. Se ainda assim não achou a mensagem, entre em contato conosco através do seguinte e-mail: [email protected]
Será um dia de muitas trocas e aprendizados!
Até lá!
01/11/2024
Esta semana, temos acompanhado nos jornais o julgamento dos acusados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco. Em muitos espaços, foi um momento para rememorar a trajetória e o impacto que a socióloga, vereadora, militante negra e LGBTQIA+ deixou, não apenas no Rio de Janeiro. Seu legado ultrapassou as fronteiras da nossa cidade e virou sinônimo de luta pelos direitos humanos, antirracismo e igualdade no Brasil e no mundo.
Hoje, o do Circularidades te convida a relembrar cinco momentos em que Marielle foi uma grande mestra, nos ensinando sobre gênero, políticas públicas e estudos sobre as favelas. Veja o carrossel de fotos e pesquise mais sobre cada uma dessas memórias.
Marielle presente! Hoje e sempre.
P.s: os links presentes nas imagens estão disponíveis na bio
31/10/2024
A dica de formação de hoje no Circularidades é o Curso de formação: “Cultura e Arte Negra para uma Educação Antirra***ta”, promovido pelo Museu da História e da Cultura Afro-brasileira/MUHCAB.
O curso tem o objetivo principal apresentar e incentivar o (re) conhecimento em cultura e arte afro-brasileira e africana enquanto instrumentos pedagógicos tanto na escola como em diferentes contextos educativos, enfatizando o protagonismo negro.
A formação objetiva compartilhar com educadores/as reflexões teóricas, metodologias criativas e práticas que possam contribuir para a ampliação do repertório cultural e didático em prol de uma educação pautada no antirracismo.
Serão 5 encontros que ocorrerão ao longo dos sábados do mês de novembro, de 9h às 12h ministrados por especialistas de diferentes áreas, compondo um mosaico de saberes transdisciplinar.
Mais informações e o link com formulário de Inscrição na bio página do Museu: .rio
28/10/2024
A dica literária de hoje é o livro “Discurso sobre o Colonialismo”, do escritor Aimé Césaire. Discurso sobre o Colonialismo é um manifesto contundente contra o racismo, o colonialismo e a hipocrisia de intelectuais e políticos alinhados ao capitalismo. Escrito por um dos maiores poetas da língua francesa no século XX, esta obra é, ao mesmo tempo, um grito de indignação e um exercício de ironia e elegância, consolidando-se como um marco na luta anticolonial.
Publicado originalmente na França em 1950, Discurso sobre o Colonialismo tornou-se uma obra essencial para militantes anticolonialistas, inspirando movimentos como o pan-africanismo e os Panteras Negras e influenciando autores como Frantz Fanon e Raoul Vaneigem. Com ideias que ressoam fortemente até hoje, o livro revela como o fascismo nasce do colonialismo e como o racismo serve ao capitalismo. No Brasil atual, oferece uma lente para entender o ressurgimento do fascismo, destacando que sua brutalidade e racismo são, na verdade, instrumentos do capitalismo para manter a desigualdade social.
25/10/2024
O de hoje é sobre a temática da democracia em sala de aula.
O 2° ano do Ensino Fundamental do CAp-UERJ leu, debateu e desenvolveu várias reflexões sobre a democracia em nossa nossa sociedade. Partimos do livro, A democracia pode ser assim, para pensarmos conceitualmente.
Partimos da biografia do Ziraldo, autor que faleceu este ano, que muito se relaciona luta democrática no Brasil.
Desenvolvemos acrósticos, individuais e coletivos, para pensarmos, no Ciclo de Alfabetização, a disputa por sentidos do que seja a democracia no século XXI.
Por fim, queremos reafirmar a participação das infâncias na construção democrática em nosso país. As infâncias são insurgentes, sigamos!!!
24/10/2024
A dica de formação de hoje é a live “Pretagogias: Educação Infantil Antirra***ta”, que faz parte da série “Educação Antirra***ta em Diálogo”, proposta pelo Projeto SETA em parceria com a Ação Educativa. Esta edição foca na educação infantil e tem como objetivo central promover diálogos com educadores/as, pesquisadores/as, estudantes, famílias e o público em geral sobre a construção de uma educação antirra***ta.
O terceiro encontro virtual contará com a participação de:
✨Elly Bayó Educadora das infâncias na perspectiva das pretagogias e da educação infantil decolonial. Mestranda na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo FEUSP. Vice coordenadora do Fórum Municipal de Educação de Santo André.
✨Mighian Danae
Pedagoga pela UNEB, especialista em História, Sociedade e Cultura pela PUC-SP, mestre e doutora em Educação pela FEUSP. Coordena a REDE Ibeji e participa de diversos projetos relacionados às relações étnico-raciais, infância e cultura afro- brasileira.
✨Jessika Tenório (mediação) Produtora cultural e graduanda em Pedagogia pela UNIFESP. É assistente de educação dos projetos de Relações Raciais na Ação Educativa.
👋🏾Tradução em Libras
🟠 LIVE - PRETAGOGIAS: EDUCAÇÃO INFANTIL ANTIRRACISTA
📆 28/10 às 18h
💻 Online via Youtube - youtube.com/acaoeducativa
Fonte:
22/10/2024
A dica literaria de hoje é o livro de bell hooks “A Gente é da Hora”, no qual a autora conversa com homens negros sobre sua adesão à masculinidade patriarcal e falocêntrica.
Segundo hooks, é preciso falar com homens negros sobre outras construções de masculinidade.
“Lamentavelmente, a verdade de fato, que é um tabu quando verbalizada, é que nossa cultura não ama homens negros; eles não são amados por homens brancos, por mulheres brancas ou por mulheres negras, nem por meninas e meninos. Sobretudo, a maioria dos homens negros não se ama. Como eles poderiam amar a si mesmos e uns aos outros, como poderia se esperar que eles amassem cercados de tanta inveja, desejo, ódio? Homens negros na cultura do patriarcado supremacista branco capitalista imperialista são temidos, não amados. Obviamente, parte da lavagem cerebral que ocorre em uma cultura de dominação é a confusão entre temor e amor. Prosperando nos laços sadomasoquistas, as culturas de dominação fazem com que o desejo por aquele que é desprezado assuma a aparência de cuidado, de amor. Se os homens negros fossem amados, poderiam esperar mais do que uma vida trancafiada, enjaulada, confinada; eles poderiam se imaginar além da repressão”.
- bell hooks, no prefácio.
17/10/2024
O de hoje destaca a proposta “Referências Negras”, realizada em novembro de 2021, mês em homenagem a Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva. Nesse contexto, Abdias Nascimento foi uma figura de grande relevância, conhecido por seu papel como ativista, artista e intelectual na luta contra o racismo e na valorização da cultura afro-brasileira. Uma de suas principais contribuições foi a denúncia do genocídio do negro brasileiro, desmistificando o mito da democracia racial. Ele mostrou como a estrutura ra***ta da sociedade persiste por meio do extermínio, do branqueamento, da apropriação da cultura negra e de diversas formas de discriminação, afirmando que “o fator racial determina a posição social e econômica na sociedade brasileira”.
16/10/2024
A dica de formação de hoje é “I Série de Conferências Mulheres na Imprensa: pesquisas, práticas e novas agendas de estudos na Literatura, na Educação e na História”, organizado pelo Projeto de Extensão Páginas de Mulheres na Imprensa (PROMIM), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
O Projeto de Extensão Páginas de Mulheres na Imprensa (PROMIM), vinculado ao Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira (CApUERJ) da UERJ, convida a comunidade acadêmica e demais interessados para a “I Série de Conferências Páginas de Mulheres na Imprensa”. O evento contará com três mesas redondas: “Impressa, Impressos, Feminismos”, com as professoras: Profª Dra. Liana Santos (Colégio Pedro II) e Profª Dra. Anna Faedrich (UFF); “Educação e Formas de Educabilidade”, com Profª Dra. Maria Carolina Machado (UFSC) e Profª Dra. Luara Santos (SME-RJ); e “Literaturas do Feminino”, com Profª Dra. Fernanda Vieira (UEMG) e Profª Dra. Alice Pereira (IFF).
A conferência de abertura será ministrada por Aline Lemos, doutora em Educação e professora de História da SME-RJ, e a conferência de encerramento contará com a participação de Bárbara Araújo, doutora em História Social e professora do CAp-UERJ.
O evento terá duração aproximada de 2 horas e acontecerá em três dias: 22/10, 29/10 e 05/11, sempre com início às 18h. As transmissões ao vivo serão realizadas pelo YouTube, no CANAL MULHERES NA IMPRENSA: https://www.youtube.com/.
Os certificados serão emitidos mediante o preenchimento de um formulário que será disponibilizado durante as transmissões.
15/10/2024
O Projeto Circularidades na Escola deseja um feliz dia a todas as professoras e todos os professores! Que a dedicação e o comprometimento de cada um continuem sendo fontes de inspiração e transformação, cultivando um futuro mais inclusivo, consciente e justo. Como nos lembra Paulo Freire, “O educador se eterniza em cada ser que educa”, pois é no encontro entre a prática educativa e a consciência crítica que se constrói a verdadeira mudança.
Que cada ensinamento seja uma semente de transformação.
14/10/2024
A dica literária de hoje é o livro “Ensinando a transgredir: A educação como prática da liberdade”, da autora bell hooks. Nele, a autora apresenta uma nova abordagem educacional, centrada na educação como um caminho para a liberdade. Para hooks, o papel mais importante do professor é ensinar os alunos a ultrapassar as fronteiras raciais, de gênero e de classe, visando a conquista da liberdade. Repleto de paixão e engajamento político, o livro combina o conhecimento prático da sala de aula com uma profunda conexão com as emoções. É uma obra rara que ousa explorar temas complexos como Eros, raiva, sofrimento, reconciliação e o futuro da educação. Segundo hooks, “a educação como prática da liberdade é uma forma de ensinar que todos podem aprender”. A obra documenta a jornada de uma professora empenhada em transformar a experiência educacional.
Fonte: https://abrir.link/AKesx