18/06/2026
Nenhuma pessoa autista é igual a outra. No espectro, a diversidade é a regra: encontramos desde quem se comunica verbalmente com facilidade até quem prefere o silêncio; desde quem necessita de suporte contínuo até quem precisa de adaptações mais leves. Essa pluralidade é o que define o termo 'espectro'. São múltiplos caminhos de desenvolvimento, e todos merecem o mesmo respeito e acolhimento.
Neste dia, convidamos nossas crianças, estudantes, famílias e toda a nossa comunidade escolar a uma reflexão: como estamos lidando com a diversidade na nossa rotina? Mais do que conscientizar, precisamos agir todos os dias para construir a verdadeira inclusão e combater o preconceito em cada pequeno gesto.
16/06/2026
O nosso 1º Pora’nduwa de 2026 aconteceu na unidade do Baixo Bonfim, no Ensino Fundamental I.
Abrimos as portas para mostrar, na prática, um pouquinho do trabalho que vivemos no dia a dia com as crianças. Familiares, amigos/as, interessados/as em nos conhecer, viveram uma manhã cheia de atividades lúdicas, ‘‘oficinas’’, brincadeiras e histórias com as/os professoras/es do segmento.
Foi uma manhã leve e cheia de alegria!
06/06/2026
Neste domingo, 7 de junho, é dia da aplicação do 1º Exame de Qualificação do Vestibular Estadual 2027 da UERJ.
Desejamos uma ótima prova para nossos/as estudantes do Ensino Médio!
02/06/2026
Registros dos Jogos de Outono que aconteceu na última semana no Ensino Fundamental II e Ensino Médio.
A ideia foi promover jogos cooperativos, diversão e a integração entre os/as estudantes, seja no âmbito esportivo ou científico, incentivando a cidadania, a disciplina e o gosto pelo aprendizado.
Vinícius Bastos e Diego, professores de Educação Física
Beth Saraiva e Mônica Alexandre, coordenadoras pedagógicas
21/05/2026
Para viver os princípios da Cultura Popular para a Paz, convocamos a garotada do Ensino Fundamental I para cirandar. Inspirados nos ensinamentos de Lia de Itamaracá, trazidos no livro Uma ciranda para Lia, dos autores Gouveia Cristiano e Cruz Layla, compartilhamos uma das riquezas que a herança popular nos oferece, proporcionando às pessoas envolvidas o sentimento de pertencimento, possibilitando a expansão de seus conhecimentos e afetos.
O que é Cultura Popular para a Paz?
É uma abordagem que busca o desvelar de uma Cultura de Paz em suas diferentes dimensões: consigo mesmo; com o outro e com o cosmos, nas diversas manifestações da Cultura Popular Brasileira. A Cultura Popular Brasileira representa a coletividade do povo que resiste à opressão colonizadora (povos africanos e indígenas), ela nos convoca mais à colaboração do que a competição, despertando para uma consciência comunitária onde todos têm importância na comunidade (comum-unidade).
Ana Ribeiro e Flávia Oliveira, coordenadoras pedagógicas do Ensino Fundamental I
14/05/2026
No dia 13 de junho viveremos mas uma edição do nosso Pora'nduwa.
Venham! Esperamos vocês às 10h.
14/05/2026
Muito além de março: algumas histórias, infinitas potências...
Alfabetizar é construir sentido, pertencimento e identidade.
Nosso alfabetário também se faz de histórias. Ampliando referências e valorizando trajetórias. Com o Xukuru-Kariri, seguimos cultivando um olhar sensível e comprometido com o presente e o futuro.
Em março, as crianças do Xukuru-Kariri iniciaram uma investigação, juntamente com suas famílias, de mulheres potentes, suas lutas e contribuições tantas vezes invisibilizadas. As crianças apresentaram suas pesquisas ao grupo, ocupando um novo lugar: o de quem compartilha saberes.
O trabalho segue vivo no corredor da escola, cheio de significado, trocas e afetos.
Xukuru-Kariri manhã (1° ano do Ensino Fundamental)
Professora Francine Maria
11/05/2026
A roda de frutas é uma das aprendizagens mais significativas e prazerosas no cotidiano com as crianças. É momento de aprender sobre a natureza que nos alimenta, nos sustenta e, sobretudo a vida que brota. Entre cores, texturas, formas e tamanhos, cheiros e sabores, as crianças vivenciam experiências que aguçam todos os sentidos.
A brincadeira, o lúdico e as cores das frutas tornam o momento ainda mais prazeroso e instigante. Um triângulo, um sorriso, um barquinho de melancia ou melão, uma bacia ou uma caneca de casca de maracujá! E a casca de laranja que vira cobra?
Passando de mão em mão exala o cheiro por toda sala. Assim, elas saboreiam, brincam, sentem, cheiram, cantam, descobrem, se divertem e produzem memórias.
Suruí-Paiter Manhã e Tarde (Educação Infantil - 1 a 3 anos)
Professoras Ana Lúcia Silva e Cristiane Susano
07/05/2026
Nossos encontros de musicalização são espaços de resgate, vivência e criação. Valorizamos parlendas, cantigas e brincadeiras populares brasileiras, aquelas que atravessam gerações e carregam cultura, ritmo e memória coletiva. Brincadeiras de roda, jogos rítmicos, cantos tradicionais… tudo ganha vida no corpo e na voz das crianças.
A música não começa na teoria, ela nasce no brincar. Através de jogos, histórias e movimentos, as crianças exploram sons da natureza, do cotidiano e dos instrumentos. Elas tocam, experimentam, escutam, repetem, criam, transformando cada descoberta em música. O ritmo aparece no pular, no correr, no bater de mãos. E a expressão floresce quando a criança se sente livre pra criar.
Com referências afro-indígenas, mergulhamos na cultura brasileira de forma viva, sensível e significativa.
Porque, pra gente, musicalizar é isso:
é brincar, sentir, se expressar… e viver a música de dentro pra fora.
Asaph Ribeiro, professor de Música da Educação Infantil