12/06/2024
https://www.e-publicacoes.uerj.br/cadernoseminal/announcement/view/1706
Poéticas do encanto: a encruzilhada poética de mata, terreiro e cidade | Caderno Seminal
Poéticas do encanto: a encruzilhada poética de mata, terreiro e cidade Postado em 2023-09-28 Este dossiê temático tem por foco uma literatura própria, que precisa ser reconhecida em sua diferença. Assim, a presente chamada parte de uma diversidade de saberes, dizeres etc., que se reúnem dessa...
26/02/2024
Eu também não sabia disso:
Aurélio Furdela: Vinte anos de saga - O País - A verdade como notícia
Por Alexandre Chaúque Será neste mês de Novembro que Aurélio Furdela, escritor moçambicano recentemente premiado no concurso “Eugénio Lisboa”, assinala vinte anos de carreira literária. É um marco importante, uma espécie de desapertar dos cintos na altitude, ou seja, de respeitados e re...
26/02/2024
Será neste mês de Novembro que Aurélio Furdela, escritor moçambicano recentemente premiado no concurso “Eugénio Lisboa”, assinala vinte anos de carreira literária. É um marco importante, uma espécie de desapertar dos cintos na altitude, ou seja, de respeitados e reconhecidos estudiosos, nomeadamente Ana Mafalda Leite e o brasileiro João Olinto, chega o reconhecimento de que Furdela atingiu o amadurecimento no seu romance Saga d’ouro, onde avulta a habilidade do escritor na combinação da história e ficção, feitos numa prosa de proa.
Aurélio Furdela: Vinte anos de saga - O País - A verdade como notícia
Por Alexandre Chaúque Será neste mês de Novembro que Aurélio Furdela, escritor moçambicano recentemente premiado no concurso “Eugénio Lisboa”, assinala vinte anos de carreira literária. É um marco importante, uma espécie de desapertar dos cintos na altitude, ou seja, de respeitados e re...
26/02/2024
Mais do que um simples reconhecimento da qualidade literária, um dos ensaios, “O insólito ficcional na narrativa moçambicana contemporânea: leituras de saga d’ ouro, de Aurélio Furdela”, do destacado estudioso brasileiro João Olinto, se mostra revolucionário no olhar que faz sobre a literatura moçambicana, a colocar no mesmo patamar de amadurecimento literário a prosa do escritor Aurélio Furdela, ao lado de Ungulani Ba Ka Khosa e Mia Couto, ao considerar:
“Decorre que, embora em períodos anteriores a prosa tenha apresentado obras que contavam sobre a realidade do – à época, colônia portuguesa – território moçambicano – a exemplos de obras como Godido, de João Dias; ou Nós Matamos o Cão-Tinhoso, de Honwana (TRINDADE JR, 2019) –, eram experimentações esporádicas, em detrimento da vocação dos moçambicanos para serem uma “pátria de poetas” (NOA, 2007, p. 284).
A hora da prosa de Aurélio Furdela - O País - A verdade como notícia
Por: Huwana Rubi Não é comum, no nosso meio literário, onde a crítica das artes parece hibernada na mesma cápsula onde o País se faz letargo, lermos dois exaustivos ensaios sobre a mesma obra, com os dois a convergirem na importância que a atribuem, ressaltando a sua relevância literária, n...
20/02/2024
Importantíssimo os estudiosos das literaturas e culturas africanas lerem este artigo de opinião do escritor e professor moçambicano Lucílio Manjate.
A NOVA GERAÇÃO DE ESCRITORES MOÇAMBICANOS E O VELHO PROBLEMA DA QUALIDADE LITERÁRIA
A NOVA GERAÇÃO DE ESCRITORES MOÇAMBICANOS E O VELHO PROBLEMA DA QUALIDADE LITERÁRIA Barra lateral de artigos PDF Publicado: fev. 5, 2024 DOI: https://doi.org/10.12957/seminal.2024.81411 Palavras-chave: Qualidade literária, Literatura moçambicana, Nova geração de escritores, Metalinguagem lit...
18/02/2024
PASSANDO HOJE POR AQUI PARA LEMBRAR ! ! !
AS SUBMISSÕES PODERÃO SER FEITAS ATÉ A MADRUGADA DESTE DOMINGO PARA A SEGUNDA-FEIRA.