Na Memória PUC-Rio

Na Memória PUC-Rio Grupo de pesquisa e extensão sobre as linguagens dos direitos humanos no Brasil

O Na Memória apresenta hoje o quarto artigo da terceira edição da nossa Revista Bilíngue Online, “Favelas, Vulnerabilida...
11/09/2026

O Na Memória apresenta hoje o quarto artigo da terceira edição da nossa Revista Bilíngue Online, “Favelas, Vulnerabilidades Sociais e Tuberculose: Um Olhar sobre a Rocinha | Favelas, Social Vulnerabilities, and Tuberculosis: A Look at Rocinha”.

Em um cenário marcado por desigualdades sociais, precarização habitacional e limitações no acesso a direitos fundamentais, refletir sobre a tuberculose é também refletir sobre memória, território, saúde e as condições sociais que atravessam a vida das populações vulnerabilizadas.

O artigo discute a relação entre as favelas, os Determinantes Sociais da Saúde (DSS) e a disseminação da tuberculose, tomando a Rocinha como objeto de análise. A partir de um olhar histórico, o texto evidencia como processos de urbanização excludente, desigualdades territoriais e insuficiência de políticas públicas contribuíram para a construção e permanência de vulnerabilidades sociais e sanitárias.

📖 Confira o artigo completo e aprofunde essa reflexão sobre memória, favelas, saúde, direito à moradia, desigualdade social, interseccionalidade e Direitos Humanos.

Saúde

Autoras: Giovanna Rocha Ferreira e Rafaela Rocha dos Santos

Editores: Dra. Alessandra Maia, PUC-Rio, Lucas Martins Leão e Ronald Borges.

Tradutores: Dra. Alessandra Maia, PUC-Rio e Sean Coffman Atchison, Johns Hopkins University SAIS.

Desejamos uma excelente leitura 📖

Texto completo disponível no Substack. Link na bio.

O Na Memória apresenta hoje o terceiro artigo da terceira edição da nossa Revista Bilíngue Online, “Rap Music: A Platfor...
04/09/2026

O Na Memória apresenta hoje o terceiro artigo da terceira edição da nossa Revista Bilíngue Online, “Rap Music: A Platform for International Solidarity | Música Rap: Uma Plataforma para a Solidariedade Internacional”.

Em um cenário marcado por desigualdades sociais, racismo estrutural, violência estatal e marginalização das populações periféricas, refletir sobre a música rap é também refletir sobre memória, resistência e solidariedade para além das fronteiras.

O artigo discute a trajetória do Hip Hop desde seu surgimento no South Bronx, na década de 1970, destacando como o movimento nasceu em meio à crise econômica, ao enfraquecimento dos serviços públicos e às desigualdades enfrentadas pelas populações negras e latinas.

A partir desse contexto, o texto aborda a expansão do Hip Hop para além dos Estados Unidos e sua chegada ao Brasil na década de 1980, analisando o processo de hibridização cultural que contribuiu para a formação do rap brasileiro e carioca.

📖 Confira o artigo completo e aprofunde essa reflexão sobre Hip Hop, memória, periferia, racismo, hibridização cultural e solidariedade internacional.

Periferia Racismo DireitosHumanos HibridizaçãoCultural Música JustiçaSocial Resistência

Autora: Elena De Anda Wright (Elena De Anda Wright )

Editores: Dra. Alessandra Maia (Alessandra Maia ), PUC-Rio; Giovanna Rocha Ferreira, PUC-Rio (Giovanna Rocha ) Sean Coffman Atchison – Johns Hopkins University SAIS (Sean Thomas Coffman Atchison )

Tradutores: Dra. Alessandra Maia, PUC-Rio e Fernanda Tavares, PUC-Rio

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O Na Memória apresenta hoje o primeiro artigo da terceira edição da nossa Revista Bilíngue Online, “Memória Ancestral e ...
21/08/2026

O Na Memória apresenta hoje o primeiro artigo da terceira edição da nossa Revista Bilíngue Online, “Memória Ancestral e o Futuro da Terra: os Povos Originários, a Amazônia e a Preservação da Vida no Planeta/Ancestral Memory and the Future of the Earth: Indigenous Peoples, the Amazon, and the Preservation of Life on the Planet”.

Em um cenário marcado pela crise climática, pela perda da biodiversidade e pela crescente pressão sobre a Amazônia e os territórios tradicionais, refletir sobre a memória dos povos originários é também refletir sobre o futuro do planeta.

O artigo discute a memória ancestral indígena como um patrimônio vivo, formado por conhecimentos, práticas e modos de organização social construídos ao longo de gerações de interação com diferentes ecossistemas.

A partir do conceito de memória biocultural, o texto aborda a relação indissociável entre território, identidade coletiva e conservação ambiental, destacando como os conhecimentos indígenas contribuíram historicamente para a formação e manutenção da biodiversidade amazônica.

O artigo também destaca o papel dos povos indígenas na proteção da biodiversidade, na defesa de seus territórios e na construção de alternativas para o enfrentamento da crise climática. Nesse contexto, preservar a memória indígena significa também preservar conhecimentos essenciais para a conservação dos ecossistemas e para a continuidade da vida.

📖 Confira o artigo completo e aprofunde essa reflexão sobre memória, território, biodiversidade e resistência.

CriseClimática DireitosIndígenas Território Sustentabilidade JustiçaAmbiental

Autora: Karine Duarte

Editores: Dra. Alessandra Maia, PUC-Rio, Giovanna Rocha Ferreira, PUC-Rio, Sean Coffman Atchison- Fulbright Program

Tradutores: Dra. Alessandra Maia, PUC-Rio e Fernanda Tavares, PUC-Rio

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✨ Iniciamos oficialmente as atividades do Na Memória no semestre 2026.2!Nossa primeira reunião marcou o reencontro do gr...
07/08/2026

✨ Iniciamos oficialmente as atividades do Na Memória no semestre 2026.2!

Nossa primeira reunião marcou o reencontro do grupo e o início de mais um ciclo de estudos, pesquisas, debates e ações de extensão dedicados à promoção da memória e dos direitos humanos.

Que este semestre seja repleto de aprendizados, reflexões e novas construções coletivas. Seguimos juntos, fortalecendo o compromisso com a pesquisa, a extensão e a transformação social.

Memória

O Na Memória apresenta hoje o quinto e último artigo da segunda edição da nossa Revista Bilíngue Online, "A virada lingu...
12/06/2026

O Na Memória apresenta hoje o quinto e último artigo da segunda edição da nossa Revista Bilíngue Online, "A virada linguística da sociologia contemporânea e os seus efeitos no ideário político/The linguistic turn in contemporary sociology and its impact on political thought".

A partir de memórias pessoais, trajetórias acadêmicas e debates teóricos, o texto discute como os processos de transformação social têm provocado questionamentos sobre o cânone sociológico e político tradicional. A autora analisa a relação entre linguagem, representação e poder, refletindo sobre a presença e a ausência de mulheres, pessoas negras e outros grupos historicamente marginalizados na produção do conhecimento.

O artigo propõe uma reflexão sobre a ampliação do cânone, a importância da diversidade nas agendas de pesquisa e o papel da memória na construção de novas experiências acadêmicas.

Mais do que revisar o passado, o texto convida a pensar como as ciências sociais podem se tornar mais plurais, críticas e conectadas às transformações do mundo contemporâneo.

Autora: Dra. Alessandra Maia, PUC-Rio( Alessandra Maia )

Editores: Dra. Alessandra Maia, PUC-Rio, Giovanna Rocha Ferreira, PUC-Rio (Giovanna Rocha ), Helena Bagueira Marques, PUC-Rio, Ryan Aparecido de Souza Tomaz, PUC-Rio, Sean Coffman Atchison- Fulbright Program (Sean Thomas Coffman Atchison ).

Tradutores: Helena Bagueira Marques e Dra. Alessandra Maia, PUC-Rio

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🎶🔥 O que uma das músicas mais conhecidas das festas juninas tem a ver com a ditadura militar brasileira?Por trás da aleg...
08/06/2026

🎶🔥 O que uma das músicas mais conhecidas das festas juninas tem a ver com a ditadura militar brasileira?

Por trás da alegria de Festa do Interior, sucesso de Moraes Moreira e Abel Silva, existe uma história marcada pela violência política dos anos finais do regime militar. Inspirada pelo atentado do Riocentro, em 1981, a canção transformou o terror das bombas em uma poderosa metáfora de resistência, esperança e celebração da vida.

Ao invés de responder à violência com mais violência, Abel Silva escolheu falar de fogueiras, festas e amor. Nas palavras da canção, "nas trincheiras da alegria, o que explodia era o amor".

Neste período de festas juninas, convidamos você a conhecer a história por trás dessa música que se tornou um símbolo da cultura popular brasileira e que nos mostra como a arte também pode ser um espaço de memória, reflexão e resistência.

📚 Arraste para o lado e descubra essa história.

Autor:Giovanna Rocha

MoraesMoreira AbelSilva GalCosta CulturaBrasileira FestaJunina SãoJoão MemóriaEDireitosHumanos

🌎 Dia Mundial do Meio AmbientePassamos tanto tempo discutindo como proteger a natureza que, muitas vezes, esquecemos uma...
05/06/2026

🌎 Dia Mundial do Meio Ambiente

Passamos tanto tempo discutindo como proteger a natureza que, muitas vezes, esquecemos uma verdade fundamental: nós também somos natureza.

As florestas, os oceanos, os rios, as abelhas e tantas outras formas de vida sustentam as condições que tornam possível a nossa própria existência. A Terra não depende de nós para continuar existindo. Nós dependemos dela.

Em um contexto de mudanças climáticas, perda de biodiversidade e enfraquecimento de políticas ambientais, a defesa do meio ambiente deixa de ser apenas uma pauta ecológica e se torna uma questão de sobrevivência coletiva.

Que o Dia Mundial do Meio Ambiente nos convide a refletir sobre nossa responsabilidade diante das presentes e futuras gerações e sobre o lugar que realmente ocupamos nesta grande rede da vida.

🍃 Não somos donos da Terra. Somos parte dela.

Autora:

Edição:

JustiçaClimática COP30 PreservaçãoAmbiental Natureza Brasil

Nossa semana de extensão agora em maio e os eventos das últimas semanas foram um grande sucesso!Entre debates, trocas de...
04/06/2026

Nossa semana de extensão agora em maio e os eventos das últimas semanas foram um grande sucesso!

Entre debates, trocas de experiências e reflexões sobre memória, direitos humanos e cultura, tivemos momentos de muito aprendizado e construção coletiva.

Álvaro Mamute ( ) nos visitou e de quebra as turmas puderam saber os detalhes da nova série Netflix ( )sobre a copa de 70 e a ditadura - "A saga do Tri", já no esquenta para a Copa 2026.

Agradecemos a todos que participaram e contribuíram para tornar esses encontros tão especiais. 💙💛

Confira alguns registros desses momentos!

O Na Memória apresenta hoje o quarto artigo da segunda edição da nossa Revista Bilíngue Online: “Tibira do Maranhão: col...
30/05/2026

O Na Memória apresenta hoje o quarto artigo da segunda edição da nossa Revista Bilíngue Online: “Tibira do Maranhão: colonialidade, memória e violência contra corpos dissidentes”.

No texto, é discutido como a execução de Tibira do Maranhão, indígena tupinambá assassinado por colonizadores franceses em 1614 sob acusação de sodomia — revela as raízes coloniais da violência contra pessoas LGBTQIA+ no Brasil. A partir de autores como Michel Foucault, Aníbal Quijano, María Lugones, Achille Mbembe e Michael Pollak, o artigo analisa como a colonização europeia impôs normas morais, raciais e se***is que ainda hoje estruturam práticas de exclusão, marginalização e violência.

Além de refletir sobre colonialidade do poder, colonialidade de gênero, necropolítica e memória coletiva, o texto evidencia como o apagamento histórico de Tibira integra um processo mais amplo de silenciamento das dissidências se***is na formação da identidade nacional brasileira.

Ao relacionar passado e presente, o artigo demonstra que os altos índices de violência contra pessoas LGBTQIA+ no Brasil não constituem fenômenos isolados, mas expressões contemporâneas de estruturas coloniais que permanecem operando na sociedade.

Autor: Lucas Martins Leão, IFCE – Campus Paracuru (.lleao)

Editores: Dra. Alessandra Maia, PUC-Rio, Maria Eduarda Dias, PUC-Rio e Fernanda Tavares, PUC-Rio e Sean Coffman Atchison, Fulbright Program ( , .rb , )

Tradutor: Sean Coffman Atchison, Fulbright Program ( )

Desejamos uma excelente leitura 📖

Texto completo disponível no Substack, link na bio.

+ Necropolítica PovosIndígenas HistóriaDoBrasil PesquisaAcadêmica NaMemória

Na próxima sexta-feira, o grupo de pesquisa Na Memória PUC-Rio foi selecionado para participar de uma exposição virtual ...
27/05/2026

Na próxima sexta-feira, o grupo de pesquisa Na Memória PUC-Rio foi selecionado para participar de uma exposição virtual de seu projeto em painel na 23ª Conferência Anual Kaleidoscope 2026, organizada pela Faculdade de Educação da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.O trabalho estará disponível online e também em versão impressa, que será exibida no dia do evento naquela universidade, bem como em QRcode.

A apresentação intitula-se “ ‘Na Memória’: Crítica, Diversidade e Inclusão”, e faz parte da área “Artes Criativas e Acessibilidade em realizações culturais”, no âmbito do debate geral proposto "Saltos criativos: Repensando Abordagens para Pesquisa, Prática e Políticas na Educação".

Parabenizamos nossos membros Giovanna Rocha( ), Karine Duarte ( ), Sean Atchison ( ) e Vida Diniz, sob a orientação da professora Alessandra Maia ( ) , pela inovação de práticas reconhecida por essa conquista internacional.
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Next Friday, the research group Na Memória PUC-Rio was selected to participate in a virtual panel exposition at the 23rd Annual Kaleidoscope Conference, by the Faculty of Education, at the University of Cambridge in United Kingdom.
The group will present a poster online, and also in a printed version showcased on the day, and in a QR code.

The presentation is called "Na Memória": Criticism, Diversity and Inclusion, and it will be part of the Creative arts & accessibility in performance & culture sector, under the general debate of Creative Leaps: Rethinking Approaches to Research, Practice, and Policy in Education.

We congratulate our members Giovanna Rocha, Karine Duarte, Sean Atchison and Vida Diniz, under the direction of professor Alessandra Maia, for this international achievement.

Endereço

Pontifícia Universidade Católica Do Rio De Janeiro
Rio De Janeiro, RJ

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