Um encontro para fortalecer as capacidades criativas de psicólogos e estudantes de psicologia dos últimos períodos. Venha para
.
Desencrenca
Acreditando que o jeito certo não existe, que tal encontrar e experimentar o SEU jeito de fazer?
Por aqui algumas reflexões, perguntas e ideias para trocar que pretendem ajudar a desencrencar os caminhos, vivendo mais e melhor sendo quem podemos ser. Desencrenca é um espaço de conversas por outros lados, refletindo, suavizando, respirando e desencrencando os encontros da maternidade/paternidade, seja você filho/filha ou mãe/pai.
07/10/2019
Medição para mesa "Adolescência: construindo caminhos" na
03/07/2019
Festa literária internacional de Paraty, a FLIP 💜... encontros, trocas, descobertas, lançamentos, livros e mais livros. Acompanhe a e siga em viagem! 💜📖
04/06/2019
Hoje tem Resenha especial para Mães, pais e educadores. Seguimos apostando nas maravilhas de “ler com”. E você? 📖💜
Resenha completa no blog do (veja bio)
de
Palpites Palavralida hoje traz “A casa amarela da rua da madrinha”, um livro para “ler com”, escrito e ilustrado por Marilia Pirillo, publicado pela , apresentado aqui por .
Trecho da resenha: “Cenas cotidianas dos grande centros marcam a história e convidam a uma busca por passarinhos e cores em nossos caminhos diários.
Um livro de muitas possiblidades para “ler com”, convidando os adultos a ampliar olhares viciados para respostas de certas e erradas, no estranho universo binário que nos vemos capturados atualmente.”
21/05/2019
E lá vamos nós com comentários e sugestões para “ler com” a molecada, melhorando as relações e as possibilidades de trocas.
Especial para mães, pais e professores.
Livro de hoje “A fabulosa morte do professor de Português”, uma aventura de mistérios.📖💜
Confere lá e no Palavralida!
Aquele abraço,
"A fabulosa morte do professor de Português" Conteúdo publicado em Palavralida: Dando seguimento às conversas e histórias para “LER COM”, apresentamos “A fabulosa morte do profe...
14/05/2019
Depois do encontro com Zélia, no livro “infantil” que leva seu nome como título, fique provocada sobre as formas como estamos escutando.
Aliás, essa já era uma questão a me acompanhar, dentre tantas outras que também lhe fazem companhia.
O que ouvimos?
O que temos feito com o que temos ouvido?
Por que achar que temos (sempre) de fazer alguma coisa com o que ouvimos?
Aquele abraço.
Texto completo em .
http://desencrenca.blogspot.com/2019/05/semeando-depois-de-zelia.html
Resenha do livro e ficha do livro em .
04/05/2019
Hoje no Palavralida tem dicas de leitura.
Curte lá! 😘
Como ajudar as crianças na descoberta dos prazeres da leitura?
Neste guia o e seu querido mascote, o rinoceronte amarelo, apresentam 10 práticas que auxiliarão leitores adultos e desejantes literários a encontrar bons caminhos para promover felizes encontros entre os pequenos e os prazeres escondidos entre palavras.
Acesse http://conteudo.clubequindim.com.br/10-dicas-para-seu-filho-gostar-de-ler e descubra mais.
Conheça 10 dicas para seu filho se tornar um leitor voraz! Como incentivar seu filho a ler sem transformar a hora da leitura em um momento de obrigação? Conheça 10 dicas escritas por especialistas!
24/12/2018
27/09/2018
Meu do coração de hoje quer te dar um abraço e perguntar o que você quer saber de verdade? ❣️
O que você quer saber de verdade?
E todo dia é a mesma coisa: uma chegada, um beijo na testa do pequeno que está sentado no sofá, você cansado/a, as perguntas de sempre: Tudo bem? Como foi na escola?, você caminha para cozinha ou para o quarto e segue em frente enquanto ouve ao fundo a resposta de sempre: tudo.
A pergunta sai, mas os olhares não se encontram. E quantas perguntas saem assim na nossa vida? Quantas coisas que perguntamos e não ouvimos as respostas? Quantas perguntas fazemos sem querer saber a resposta? E quantas coisas que desejamos saber e não perguntamos?
Você já parou para pensar sobre o que quer saber de verdade?
A cada dia a criança aprende uma quantidade imensa de coisas, muito, muito maior do que os adultos são capazes de aprender. Isso acontece porque elas estão juntando histórias e saberes que as ajudarão a viver melhor e serem mais felizes (adultos bem bacanas continuam juntando saberes e histórias, mas isso é uma outra conversa).
Assim, cada experiência vivida é uma parte do que o pequeno está se tornando: provar carambola, levar uma mordida do amigo, ganhar um abraço, usar argila, quebrar um vaso com a bola dentro de casa, puxar o cabelo de alguém, provar uma comida que não gostou, não ser escolhido para a brincadeira, explicar um fato, perder o melhor amigo por intermináveis 15 minutos, machucar o joelho, levar o maior susto com o latido do cachorro, ter dor de barriga.
Para cada experiência uma sensação nova para acompanhar: medo, raiva, tristeza, prazer, alegria, nojo, e a necessidade de aprender a lidar com tudo isso.
Contar uma experiência faz com que a criança viva as sensações daquele momento e isso a ajuda a organizar a forma como se sente.
É neste momento que os pais/mães devem ficar atentos e abertos a ouvir o que a criança diz, deixando que se expresse como consegue, sem interrupções, julgamentos ou broncas na hora errada.
Deixe a criança falar. Ouça. Ouça de verdade. Sinta o que ela diz. Depois fale.
O mundo do pequeno está em formação e os pais/mães tem papel fundamental nesse processo. A forma como os ouvimos e as respostas que damos às suas sensações, os ensinará sobre a vida e como é viver.
Ser pai/mãe de alguém é uma experiência muito intensa, ninguém está pronto nunca, nem mesmo quando já faz isso há 30 ou 40 anos. Não precisa ter medo de errar, porque cometemos muito erros mesmo com medo e mesmo sem querer.
Faz parte! Mudar faz parte. Transformar faz parte. Ajustar faz parte. Ou você achou que seria pai/mãe por 100 anos sem nenhum ajuste?
Você já parou para pensar em como se sente ou como está o seu mundo hoje?
Aquele abraço,
Laura Cristina Ferreira
21/09/2018
Ela saiu agora.
Arrumou suas coisas com grande habilidade. Guardou na mochila tudo que precisava. Escolheu o que a acompanharia naqueles sonhados e esperados dias de viagem na companhia de seus amigos.
Teve meses para sonhar com muitos detalhes, com adereços para os cabelos, combinações de roupas perfeitas, músicas para compartilhar, lanches noturnos, xampus, meias, tudo que a acompanharia naquela aventura.
Com toda gentileza que pude, acompanhei suas escolhas. Fiquei de lado, de fora, quase de longe. Era o meu lugar: fora.
Uma ansiedade sem fim a acompanhava, mas a felicidade que sentia saltitava. Ela realmente tinha crescido. Ela sabia o que precisava ser feito, sabia como fazer e fazia.
Observei e descobri seus critérios de organização e decisão, a forma como escolhia o que iria e o que ficaria, a forma de organizar suas ideias, as listas, os mecanismos de apoio.
E (finalmente!) recebi e aceitei orgulhosa o convite a ajudar.
Foi difícil me conter e ocupar somente o espaço que ela disponibilizara para mim e foi muito (muito) difícil não sair resolvendo, arrumando, decidindo, fazendo.
Não foi só difícil, foi feliz, e muito.
Eu estava sendo convidada por ela a ajudar naquilo que tanto importava. Eu não estava invadindo, resolvendo. Eu era uma convidada para aquele momento tão incrível que acontecia ali.
Eu era convidada para ajudar nas escolhas da vida de alguém.
O que significa ser convidada para ajudar alguém a escolher?
Me conta aí.
.. e aquele abraço,
Laura Ferreira
Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.
Localização
Categoria
Entre em contato com a escola/colégio
Telefone
Endereço
Rio De Janeiro, RJ