Laboratório do Direito à Cidade, Clima, Territórios e Trabalho - LDCT

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Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Laboratório do Direito à Cidade, Clima, Territórios e Trabalho - LDCT, Formação, Anexo do CFCH, 3º. andar - Avenida Pasteur, 250, Rio de Janeiro.

16/10/2023

_“Discutir os conflitos e lutas sociais, tendo por horizonte a construção de alternativas de políticas e de poder”_ é o objetivo da roda de conversa *“Corpo, periferia e direitos”*, que acontece no dia 16 de outubro, segunda-feira, das 10h às 18h, no Auditório do Nepp-DH/UFRJ.

De acordo com o professor *Pedro Cláudio Cunca Bocayuva*, professor do Nepp-DH, do PPDH/UFRJ e idealizador do evento, a ideia é reunir pesquisadores, professores, ativistas e demais pessoas que vivenciem e reflitam sobre o tema em questão: _“As violações fragmentam, precarizam, aprisionam, exploram, produzem dor e medo”_, diz.

31/10/2022
05/09/2022

Dias 8 e 9 de setembro. Inscrições link na bio 👆🏽

26/08/2022

(link no stories) Milícia no Rio de Janeiro: o voto sob o signo do terror?
EVENTO PRESENCIAL COM TRANSMISSÃO AO VIVO PELO CANAL DO YOUTUBE DO EBEP
o evento contou com a presença dos palestrantes Pedro Cláudio Cunca Bocayuva Doutor em Planejamento Urbano e Regional Professor do Núcleo de Estudos de Politicas Públicas em Direitos Humanos Pesquisa com enfoque na cartografia da ação, a centralidade social da periferia, a banalização da crueldade e a mobilização democrática e produtiva dos territórios, e Marcelo Burgos é doutor em sociologia pelo Iuperj, e professor e pesquisador do Departamento de Ciências Sociais da PUC-Rio. Tem realizado pesquisas nas áreas da sociologia urbana, sociologia do direito e sociologia da educação. Entre outros trabalhos, publicou os livros A Utopia da Comunidade. Rio das Pedras, uma favela.

15/08/2021

A "arquitetura da destruição" da cultura e dos direitos precisa ser derrotada.

Petição pública.

O Edifício Palácio Gustavo Capanema

O Palácio Gustavo Capanema foi projetado por arquitetos como Lúcio Costa, Oscar Niemeyer e Affonso Eduardo Reidy e teve a consultoria do suíço Le Corbusier, um dos pais do Modernismo. Tem jardins de Roberto Burle Marx, azulejos e painéis de Portinari, pinturas de Guignard e Pancetti, tapete desenhado por Oscar Niemeyer e esculturas de Bruno Giorgi, Adriana Janacópulos, Jacques Lipchitz e Celso Antônio Silveira de Menezes. Desde 1996, integra a Lista Indicativa do Brasil ao reconhecimento como Patrimônio Mundial pela UNESCO.

É inegável, portanto, o valor do Palácio Gustavo Capanema para a cultura nacional e inaceitável que seja tratado como um simples prédio administrativo a ser vendido para gerar caixa para o Governo Federal.

Assine essa petição e diga não ao desmonte da cultura brasileira com a venda inadmissível do Palácio Gustavo Capanema!

*Não se cale! Divulgue e Participe!*
..
https://secure.avaaz.org/community_petitions/po/paulo_guedes_onyx_lorenzoni_e_presidente_bolsonaro_palacio_gustavo_capanema_e_patrimonio_do_povo_brasileiro/

12/08/2021

ENCONTRO NOVAS ARQUITETURAS E TECNOLOGIAS PROMOVIDO PELO NIDES/UFRJ e pelo NEPP-DH.

O LDCT/UFRJ convida para uma conversa com o Professor Ladislau Dowbor sobre o livro “O capitalismo se desloca: novas arquiteturas sociais”, com a participação das professoras e professores: Walter Issami Suemitsu Decano do CT, Maria Celeste Simões Marques Diretora NEPP-DH, Luciana Lago NIDES, Patrícia Rivero NEPP-DH, Felipe Addor Diretor NIDES, Sidney Lianza UFRJ fundador do Soltec, Cunca Bocayuva NEPP-DH.
Vereador Reimont como presidente da Comissão Especial sobre "Cidades Inteligentes" da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro.

19/08/2021 às 18h
o evento será transmitido pelo canal youtube do NEPP-DH https://youtu.be/kEzlfT0wBdE
Coordenação do Laboratório: prof. Pedro Cunca Bocayuva.

Cartaz do evento do Laboratório de Direito à Cidade e ao Território, da UFRJ. Em imagem centralizada, as informações, Encontro Novas Arquiteturas e tecnologias sociais. O Capitalismo se desloca: novas arquiteturas sociais. Conversa com Ladislau Dowbor & convodad@s. Quinta-feira Dia 19 de agosto 18hs - NIDES/UFRJ NEPP/UFRJ - No canal NEPP-DH: YouTube.

Introdução
Dando sequência ao trabalho de reflexão sobre a nova centralidade da periferia e a sociologia do tempo presente. Sempre buscando dar destaque na avaliação dos temas desde as coordenadas de corpo, território e subjetividade, com a valorização da metodologia da cartografia da ação de Ana Clara Torres Ribeiro. Uma década após o seu falecimento, a metodologia da cartografia da ação e centralidade do social tem servido de referência para as pesquisas que articulam subjetividade, espaço e território, tendo como epicentro o corpo e a técnica. O exame das práticas sociais, dos conflitos e lutas situando os sujeitos corporificados e os desafios bioéticos frente aos sistemas de ação e aos sistemas de objetos fez de Ana Clara uma das principais interlocutoras do Professor Milton Santos. O encontro entre a geografia crítica e a sociologia do presente ampliou o horizonte da reflexão sobre a disputa por hegemonia e a luta contra a globalização hegemônica e a "crise societária", como definiu Ana Clara Torres Ribeiro.
O livro "O Capitalismo se desloca: novas arquiteturas sociais" estará na base de nossa conversa. Nele Ladislau Dowbor procura entende os desafios e necessidades da crise da modernização capitalista global na era das redes. A emergência da sociedade do conhecimento como parte das contradições geradas pelos dos modos de crescimento industrial e, da força destrutiva que se articula com a desmedida improdutiva no mundo, com a destruição de vidas e direitos. Destacando a captura da inovação do cibercapitalismo pelas forças da transnacionalização. Dowbor mostra como o desenvolvimento desigual se aprofunda ao mesmo tempo em que o valor trabalho se encontra ameaçado, pelo poder imaterial que comanda os circuitos da acumulação de renda e poder. A crise e transição sistêmica gera tendências e disputas decisivas sobre a potência ilimitada do conhecimento, como horizonte que se choca com.a lógica proprietária e o controle das redes e circuitos do modo de produção emergente. Isto acontece no seio do capitalismo da mundialização neoliberal, marcada pelas crises simultâneas ambiental, financeira e política.

o evento:
Evento com duração aproximada de 1h30
Apresentação de biografias dos convidados, resumo do encontro (microfones desligados etc)
Apresentação dos convidados
Comentários e Fechamento

Biografias

Ladislau Dowbor, economista, professor da PUC-SP.

Felipe Addor é engenheiro de Produção e doutor em Planejamento Urbano e Regional/UFRJ, professor adjunto e Diretor do Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social (Nides/UFRJ), órgão suplementar do Centro de Tecnologia, e pesquisador-extensionista do Núcleo de Solidariedade Técnica - Soltec/UFRJ. É docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia para o Desenvolvimento Social (PPGTDS/Nides/UFRJ).

Luciana Corrêa do Lago é arquiteta, doutora em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo, professora aposentada do IPPUR/UFRJ, professora do Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social (NIDES)/UFRJ, e pesquisadora do Observatório das Metrópoles. Desenvolve pesquisas e projetos de extensão em territórios populares e trabalho de assessoria a movimentos sociais, nas áreas de economia popular solidária, cooperativismo, política urbana e tecnologias sociais.

Maria Celeste Simões Marques
Diretora e Profª associada do NEPP-DH/UFRJ. Docente no Programa de pós-graduação stricto sensu em Políticas Públicas e Direitos Humanos, PPDH/UFRJ.
Coordenadora do GEDHJUS/NEPP-DH/UFRJ.

Patricia Rivero
Pos-doutora Sociologia, Université de Bourgogne (2006), Doutora e Mestre Sociologia Iuperj (atual IESP-UERJ) 2000. Professora Associada NEPP-DH/PODH/UFRJ e IRID/UFRJ.

Reimont é vereador da Cidade do Rio de Janeiro

Sidney Lianza - Engenheiro civil, doutor em engenharia de produção. Professor NIDES/ UFRJ.

Walter Issami Suemitsu
Professor da Escola Politécnica, da COPPE e do NIDES da UFRJ, do qual foi fundador.
Atua na área de Eletrônica de Potência e suas aplicações em fontes renováveis de energia. No NIDES atua na aplicação da tecnologia para solucionar problemas sociais e na popularização da tecnologia.

14/07/2021

Precarização do trabalho e o sindicalismo que se relaciona com a centralidade das periferias. O protagonismo social e produtivo na cidade e a precariedade como processo dominante. O que fazer?

23/06/2021

O LDCT/UFRJ convida para uma conversa com a pesquisadora Verônica Dias acerca da sua pesquisa de mestrado que resultou na dissertação intitulada "Você tem fome de quê? Políticas culturais do município do Rio de Janeiro de 2014 a 2018 sob enfoque orçamentário".

28/06/2021 às 19h
o evento será transmitido através da plataforma Zoom com a apresentação de Veronica Diaz e comentários de Marcia Leite e Nilton Santos
Coordenação do Laboratório: prof. Pedro Cunca Bocayuva.
O formulário de inscrição é https://forms.gle/NJcYaARi7V8b4HZh6

Cartaz do evento do Laboratório de Direito à Cidade e ao Território, da UFRJ. Em imagem centralizada, as costas de um corpo humano se confunde com um mapa e com os relevos de uma casca de árvore. Por cima, o texto "Você tem fome de quê? Políticas culturais do Rio de Janeiro. Encontro com Veronica Diaz, dia 28/06, 19h. LDCT/NEPP-DH/UFRJ"

Introdução
Dando sequência ao trabalho de reflexão sobre a nova centralidade da periferia e a sociologia do tempo presente. Sempre buscando dar destaque na avaliação dos temas desde as coordenadas de corpo, território e subjetividade, com a valorização da metodologia da cartografia da ação de Ana Clara Torres Ribeiro. Uma década após o seu falecimento, a metodologia da cartografia da ação e centralidade do social tem servido de referência para as pesquisas que articulam subjetividade, espaço e território, tendo como epicentro o corpo e a técnica. O exame das práticas sociais, dos conflitos e lutas situando os sujeitos corporificados e os desafios bioéticos frente aos sistemas de ação e aos sistemas de objetos fez de Ana Clara uma das principais interlocutoras do Professor Milton Santos. O encontro entre a geografia crítica e a sociologia do presente ampliou o horizonte da reflexão sobre a disputa por hegemonia e a luta contra a globalização hegemônica e a "crise societária", como definiu Ana Clara Torres Ribeiro.
Veronica investigou a relação entre políticas culturais e desigualdades na cidade do Rio de Janeiro, por meio das noções de democratização territorial e de diversidade cultural, sob enfoque do orçamento público.

o evento:
Evento com duração aproximada de 1h30
Apresentação de biografias dos convidados, resumo do encontro (microfones desligados etc)
Apresentação dos convidados
Abertura para inscrições
Comentários e Fechamento

Biografias
Veronica Diaz é pesquisadora na área de Políticas Culturais associada ao CLAEC (Centro Latino Americano de Estudos em Cultura), com especializações em Gestão Cultural (SENAC) e Administração Pública (CEPERJ), e mestrado em Políticas Públicas e Formação Humana (UERJ).

Marcia Leite - Socióloga, atuando na área de Sociologia Urbana e com várias publicações sobre ação coletiva, sociabilidade e resistências nas favelas e periferias cariocas. Professora e pesquisadora da UERJ (graduação e PPCIS)

Nilton Santos - Antropólogo, professor da UFF, mestre-doutor em Antropologia pela UFRJ

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