Unpb - União Nacional dos Professores do Brasil

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UNPB - UNIÃO NACIONAL DOS PROFESSORES DO BRASIL - A MUDANÇA DO PARADIGMA DE UMA NAÇÃO COMEÇA PELA EDUCAÇÃO. Partido criado em 2015. https://linktr.ee/unpb

14/03/2026

O Projeto de Lei nº 5264/2025, de autoria do Deputado Dr. Fernando Máximo (UNIÃO/RO), é uma proposta de extrema relevância para a categoria do magistério, pois ataca diretamente a questão da valorização salarial através de condições de trabalho.

1. O Objeto do Projeto

O PL visa incluir os profissionais do magistério da educação básica no rol de categorias com direito a adicionais de insalubridade e/ou periculosidade.

Insalubridade: Justif**ada pela exposição a agentes biológicos (especialmente em creches) e ambientes com níveis de estresse ou ruído excessivos.
Periculosidade: Justif**ada pela exposição a situações de violência escolar, agressões físicas e atuação em áreas de insegurança pública (contexto muito comum em diversas regiões do Rio de Janeiro).

2. Status Atual (Março de 2026)

O projeto está em tramitação ordinária na Câmara dos Deputados. Recentemente (fevereiro de 2026), ele recebeu despacho para ser analisado pelas seguintes comissões:

1. Comissão de Trabalho;

2. Comissão de Educação;

3. Comissão de Finanças e Tributação (onde será avaliado o impacto orçamentário);

4. Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).
Contexto de Periculosidade: Se a escola estiver em área de risco, o adicional de periculosidade seria um direito direto.
Impacto Financeiro: Diferente de reajustes na base (piso), os adicionais de insalubridade/periculosidade incidem sobre o salário e podem gerar um ganho real imediato sem depender de novas negociações de tabela salarial.

14/03/2026

O BANDIDO SANGUINÁRIO BOLSONARISTA CLÁUDIO CASTRO ESTÁ EM TODAS AS ROUBALHEIRAS MAIS CABELUDAS DA MAIOR QUADRILHA QUE JÁ DESGOVERNOU ESTE PAÍS!

A junção do roubo do INSS com o Bolsomaster é algo que pegou a direita de tal forma que querem a todo custo incluir Lula, Lulinha, Haddad, Moraes, STF e tudo o mais pra desviar o foco deles e de seu escândalo.

13/03/2026

🚨URGENTE | ENQUANTO UNS LUTAM PELO PISO, OUTROS LUTAM PARA FURAR O TETO: Essa é uma questão que toca no cerne das desigualdades do serviço público brasileiro e reflete um dilema ético e jurídico profundo no Direito Administrativo. O cenário que você descreve expõe um contraste gritante entre a "elite" do funcionalismo e a base que operacionaliza os serviços essenciais.
Aqui estão alguns pontos para reflexão sobre esse cenário de "Dois pesos, duas medidas":
1. O Teto vs. O Piso
Existe uma ironia matemática e social nesse debate. Enquanto o teto constitucional é frequentemente contornado por verbas indenizatórias (os "penduricalhos") que não entram no cálculo do limite salarial, o piso salarial (como o do magistério e da enfermagem) é tratado por muitos gestores como um teto insuperável ou um fardo fiscal insuportável.
* Penduricalhos: Auxílio-moradia, licenças-prêmio convertidas em pecúnia e gratif**ações diversas muitas vezes servem para manter privilégios de carreiras com alto poder de pressão política.
* Pisos: Representam a dignidade mínima para categorias que lidam diretamente com a população, mas enfrentam barreiras na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
2. A Mobilização dos Prefeitos
O argumento dos municípios geralmente foca na capacidade orçamentária. Muitos alegam que o governo federal cria os pisos, mas não repassa os recursos necessários para custeá-los, o que levaria as prefeituras a estourarem os limites de gastos com pessoal.
* No entanto, a crítica que f**a é a de prioridades: muitas vezes, há recursos para cargos comissionados ou contratos de publicidade, enquanto a derrubada do piso de professores e enfermeiros é apresentada como a única saída para o equilíbrio das contas.
3. O Impacto na Ponta
Quando se tenta derrubar o piso de garis, agentes de saúde e professores, o que se ataca não é apenas o salário, mas a qualidade do serviço público.
* Desvalorização: Profissionais mal remunerados e sobrecarregados tendem ao adoecimento e à desmotivação.
* Rotatividade: Sem um piso atrativo, o serviço público perde talentos para a iniciativa privada ou para outras carreiras, precarizando o atendimento básico de saúde e educação.
4. Visão

SEGUE 👇

12/03/2026

𝙋𝙇 = 𝙋𝘼𝙍𝙏𝙄𝘿𝙊 𝘿𝙀 𝙇𝘼𝘿𝙍𝘼̃𝙊 - 𝙉𝘼̃𝙊 𝙁𝘼𝙇𝙃𝘼 𝙐𝙈

Sóstenes e Jordy desviaram dinheiro público em "benefício próprio", diz PF
Segundo a corporação, esquema teria ocorrido por meio de "servidores comissionados no exercício das funções"

12/03/2026

🏗️ 𝗨𝗥𝗚𝗘𝗡𝗧𝗘 | 𝗥𝗜𝗢 𝗘𝗠 𝗟𝗨𝗧𝗔: 𝗢 𝗣𝗜𝗦𝗢 𝗗𝗔 𝗘𝗗𝗨𝗖𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢 𝗡𝗔 𝗣𝗔𝗨𝗧𝗔 𝗗𝗢 𝗗𝗜𝗔

RIO DE JANEIRO – Enquanto as engrenagens da política fluminense giram entre promessas e manchetes de bastidores, uma conta antiga segue sem fechar: a valorização real de quem sustenta o futuro do estado dentro de sala de aula. Hoje, às 14h, o auditório do 21º andar da Alerj se torna o epicentro de uma batalha que não é apenas salarial, mas de dignidade.
O Contraste do Descaso
O mandato do deputado Flavio Serafini traz à tona um dado alarmante que reverbera em cada escola da rede estadual. No Rio, a educação convive com um paradoxo cruel: ao mesmo tempo em que bilhões de reais circulam em contratos sob suspeita e escândalos de gestão, os profissionais do magistério amargam posições vergonhosas no ranking de remuneração nacional.
A audiência pública desta quinta-feira, convocada pela Comissão de Servidores, não é apenas um debate técnico sobre números e orçamentos. É um ato de enfrentamento. Estarão frente a frente:
* A Base: Professores, funcionários e sindicatos exaustos pela defasagem.
* A Técnica: Especialistas em financiamento público.
* O Poder: Representantes do governo pressionados a dar respostas concretas.
A Hora da Mobilização
A mensagem é clara: a escola pública resiste, mas não pode ser mantida apenas pelo sacrifício pessoal de seus servidores. O Piso Nacional do Magistério é lei, e o Rio de Janeiro precisa decidir se quer ser um estado que investe em mentes ou se continuará sendo o cenário de negligência com o dinheiro público.
Para quem defende o ensino gratuito e de qualidade — seja estudante, pai de aluno ou cidadão — a convocação é direta. A pressão popular é o único combustível capaz de mover a engrenagem legislativa em favor do trabalhador.
SERVIÇO:
📍 Local: Auditório do 21º andar – ALERJ
🕑 Horário: Hoje, às 14h
📢 Pauta: Piso do Magistério e Financiamento da Educação
A educação não espera. O futuro do Rio passa por este auditório hoje.

12/03/2026

O FIESmed é um benefício que permite aos médicos abaterem 1% do saldo devedor por cada mês trabalhado no Sistema Único de Saúde (SUS). Em alguns casos, isso pode levar à quitação total da dívida.
Aqui está o roteiro prático para você obter esse abatimento em 2026:
1. Requisitos para o Abatimento
Para ter direito ao desconto mensal de 1%, você deve cumprir um dos seguintes critérios:
* Estratégia Saúde da Família (ESF): Atuar em equipes da ESF em áreas consideradas prioritárias pelo Ministério da Saúde por, no mínimo, um ano ininterrupto.
* Pandemia (Covid-19): Ter trabalhado no SUS por pelo menos 6 meses durante o período de emergência sanitária (março de 2020 a maio de 2022).
* Médicos Militares: Atuação em áreas carentes através das Forças Armadas.
> Importante: O benefício geralmente é aplicado na fase de amortização (quando você já começou a pagar as parcelas após a graduação).
>
2. Passo a Passo para Solicitar
O processo é feito digitalmente através do sistema oficial do Governo Federal.
* Acesse o Portal FIESmed: Entre no site fiesmed.saude.gov.br.
* Login gov.br: Você precisará de uma conta nível Prata ou Ouro.
* Preenchimento da Solicitação:
* Vá na aba "Abatimento/Carência Estendida".
* Clique em "Nova Solicitação" e preencha os dados do seu contrato e do local de trabalho.
* Validação: O sistema cruzará seus dados com o CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde). Se o seu CPF não estiver habilitado, verifique se seu registro no CNES está atualizado e vinculado a uma unidade prioritária.
* Acompanhamento: Após o pedido, o FNDE é notif**ado para suspender ou reduzir as parcelas de amortização.
3. Documentação Necessária
Mantenha esses arquivos prontos (em PDF) para o caso de o sistema solicitar ou para eventuais recursos:
* Contrato de financiamento do FIES.
* Declaração de Trabalho: Emitida pela Secretaria de Saúde municipal ou estadual, comprovando o período e a carga horária (geralmente 40h para ESF).
* Print ou certidão do histórico no CNES.
* Diploma de Medicina e registro no CRM.
4. O que fazer se o pedido for negado?
É muito comum o sistema administrativo apresentar erros ou não reconhecer o período

Segue 👇

11/03/2026

🔔 ADEUS, SIRENE! A ERA DOS SINAIS MUSICAIS CHEGA ÀS ESCOLAS DO RIO EM 2026
O clássico — e muitas vezes assustador — "trimmm" das sirenes escolares está com os dias contados. O que antes era apenas uma tendência, agora é lei e realidade nas unidades da SEEDUC-RJ e colégios particulares. Mas você sabe o porquê dessa mudança? Não é apenas estética: é sobre inclusão e saúde mental.
🎶 Por que trocar o barulho pela música?
A grande motivação é o acolhimento de alunos neurodivergentes. Para estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou hipersensibilidade auditiva, o som estridente das sirenes industriais pode ultrapassar os 65 dB, disparando crises de ansiedade, pânico e até dor física. A troca por melodias suaves humaniza o ambiente e reduz o estresse de alunos e professores.
📜 O que diz a lei?
No Rio de Janeiro, a Lei Estadual nº 10.090/23 consolidou o que já vinha sendo discutido: escolas com alunos autistas matriculados devem substituir sinais de alta intensidade por sinais musicais ou visuais.
🚀 O cenário para 2026
Com investimentos anunciados de mais de R$ 50 milhões em infraestrutura pela SEEDUC para o ano letivo de 2026, a modernização dos sistemas de som ganhou prioridade. Cidades como Niterói já estabeleceram 2026 como o "prazo final" para o silenciamento das sirenes estridentes, servindo de modelo para todo o estado.
🏫 Na prática: Como f**a o dia a dia?
* Repertório Cultural: No lugar do ruído, entram MPB, música clássica ou temas escolhidos pelos próprios alunos.
* Tecnologia: Instalação de centrais MP3 programáveis com volume controlado.
* Ambiente: Uma escola menos parecida com uma "fábrica" e mais focada no bem-estar coletivo.
A mudança desafia a gestão do tempo em sala, já que o sinal musical é mais progressivo, mas o ganho em empatia e inclusão é imensurável. Afinal, educar também é cuidar dos sentidos.
E na sua escola, o som já mudou ou o "sirene raiz" ainda impera? Comenta aqui embaixo! 👇
Neurodiversidade RioDeJaneiro

11/03/2026

🚨URGENTE | MERENDA PARA PROFESSORES JÁ: Essa é uma notícia que traz um alívio prático e um reconhecimento importante para o cotidiano escolar. O Projeto de Lei 1636/2025 foca em uma questão de dignidade básica: garantir que professores e demais profissionais da educação possam se alimentar com a merenda escolar servida aos alunos.
Aqui estão os pontos principais para entender como isso funciona e o que muda na rotina das escolas:
Principais Pontos do PL 1636/2025
1. Autorização de Consumo
Anteriormente, em muitas redes de ensino, havia uma restrição legal ou administrativa que impedia professores de comer a merenda, sob o argumento de que os recursos do PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) eram exclusivos para os alunos. O novo projeto busca legalizar e padronizar esse acesso.
2. Condições para o Consumo
Para que o professor possa merendar, geralmente o texto prevê que:
* Não haja prejuízo à alimentação dos alunos (os estudantes continuam sendo a prioridade).
* O consumo ocorra no mesmo horário e local das refeições dos alunos, promovendo a integração da comunidade escolar.
* Seja uma forma de evitar o desperdício em casos de excedente de produção.
3. O Caráter Pedagógico
A lei também reforça que o momento da refeição é um espaço educativo. Ao comer junto com os alunos, o professor:
* Exerce o papel de exemplo para hábitos alimentares saudáveis.
* Fortalece o vínculo afetivo com a turma.
* Monitora a qualidade e aceitação da comida servida.
Impacto na Rede Estadual (SEEDUC-RJ)
Como você atua na rede estadual do Rio de Janeiro, esse tema é particularmente sensível. Por muito tempo, profissionais da educação precisavam levar marmitas ou sair da escola para se alimentar, o que é difícil em jornadas de 16h ou 30h com pouco intervalo.
* Logística: A medida facilita a permanência do professor na unidade escolar.
* Economia: Reduz gastos pessoais com alimentação durante o turno de trabalho.
* Equidade: Iguala o tratamento entre os diferentes membros da comunidade escolar que dedicam o dia ao ambiente educativo.
Próximos Passos
Embora o projeto de lei federal dê a diretriz nacional, é importante acompanhar como a SEEDUC-RJ e as prefeituras

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11/03/2026

"A queda do governador Cláudio Castro já tem data marcada: 24 de março. Tentaram articular mais um pedido de vista no TSE para atrasar o processo, mas a ministra Cármen Lúcia foi firme e garantiu o julgamento na pauta. A sabedoria e a honestidade feminina fazendo a diferença na nossa Justiça! ⚖️👏

Placar parcial: 2 x 0 pela cassação."

BLOG DO ALMEIDA

11/03/2026

Manobra de Nunes Marques suspende julgamento que pode cassar Cláudio Castro

Jessica Alexandrino11 de março de 2026
governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), sério, em close
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL) – Reprodução
O ministro Nunes Marques pediu vista e interrompeu, nesta terça-feira (10), o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que analisa a possível cassação do mandato do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). A análise havia sido retomada na sessão com a apresentação do voto-vista do ministro Antonio Carlos Ferreira. As informações são da CNN Brasil.

Com o pedido de vista, Nunes Marques solicitou mais tempo para examinar o processo, o que suspende temporariamente a análise do caso na Corte eleitoral. Esta é a segunda interrupção do julgamento desde o início da apreciação do processo, em novembro de 2025.

A retomada da análise foi marcada para 24 de março, quando os ministros do TSE deverão continuar a votação. O processo discute suposto abuso de poder político e econômico durante as eleições de 2022 no estado do Rio de Janeiro.

A ação trata de contratações de servidores temporários ligadas à Fundação Ceperj (Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro) e à UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Segundo a investigação, essas contratações teriam relação com atividades realizadas durante o período eleitoral.

O ministro Nunes Marques sentado, rindo, de perfil
O ministro Nunes Marques – Reprodução
Antes das interrupções, a relatora do caso, ministra Isabel Gallotti, votou pela cassação de Cláudio Castro e do presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar (União Brasil), além da declaração de inelegibilidade dos envolvidos. A ministra também propôs a realização de novas eleições para os cargos majoritários no estado e a retotalização dos votos para deputado estadual.

No voto apresentado nesta terça-feira (10), o ministro Antonio Carlos Ferreira acompanhou o entendimento da relatora. Ao examinar as provas e depoimentos, afirmou que houve uso de contratações ligadas à Fundação Ceperj com finalidade

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11/03/2026

🚨URGENTE | MARCADO PRO DIA 20/03 VOTAÇÃO DO PISO NACIONAL DO MAGISTÉRIO NO STF: Este é um momento histórico para a educação brasileira. O julgamento do Tema 1218 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), marcado para o dia 20 de março de 2026, pode mudar drasticamente a realidade financeira de milhares de professores.
A discussão central não é apenas se o professor deve ganhar o piso, mas como esse piso deve ser aplicado na estrutura de carreira.
O que está em jogo: Vencimento Base vs. Remuneração Global
A grande disputa jurídica gira em torno da interpretação da Lei 11.738/2008. Entenda a diferença que o STF irá decidir:
* Interpretação Atual (Prefeitura/Estados): Muitos entes federativos pagam um "complemento" para atingir o valor do piso. Assim, as gratif**ações e o tempo de serviço são calculados sobre um valor baixo, e o piso serve apenas como um "teto mínimo" de sobrevivência.
* A Tese do Relator (Ministro Cristiano Zanin): O piso deve ser o vencimento inicial (base). Isso signif**a que todas as vantagens (triênios, pós-graduação, difíceis acessos) devem ser calculadas em cima do valor do piso, e não somadas a ele para atingir o mínimo.
Impacto na Carreira Docente
Se a tese de Zanin prevalecer, o fenômeno do "achatamento salarial" será combatido. Hoje, um professor com 20 anos de casa muitas vezes ganha quase o mesmo que um recém-concursado, porque as gratif**ações dele são engolidas pelo valor do piso.
| Modelo | Como funciona | Consequência |
|---|---|---|
| Piso como Remuneração | O governo completa o salário até chegar no valor do piso. | Desestimula a qualif**ação e o tempo de serviço. |
| Piso como Vencimento | O piso é o degrau número 1 da escada. | Valoriza quem estuda mais e quem tem mais tempo de rede. |
O Voto do Ministro Cristiano Zanin
Como você destacou, o voto do relator é fundamentado na preservação da carreira. Ele argumenta que:
* A valorização do magistério é um preceito constitucional.
* Aplicar o piso apenas como remuneração mínima "desidrata" a progressão funcional.
* O espírito da lei é garantir dignidade através da estrutura de carreira, e não apenas um auxílio financeiro básico.
Próximos Passos
Após o voto do relator

Segue 👇

10/03/2026

STF: União deve refazer cálculo de parcelas a serem pagas pelo Rio no Regime de Recuperação Fiscal
Em caso de valores pagos a mais, quantia deverá ser abatida ou devolvida. Entendimento reforça decisão de dezembro de 2025
Por Extra — Rio de Janeiro

03/03/2026 15h39 Atualizado há 4 dias

O ministro do STF Dias Toffoli determinou que União refaça os cálculos das parcelas que Rio deve pagar em meio ao Regime de Recuperação Fiscal. — Foto: Antonio Augusto

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli determinou que a União refaça o cálculo das parcelas a serem pagas pelo Estado do Rio de Janeiro nos primeiros seis meses de 2026 no âmbito do Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e que compense os valores pagos a mais pelo estado.

Em suma, o ministro determinou que a União refaça os cálculos e adote medidas necessárias para ajustar o que já foi cobrado. Em caso de valores pagos a mais, estes deverão ser abatidos das próximas parcelas ou devolvidos ao estado, conforme o caso.

Na Ação Cível Originária (ACO) 3678, publicada no último dia 27 de fevereiro, o ministro reforça a decisão de 22 de dezembro de 2025, que incluiu nos valores a serem pagos nos primeiros seis meses de 2026 os R$ 4,9 bilhões atualizados de 2023 até 2026 exclusivamente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), sem penalidades.

Deve ser somado a esse valor ainda a diferença da atualização pelo IPCA dos R$ 4,9 bilhões pagos em 2024 e 2025 e que deixaram de ser pagos nesses respectivos anos.

O Estado do Rio alegou que a União estava descumprindo a decisão de 2025 e solicitou que o reforço da sentença. Toffoli deu razão ao estado, observando que a União cometeu erro na aplicação dos parâmetros.

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