05/01/2022
Capturando obras da Escola de Talca, Chile.
Nos dias 27 e 28 de dezembro de 2021, nossa missão foi “capturar” a maior quantidade de obras do ateliê de titulação da escola de Talca. A Escola de Arquitetura da Universidade de Talca (fundada em 1999) possui uma proposta inovadora de formação de arquitetas e arquitetos. Uma dessas características inovadoras é que todas e todos os alunos que finalizam sua formação realizam um trabalho de conclusão de curso que consiste em projetar e construir uma obra de pequena escala (microarquitetura), executada no lugar de escolha de cada estudante. Dessa forma, estas “experiências” incorporam, por um lado, algo muito difícil de conseguir nas experiências mais tradicionais da formação em arquitetura: o contato com o material, a estrutura, o processo construtivo, a gestão, e o construir com as próprias mãos, todas estas dimensões necessárias para passar da ideia à realidade numa escala do possível dentro de uma experiencia acadêmica. Por outro lado, esse fazer revela um compromisso com o contexto local, suas características físicas, sociais e culturais do Vale Central do Chile (VI e VII regiões), área de influência da Escola de Talca.
Nessa primeira incursão, rodamos aproximadamente mil quilômetros em dois dias, conectando a cordilheira dos Andes ao Pacífico (250 quilômetros de largura nesse ponto), atravessando distintas paisagens naturais e urbanizadas, tendo conseguido visitar 19 das centenas de obras realizadas até hoje. Vale ressaltar que algumas desapareceram, outras sofrem com a falta de manutenção, porém, muitas permanecem íntegras e habitadas.
Um maravilhoso percurso que se transformou numa incrível constelação de obras construídas por estudantes na paisagem do Vale Central do Chile.
12/09/2020
Nuevo articulo publicado por LObE-Hab.
"Los espacios residuales entre la arquitectura y la infrestructura: el teleférico del Complexo do Alemão". Fernando Espósito, DAU/PUC-Rio
Después de un largo proceso de observación y visitas, van surgiendo oportunidades que permiten compartir de forma más razonada, organizada y demorada esas observaciones y experiencias. El Complexo do Alemão es uno de esos lugares que llamaron profundamente mi atención desde que llegué a vivir a Brasil y que me ayudaron a conocer más del verdadero Rio de Janeiro, en épocas de juegos olimpicos y mundial de futbol. Sigue aqui un reciente articulo que presenta una reflexion sobre parte de esa experiencia, publicada en la revista Bitácora Urbano Territorial, de la Universidad Nacional de Colombia.
https://revistas.unal.edu.co/index.php/bitacora/article/view/86950
04/08/2020
Coluna publicada na revista PLANEO, da PUC Chile.
NOVA A-NORMALIDADE: A OUTRA PANDEMIA. REFLEXÕES DE RIO E BARCELONA. Autores: Fernando Espósito e Julia Meira.
Durante este período complexo que estamos vivendo, reflexionar sobre o modelo de cidade que habitamos é essencial. Nesta cidade, invisibilizados por um sistema extremamente desigual e cruel, habitam outros que, num estado de permanente precariedade, provavelmente hoje, mais do que nunca, sobrevivem marginalizados e estigmatizados.
http://revistaplaneo.cl/2020/07/07/nueva-a-normalidad-la-otra-pandemia-reflexiones-desde-rio-y-barcelona/
Nueva a-normalidad: la otra pandemia. Reflexiones desde Rio y Barcelona – PLANEO
04/08/2020
Hablemos más del valor de aquellas cosas y actividades simples, cercanas, muchas veces invisibilizadas por lo inalcanzable y por lo que nos venden como importante. Hablemos más de las cosas y actividades “infra-ordinarias”, y que se nos revelan con la mayor importancia como constitutivas de nuestra vida. "¿Es necesario que tras cada acontecimiento haya un escándalo, una fisura, un peligro, como si la vida no debiera revelarse nada más que a través de lo espectacular, como si lo elocuente, lo significativo fuese siempre anormal? Así, por ejemplo, la desigualdad social no debería preocuparnos solamente en épocas de huelgas. Ella es intolerable siempre." De la misma forma, los hábitos saludables, nuestra relación con la ciudad y entre nosotros mismos como sociedad, no pueden ser un problema solo cuando ya es demasiado tarde para reaccionar y con un irreparable colapso ambiental, social, económico o moral.
"Lo que realmente ocurre, lo que vivimos, lo demás, todo lo demás, ¿dónde está? Lo que ocurre cada día y vuelve cada día, lo trivial, lo cotidiano, lo evidente, lo común, lo ordinario, lo infraordinario, el ruido de fondo, lo habitual ¿cómo dar cuenta de ello, cómo interrogarlo, cómo describirlo?" Lectura de G. Perec. (Fotografia: Una mujer acaricia la escultura "Niño Gaudí", en Reus, Tarragona,Catalunha).
30/06/2020
Novo artigo no ar!
Cartografias [des]veladas:Situações de residualidade urbana. O caso do Morro do Castelo.
Resumo:
A existência de “espaços residuais” internos à cidade mostra que a narrativa urbana não considera todas as situações em seus mapeamentos. O trabalho busca refletir sobre essa categoria de espaço, produto não da memória, mas da ausência desta. Entende-se que o conceito de residualidade manifesta uma interferência física e espacial das relações “não recomendadas” entre normais e estranhos no espaço. A intenção é analisar como tais posturas reproduzem na cidade “territórios ausentes", neste caso, o Morro do Castelo, no Rio de Janeiro.
https://www.labeurb.unicamp.br/rua/artigo/pdf/267-cartografias-desveladas-situacoes-de-residualidade-urbana-o-caso-do-morro-do-castelo
14/06/2020
Barcelona, junho 2020. Existe um espaço habitado que muitas vezes não percebemos, ou que, hipócritas, evitamos reconhecer e observar. Espaços que não queremos ver porque geram desconforto. Espaços residuais dos marginalizados e que esta pandemia visibilizou mais do que nunca. Consequência de uma extrema desigualdade, de um sistema que se sustenta nesses seres humanos explorados e que agora, paralisado pela quarentena, nos revela com mais força as verdades das nossas misérias e a crueldade da indiferença. Quando o sistema está em marcha, eles sobrevivem dos restos, do que sobra, por isso são menos visíveis, sobrevivendo num "estado de exceção permanente" que normaliza o anormal. Como superar esta outra pandemia? Hoje, habitantes dos espaços temporariamente abandonados como museus, teatros, caixas eletrônicos, esperam para continuar sobrevivendo, paradoxalmente, no mesmo sistema que os estigmatiza.
10/06/2020
"Arquitectura del vino". Articulo publicado en la revista Arquitextos, que a partir de visitas y observaciones a tres importantes viñedos del valle de Colchagua (Chile) y sus bodegas, proyectadas por reconocidos arquitectos también chilenos, establece un paralelo entre la arquitectura contemporanea y la historia de la producción vitivinicola nacional.
En este caso, observar el espacio habitado también significa relacionar la tectónica del edificiio, su forma, programa, los procesos que abriga y su história.
https://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/17.204/6548
23/05/2020
Las calzadas de las Aguas de la Ciudad Abierta de Amereida.
Articulo publicado en la revista ARQ, de la PUC Chile, que presenta la construcción de una obra ubicada en la Ciudad Abierta de la Corporación Cultural Amereida, en la V Región de Valparaíso, Chile. Diseñada y construida conjuntamente por estudiantes y profesores del Taller de obras de la Escuela de Arquitectura y Diseño de la Pontificia Universidad Católica de Valparaíso, consiste en un grupo de calzadas de albañilería y hormigón, dispuestas entre dunas y conformadas por suelos, taludes y muros, elementos entre los que se disponen fuentes de agua, baños y sitiales. Además del proyecto, el trabajo reflexiona sobre la relación entre pensar, construir y habitar.
https://scielo.conicyt.cl/pdf/arq/n83/art07.pdf
23/05/2020
Informalidad y formalidad urbana en Valparaíso y Río de Janeiro.
Artículo publicado en la revista Acto & Forma, de la Ead, Pucv, Valparaíso, Chile
21/05/2020
http://periodicos.puc-rio.br/index.php/revistaprumo/article/view/1258
Este artigo na revista PRUMO, da professora Maira Machado-Martins (LObE-Hab) e Patricia Maya-Monteiro, apresenta os resultados de um processo projetual realizado nos baixios de dois viadutos no Bairro de Laranjeiras, na cidade do Rio de Janeiro. Este processo fez parte do projeto de extensão “A praça, a rua e o bairro”, conduzido por alunos e docentes de diferentes campos e cursos, que busca mostrar a importância da intervenção nas cidades através da participação popular de forma direta na elaboração e implementação de propostas urbanas e paisagísticas.
Fóruns Híbridos de Participação: | Revista Prumo
Fóruns Híbridos de Participação: no sentido de melhores práticas para a construção da cidade Maíra Machado-Martins DAU- PPGArq- PUC-Rio Patricia Maya-Monteiro FAU-UFRJ, MPAP-PROURB DOI: http://dx.doi.org/10.24168/revistaprumo.v0i8.1258 Resumo Este trabalho apresenta os resultados de um proce...
18/05/2020
Artigo na revista PRUMO, da PUC-Rio, que apresenta um recorte da obra do coletivo artisitico Penique Productios – os infláveis - suas referências e metodologia, destacando duas intervenções no Rio de Janeiro, que realizamos em uma parceria entre Penique, o LObE-Hab do DAU PUC-Rio e o LABIT da FAU UFRJ. O denominador comum é estabelecer uma conexão entre arquitetura, cidade e arte, por meio de obras coletivas, efêmeras e habitáveis, que dialogam com o lugar existente, estimulando sua reintepretação.
http://periodicos.puc-rio.br/index.php/revistaprumo/article/view/1131
08/05/2020
Por una ciudad de afectos...