Umbanda

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Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Umbanda, Escola religiosa, Rio de Janeiro.

O objetivo desta pagina não é o de divulgar um Templo de Umbanda e sim o de conscientizar as pessoas do que é a nossa querida religião e como são as suas maravilhosas sessões, além de passar todo o aprendizado que os guias de luz nos passaram.

14/05/2026

A verdade dói, mas liberta:

Quem não automatiza,
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23/02/2026

A Terceira linha de Evolução: O Conhecimento.

Somente o autoconhecimento nos leva aos níveis profundos de nossa evolução, essa é a palavra-chave para nossa vida no plano terrestre. Somente o autoconhecimento nos leva a níveis profundos de nossa evolução. É para evoluir física, mental e espiritualmente que buscamos o conhecimento, e com ele, a mudança de hábitos, crenças e o alinhamento de nossa história e missão de vida.

A evolução é uma lei divina. Tudo evolui.

Todos saímos um dia do plano de luz, onde também éramos luz, nos submetemos a esse plano para adquirirmos valores próprios, deixarmos um legado e um dia retornarmos ao mesmo plano de luz. Para evoluir, encaramos nosso mundo interior com nossas questões existenciais e essenciais e confrontamos o mundo exterior com suas preocupações materiais e sociais.

Se as condições externas são importantes para o nosso bem-estar e para o processo evolutivo, as internas o são muito mais. Isso porque as externas modif**am-se, são transitórias, já as condições internas quando maduras e melhores desenvolvidas são a nossa âncora segura nos momentos difíceis, geradoras de saúde e equilíbrio físico.

Porém, esse crescimento que nos leva de um estado a outro, ascendendo no plano evolutivo, requer esforço. Ele é fruto da leitura, reflexão, prática, aperfeiçoamento pessoal… Esse é o caminho pelo qual vamos despertando os altos valores que existem latentes em nossos espíritos. Os desafios e dessabores cotidianos despertam nossas habilidades, em cada esforço adquirimos e experiência e competência para a vida e crescemos humana e espiritualmente.

O alto conhecimento despertara a melhor pessoa dentro de você. e ele vai ser o responsável pelo despertar da consciência para o caminho da evolução contínua, por meio do autoconhecimento e do empoderamento pessoal – eles são tanto as ferramentas quanto o resultado da caminhada do processo evolutivo.

Pode até parecer tarefa fácil, mas não é, porque assim como existem sete linhas evolutivas e ascensional principais, também existem de regressão e queda.

Enquanto os princípios de luz te levam a ascensão, os da treva te leva a queda; se um te conduz a evolução o outro a contraria e pode destruir séculos de construção luminosa, por isso se é tão importante ao ser humano evoluir no conhecimento, sem ele não sé há ascensão.

A ascensão exige responsabilidade e comprometimento, e só se consegue isso com conhecimento.

Sendo assim, o conhecimento é imprescindível para a ascensão e elevação espiritual do ser humano.

Há um conjunto muito grande de leis universais que regem a nossa existência. Vivendo aqui na Terra somos naturalmente submetidos à ação dessas leis. Essa compreensão nos faz mais sábios e tem a capacidade de tornar nossa existência mais leve, contribuindo para nossa elevação.

A não compreensão dessas leis trará dor, sofrimento, crise, conflito, e doenças, sempre que você sofre é porque uma lei natural está agindo em sua vida e você não compreende seu funcionamento.

A busca espiritual precisa de aperfeiçoamento constante. A ignorância é o mal da humanidade. As verdades são relativas.

Não precisamos necessariamente de religião para nos espiritualizarmos. Crenças, credos, seitas, filosofias espirituais são importantes, todavia, sem grandes doses de consciência e discernimento podem confundir a sua percepção sobre Deus e as leis do universo.

Não faça de nenhuma linha religiosa uma verdade absoluta, aprenda, evolua, estude, mas saiba fazer um filtro interno.

A consciência do coração é o nosso maior guia. O que mais importa é viver de acordo com princípios divinos de amor, amor e amor.

O respeito ao nível evolutivo de cada um é tão importante quanto à busca constante. As religiões mais antigas, e de certa forma obsoletas ainda podem ser muito úteis às pessoas que não estão prontas para experimentar a busca da espiritualidade universalista. Amar o próximo como a ti mesmo signif**a também esse respeito.
Nossa consciência é imortal, nosso corpo físico até pode vir a óbito, mas nossa consciência é uma energia e energia nunca se perde. Seu corpo físico não é tudo! Somos constituídos de uma essência transcendental a essa casca densa.

O maior dos mistérios da criação de Deus-Pai Criador, enquanto no corpo físico há a limitação da herança genética, no corpo espiritual, essa limitação não existe, pois, o espírito evolui em todos os sentidos. O fim do homem neste planeta é se tornar-se luz pura, sem o menor resquício de materialismo.

O conhecimento e a base da compreensão de tudo que nos envolve e influencia nossa ascensão e evolução, em tudo é preciso conhecimento, E Deus que é o maior dos sábios, sabe que um espirito sem o conhecimento é mesmo que um homem mentalmente debilitado, um gigante que desconhece sua própria força. o seu mental é atormentado.

O conhecimento aos poucos vai despertando todo potencial contido no mental humano. A medida com que ele evolui, maior será o seu conhecimento, mas precisa ascender para que não seja como um gigante entre os homens, já que isso não é certo, pois contraria a lei natural. Quando isso acontece seu mental é atormentado pois não se tem o ambiente propicio para seu potencial mental.

Temos como exemplo os grandes conquistadores, que por não ascender usam os meios mais sórdidos para realizar suas conquistas, pois isso não os incomoda porque não tem os valores divinos da virtude humana
Somente a sabedoria é sinônimo de evolução e ascensão, um sábio sabe como agir num mundo de forma a não comprometer seu espirito com coisas não valiosas para Deus e condenáveis as leis que regem a vida no mundo espiritual.

22/02/2026

A Segunda linha de Evolução:
A Fé.
Deus e fé são intrínsecos aos Seres inteligentes desde o princípio da existência humana.

Até meados do século passado, a fé era quase exclusivamente derivada dos dogmas religiosos, os quais inibiam qualquer forma de questionamento ou comprovação. Ao longo de milênios essa credulidade cega vem sendo utilizada como instrumento de manobra das massas e de subjugação.

É importante não confundir fé com presunção. Enquanto a fé é calma, paciente e voltada para o bem, a presunção tem pressa e agressividade, e também pode ser voltada para o mal. Enquanto a fé produz os melhores resultados dentro das condições e do merecimento de cada um, a presunção leva a efeitos diversos que podem ou não estar em conformidade com a harmonia universal.

A fé não é uma blindagem contra os males, posto que a Terra é um planeta de provas e expiações e cada Espírito aqui reencarnado tem provas pelas quais deve passar para ter a oportunidade de evoluir. Mas, se não livra do infortúnio, confere coragem para superar os maiores obstáculos, pois quem crê sabe que, ao trabalhar conforme os ensinamentos de Jesus, colherá os melhores frutos para o seu desenvolvimento espiritual.

Quando Jesus disse que “a fé remove montanhas”, falava no sentido moral e não de uma montanha de pedra, que sabemos impossível remover. As montanhas que a fé transporta são as dificuldades, as resistências. O preconceito, o orgulho, os interesses materiais, a cegueira, são outras tantas montanhas que atravessam nossos caminhos, mas não nos iludamos, na grande maioria das vezes somos nós mesmos que as colocamos, e o que é pior, na falta de um culpado, culpamos a Deus!!

E quando, pelo medo de pecar, não O culpamos, nos sentimos desprotegidos, achamos que Deus não é assim tão amoroso e justo! Então dizemos, embutindo nossa decepção: Porque justo comigo? Ou Deus quis assim! Como se Deus pudesse querer que coisas ruins nos acontecessem! Não! Somos nós que atraímos a devolutiva do que fazemos, desejamos e até pensamos, pois que, sempre.

O resultado do que fazemos nos espera mais adiante.

Nem sempre queremos nos inteirar realmente e não buscamos esclarecimento para o entendimento das coisas espirituais porque, além de trabalhoso, aumentaria a responsabilidade de nossos atos... E ISTO, NÃO QUEREMOS! É tão mais fácil e cômodo ter alguém, ainda que seja Deus, para responsabilizar pelos nossos problemas e até pelos nossos desatinos!

A fé raciocinada ilumina demais! ... Não gostamos de encarar nossas falhas, muito menos de trabalhar com elas. Preferimos f**ar no desconhecimento de nós mesmos, e não percebemos que a fé que sem raízes se faz fraca, sem o poder de “remover nossas montanhas”, de nos levar à compreensão da justiça de um Deus que não pune, mas que instituiu entre Suas leis, a justíssima “Lei do Retorno”, ou “Carma”, que signif**a “Ação e Reação”. Na verdade...

Somos nós mesmos que atraímos como devolutiva, a consequência inexorável daquilo que fazemos.

Na ignorância das Leis de Causa e Efeito, usamos de nosso livre arbítrio do jeito que queremos, o que vale dizer; do jeito que, certo ou errado, no momento nos seja mais prazeroso ou conveniente, sem pensar que há uma justiça no Universo que nos trará como retorno o resultado bom ou mau daquilo que fazemos! Não é Deus! Somos nós que colhemos o que quer que tenhamos plantado, porque não há conta de chegar nas Leis de Deus, ela é justa, inexorável, imutável e eterna, como tudo que Ele criou!

Se aceitarmos uma fé que nos é imposta, sob a qual não temos o direito de raciocinar, passamos a professar uma fé cega, que aceita sem controle o falso e o verdadeiro, mas que cedo ou tarde se choca com a verdade e a lógica, e que, se ainda não for fanática, vacila, não satisfaz, não acalma nossas inquietudes, não alivia nossas dificuldades. Por isso muitas vezes vivemos infelizes e sofredores, sem o conforto, sem o alívio daquela fé, que raciocinada e entendida, nos confere a perseverança, a energia e os recursos necessários para a vitória, ou superação dos obstáculos das nossas Montanhas Pessoais!

Na medida em que persistentemente se dedica à pratica do bem, o Homem passa a ter, em seu íntimo, a certeza de estar trilhando o melhor caminho dentre as alternativas que seu livre-arbítrio lhe concede. Essa certeza é chamada de fé raciocinada. Ela proporciona a paz interior de quem sabe que não importam os desafios postados à frente, a escolha da sua conduta não deve ser outro senão aquela pautada na caridade, na gentileza, na tolerância e na paciência.

Na medida em que persistentemente se dedica à pratica do bem, o Homem passa a ter, em seu íntimo, a certeza de estar trilhando o melhor caminho dentre as alternativas que seu livre-arbítrio lhe concede. Essa certeza é chamada de fé raciocinada. Ela proporciona a paz interior de quem sabe que não importam os desafios postados à frente, a escolha da sua conduta não deve ser outra senão aquela pautada na caridade, na gentileza, na tolerância e na paciência.

“A fé raciocinada, que se apoia nos fatos e na lógica, não deixa nenhuma obscuridade: crê-se, porque se tem a certeza, e só se está certo quando se compreendeu. Eis porque ela não se dobra: porque só é inabalável a fé que pode enfrentar a razão face a face, em todas as épocas da Humanidade.” (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. XIX, item 7)

Tal certeza vem da compreensão de que quando os valores humanos estão centrados no Amor, a recompensa é imperecível, pois as conquistas estarão relacionadas à própria evolução e ao cultivo de uma família espiritual, instrumento Divino de orientação e socorro.

A fé auxilia ao Ser Humano galgar os degraus da moral, pois habilita escolhas edif**antes que inibem os maus hábitos e vícios, e coloca em perspectiva adequada os valores materiais. Os bens passam a ser entendidos como recursos para viver e para realizar, e não o fim em si mesmo.

28/06/2023

A primeira linha de Evolução: O Humanismo
Todos nós, seres humanos, somos dotados de uma herança genética divina depositada em nosso mental. São os dons originais ou as linhas a serem trilhadas através da evolução consciente do homem mediante a organização de seus sistemas mentais, sensíveis e instintivos; o conhecimento de si mesmo, que implica o domínio pleno dos elementos que constituem o segredo da existência de cada um; o conhecimento do mundo mental, transcendente ou metafísico, onde têm origem todas as ideias e pensamentos que fecundam a vida humana; o desenvolvimento e o domínio profundos das funções de estudar, de aprender, de ensinar, de pensar e de realizar o Deus que existe em cada um de nos.
Não se trata de se santif**ar, e sim de se conhecer, é a psicologia de si mesmo, o assunto de estudo é o próprio eu realizador, esse estudo sem equívocos nem omissões que expressa que seu método orienta para as partes mais essenciais desse conhecimento do ser Divino que é cada um, pois todos somos Deus por essência genética natural.
O Humanismo afirma que o próprio aperfeiçoamento que conduz ao conhecimento de si mesmo, não teria maior andamento se não pela ideia de ajudar ao semelhante, e que cada um necessita ao longo de seu processo de evolução consciente, e que para se realizar, seus pensamentos e atos tem que ser voltado ao próximo, sua evolução e ascensão se realiza em você, e as confrontações são de suma utilidade nos reajustes internos individuais.
Diferente das religiões atuais, em que o sacerdote é mais valorizado pelo que fala, do que, pelo conhecimento si mesmo e do conhecimento dos mistérios da criação, já não há necessidade do estudo das naturezas Humanas, Divina e Natural. Tudo se resume a um livro santo e ponto final. Não tem que saber nada além, do que disse este ou aquele profeta, decoram algumas passagens bíblicas para serem eleitos pastores de imensos rebanhos de ovelhas.
Pregão a lei judaica cristã do pecado original, para impor suas doutrinas e dogmas para oprimir a verdade acerca da evolução, que se o homem pecar Deus o punira, com isso anulam a lei natural da causa e efeito, pregam que o homem precisa morrer para se aproximar de Deus, já o humanismo prega que você deve evoluir para que Deus se aproxime de você.
Basta qualquer pessoa contestar os dogmas cristã para ser julgado herege, idolatra, feiticeiro, pagão condenado ao inferno etc, não ousam abrir seus intelectos mentais as verdades alheias a seus interesses pessoais ou materiais.
Então melhor a filosofia especulativa, que a religião estagnante dos sacros sacerdotes, mas isso cabe a Lei Maior que lança a humanidade rituais do nosso Creador para tirar os bolores mentais e o véu da ignorância.
A humanidade é maior que o ser humano, e o humanismo, maior que muitas crenças religiosas, por mais que os dogmas tentem oprimir a evolução a humanidade sobrevivera a eles.
Então o humanismo como princípio universal superior aceita somente os princípios universal e indiscutíveis, e tem como princípio a verdade eterna, em quanto a Religiosidade tem como princípios básicos os dogmas doutrinários
Sendo assim aos olhos do Pai é melhor o Humanismo primário e que toda religiosidade.
O Humanismo conta com duas forças poderosas que, ao unir-se e irmanar-se, levam o homem a cumprir os dois fins de sua existência: evoluir para a perfeição e constituir-se em um verdadeiro servidor da humanidade. Uma dessas forças é o conhecimento que brinda à mente humana; a outra, o afeto que ensina a realizar nos corações.
A ciência corrente carece desse afeto, dessa força; é fria e rígida e, às vezes, especulativa e intemperante, como no caso da filosofia; ao contrário, o Humanismo é conciliador. Eis aí a grande diferença e o que explica porque é capaz de realizar prodígios na alma humana, que até parecem inconcebíveis àqueles que permanecem alheios a tais possibilidades
Para os religiosos e fácil chamar um Umbandista que carrega um colar de contas no pescoço de ignorante, mas ele mesmo não vê que ele se curva diante de uma cruz ou qualquer outro símbolo de sua religião, afinal de contas quem está certo? O que diz que sua guia foi consagrada a um ser Divino ou o que julga que um único livro detém a verdade do universo.
Mas uma vez vemos a diferença entre o Humanismo e a Religiosidade, enquanto a Religiosidade diz que você sem Deus é nada, o Humanismo diz prepare-se e seja digno de Deus e do dom sagrado da vida.

16/08/2020

Saudações das Religiões Afro-brasileiras

Saravá, Motumbá, Kolofé, Mukuiu, Mojubá – O que signif**am?
São saudações.

Mukuiu é um pedido de bênçãos (para a nação Bantu e para as Umbandas derivadas) a resposta é Mukuiu N´Zamby (que Deus te abençoe).

Para os Jejê e também Ketu (e Umbandas derivadas), o pedido de benção será Kolofé e a resposta Kolofé Olorum

Entre os grupos Nagôs (yorubás) a temos a saudação Motumbá, e a resposta é Motumba Axé, mas essa normalmente um signif**ado mais específico.

Baba mi motumbá (pai me abençoe)

O que é Axé:

Na língua iorubá, axé signif**a poder, energia, força presentes em cada ser, em cada coisa.

Nas religiões afro-brasileiras, o termo representa a energia sagrada dos orixás.

O axé pode ser representado por um objeto ou um ser que será carregado com a energia dos espíritos homenageados em um ritual religioso.

Dentro e fora do contexto religioso, axé é uma saudação utilizada para desejar votos de felicidade e boas energias.

Saravá ficou uma saudação genérica entre a maioria das casas de Umbanda, independente da sua derivação.

Algumas correntes Umbandistas também usam o Namastê, que signif**a: “o Deus que habita em mim, saúda o Deus que habita em você”. Palavra pequena, mas de um grande signif**ado.

Aranauam é uma saudação utilizada por umbandistas que signif**a Paz e Luz

Outras saudações: Dia da semana, cores e saudações

No dia da semana de nosso orixá é comum usar roupas de cores correspondentes a eles, contas na cor do santo, sendo também o dia mais propício a fazer oferendas e alcançar graças, assim como agradecê-las.

1. Exú – Mensageiro dos orixás
Saudação: Laroyê, Exu! Exu é mojubá! – Mensageiro, Exu! Exu a vós meus respeitos!
Cores: vermelho e preto
Dia da semana: Segunda-feira

2. Ogum – O orixá da guerra, é também ferreiro
Saudação: Ogunhê, Ogum iê! – saudação ao Orixá Ogum, signif**ando salve Ogum.
Cores: azul, verde
Dia da semana: Terça-feira

3. Oxóssi – O orixá da caça e rei das matas
Saudação: Okê! Okê Arô! – saudação ao Orixá Oxossi signif**a Autoridade, rei, que fala mais alto, ou seja, salve o Rei que é aquele que fala mais alto.
Cores: verde, azul
Dia da semana: Quinta-feira

4. Omulú/Obaluaiê – O orixá da medicina, deus da varíola
Saudação: Atotô! saudação para o Orixá Omolu, signif**ando “Silêncio! Ele está aqui!”.
Cores: marrom, cor palha
Dia da semana: Segunda-feira

5. Nanã Buruku – a mais velha dos orixás, primeira esposa de Oxalá, deusa da morte
Saudação: Saluba Nanã! saudação a Orixá Nanã Buruquê, cujo signif**ado é: “nos refugiamos em Nanã” ou salve, a senhora do posso, da lama” ...
Cores: lilás, roxo
Dia da semana: Domingo

6. Oxumaré/Bessen – O orixá da riqueza representado pelo arco-íris e pela cobra
Saudação: Arroboboi Oxumarê! Salve o Senhor do Arco-íris ou Salve o Senhor dos Ciclos
Cores: amarelo e verde
Dia da semana: Terça-feira

7. Logunedé – O caçador filho de Oxum e Oxóssi
Saudação: Loci Loci Logun! Ou Logun ô akofá! Brada Príncipe Guerreiro.
Cores: amarelo e azul
Dia da semana: Quinta-feira

8. Iansã – Senhora dos ventos e tempestades
Saudação: Epahey Oyá! Epa Hei – saudação a Orixá Iansã e signif**a falar com espanto olá. Esse espanto de grandeza de admiração ao ver o Orixá e dizer a ele Olá Iansã, Olá Oiá.
Cores: marrom e vermelho
Dia da semana: Quarta-feira

9. Xangô – Senhor da justiça
Saudação: Kao Kabiesilê! (ou Kaô kabecilê obá) – Saudação ao Orixá Xangô que signif**a – venham ver (admirar, saudar) o Rei (Alteza) da Casa
Cores: vermelho e branco, marrom e branco
Dia da semana: Quarta-feira

10. Oxum – Orixá do amor, da fertilidade e maternidade
Saudação: Ora yê yê ô! Ora Aie Ie o, Aieieo, Saudação a Orixá Oxum e signif**a salve a benevolente mãezinha.
Cores: amarelo
Dia da semana: Sábado

11. Iemanjá – Deusa do mar, segunda esposa de Oxalá
Saudação: Odò ìyá! Odoia ou Odociaba – saudação a Orixá Yemanjá e signif**am Mãe das águas.
Cores: prata e branco
Dia da semana: Sábado

12. Ossaim – O orixá das plantas
Saudação: Ewê ô! Oh! As folhas, ou Ewé Assa! As folhas dão certo! A folha é
a tradição!
Cores: verde e branco com lista vermelha
Dia da semana: Quinta-feira

13. Obá – orixá dos ventos e redemoinhos
Saudação: Obá Xiré Yá! (Rainha Guerreira, ou Vamos festejar a Rainha)
Cores: rosa, coral
Dia da semana: Quarta-feira

14. Irokô – O orixá do Tempo
Saudação: Iroko y Só! Eeró! Salve Iroko, senhor do tempo!
Cores: branco, cinza
Dia da semana: Terça-feira

15. Oxalá/Oxaguiã/Oxalufã – O orixá maior
Saudação: Êpa Babá – saudação ao Orixá Oxalá signif**ando: olá, com admiração e espanto, ao ancestral dos ancestrais
Cores: Branco
Dia da semana: Sexta-feira

Existem outras saudação e expressões inerentes a rituais e outros, empregados em diversos seguimentos de Umbanda que existem pelo mundo afora.

É para as Almas ou Adorei as Almas – saudação que fazemos aos Pretos-Velhos.

Xetruá, Xetu, Marumbaxetu, Xetua Boiadeiro ou ô Boi! Usada para Boiadeiros. Salve, aquele que tem braço forte, pulso forte.

Mojubá, signif**a respeito, os meus respeitos. Uma saudação em que a pessoa externa seus respeitos a outra pessoa, orixá ou entidade.

Saudação aos Ciganos, Optcha que signif**a salve! ou também Sarava Povo da Rua

A saudação para a Linha do Oriente é Salve o Povo do Oriente! Alguns usam a saudação Kaô! (João Batista) e também Salve o Povo da Cura!

Aranauam, Motumbá, Mucuiú, Kolofé, Axé, Salve, Saravá!

15/08/2020

O que são os Falangeiros e os Capangueiros de Umbanda.

Muito se vê falar da incorporação nas giras, mais sera que todos sabem quem realmente baixa no terreiro, existem três formas de manifestação dentro da Umbanda, são as Falanges de Caboclos, de Pretos Velhos e crianças.

Dentro de cada uma delas, existe uma hierarquia espiritual entre Orixás: Orixás menores Guias e protetores, existe também uma quarta forma de imcorporaçãop aceita pelo movimento Umbandista, que atua mais no campo da execução das leis regidas pelos Orixás, são as falanges dos Guardiões Exus, que atuam no limite da luz para as sombras e destas para as trevas.

Dentro deste grupo de entidades, também há uma hierarquia, que já foi explicada em estudos anteriores, onde dei os devidos esclarecimentos.

Na concepção umbandista, quem incorpora numa gira de Umbanda não são os Orixás propriamente ditos, mas seus falangeiros ou Capangueiros, em nome dos próprios Orixás.

Tal concepção está de acordo com o conceito de ancestral (espírito) divinizado ou evoluído vivenciado pelos africanos que para cá foram trazidos como escravos. Mesmo que essa visão não seja consensual, ao menos se admite no meio umbandista que Orixá que incorpora possui um grau adequado de adaptação à energia dos encarnados, o que seria incompatível para os Orixás hierarquicamente superiores.

Os Orixás são intermediários entre Olórum, e os homens. Muitos deles são antigos reis, rainhas ou heróis divinizados, os quais representam as vibrações das forças elementares da Natureza, como os raios, trovões, ventos, tempestades, água, fenômenos naturais como o arco-íris, atividades econômicas primordiais do homem primitivo, caça, agricultura ou minerais, como o ferro, que tanto serviu a essa atividade de sobrevivência, assim como às de extermínio na guerra.

Vejamos então a diferença entre o Falangeiro e o Capangueiro de um Orixá, que é o que vamos explicar a partir de agora!

Falangeiro é todo espírito que atua dentro de uma falange de trabalho, seu signif**ado segundo nossa gramática, tem o sentido de grupo organizado, com objetivos em comum, e na Umbanda, esse termo é utilizado para designar conjuntos de espíritos que trabalham dentro de uma mesma vibração ou de um mesmo Raio Divino, realizando o mesmo trabalho e representando uma mesma força ou o Orixá.

Nesse ponto, vale lembrar que os Orixás são forças irradiadas de Deus, através dos Sete Raios Divinos; não são espíritos e não são deuses, mas apenas manifestações distintas do mesmo Criador e que, por isso, não incorporam e não baixam em terreiros, já que não há como qualquer um de nós receber o próprio Deus, embora haja quem acredite nisso.

Mas, se não há como receber Deus, há, ao menos, como captar parte dessas vibrações divinas chamadas Orixás através de espíritos com alto nível consciencial que, pela sua condição evolutiva, se organizam em falanges e se propõem ao nosso auxílio, intermediando o nosso contato com essas vibrações de tão alta frequência; e fazem isso durante o trabalho mediúnico, captando-as do Cosmos e direcionando-as aos nossos Chakras enquanto estão incorporados.

Por trabalharem com as vibrações dos Orixás, esses espíritos assumem, para nosso melhor entendimento, o arquétipo que esperamos daquele Orixá, traduzido no seu comportamento, dança, formas de expressão e até mesmo na aparência percebida pelos clarividentes.

Pelo trabalho que desempenham de forma tão organizada e estruturada, representando cada tipo de Orixá, nós os chamamos de Falangeiros dos Orixás.

Dentro do Raio Vermelho, há a profusão das vibrações do Orixá Ogum, sendo irradiadas diretamente de Deus sobre toda a Criação.

Espíritos que trabalham com essa vibração e que, por isso, são especialistas no manuseio das energias que ela traz, de atividade, luta, impulso e persistência, dentro do trabalho umbandista assumem o arquétipo do Orixá, mantendo, durante a incorporação, a postura que esperamos da personalidade de um Guerreiro, através da aparência perispiritual, de danças, gestos e comportamento.

Enquanto executam sua performance, sintonizam o campo vibratório do médium com as vibrações de Ogum irradiadas de Deus, facilitando-lhe a absorção de tudo que essas vibrações divinas podem prover.

Esse é o trabalho que milhares de espíritos desenvolvem com seus médiuns ao representarem a vibração divina chamada Ogum.

E, ainda, se dividem em representantes dos vários tipos de vibrações desse Orixá conhecidas na Umbanda, como Ogum Iara, Ogum Beira Mar, Ogum Sete Espadas, Ogum Megê e tantos outros.

O mesmo acontece com todos os outros Orixás irradiados de Deus.

Quando os atabaques tocam louvando o Orixá Iansã, espíritos falangeiros dessa Orixá se aproximam de seus médiuns e, incorporando, dançam conforme esperamos do arquétipo da mulher guerreira e que comanda os ventos, evoluindo de forma leve e esvoaçante, mas firme e decidida.

Os espíritos que se apresentam como Pedrinho e Mariazinha são falangeiros do Orixá Ibêji, o Orixá infantil; Tranca-Ruas e Maria Padilha são falangeiros do Orixá Exu; espíritos que representam o papel de Xangô Sete Pedreiras e de Xangô Agodô são falangeiros do Orixá Xangô; e os Caboclo e as Caboclas, que trabalham dentro do Raio Verde com as vibrações das matas, são falangeiros de Oxóssi e Ossâin. Todo espírito, portanto, que baixa representando o arquétipo de um Orixá é, em suma, falangeiro daquele Orixá!

Mas, além de representarem o arquétipo de Orixás, há falangeiros que representam arquétipos definidos para grupos de trabalho, e não de Orixás propriamente ditos, ainda que esses grupos ou falanges possam ter alguma ligação com a força de algum Orixá.

O falangeiro que representa um Orixá, trabalha com as vibrações desse Orixá, e o que representa arquétipo de grupos de trabalho, trabalha sob a vibração daquele Orixá.

O espírito que se apresenta como Martin Pescador, por exemplo, é falangeiro do grupo de trabalho ou falange dos Marinheiros.

Ele usa o arquétipo que esperamos do marujo e trabalha sob a vibração de Iemanjá, Orixá com o qual sua falange tem relação vibratória.

A Cigana Sarita é uma falangeira do Povo Cigano e trabalha sob a vibração do Povo do Oriente; Zé do Coco é falangeiro dos Baianos trabalha sob a vibração de Iansã, e Pai Joaquim e Vovó Maria Conga são falangeiros dos Pretos-Velhos ou das Santas Almas Benditas e trabalham sob a vibração de Xapanã.

O falangeiro, portanto, é aquele que integra um grupo de trabalho, onde todos os espíritos daquele grupo representam o arquétipo de um mesmo Orixá, trabalhando com suas vibrações, ou que representam o arquétipo próprio de sua falange, trabalhando sob a vibração de um Orixá.

No entanto, aquele espírito que trabalha com as vibrações da mata e se apresenta como Caboclo, e que, só por ser Caboclo, já é falangeiro de Oxóssi, poderá estar, eventualmente, atuando através de um médium que seja filho de Ogum.

Nesse caso, apesar de ser falangeiro de Oxóssi, ao trabalhar através daquele médium, especif**amente, ele terá a incumbência de servir a Ogum, de orientar seu filho a partir de suas ordens e de trazer para o médium seus recados e orientações.

Nesse caso, então, ele continuará sendo e sempre será um falangeiro de Oxóssi porque é um Caboclo, mas estará atuando, através daquele médium, como Capangueiro de Ogum! A palavra Capangueiro tem o mesmo sentido de servidor ou ordenança.

Isso signif**a que, mesmo trabalhando com o elemento mata e dentro das vibrações do Raio Verde, aquele Caboclo atuará sobre esse médium servindo a Ogum, que é o seu Orixá principal.

Imagine um caboclo. Esteja onde estiver, ele sempre será um caboclo integrante da falange das matas ou, em outras palavras, podemos dizer que ele é um falangeiro de Oxóssi, pois integra essa falange de trabalho e representa esse papel devido aos seus conhecimentos e habilidades específ**as.

Contudo, esse mesmo caboclo poderá, ora estar atuando para Xangó, ora para Ogum. Ele sempre sera um Caboclo Falangeiro de Oxóssi, porque, afinal, é sua natureza, quando estiver atuando para Xangó, terá que seguir as determinações de Xangó; terá que se adaptar à sua vibração, vez ou outra, terá que transmitir aos diretrizes e orientações dadas por Xangó. Enquanto estiver trabalhando nessa vibração, portanto, ele será o Falangeiro Oxóssi, e Capangueiro Xangó, pois estará a seu serviço e disposição. Quando estiver na vibração de Ogum, continuará a ser o mesmo Falangeiro Oxóssi, mas agora Capangueirode Ogum, e assim por diante.

Caboclo é sempre falangeiro dos Orixás Oxóssi ou Ossâin, porque Caboclo é entidade ligada ao elemento mata e, por isso, trabalha com as vibrações do Raio Verde, regido por esses dois Orixás!

Da mesma forma, a entidade Exu é sempre falangeira do Orixá Exu! Mas o mesmo Caboclo que aqui é capangueiro de Oxalá, ali poderá ser de Xangô ou Ogum; assim como o Exu, dependendo apenas do Orixá principal do médium com quem trabalha.

Aliás, não há razão específ**a para tal mas, normalmente, para Exus, pouco se usa o termo capangueiro. Para eles, é mais comum o uso dos termos servidor ou até mesmo escravo.

Pela observação da denominação com a qual se apresenta a entidade, já f**a fácil saber de quem aquele espírito é falangeiro, pois a dica está em seu próprio nome: a palavra “Caboclo” indica que é falangeiro de Oxóssi ou Ossâin, e as palavras “Ogum” e “Exu” já são auto-explicativas.

Mas, nem sempre, é tão fácil descobrir de quem ele é capangueiro pois, na maioria das vezes, os espíritos não incluem em seu nome pistas que deixem clara essa identif**ação; mesmo porquê, como já dissemos, isso é uma condição variável, e o mesmo Caboclo que é sempre falangeiro de Oxóssi, poderá, eventualmente, ser capangueiro de Ogum, de Xapanã, de Oxalá, ou até mesmo de Oxóssi, dependendo apenas de quem seu médium seja filho.

Contudo, em alguns casos é, sim, possível chegarmos a alguma conclusão pelo nome que utilizam.

Os falangeiros de Ibêji, por exemplo, costumam incluir em seus nomes citações ao local de regência do Orixá a quem estão servindo através daquele médium.

Rosinha da Cachoeira, é uma provável capangueira de Oxum, mas pode ser também de Ogum Iara, o Ogum que rege nos rios; Juquinha da Mata, é possível que seja de Oxóssi ou de Ogum Rompe-Mato; Zezinho da Pedreira, de Xangô; Mariazinha do Jardim, de Xapanã, já que o jardim é forma atenuada de referência a cemitérios; e Aninha da Praia, de Iemanjá, de Oxalá, que também rege na praia, ou mesmo de Xapanã, já que o mar é a grande calunga.

Já no caso dos falangeiros do Orixá Exu, como Maria Padilha, Tranca-Ruas e Tiriri, por exemplo, a identif**ação dos Orixás a quem servem é um pouco mais difícil.

Pelo nome com que se apresentam, no máximo conseguimos identif**ar se servem a Orixás que rejam dentro ou fora das calungas grande ou pequena, porque eles costumam adicionar ao seu nome, não o local específico de regência do Orixá a que servem, como mata, cachoeira e pedreira, mas apenas a indicação de fora e de dentro do cemitério.

Sendo de dentro, podem se apresentar como “da Praia” ou “do Cais” em referência à Calunga Grande , ou “do Cruzeiro”, “das Almas”, “da Encruzilhada da Calunga”, “da Catacumba”, e outros semelhantes, em relação à Calunga Pequena.

Exus que atuam nesses locais, obviamente, terão maior condição de servir a Orixás que ali também rejam, como Xapanã, Iansã de Balé, Iemanjá que rege na Calunga Grande, Ogum Megê, Xangô das Almas, e alguns tipos específicos, e raros de Oxóssi, de Oxum e também de outros Orixás.

Quando os Exus não trabalham nas calungas, apresentam-se como sendo “da Encruzilhada”, “do Cabaré”, “da estrada” e de outros lugares similares, e costumam servir a Orixás que também não têm ligação com cemitérios, como a maioria dos tipos de Oxum, de Oxóssi, de Xangô e outros mais.

O que determina, portanto, se aquele Exu pode ou não servir a um Orixá é o seu local de trabalho, embora esse local de trabalho não especifique, dentre vários Orixás possíveis, a qual deles, exatamente, aquele Exu serve.

Assim, se o Exu Tranca-Ruas das Almas serve a Omolu em determinado médium, em outro poderá servir à Iansã de Balé, à Iemanjá ou a Ogum Megê.

O mesmo valendo para Exu Caveira, Sete Catacumbas ou qualquer outro Exu do cemitério; mas nenhum desses servirá a um Orixá que não atue sobre as calungas.

Se Maria Padilha do Cabaré serve à Oxum em um médium, em outro poderá servir a qualquer outro Orixá que também reja fora da Calunga, mas nunca poderá servir a um Orixá que atue dentro da Calunga, já que no cemitério não tem cabaré.

Além dos Exus, dos Caboclos e das Crianças, os falangeiros Pretos-Velhos, Boiadeiros, Baianos, Ciganos, Malandros e Marinheiros também servem como capangueiros dos nossos Orixás.

O normal é que, com o transcorrer do desenvolvimento mediúnico, passemos a conhecer os capangueiros do primeiro e do segundo Orixá e, é possível que, cada um deles tenha até mais de um capangueiro.

Mas não necessitamos trabalhar com todos eles.

Somente os mais importantes ao nosso equilíbrio é que se manifestarão no decorrer do trabalho mediúnico.

O mais comum é que, se trabalhamos com um casal de Pretos-Velhos, um deles seja capangueiro do primeiro Orixá e outro do segundo, e o mesmo acontecendo com Caboclos e Caboclas, Exus e Pombagiras, Ciganos e Ciganas, Baianos e Baianas e Crianças (meninos e meninas). No caso de Boiadeiros e Marinheiros, como a própria representação desse grupo de trabalho é apenas masculina, não há a formação de casais.

De forma resumida, portanto, podemos dizer que falangeiro é aquele que representa uma força ou um Orixá vestindo o arquétipo e comportando-se como ele, e Capangueiro é aquele que serve a uma força ou a um Orixá obedecendo e cumprindo suas ordens.

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