29/06/2022
PROFESSOR PODE ADMINISTRAR MEDICAMENTO NA ESCOLA?
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A resposta é: depende!
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Medicar durante o período letivo é um ato de cuidado com a saúde e bem-estar dos alunos, mas também de grande responsabilidade e risco. Apesar de endereçar dois direitos fundamentais – Saúde e Educação –, ainda faltam regras e condições que viabilizem a prática nas escolas.
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Há escolas que não podem administrar medicamento por determinação da DRE (Diretorial Regional de Ensino), outras são autorizadas a realizar o procedimento sob determinadas condições.
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Considerações iniciais para administrar medicamento na escola
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Primeiramente verificar se a DRE dispõe de alguma proibição oficial para esta prática, como é o caso de algumas escolas municipais de educação infantil.
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Se não houver restrições oficiais para administrar medicamento na escola, os gestores devem levar em consideração:
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Número de colaboradores suficiente para incorporar essa atividade
Protocolo para administrar medicamento de forma segura na escola, o que inclui a presença da receita médica
Orientação e formação da equipe para realização do procedimento de forma segura
Orientação dos familiares sobre a segurança da medicação na escola e respeito ao protocolo estabelecido
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Medicamentos podem ser administrados no ambiente escolar?
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Medicamentos são substâncias com diferentes composições físico-químicas, cuja finalidade se estende ao tratamento, diagnóstico e prevenção de doenças.
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No entanto, além dos efeitos terapêuticos, os medicamentos podem causar reações adversas como alergias, efeitos colaterais e outras complicações nocivas.
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Por conta disso, a medicação não deve ser administrada na escola em caráter rotineiro, apenas quando há necessidade como é o caso de medicações de uso contínuo: bombinhas de asma, insulina ou medicamentos que não podem ter o horário alterado, como é o caso dos antibióticos.
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