📚🔥 A sessão da Câmara Municipal de São Paulo terminou em confusão após o vereador Lucas Pavanato, do PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, chamar professores em greve de “vagabundos”.
A fala aconteceu durante a discussão do projeto que reajusta os salários dos servidores municipais em 3,51%, dividido em duas parcelas, índice considerado abaixo da inflação por sindicatos e parlamentares da oposição.
No trecho que viralizou nas redes sociais, Pavanato afirmou:
“Quem faz greve, não trabalha, é vagabundo.”
A declaração provocou revolta imediata no plenário. Vereadores se levantaram, houve troca de acusações e a sessão acabou sendo suspensa após o tumulto.
A greve dos profissionais da educação ocorre em meio a críticas ao reajuste apresentado pela gestão Ricardo Nunes (MDB). Sindicatos afirmam que a proposta aumenta as perdas salariais acumuladas da categoria e prejudica ainda mais a carreira dos profissionais da educação.
A repercussão ficou ainda maior porque, em 2024, os próprios vereadores aprovaram aumento de 37% nos próprios salários, elevando os vencimentos para mais de R$ 26 mil.
Nas redes sociais, a fala do parlamentar gerou forte indignação, principalmente entre professores, servidores públicos e trabalhadores da educação.
👉 Na sua opinião, como o poder público deveria tratar os profissionais da educação?
Bancada Docente - A Bancada da Educação
Congregar e fomentar em âmbito Estadual a Candidatura dos Servidores Ativos, Inativos da Secretaria
16/05/2026
O ministro apresentou voto favorável à aplicação obrigatória do piso nacional atualizado como vencimento-base dos professores da educação básica em estados, municípios e no Distrito Federal.
A posição diverge parcialmente do entendimento do relator do caso, o ministro Cristiano Zanin.
Enquanto Zanin defendeu prazo de até 24 meses para adequação dos planos de carreira, Toffoli afirmou que o piso deve ser aplicado imediatamente após a atualização anual feita pelo Ministério da Educação, mesmo sem necessidade de lei local específ**a.
Segundo o ministro, permitir demora na implementação enfraqueceria a própria política nacional de valorização dos profissionais da educação.
O julgamento acontece no plenário virtual do STF e segue aberto até o dia 22 de maio.
A decisão final poderá impactar diretamente milhares de professores da rede pública em todo o Brasil, principalmente em estados e municípios que ainda não aplicam corretamente o piso salarial da categoria.
O caso surgiu após uma professora aposentada da rede estadual de São Paulo recorrer à Justiça pedindo adequação salarial com base no piso nacional do magistério.
📌 No Rio de Janeiro, o tema vem sendo acompanhado de perto por profissionais da educação, sindicatos e servidores públicos estaduais.
👉 Na sua opinião, o piso nacional deveria ser aplicado imediatamente em todo o país?
Durante audiência pública na ALERJ, o secretário estadual de Planejamento e Gestão, Rafael Ventura Abreu, afirmou que o governo estuda conceder ainda este ano as duas parcelas restantes da recomposição prevista na lei de 2021, totalizando 11,56%.
Segundo o secretário, a proposta em análise prevê uma parcela no meio do ano e outra entre o meio e o final do segundo semestre.
A audiência reuniu centenas de servidores estaduais, principalmente profissionais da educação, em um plenário lotado marcado por cobranças sobre perdas salariais acumuladas nos últimos anos.
De acordo com dados apresentados pela Comissão de Servidores da ALERJ, a inflação acumulada desde 2014 se aproxima de 100%, enquanto o funcionalismo estadual recebeu apenas 19% de reajuste no período.
O resultado, segundo representantes sindicais, foi o aprofundamento do endividamento, do adoecimento e do empobrecimento dos servidores públicos estaduais.
Durante a fala, Rafael Ventura reforçou que o governador Ricardo Couto determinou estudos “reais” de impacto orçamentário para viabilizar a recomposição.
Outro ponto que chamou atenção foi o anúncio de que o governo retirou o pedido da Procuradoria do Estado que atuava contra o piso nacional do magistério no STF.
📌 Apesar da sinalização positiva, ainda não existe uma data oficial para o pagamento da primeira parcela.
👉 Depois de anos de perdas salariais, você acredita que finalmente a recomposição vai sair do papel?
05/05/2026
A reunião entre representantes dos profissionais da educação e o governo do Estado do Rio reacendeu um debate que há anos marca a categoria: valorização real ou promessas que não saem do papel?
Após mais de duas décadas sem diálogo direto sobre questões econômicas com o chefe do Executivo, o encontro foi tratado como “histórico”. Na pauta, temas centrais: piso nacional, recomposição salarial e a grave situação de servidores que recebem abaixo do salário mínimo.
O governo sinalizou a possibilidade de uma recomposição de 13%, dividida em duas parcelas de 6,5% ainda este ano. No entanto, é importante destacar: não há confirmação oficial. O que existe, até o momento, é um estudo em andamento e uma indicação política de que o reajuste pode acontecer.
Outro ponto crítico é o pagamento do piso nacional no nível inicial da carreira. A categoria alerta que qualquer distorção nesse processo pode comprometer todo o plano de cargos e salários, afetando diretamente a progressão profissional.
Também chama atenção o fato de ainda existirem trabalhadores da educação com vencimentos abaixo do mínimo — uma realidade que expõe o nível de precarização do setor público estadual.
Apesar do tom positivo adotado pelos representantes sindicais, a situação exige cautela. Sem publicação oficial e definição orçamentária, as medidas seguem no campo da negociação.
Uma nova reunião está prevista antes do dia 27, data em que a categoria já organiza paralisação e ato público. O recado é claro: sem pressão, dificilmente há avanço.
A educação segue no centro de uma disputa que vai muito além de números — envolve dignidade, reconhecimento e o futuro do serviço público no estado.
A presença de lideranças políticas da extrema-direita em um culto conduzido pelo pastor Silas Malafaia, na Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no Rio de Janeiro, acende um alerta sobre o momento político do estado.
No encontro estavam o senador Flávio Bolsonaro, o ex-governador Cláudio Castro e o pré-candidato Douglas Ruas. Durante o culto, houve oração pelos políticos, críticas ao Supremo Tribunal Federal e ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além da defesa de uma participação mais ativa da religião na política.
Mas o que está por trás disso vai além de um evento religioso.
Para a Bancada Docente, a Bancada da Educação, esse tipo de movimento reforça algo que já vem sendo sentido há anos: a utilização da fé e da estrutura do Estado como ferramentas de poder.
E quem paga essa conta?
A população.
Servidores que enfrentam incertezas, serviços públicos pressionados e uma gestão que, muitas vezes, não responde às necessidades reais do povo.
É por isso que esse momento é decisivo.
Não dá mais para assistir de fora.
É necessário mudar esse cenário — não só por quem está no serviço público, mas por todos que dependem dele todos os dias.
Outro ponto que chama atenção é a presença de Cláudio Castro, que está inelegível, o que levanta ainda mais questionamentos sobre os rumos políticos do estado.
No meio de tudo isso, uma coisa f**a clara:
Sem diálogo, sem posicionamento e sem união, a tendência é que os mesmos grupos continuem ocupando os mesmos espaços.
👉 A fé deve orientar a política… ou a política está se apropriando da fé?
04/05/2026
🚨URGENTE 🚨
O STF marcou para o dia 15/05 o julgamento do Piso nacional do Magistério a partir da base da carreira, Tema 1218.
04/05/2026
O STF marcou para o dia 15/05 o julgamento do Piso nacional do Magistério a partir das base da carreira, Tema 1218.
03/02/2026
O discurso recente de Silas Malafaia, feito diante de milhares de pessoas em um grande evento evangélico, ajuda a entender uma engrenagem que vem se repetindo com frequência no Brasil. A lógica é simples, mas poderosa: criar medo para manter controle.
Esse tipo de liderança religiosa se sustenta a partir da ideia de ameaça constante. Sempre existe um inimigo à espreita. Alguém que estaria “atacando a fé”, “corrompendo valores” ou “desviando crianças”. O medo não surge por acaso. Ele é construído, alimentado e explorado como ferramenta política, econômica e simbólica.
Nesse cenário, a escola vira alvo fácil. Professores lidam com jovens, estimulam perguntas, apresentam diferentes visões de mundo e incentivam o pensamento crítico. Para o fundamentalismo, isso representa risco. Onde há dúvida, diversidade e reflexão, não há obediência cega.
Basta insinuar que educadores estão “doutrinando” para acionar o pânico moral. O resultado é hostilidade, perseguição e desconfiança contra quem deveria ser protegido e valorizado. A educação passa a ser tratada como perigo. A diferença vira pecado.
Criar inimigos externos é mais eficiente do que encarar contradições internas. Enquanto professores são atacados, o debate real desaparece. E quem prega segue acumulando poder, influência e privilégios, blindados pela fé transformada em arma.
Afinal, EDUCAÇÃO é ameaça ou LIBERTAÇÃO?
10/01/2026
Em 48 horas, a ALERJ votou pela soltura de Rodrigo Bacellar. Já o ICMS da Educação levou 7 anos para ser votado.
Agora, municípios de todo o estado perderam quase R$ 120 milhões do Fundeb. As prioridades f**am evidentes.
12/12/2025
DIAS TOFFOLI PEDE VISTA DO PROCESSO PISO NACIONAL DO MAGISTÉRIO E JULGAMENTO F**A SUSPENSO POR TEMPO INDETERMINADO.
Em breve mais informações..
12/12/2025
Saiu o voto de Zanin no STF, e é um sopro de esperança para quem luta pela valorização do magistério. O ministro reconhece que o piso deve incidir no início da carreira e propõe prazo de adaptação para estados e municípios. É uma vitória parcial, fruto da mobilização de professoras e professores em todo o país. Seguimos atentos e firmes na luta.
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