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Rodbtbrasil Página oficial sobre Radically Open Dialetical Behavior Therapy -RODBT (Terapia Comportamental Dial Olá, seja bem vindo e faça parte da nossa Tribo!

Aqui, teremos informações sobre RODBT, tais como cursos, lives, leituras e muitas discussões!

Save the date! 💙Vem aí a Certif**ação Nível 1 em RO DBT – presencial, uma oportunidade para começar sua formação com cer...
19/09/2026

Save the date! 💙
Vem aí a Certif**ação Nível 1 em RO DBT – presencial, uma oportunidade para começar sua formação com certif**ação internacional emitida pela Radically Open.

📍 Belo Horizonte
🗓 04 e 05 de dezembro
⏰ 09h às 15h

E mais: o Nível 2 está previsto para dezembro, na modalidade online.

Se você quiser mais informações, deixe seu e-mail na DM que retornaremos para você ✨

**açãoRODBT

5 coisas que um terapeuta RO-DBT provavelmente não vai te dizer.Spoiler: não é porque estamos escondendo alguma coisa. É...
21/08/2026

5 coisas que um terapeuta RO-DBT provavelmente não vai te dizer.
Spoiler: não é porque estamos escondendo alguma coisa. É porque seguimos os princípios da RO-DBT.

1. “Eu sei exatamente o que você precisa fazer.”
Abertura Radical também vale para o terapeuta. Ele trabalha reconhecendo a própria falibilidade e mantendo abertura para estar errado.

2. “Você precisa confiar em mim.”
Confiança não é uma exigência do tratamento. Ela é construída na interação, inclusive pela maneira como o terapeuta sinaliza abertura, não dominância e autenticidade
3. “O importante é você se sentir melhor.”
Nem sempre. Na RO-DBT, desconforto pode conter informação importante. Antes de tentar regular, eliminar ou aceitar uma experiência difícil, podemos perguntar: “O que há aqui para eu aprender?”

4. “Eu nunca vou te provocar ou discordar de você.”
Validação não signif**a concordância. Às vezes, bondade acima de tudo exige dizer algo difícil, mas de uma forma que preserve abertura, humildade e conexão.

5. “Meu trabalho é ensinar você a controlar melhor suas emoções.”
Esse seria um objetivo estranho para alguém que já se controla demais. Na RO-DBT, frequentemente trabalhamos na direção oposta: maior abertura, flexibilidade, expressão emocional, sinalização social e intimidade.

Talvez a coisa mais RO-DBT que um terapeuta possa fazer seja não agir como se já soubesse tudo sobre você.

Qual frase você acrescentaria aqui?

Você já se pegou pensando qual intervenção fazer? Qual habilidade ensinar para o cliente? Quero te deixar três dicas par...
19/08/2026

Você já se pegou pensando qual intervenção fazer? Qual habilidade ensinar para o cliente? Quero te deixar três dicas para ajudar a formular seu caso em RO DBT:

1 - Conceituar a história do cliente de acordo com o modelo biossocial da RO DBT. Considerar uma explicação histórica para o desenvolvimento do estilo supercontrolado e quais variáveis podem influenciar no momento atual.

2 - De acordo com a hierarquia de alvos, descrever de maneira comportamental a sinalização social problemática: quando, onde, como (pedindo para o cliente demonstrar o que acontece na interação) e como essa sinalização afasta o cliente dos objetivos valiosos dele.

3 - Após a descrição, partiu análise em cadeia! É a partir da análise em cadeia que as intervenções serão escolhidas. Não existe sessão em RO DBT sem análise em cadeia!
Na RO DBT, a análise em cadeia não é um detalhe da sessão. Ela é uma ferramenta central para que nossas intervenções sejam funcionalmente orientadas e não escolhidas apenas porque uma habilidade parece combinar com a queixa do cliente.

Agora me conta aqui embaixo: qual é a sua maior dificuldade na formulação de caso em RO DBT?

Bondade acima de tudo… mas isso não quer dizer: seja trouxa.Na clínica, bondade não é sinônimo de concordância, passivid...
18/08/2026

Bondade acima de tudo… mas isso não quer dizer: seja trouxa.

Na clínica, bondade não é sinônimo de concordância, passividade ou de dizer ao cliente apenas aquilo que ele gostaria de ouvir.

Às vezes, ser realmente bondoso exige sustentar uma posição difícil.

Pode acontecer de o terapeuta perceber algo importante sobre o funcionamento do cliente, sobre as consequências de determinado comportamento ou sobre o que está impedindo aquela pessoa de alcançar um objetivo valioso — e o cliente discordar completamente.

É aí que a coisa f**a interessante.

Porque uma das polaridades da RO DBT envolve justamente o desprendimento aquiescente: o terapeuta precisa conseguir abrir mão da disputa, da necessidade de convencer e do impulso de “ganhar” a discussão… sem necessariamente abandonar aquilo que considera clinicamente importante.

Em outras palavras:

“Eu não preciso vencer você para continuar acreditando que isso merece ser olhado.”

A justif**ativa para essa postura é a ideia de bondade acima de tudo.

Às vezes, a atitude mais bondosa do terapeuta será dizer uma verdade difícil, fazer uma observação desconfortável ou manter uma posição que o cliente preferiria que ele abandonasse — especialmente quando isso pode ajudá-lo a se aproximar de algo que realmente importa em sua vida.

Mas existe um detalhe fundamental:

verdade dura sem calor humano pode parecer apenas dureza.

Por isso, “bondade acima de tudo” precisa vir acompanhada de sinais de não dominância e curiosidade genuína.

Eu nunca imaginei que precisaria me fantasiar durante um treinamento de habilidades. Mas a RO DBT me ensinou uma coisa i...
15/08/2026

Eu nunca imaginei que precisaria me fantasiar durante um treinamento de habilidades. Mas a RO DBT me ensinou uma coisa importante: não basta conhecer uma habilidade intelectualmente para conseguir ensiná-la.

O terapeuta precisa estar disposto a vivenciá-la, experimentar seus efeitos e, muitas vezes, sair do lugar confortável de quem apenas “explica a técnica”.

Na RO DBT, isso também signif**a ser genuíno, autêntico e permitir que aquilo que ensinamos seja vivido de forma visceral.

E foi assim que eu experimentei uma das minhas dialéticas favoritas:

irreverência lúdica × gravidade compassiva.

Porque trabalhar com sofrimento exige seriedade.
Mas ser sério não signif**a ser sisudo o tempo inteiro.

Te convido a conhecer um pouco mais dessa intervenção da RO DBT

Seguindo a ideia do RO DBT Rio !Nem toda abordagem que usamos hoje foi buscada por nós, algumas chegam quando percebemos...
10/08/2026

Seguindo a ideia do RO DBT Rio !

Nem toda abordagem que usamos hoje foi buscada por nós, algumas chegam quando percebemos que o que já sabemos não é mais suficiente. 🤍

Foi assim que a RO DBT entrou na minha trajetória, em 2018. De um interesse que não me deixava em paz, nasceu um projeto: a tradução dos materiais para o português, em parceria com a Radically Open, e a RO DBT em português.

Hoje, ela faz parte de como penso a clínica e me ajuda a entender pessoas altamente autocontroladas que, por dentro, sofrem com solidão emocional e pouca abertura nas relações.

E você? Como conheceu a RO DBT? Conta aqui 👇

E se a solidão não fosse apenas um sentimento desagradável, mas também um sinal?Do ponto de vista evolucionista, a solid...
27/07/2026

E se a solidão não fosse apenas um sentimento desagradável, mas também um sinal?

Do ponto de vista evolucionista, a solidão pode ser compreendida como uma espécie de “alarme social”. Ao longo da história humana, permanecer conectado ao grupo esteve relacionado à proteção, cooperação, cuidado e acesso a recursos. Assim, perceber-se desconectado poderia funcionar como um sinal aversivo que nos impulsiona a buscar reconexão.

Mas existe um paradoxo: quando esse alarme permanece ativado, podemos f**ar mais atentos a possíveis sinais de rejeição, ameaça ou instabilidade nas relações. A cautela que inicialmente deveria nos proteger pode favorecer o retraimento — e, com menos oportunidades de experiências sociais positivas, a sensação de solidão pode se manter.

E há outro ponto importante: solidão não é sinônimo de estar sozinho. Podemos estar cercados de pessoas e ainda nos sentirmos profundamente desconectados.

Isso acontece porque conexão social não diz respeito apenas à quantidade de contatos. Envolve também segurança, confiança, reciprocidade e qualidade dos vínculos.

Talvez, então, diante da solidão, a pergunta não seja somente “como posso ter mais pessoas por perto?”, mas:

“Que tipo de conexão está fazendo falta para mim?”

Baseado no livro: Solidão : impactos na saúde e intervenções clínicas.

Nem toda desconfiança signif**a que a relação é perigosa. Às vezes, experiências antigas continuam influenciando a forma...
22/07/2026

Nem toda desconfiança signif**a que a relação é perigosa. Às vezes, experiências antigas continuam influenciando a forma como enxergamos pessoas novas.

Na RO DBT, a habilidade Mente Flexível ALLOW ajuda a investigar isso com mais abertura.

Isso não signif**a ignorar sinais de alerta, confiar cegamente ou esquecer o que aconteceu.

Signif**a aprender a diferenciar quando a proteção é necessária e quando ela está impedindo a aproximação, a intimidade e a conexão.

Conta aqui embaixo se você curtiu esse tipo de post!

Você não está quebrado quando sente vergonha. Está funcionando exatamente como programado. Não somos rápidos, fortes ou ...
17/07/2026

Você não está quebrado quando sente vergonha. Está funcionando exatamente como programado.

Não somos rápidos, fortes ou resistentes. Sem garras, presas ou pele grossa, até um cachorro corre mais que a gente.

Sobrevivemos porque desenvolvemos algo mais valioso: a capacidade de formar laços e dividir recursos com quem nem era da nossa família.

E uma tribo, aliás, pode ser só duas pessoas. Basta que ambas se comprometam a se ajudar em momentos de perigo, sem esperar nada em troca.

O problema é que, para nossos ancestrais, f**ar de fora dessa tribo era quase uma sentença de morte. Primatas isolados de sua comunidade morrem em dias ou semanas — de fome, exposição ou predação. Por isso somos biologicamente programados para nos importar (e muito) se estamos dentro ou fora do grupo.

Milhares de anos depois, seu cérebro ainda vive nesses tempos primordiais:
🔸 O ostracismo social ativa as mesmas áreas do cérebro que a dor física
🔸 Detectamos um rosto irritado numa multidão em frações de segundo
🔸 Um rosto neutro, sem expressão nenhuma, já é lido como hostil ou reprovador.

O custo de não perceber uma rejeição real era alto demais para nossos ancestrais ignorarem e esse alarme continua tocando em nós hoje.

É esse alarme que nos torna autoconscientes toda vez que duvidamos do nosso status na tribo e que dá origem a vergonha, constrangimento, humilhação e culpa. Elas não são falhas do sistema. São o alarme social mais antigo que existe, ainda tocando exatamente como foi programado para tocar

O desafio não é desligar esse alarme. É aprender a diferenciar quando ele está certo — e quando está gritando à toa.
Você já parou pra pensar em quantas vezes sua vergonha estava gritando à toa? Conta pra gente aqui embaixo. 👇

Você não precisa se sentir seguro por dentro para sinalizar segurança por fora. 🌿Vergonha, constrangimento, humilhação, ...
15/07/2026

Você não precisa se sentir seguro por dentro para sinalizar segurança por fora. 🌿
Vergonha, constrangimento, humilhação, culpa — para nossos ancestrais, ser excluído da tribo era quase uma sentença de morte. Por isso nosso cérebro ainda reage à rejeição social como se fosse dor física.

Arrasta pro lado ➡️ e conta pra gente: qual dessas quatro letras é mais difícil pra você?
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