01/06/2026
EJA-Educação de Jovens e Adultos !!
A Educação de Jovens e Adultos, outrora denominada de Ensino Supletivo, reingressa os maiores de quinze anos no Ensino Fundamental (C.A. ao 9º ano) e os maiores de dezoito anos no Ensino Médio que não tiveram acesso à educação na idade devida, na maioria das vezes no ensino noturno (Artigo 208, inciso I da Constituição Federal; Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996, arts. 37 e 38 seção V; Lei 10.172/2001, que aprovou o Plano Nacional de Educação; Resolução CNE/CEB nº 02/1998 e Parecer CNE/CEB nº 04/1998, que estabelecem as Diretrizes Curriculares Nacionais para Ensino Fundamental).
A interrupção escolar ocorre por diversos fatores: a necessidade de trabalhar ainda na infância para ajudar no sustento de suas famílias, casamentos precoces, fracasso escolar, entre outros.
A educação de adultos chega ao Brasil com os padres jesuítas em 1549, com o objetivo de catequizar e instruir nativos e colonizadores.
Torna-se oficial no Brasil em 1945, com o Decreto nº 19.513 de 25 de agosto de 1945.
O ensino de jovens e adultos acontece nas escolas das redes pública e privada. Cada fase (como costuma-se denominar cada série) tem duração semestral ou anual, com cursos presenciais e semi-presenciais. Estes são oferecidos nos Centros de Estudos Supletivos (CES) e Núcleos Avançados dos Centros de Estudos Supletivos (NACES), através de uma avaliação contínua, com apostilas como recursos didáticos.
A EJA é vista por muitos como solução para a exclusão e para a desigualdade social, como pagamento de uma dívida da sociedade para com os analfabetos e as pessoas com escolaridade interrompida.
Há uma necessidade de formação acadêmica que privilegie o trabalho do professor com o ensino de jovens e adultos. A formação docente é dirigida para o ensino de crianças e adolescentes e propõe uma metodologia que se torna ineficaz no universo do aluno adulto, pois o mesmo aprende de formas diferentes.
O ALUNO ADULTO
O aluno adulto possui faixa etária diversificada: uma mesma classe recebe desde adolescentes até idosos. Esses educandos têm níveis de ensino diferentes e são trabalhadores, desempregados, donas-de-casa, portadores de necessidades especiais,