Diretório Acadêmico Ruy Barbosa - DARB

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Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Diretório Acadêmico Ruy Barbosa - DARB, Escola, Pavilhão 6/Campus Carreiros/Avenida Itália, km 8, Rio Grande.

Photos 10/09/2017

É amanhã!!

Photos from Diretório Acadêmico Ruy Barbosa - DARB's post 15/03/2017

[CONVOCATÓRIA]
[ASSEMBLEIA PARA COMISSÃO ELEITORAL]

Colegas, viemos por meio desta convocar todos e todas estudantes do nosso curso de direito para construirmos juntos/as a ASSEMBLEIA DE FORMAÇÃO DA COE, marcada para 21/03, próxima terça-feira, às 19:00.

Lembrando que em assembleia no ano passado foi decidido que em respeito às mobilizações da época as eleições da Coordenadoria Executiva do Diretório Acadêmico Ruy Barbosa deveriam ser feitas no inicio do ano letivo de 2017. Cumprindo o deliberado em assembleia, cabe agora divulgar esta convocatória.

Demais informações estão constantes na Ata em anexo! Qualquer dúvida também é só nos contatar.

Até lá!

22/12/2016

NOTA SOBRE A REPOSIÇÃO DAS ATIVIDADES DE 2016

Na manhã de hoje (22/12/2016) ocorreu reunião extraordinária do Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Administração - COEPEA da FURG, com a reposição de atividades do ano letivo de 2016 na pauta.
Ao final da reunião, duas propostas foram a votação entre as conselheiras:

1. Reposição das atividades de 2016 a partir de março/2017, com início do ano letivo de 2017 em 10 de abril - a qual consideramos mais adequada aos interesses estudantis; e

2. Reposição das atividades de 2016 a partir de 06 de fevereiro/2017, com início do ano letivo de 2017 no início de março/2017.

Feita a votação, foi deliberado pela segunda proposta, com reposição a partir de 06/02.

A partir dessa decisão, cabe à FADIR estruturar o calendário da Faculdade.

A deliberação na íntegra deve ser disponibilizada em breve em .
Lembramos que o posicionamento inicial das/os conselheiras/os consistia na reposição das atividades a partir de 05 de janeiro/2017, o que seria situação ainda mais prejudicial a quem tem de arcar com custos de passagem e aluguel.

A reposição em fevereiro é um cenário mais favorável que janeiro e, embora não seja o mais adequado, foi possível porque houveram estudantes, professoras e técnicos que ofereceram resistência, por voto no COEPEA e se fazendo presentes, em favor dos interesses mais vulneráveis.

Agradecemos às pessoas em mobilização que defenderam o ponto mais favorável e vamos adiante na luta, único meio de assegurar direitos!

Ocupação das Reitorias FURG 2016 03/06/2016

Porque as pró-reitorias da Furg estão ocupadas?

Ocupação das Reitorias FURG 2016 Porque as pró-reitorias estão ocupadas? Frente de Lutas Contra a Precarização da Universidade - FURG

Photos 03/06/2016

Pautas de reivindicações da ocupação do prédio das pró-reitorias furg!!!!!!

[ PAUTAS DE REIVINDICAÇÕES DA OCUPAÇÃO DO PRÉDIO DAS PRÓ-REITORIAS FURG ]

Nós, estudantes que temos construído as mobilizações frente à precarização da assistência estudantil e da educação pública, ocupamos o prédio das pró-reitorias da Universidade Federal de Rio Grande após o ato ocorrido no último dia 31/05 (trinta e um de maio), o qual reuniu mais de duzentos estudantes. A Ocupação é fruto de diversas tentativas desgastantes de estabelecimento e fortalecimento de diálogos entre a Instituição e o corpo discente. Cabe salientar que os espaços de discussão, tão prezados pelos/as envolvidos/as na Ocupação, têm sido desencorajados diante da postura por parte da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis.

Viemos por meio deste solicitar uma reunião para a abertura de negociações com a Reitoria desta universidade, no dia 03/06/2016 (três de junho de dois mil e dezesseis), às 10h (dez horas), no prédio ocupado das pró-reitorias. Encaminhamos abaixo as pautas com suas devidas justif**ativas, estas que foram levantadas (e têm sido amplamente discutidas) em assembleias abertas a todos/as os/as estudantes, realizadas durante esta Ocupação. Reiteramos que todas as mobilizações e discussões têm sido promovidas de forma ampla, horizontal e aprofundada.
Ressaltamos que estas demandas não surgiram desta Ocupação! São fruto de anos de acúmulo em espaços de debate que levaram o movimento estudantil a perceber a extrema necessidade do atendimento destas pautas.

# Incorporação das alas específ**as para moradia familiar nas Casas de Estudantes III e IV: A construção das CEU’s III e IV, apesar de garantidas na Ocupação de Reitoria em maio de 2015 (previstas para término em maio de 2016), ainda se encontram em estágio inicial. Enquanto isso, mães e pais em situação de vulnerabilidade socioeconômica, que moram longe de suas cidades de origem, têm evadido por não terem espaços nas CEU’s para conviver com companheiros/as e filhos/as. Existem mães morando nas Casas de Estudantes que, por a universidade não ter moradia familiar, acabam tendo que escolher entre estudar e f**ar longe de suas crianças ou desistir do curso. Por isso, pautamos que alas exclusivas para moradia familiar sejam garantidas com a entrega das casas III e IV.

# Construção de passarelas no entorno do RU: As obras intermináveis de ampliação de estacionamentos, faixas viárias e edif**ações se aglomeram na universidade. Enquanto isso, os/as estudantes se empilham em filas gigantes! Faça chuva, faça sol! É mais que na hora de que haja priorização nessa obra que envolve um grande número de pessoas da comunidade acadêmica e que seja dado um prazo para a apresentação do projeto de passarelas que contemplem o acesso ao RU.

# Diminuição no valor da refeição do RU: O valor universal da alimentação, não subsidiado, é tão alto que insere o restaurante universitário da FURG entre os dez mais caros do país. Valor este que compromete parte signif**ativa do nosso orçamento e dificulta nossa permanência.

# Incluir estudantes das CEU’s, eleitos/as por assembleia, nas comissões de fiscalização de obras relacionadas à Assistência Estudantil: Medida importante que garante acompanhamento e participação ativa dos/as estudantes em vulnerabilidade socioeconômica no andamento das obras que dizem respeito as suas demandas. Cumprimento dos prazos estabelecidos e acordados perante a comunidade acadêmica e maior participação na gestão do dinheiro público.

# Fim da solicitação mensal dos auxílios: Medida adotada recentemente para criar um mecanismo que limite o acesso aos auxílios já deferidos, comprometendo a permanência daqueles/as que já confirmaram vulnerabilidade socioeconômica e cumpriram com todos os pré-requisitos dos editais do subprograma de assistência estudantil. Defendemos o fim desse mecanismo perverso.

# Que os auxílios sejam recebidos nos 12 meses do ano: Acreditamos que a condição de sermos estudantes com vulnerabilidade socioeconômica não está limitada ao período letivo. Infelizmente não é desta forma, tal como somos, que a universidade nos trata, pois restringir nosso acesso aos benefícios de assistência estudantil durante os recessos acadêmicos faz com que muitos/as não tenham como se manter nesse período. Temos como exemplos o auxílio permanência, auxílio transporte e o direito à meia passagem, que nos são retirados simplesmente pelo fato de não estarmos em período letivo, desconsiderando que a vulnerabilidade socioeconômica é uma condição permanente.

# Que as CEU’s estejam prontas até dezembro de 2016: A construção das CEU’s III e IV é uma demanda antiga, tendo em vista o aumento crescente de estudantes oriundos/as de outras localidades em vulnerabilidade socioeconômica. Além disso, é evidente a situação precária de muitos apartamentos das CEU’s, onde os/as estudantes são submetidos a quartos superlotados e estruturas decadentes. O movimento de Ocupação entende como urgente a aceleração dessas obras, tendo como prazo máximo dezembro deste ano (2016) a entrega das CEU’s prontas e mobiliadas. Uma vez que ao início do próximo ano letivo, novos/as ingressantes com vulnerabilidade socioeconômica demandarão mais vagas de moradia, e o alojamento provisório (CEU localizada na Rua Aquidaban) está superlotado, além de não oferecer uma estrutura adequada. Vale lembrar que a reitoria já havia firmado compromisso com o término dessas obras para maio deste ano (2016), firmado como acordo de desOcupação de reitoria no processo de mobilização de 2015.

# Universalização do acesso e do funcionamento do RU do CC-MAR: Estudantes do Carreiros que moram, desenvolvem atividades acadêmicas ou qualquer outra atividade no centro da cidade, f**am impossibilitados/as de fazer suas refeições no Restaurante Universitário CCMar, sendo este restrito apenas a acadêmicos dos cursos de medicina, enfermagem e residentes da CEU Aquidaban. Entendendo a importância da garantia efetiva da alimentação para todos/as reivindicamos a universalização imediata do acesso a esse direito, inclusive sua abertura aos finais de semana e aos feriados.

# Construção das CEU´s e RUs nos Campi de fora de Rio Grande: Direito à moradia digna e alimentação de qualidade são pilares fundamentais para permanência dos/as estudantes em vulnerabilidade socioeconômica na Universidade Pública. A efetividade permanente destes direitos se dá apenas por meio de construções e estruturas de Restaurantes Universitários e Casas de Estudantes próprias da instituição. Acesso pleno e digno ao direito à moradia e alimentação não são realidade nos campi fora de Rio Grande, deixando os/as estudantes destes e a Universidade à mercê da especulação imobiliária e restaurantes privados que cobram altos valores, impossibilitando mais uma vez o acesso aos direitos básicos que garantem a permanência dos estudantes, principalmente daqueles/as que estão em vulnerabilidade socioeconômica. Neste sentido, reivindicamos a aceleração e viabilização da construção dos restaurantes e CEU’s em construção nestes campi e de acordo com a demanda de cada campus.

# Construção da sala de estudos na casa 126: Desde 2013 a PRAE vem prometendo aos residentes da Casa do Estudante 126, localizada fora da universidade, a construção e implementação de uma sala de estudos para que os/as estudantes possam realizar suas tarefas acadêmicas. Diante do não cumprimento dessa demanda, entendo que essa demanda não pode ser mais adiada, reivindicamos a construção imediata de uma sala de estudo na CEU 126, sendo importante ressaltar que ela deve conter estrutura necessária de acordo com a demanda dos/das residentes desta CEU.

# Realização de um Fórum de Assistência Estudantil na Ocupação, com as pautas: (prestação de contas 2015 e previsão para 2016, dados detalhados do edital de inclusão e renovação de assistência básica 2016, revisão da instrução normativa das CEU’s e do Edital de Assistência Básica): A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis prometeu que realizaria fóruns para discutir estes assuntos numa data futura, entendemos que o espaço que possibilitaria a maior participação de estudantes é na Ocupação, pois já estamos mobilizados/as para debater assistência estudantil.

# Creche na universidade: Existia uma creche universitária na FURG que encerrou seu funcionamento. O Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) prevê a garantia de creche para os/as filhos/as dos/as estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Atualmente a única ação executada pela FURG dentro das diretrizes do PNAES que garantem o acesso à creche é um auxílio pré escola, no valor de R$ 250,00 para estudantes com filhos/as de 0 a 5 anos. Entendemos que este auxílio, nos moldes como tem sido ofertado, não cumpre com a necessidade real dos/as estudantes. Entendemos a necessidade da reativação dessa creche para atender os/as estudantes da Universidade e também os/as trabalhadores/as, incluindo servidores/as públicos/as e terceirizados/as.

# Reconhecimento do regimento do prédio do DCE do centro e acordo para manutenção do mesmo por parte da PRAE e do DCE: Os/as estudantes da FURG aprovaram em assembléia, a qual cumpriu rigorosamente todo o tramite exigido para provação ou recusa do Regimento Interno, no dia 23 de maio um regimento para normatizar a utilização do prédio do DCE no centro, inclusive denominando o espaço como Centro de Cultura Popular Angelina Gonçalves. O espaço é utilizado como alojamento e teve este uso reconhecido pela PRAE no inicio do ano letivo, porém, agora tanto o DCE como a PRAE estão resistentes em reconhecer a decisão dos/as estudantes, o que leva os/as moradores do prédio a não conseguir o mínimo de auxilio por parte da Universidade na manutenção de sua moradia e do espaço que também serve para realização de atividades culturais e de formação.

# Reavaliar o edital do processo seletivo por cotas com recorte racial: Exigimos a apresentação de um documento contendo os dados específicos de estudantes cotistas raciais deferidos e indeferidos em cada benefício solicitado no edital de inclusão/renovação 2016. Vemos também a necessidade da criação de um ato normativo para implementar como requisito a avaliação fenotípica para garantia da eficácia da já implementada lei de cotas étnico-raciais. Cabendo a uma comissão composta por militante do movimento negro e pesquisadores/as negros e negras que estudam assuntos étnico-raciais fazer o reconhecimento desse sujeito.
Para garantia efetiva dessas pautas exigimos a assinatura por partes de representantes da instituição, de um documento que será redigido pela comissão de negros e negras do movimento de Ocupação.

# Auxílio permanência para todos/as que precisam: 1700 estudantes foram indeferidos/as no auxílio permanência, dentre estes/as, alguns indeferimentos foram por falta de verba da universidade. Contudo, existe um número (que a PRAE ainda não disponibilizou) de estudantes que demonstraram vulnerabilidade socioeconômica, mas não recebem o auxílio que lhes é de direito.

# Demandas do alojamento provisório: Há uma urgência para a entrega das Casas III e IV, ciente de que para suprir esse gargalo reservou o espaço Casa de Estudante - Aquidaban, no entanto sua estrutura predial é insalubre, nociva e patogênica em grau alto. Os problemas foram apresentados reiteradamente à PRAE sem soluções efetivas e cumprimentos dos prazos, tendo em vista que até o momento só se apresentou número dos pedidos. No que se refere ao espaço físico e disposições de móveis para aproximadamente 70 moradores/as, encontram-se limitados e desumanos, pois impossível ter uma convivência salutar quando nesse mesmo ambiente há apenas, por exemplo, um fogão de quatro bocas. Salientamos então a entrega no mínimo de um fogão, máquina de lavar, internet e diminuição de estudantes por quarto, para que os estudantes tenham o mínimo de discernimento, lucidez e compreensão para estudo de qualidade e alto nível que a FURG exige. .

# Café da manhã para todos/as, conforme o tipo de assistência que cada um/a recebe e com os seguintes valores: (universal: R$1,50, parcial: R$1,00 e integral: gratuito): O café da manhã para todos/as estudantes da universidade foi prometido desde a última Ocupação e agora o prazo dado pela PRAE é para metade do mês de junho. Porém o custo do café da manhã será de R$3,59, ou seja, mais caro do que o almoço. Além disso, não é previsto o subsidio para todos/as em vulnerabilidade socioeconômica, somente para moradores/as das CEU’s. Cobramos que a universidade subsidie parte do custo do café para todos/as estudantes.

# Retorno do rancho integral para as CEU’s: A alimentação é de caráter fundamental à permanência e salubridade dos/as estudantes. Cada estudante recebe mensalmente o valor de quinze reais, os quais podem ser gastos exclusivamente em produtos alimentícios elencados unicamente pela universidade. O retorno do rancho integral garante o valor para cada estudante. Exigimos também que o contrato estabelecido entre a Universidade e o Guanabara seja reavaliado no Fórum de Assistência Estudantil. Vale ressaltar que a universidade oferece apenas três refeições diárias e este valor de quinze reais seria para subsidiar uma quarta refeição. Contudo, é inviável, pois, os preços dos itens são exorbitantes. Além disso, aos finais de semana principalmente quando está chovendo ou em outras condições adversas, f**a difícil se deslocar até o RU, já que não é oferecido transporte interno.

# Fim do CAHES e Regulamento dos Fóruns: O CAHES é propagandeado pela Universidade como um espaço de discussão sobre a Assistência Estudantil. Porém, na prática, ele só representa mais um espaço burocrático que impede e atrasa o avanço das políticas de Assistência Estudantil. Antes do mesmo ser instituído, a instância consultiva da PRAE eram os Fóruns de Assistência Estudantil em que havia um debate amplo com os estudantes assistidos. No momento, as decisões referentes à assistência estudantil são discutidas no CAHES possui uma representatividade estudantil de 4 estudantes do Universo de 12.000. A regulamentação dos fóruns, enquanto espaço máximo de discussão e deliberação sobre os assuntos relacionados à assistência estudantil, surge como instrumento democrático nas tomadas de decisões.

# Melhorias na segurança: Maior iluminação no campus Carreiros e ampliação dos horários do micro: Em decorrência da situação de insegurança atual que o campus enfrenta, com os recorrentes assaltos, faz-se necessário a realização dessas medidas.

# Repensar a construção dos muros na universidade: Entendendo que a Universidade é um espaço mantido com recurso público, e que portanto a sua utilização e suas produções devem ser voltadas para a sociedade, principalmente onde a universidade está inserida, a criação de muros, sejam eles físicos ou ideológicos são contrários à lógica de democratização da Universidade e produção do conhecimento. É extremamente incoerente a FURG no mesmo ano em que investe um signif**ativo recurso na construção de muros físicos para isolar a Universidade da comunidade do entorno, promove uma Mostra de Produção Universitária com a temática “Inovação e Democratização da Universidade Pública - Diferentes Aprendizados, Múltiplos Saberes”. Entendemos que a construção de muros físicos no entorno da FURG não é uma medida que soluciona o problema da insegurança no campus, mas é só mais uma forma de excluir a comunidade historicamente excluída do espaço universitário. Reivindicamos a reavaliação da construção dos muros, com participação da comunidade do entorno da Universidade.

Diante do explicitado, retif**amos o fortalecimento de espaços abrangentes de debate sobre assuntos estudantis e reconhecemos o poder do diálogo. Informamos ainda que estamos disponíveis para a prestação de quaisquer esclarecimentos através do endereço eletrônico: [email protected] e/ou ainda através de um contato direto com as/os estudantes que se encontram na Ocupação.

Photos 02/05/2016

[ASSEMBLEIA ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL]

SEGUNDA-FEIRA, às 19h00.
TERÇA-FEIRA, às 08h30.

Galera, conforme postamos na quinta-feira, dia 28/04, alteramos a data da Assembleia para que f**asse em maior conformidade com as condições dos e das estudantes do curso comparecerem, considerando também o que explicamos no link em anexo.

Nesse sentido, passamos novamente aqui para continuar a divulgação da Assembleia, compreendendo a urgencia da pauta e da necessidade de estarmos mobilizados/as nesse momento acirrado da assistência estudantil!

Mais uma vez convidamos à todos e todas para o debate!

https://www.facebook.com/DARBFurg/posts/1100137320050483

29/04/2016

[ALTERAÇÃO DA DATA DA ASSEMBLEIA]

Pessoal, em caráter da mudança das circunstâncias do chamamento da assembleia, nós viemos ADIAR a construção da assembleia da data atual para uma data que melhor contemple os/as estidantes.

Cabe explicitar que a data e horario anterior foram definidos para que conseguissemos fazer o quanto antes a assembleia, ainda nessa semana, de forma que dialogasse com a necessidade de debater acerca do assunto.

Nesse sentido, tentamos trazer o debate nao apenas por essa formalidade mas para que pudessemos levantar esse topico ANTES da Asembleia Geral que o DCE deveria ter chamado para o dia 27/04, conforme solicitou o Conselho de CAs e DAs. A Assembleia Geral não foi chamada para esse dia, mas ainda tinha perspectiva de ser convocada, e por isso a pressa de conseguirmos chamar a do direito o quanto antes.

Nesse cenário, portanto, é de se trazer que o DCE NAO cumpriu com o demandado e que continuamos sem perspectiva de data da convocatoria competida à entidade. Com isso, devemos nos mobilizar para construir mais uma vez uma ASSEMBLEIA GERAL DE ESTUDANTES DE DIREITO que mobilize os/as estudantes da nossa faculdade em função dessas pautas que nos tocam, e ainda em tempo hábil para somarmos com os/as outros/as colegas dos outros cursos.

Diante de tudo isso, soltaremos o indicativo de ASSEMBLEIA para
- Segunda-feira de NOITE e
- Terça-feira de MANHÃ,
justamente nos moldes das assembleias dos estágios, e com horário a se definir ao longo do fim de semana para que possamos dialogar ao máximo com nossos/as colegas, que por muitas vezes (e por muitos fatores) nao possuem condicoes de se fazerem presentes.

Nós da gestão lamentamos o transtorno e convidamos vocês mais uma vez para o espaco de forma que consigamos TODOS e TODAS constuir coletivamente.

Photos 27/04/2016

[CONVOCATÓRIA: ASSEMBLEIA GERAL DE ESTUDANTES DE DIREITO SOBRE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL]

O DIRETÓRIO ACADÊMICO RUY BARBOSA convoca, em caráter de urgência, a seguinte ASSEMBLEIA GERAL DE ESTUDANTES DE DIREITO, com o fim de debatermos e deliberarmos coletivamente acerca do atual rumo da Assistência Estudantil em nossa universidade.
A pauta surge por presenciarmos um contexto de cortes gerais na educação, quando muitos/as dos/as estudantes da FURG, colegas do dia-a-dia, passaram e passam por um momento delicado de renovação das bolsas e auxilios, em que os indeferimentos são uma realidade e que, não sendo bastante, muitas vezes são apenas deferidos parcialmente, garantindo menos que o mínimo do ideal.
Nesse sentido, convidamos todos/as os/as estudantes para comparecer dia 29 de abril, às 10h00, no Auditório do Pavilhão 6,
para que possamos estimular o debate acerca do tema, de importância que possui, uma vez que permeia a realidade de boa parte de nossos/as colegas!
Vamos construir esse espaço juntos/as mais uma vez! Contamos com a tua presença.

Photos 07/04/2016

[CONVOCATÓRIA CONSELHO DE C.A.'s e D.A.'s]

Viemos por meio desta convocar a reunião do Conselho de C.A's e D.A's da FURG.

Data: 12/04, terça-feira..

Local: Prédio do ME

Horário: 17h, com segunda chamada às 17h30.

Pautas:
- Assistência estudantil (indeferimentos);
- Aumento da passagem de ônibus;
- Necessidade de chamar Assembleia Geral do M.E.
- Utilização do prédio DCE do Centro.

Assinam essa convocatória os seguintes Centros e Diretórios Acadêmicos:
D.A. Artes; C.A. História; D.A. Direito; C.A. Oceanologia; C.A. Biologia; C.A. Psicologia; C.A. Biblioteconomia.

21/03/2016

Convocatória do Diretório Acadêmico Ruy Barbosa
O Diretório Acadêmico Ruy Barbosa convida a todas/todos as/os estudantes para a Assembleia sobre estágios, que ocorrerá nos dias 22/03 às 19:30 e 23/03 às 8:30, na sala 6101 (anfiteatro do prédio 6). A participação de todas/todos é de extrema importância para a permeação do debate a respeito do que é o estagio, seus objetivos e os problemas enfrentados dentro do âmbito. Salientamos que as/os alunas/alunos que possuírem relatos abusivos sofridos dentro do estágio, podem descrevê-los e manda-los para o e-mail do Diretório, [email protected] , ou serem entregues pessoalmente aos membros do DARB, afim de qualif**armos ainda mais o debate e a discussão a respeito do assunto. Aguardamos a presença de todas e todos.

Photos 17/03/2016



[NOTA DE EXPLICAÇÃO SOBRE OS CARTAZES FIXADOS ÀS PAREDES DO PAVILHÃO 6]

Na última segunda-feira, 14 de março, foram fixados às paredes do pavilhão 6 da FURG cartazes que expõe frases machistas ditas por alguns professores do curso de direito durante suas aulas. Estes cartazes são o início da campanha , uma iniciativa da frente feminista da atual gestão do Diretório Acadêmico Ruy Barbosa - Gestão Mobiliza. Essa frente comporta alunas do 2º ao 5º ano do curso, e que, após anos de indignação, resolveram fazer a denúncia do machismo reproduzido no dia-a-dia da faculdade, machismo estes que, apesar de latente, não é debatido, e ainda pior, naturalizado, no intuito de fomentar um debate de gênero mais sério e qualif**ado entre professorxs e alunxs da faculdade de direito.
No entanto, apesar de essa manifestação ter sido idealizada por esse pequeno grupo, logo pôde se ver o respaldo e legitimidade que tal campanha encontrou entre as estudantes do curso, visto que essas frases, de tão corriqueiras no nosso ambiente universitário, por si só já delatavam seus autores. As fotos da intervenção no pavilhão foram exaustivamente compartilhadas em redes sociais como facebook e snapchat, tanto por alunas quanto por ex-alunas e professoras, que ao se identif**arem com a luta, deram força para que a campanha tivesse grande repercussão.
Porém, triste foi ver o quão ofendidos se sentiram os professores, tanto os que não tiveram quanto os que tiveram suas frases reproduzidas nesses cartazes, e que tentaram se justif**ar nas salas de aula alegando “má interpretação de nossa parte”. Não se propuseram à fazer a autocrítica, apenas mostraram-se hostis e não dispostos ao debate, fazendo muitas vezes chacota da campanha. Alguns outros, que vestiram uma roupagem mais “democrática”, ao indagarem à gestão do DARB sobre o intuito da campanha, dirigiam-se aos homens, não dando voz às mulheres e deixando mais uma vez em evidência o desprezo que esses têm pela causa.Também nos foi sugerido não sermos tão “radicais” e resolvermos por meios institucionais, como se machismo nessa faculdade fosse uma novidade desconhecida pela direção e professorxs do curso... Mas f**a aqui nossa provocação: a que meios institucionais recorrer quando um dos próprios membros da atual gestão da faculdade tem uma de suas frases reproduzidas nesses cartazes?
Esses professores não entenderam que qualquer reprodução de machismo é sim lesiva às mulheres, que as piadinhas de hoje legitimam a violência de amanhã. Quantas terceirizadas da FURG ainda terão que ser estupradas dentro do campus pra que a discussão de gênero seja realmente levada à sério? Quantas estudantes trans terão que ser agredidas? Quantas alunas terão que ser sedadas e entupidas de abortivo pelo namorado, pra que falemos de machismo como algo que mata? Hoje, nos vemos sendo taxadas de histéricas pelo simples fato de reivindicarmos o mínimo respeito às mulheres dentro da sala de aula, de não nos submetermos e não aceitarmos caladas a opressão de gênero dentro da faculdade como algo normal, porque tudo bem falar de feminismo em sala de aula, desde que não os incomode, não é isso? É fácil falar de Direitos Fundamentais e em Dignidade da Pessoa Humana, difícil é sair de sua zona de conforto, se ver enquanto opressor e se mostrar disposto à desconstrução.
Vocês professores, se sentiram lesados por terem suas frases expostas desta forma? Então, imaginem como nós, estudantes, nos sentimos lesadas, machucadas, oprimidas por ter que ouvir absurdos como esses TODOS OS DIAS, desde de o estágio/ trabalho até a sala de aula!
Essa nota tem como intuito explanar sobre os objetivos da campanha e comunicar que estes cartazes são apenas o começo dessa luta. NÃO IREMOS NOS CALAR!

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