13/04/2026
Rio Grande teve diversas fábricas do setor de fumos, dentre elas a de Miguel José de Araújo & C. - Fábrica Aliança.
Foi fundada em 1876 por Miguel José de Araújo (português) e Henrique C. de Araújo. Produzia charutos com fumo nacionais e de Havana. Marcas mais famosas: Barão de Rio Branco, Primor, Aliança, Diplomáticos, Colibris, Bella Flor, Havanenzes Extra finos, Casinos, Antonioeta, Glória e Itália. Funcionava na Rua Riachuelo, importante rua comercial e para o setor industrial.
Miguel Araújo foi também vice cônsul de Portugal na cidade e faleceu em 1929.
26/03/2026
Registros da atividade “Caminho fabril no museu: histórias e memórias do patrimônio industrial “ realizada hoje de manhã dentro da programação do evento Centro+Vivo da
A atividade em parceria com o reuniu mais de vinte pessoas para conhecer mais sobre o patrimônio industrial da cidade! Teve bingo e visita mediada na exposição!
Agradecemos a todo mundo que compareceu, ao Museu pela parceria e à Prefeitura pelo convite.
Atividade ministrada pela equipe do projeto: .lazzeri
Agradecimentos .slfer e toda equipe do
📸
🏭
25/03/2026
VEM PRA ATIVIDADE DO CAMINHO FABRIL NO EVENTO CENTRO+VIVO
Atividade Caminho fabril no museu: histórias e memórias do patrimônio industrial
Resumo da atividade: Atividade dividida em três momentos: 1) Apresentação da história e do patrimônio industrial de Rio Grande por meio de fotografias, objetos e depoimentos. 2) Atividade interativa 3) Visita mediada na exposição do Museu
Local: Museu da Cidade do Rio Grande
Dia : 26/03/2026
Horário: 10h às 11h30
Vagas : 20
Atividade promovida pelo Projeto Caminho Fabril em parceria com o Museu da Cidade do Rio Grande.
Inscrições pelo link: https://forms.gle/CSnXFBGxcvvFtUbAA
02/03/2026
Antes e depois da Rua Marechal Andreia esquina João Pessoa. Na primeira imagem é possível ver o Sobrado da Macega e, ao fundo, o Moinho Rio-grandense. À beira da Lagoa dos Patos, local onde, posteriormente, foi realizado o aterro e construída a Pescal. É possível notar o trilho do trem/bonde que atendiam a região. Essa é uma zona importante para o processo de industrialização rio-grandino, que também contava com armazéns, entrepostos e outros serviços.
Foto do acervo da Biblioteca Rio-grandense
Agradecimentos a Luiza Rolim e Fábio Mattos.
26/02/2026
Caixa de charutos Poock do tipo “União”, mais uma para a coleção.
19/02/2026
Hoje comemoramos os 289 anos de fundação da cidade do Rio Grande.
Parabéns, Rio Grande por esses e muitos mais anos de histórias.
Desejamos que tuas histórias sejam contadas e preservadas, que a memória do trabalho e dos trabalhadores e trabalhadoras sejam reconhecidas!
Viva Rio Grande!
18/02/2026
O carnaval é comemoração, mas também é história. A data e o clube Braço é Braço nos lembram que a festa também é luta!
Rio Grande possui um longo histórico entrelaçado com essa festividade, por isso, nós do caminho fabril optamos por fazer essa homenagem a uma parte tão significativa da cidade e da classe trabalhadora!
Desejamos um bom descanso pós carnaval, celebrem sempre!
Todas as fotos foram retiradas do grupo Fatos e Coisas de Antanho do Rio Grande.
Postagem realizada pela integrante
10/12/2025
Algumas semanas atrás encerramos o curso “caminho fabril: Mediadores e multiplicadores do patrimônio industrial”. Superamos nossas expectativas com o número de participantes, a qualidade dos debates e o alcance do curso!
Agradecemos às professoras, aos professores e às pessoas que estiverem nessa turma maravilhosa.
Já estamos ansiosas pela próxima edição!
15/09/2025
Imagens da Cooperativa que funcionava na Sociedade Mutualifade (Cassino dos Mestres). O prédio construído em 1911 fez parte do projeto de ampliação da Rheingantz. Inicialmente tinha o objetivo de fornecer espaço de lazer e hospedagem para os mestres da fábrica, principalmente os estrangeiros. Posteriormente abrigou a Sociedade Mutualidade e a Cooperativa.
Fotos da América Magazine de 1959
04/09/2025
Trabalhadores da Fábrica de Fogões Perez & Cia, sem data.
02/09/2025
Ilustração da folha “Bisturi” de 1890, retratando a primeira greve da Rheingantz. Trabalhadores e trabalhadoras realizaram a greve no intuito de afastar o inspetor Pietchmann. Os jornais locais destacam a adesão e participação de mais de 400 operários em greve entre homens, mulheres e crianças. A greve durou cerca de 1 semana, 8 operários considerados os líderes foram demitidos e, com a pressão dos grevistas, foram readmitidos. O inspetor Pietchmnan, identificado como “algoz do suor dos trabalhadores” não foi afastado nem demitido de suas atividades. Essa é o primeiro registo de greve da Rheingantz, que iniciou suas atividades em 1873/4.
Legenda da ilustração: Os operários da Fábrica de tecidos dos Srs. Rheingantz & C., desde o dia 2 do corrente, fazem pacífica greve, exigindo a retirada temporária de um empregado superior, que os afronta e os humilha constantemente.