Revista Diversidade & Educação

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A Revista Diversidade & Educação é uma revista de divulgação científica semestral do Grupo de Pesquisa Sexualidade e Escola do Instituto de Educação da Uni

Photos from Revista Diversidade & Educação's post 17/12/2025

✨ Divulgação das publicações do nosso dossiê "Masculinidades nos espaços-tempos educacionais":

ENTRE O RACISMO E O SILÊNCIO:
MASCULINIDADES SUBALTERNIZADAS NOS ESPAÇOS EDUCACIONAIS BRASILEIROS
Autor: Natanael de Freitas Silva

NEGROS QUILOMBOLAS:
NOTAS SOBRE INDIVIDUALIDADES MASCULINAS NEGRAS NA UNIVERSIDADE
Autores: Alan Augusto Moraes Ribeiro e Henrique Restier

“TENTARAM ME FAZER MUDAR”:
EXPERIÊNCIAS DE JOVENS NEGROS G**S NO CONTEXTO DA FAMÍLIA E ESCOLA
Autores: Gabriel da Silva Brito e Edna Martins

Acompanhe os resumos no post e acesse os artigos completos pelos QR Codes, ou pelo link abaixo:

📎 https://periodicos.furg.br/divedu/issue/view/935

Nos siga para conferir mais publicações! 🤩

Photos from Revista Diversidade & Educação's post 16/12/2025

✨ Iniciando a sequência de divulgação das publicações do nosso dossiê "Masculinidades nos espaços-tempos educacionais":

UMA CONVERSA COM OSMUNDO PINHO SOBRE MASCULINIDADES NEGRAS
Por: Paulo Melgaço da Silva Junior, Leandro Teofilo de Brito e Dilton Ribeiro Couto Junior.

Acompanhe o resumo no post e acesse a entrevista completa pelo QR Code, ou pelo link abaixo:

https://periodicos.furg.br/divedu/article/view/20193

13/12/2025

📚✨ Dossiê "Masculinidades nos espaços-tempos educacionais" publicado!

Nas últimas décadas, os estudos sobre homens e masculinidades têm se ampliado e se complexificado, especialmente a partir de perspectivas interseccionais que consideram raça, classe, sexualidade, território, geração e dissidências de gênero.

Este dossiê propõe refletir sobre como os processos formativos escolares e não escolares participam da produção de sentidos sobre as masculinidades na contemporaneidade.

🌟 Reunindo mais de 70 TEXTOS de pesquisadoras e pesquisadores de diferentes regiões do país — além de uma entrevista maravilhosa com Osmundo Pinho —, a edição está organizada em sete eixos temáticos, que abordam desde: 1 – Masculinidades, Raça e Interseccionalidades; 2 – Docência, Formação e Trabalho Educativo de Homens; 3 – Juventudes, Escolarização e Experiências Masculinas; 4 – Masculinidades dissidentes; 5 – Masculinidades nas práticas corporais; 6 – Violências, Controle e Intervenções Educativas; e 7 – Tecnologias digitais, Mídias e Cibercultura.

Os trabalhos evidenciam que as masculinidades são múltiplas, históricas e atravessadas por disputas, convocando a pensar criticamente outras formas de existir, educar, conviver e promover justiça social nos espaços-tempos educacionais.

A presente edição muito nos orgulha. Recebemos um número expressivo de artigos, submetidos por autoras/es de diferentes instituições. O processo avaliativo não foi fácil, contamos com diversos pareceristas de diferentes universidades.
E o resultado de tour de force pode ser apreciado neste momento. Com isso, gostaríamos de agradecer aos que acreditaram na proposta e enviaram seus trabalhos, desejar uma boa leitura e torcer para que provoquem reflexões e novas publicações.

Org:
Leandro Teófilo de Brito (PPGE-UFRJ)
Paulo Melgaço da Silva Junior (PPGEAC-UNIRIO)
Dilton Ribeiro Couto Junior (ProPEd-UERJ)

https://periodicos.furg.br/divedu/issue/view/935

Photos from Revista Diversidade & Educação's post 05/10/2025

DOSSIÊ TRANSEPISTEMOLOGIA – SABERES INSURGENTES, CORPOS NARRATIVOS
v. 13, n. 2, jul/dez 2026
Prazo para envio 15 de agosto de 2026.
Organizadora/r
Drª Sara Wagner York/UNESP
Dr. Rafael Leopoldo/ UFMG
O Dossiê TRANSEPISTEMOLOGIA propõe reunir pesquisas, relatos e reflexões que evidenciem a potência política do saber produzido a partir de corpos trans, travestis e não-binários. Partimos da premissa de que a epistemologia não é neutra: ela é atravessada por relações de poder, regimes de verdade e disputas sobre quem tem o direito de narrar e legitimar a própria existência. Afirmamos que “essa é uma área crucial onde a epistemologia encontra a política e a própria existência”. A experiência trans, longe de ser objeto passivo de estudo, torna-se lugar de enunciação e crítica radical aos sistemas que historicamente patologizaram e silenciaram essas vidas. Convidamos todas, todos e todes que tencionam as discussões de uma EPISTEMOLOGIA TRANS/TRAVESTI, no entrelaçamento ontológico-ético-político-estético, a integrarem essa tessitura de iteração maquínica-acadêmica (YORK, 2025). O objetivo é repercutir nas discussões contemporâneas modos TRANS de pensar, fazer e narrar, trazendo ao centro: saberes-fazeres trans-acadêmicos, vozes desviantes e marginalizadas, corpos que perturbam a ordem normativa, naturalizada e normalizada.

Para maiores informações e proposta do dossiê acesse o site da revista: https://periodicos.furg.br/divedu

Photos from Revista Diversidade & Educação's post 05/10/2025

DOSSIÊ LESBIANIDADES FEMINISTAS E DOCÊNCIAS: ARTE E CRIAÇÃO DE MUNDOS POSSÍVEIS

v. 13, n. 1, jan/jun 2026
Prazo para envio 15 de abril de 2026.
Organizadoras:
Dayana Brunetto (UFPR)
Amélia Maraux (UNEB)
Simone Brandão (UFRB)
Zuleide Paiva (UNEB)

Este dossiê deseja se debruçar sobre as docências lésbicas e sapatão feministas, articuladas a potencialidade das artes, às imprevisibilidades, aos encontros, acontecimentos e encantamentos da criação de outros possíveis em educação. Deseja se encontrar com práticas docentes que entrelacem ética, estética e política; que se desloquem do pensar e fazer docência cartesiano; que escapem das garras da exigência insana de produtividade descorporificada e desencarnada da docência. Se agrada em tomar contato com docências que se constituam em oposição à ordem vigente de exploração capitalista, ra***ta, machista, lesbofóbica, bifóbica, transfóbica, capacitista e desumanizadora. Se quer encantado por possibilidades de resistências pela arte e pela docência cotidiana. Se inspira em circularidades, ancestralidades, poéticas, performatividades e sensorialidades. Pretende deslocar o centro, se distanciar das normas rígidas, abraçar potencialidades do ensino, da pesquisa e da extensão universitária como espaços-tempos de produção de possíveis. Se espera encontrar, portanto, textos que se ofereçam como linhas de escape às questões do presente, às duras realidades do mundo atual. Em meio a tantas brutalidades, que estes textos se coloquem como um respiro e uma possibilidade de (re)encantamentos, de encontros e transformações.

Para maiores informações e proposta do dossiê acesse o site da revista: https://periodicos.furg.br/divedu

17/08/2025

“Quem não pode com a formiga não atiça o formigueiro…”
“Vem, vem, vem pra rua vem, contra o machismo…”
“Ei, se liga seu machista, a América Latina vai ser toda feminista…”
“Eu beijo homem, beijo mulher, tenho direito de beijar quem eu quiser…”
“Se o Papa fosse mulher, se o Papa fosse mulher, se o Papa fosse mulher, o ab**to seria legal. Seria legal e seguro, seria legal e seguro…”
“Educação não é mercadoria…”

As frases que abrem a apresentação desse Dossiê, fazendo aqui a função de epígrafe, vez ou outra (re)aparecem na forma de lampejos de tempos vividos diante dos absurdos, fabricados em sistemas de opressão neoconservadores com fins eleitoreiros, com que fomos nos deparando e enfrentando aos nossos jeitos, nas ruas, nas escolas, nas universidades e por onde a vida pede passagem. Produzindo enfrentamentos coletivos de grupos minorizados, nos juntando aos movimentos sociais, sindicatos e partidos políticos que não transformaram nossas existências em “povos a serem exterminados”, afirmamos na coragem do viver, sendo quem somos e o que podemos ser, outros sentidos para o mantra “ninguém soltando a mão de ninguém”, “mexeu com uma, mexeu com todas”.
Com nossos corpos pretos, de bichas, de sapatas, de putas, de travestis, de macumbeiras, de periféricos, de professoras, estudantes, de pais e mães e de outros tantos cidadãos comprometidos com as pautas dos direitos humanos e que não abrem mão de uma educação crítica e implicada com o bem viver, nos fortalecemos na esperança coletiva e na crença de ser possível inventarmos um futuro mais justo e equânime para todas as pessoas.
Diante das opressões vividas e sentidas com o corpo inteiro, alguns mais do que outros, a rua era/é e precisa ser o palco público onde nos encontramos, para mostrar ao mundo nossa indignação e vulnerabilidade coletiva. E um de nós, porque ama a vida pública vivida nas ruas com outros e outras ainda se lembra dos cartazes com o seguinte dizeres. “A formiga com raiva da barata, votou no inseticida. Morreram todos, inclusive o grilo que se absteve do voto”. A raiva da formiga diante dos processos violentos com os quais estamos vivendo é uma força bem diferente da raiva enquanto condimento que nos faz seguir adiante na certeza de um outro futuro é possível. A raiva da formiga, faz pacto com o facismo, com o ressentimento, com a vingança e com a necropolítica. Ainda que seja isso, esse cartaz também não nos deixa esquecer que não existe neutralidade no mundo. Ocupamos o mundo sempre de modo posicionado. E é por isso, que aqui entendemos que a violência vivida por um corpo em sua precariedade, não diz somente sobre uma vida. Logo, se nada fizermos, se perdermos a nossa capacidade de nos indignar e de termos raiva, enquanto força biófila, logo, sem ao menos nos darmos conta, a violência que a princípio é colocada sobre um corpo, se distribuirá como força necrófila sobre toda a população.
E para isso, quem manipula o medo e a fraqueza diante dos privilégios da norma, o faz transformando grupos minorizados em forças capazes de macular a pureza das crianças, das famílias tradicionais e de um povo. E em torno disso, projetos de educação, de saúde, de cultura, de equidade, de distribuição de renda e conhecimentos descolonizados, comprometidos com uma vida em seu direito de diferir, desde onde se encontra em sua singularidade são colocados em escanteio e passa a ser usado contra seus usuários.
Cada um/uma de nós que se coloca em conversação com esta apresentação conseguirá sem muitas dificuldades enumerar uma lista de horrores, que talvez diante de tanta coisa vivida no eixo gênero, sexualidade e raça e suas intersecções, se faça necessário, para que a gente siga compreendendo que o show de horrores pode ainda nos surpreender com outros tantos absurdos.
Começaremos, de onde nos encontramos tomando notas, da capacidade de produção de maldade, de pânico moral e de efeitos sobre populações minorizadas diante os sistemas de opressão. Talvez o primeiro absurdo que nos chega à mente é o famigerado discurso (produção de realidade) via fake news que circulou na população em torno das “mamadeiras de pirocas” que seriam distribuídas na educação infantil pelos pervertidos de plantão (nós professores).
Com essa linha de raciocínio não podemos esquecer, que na última década, o Brasil vivenciou uma série de ataques sistemáticos a políticas feministas, antirra***tas e de promoção aos direitos de pessoas LGBTQIA+, que produziram impacto substantivo tanto nos espaços institucionais quanto no imaginário social, fazendo estagnar ou até mesmo retroagir um conjunto amplo de políticas públicas de direitos humanos que vinham, ainda que precariamente, sendo implementadas no país.
Embora tenham tomado corpo em múltiplos espaços sociais, essas ofensivas miraram e seguem mirando especialmente a educação, organizando ataques violentos direcionados a professoras, principalmente as professoras trans e travestis, as pesquisadoras e gestoras comprometidas com a construção de uma perspectiva crítica e com o enfrentamento às diferentes formas de discriminação e desigualdade que marcam a sociedade brasileira. A despeito do ambiente de censura e terrorismo ideológico que se instalou em escolas e universidades nos últimos anos, um conjunto amplo de profissionais de educação resistiu, insistiu e persistiu, desenvolvendo ações pedagógicas que propunham um debate cientificamente fundamentado e politicamente engajado sobre questões de gênero, sexualidade e raça.
As práticas de professores e professoras implicadas com os grupos minorizados e suas vidas, sendo práticas engajadas, resistentes e por se saberem práticas políticas, sabem a favor do que estão e contra o quê estão!
Essas práticas feita com condimentos de uma resistência corajosa e criativa produziu ricas e potentes práticas educativas, que confrontaram e seguem confrontando um ambiente político e institucional hostil. E não nos faltam por este país a fora, experiências que precisam ser mostradas, contadas, narradas, visibilizadas para seguir afirmando que a resistência antecede o poder e que nossos passos vêm de longe.
De nossos lugares, por onde a vida acontece e com a educação, afirmamos e afirmaremos em todos os dias de nossas vidas, que “não voltaremos ao armário”. Bom lembrar com essas palavras finais, que o armário não funciona apenas para as questões que nos são caras aqui que é a identidade. Nossas opções políticas e epistemológicas também são convocadas a entrarem no armário. Por não sermos mais as mesmas, lhe avisamos que não cabemos no armário. Por sermos multidão, força da multidão, quebramos suas portas e colocamos fogo nos sistemas de opressão que insistem em (re)construí-los.
Reconhecendo a importância de visibilizar essas práticas, é que de forma corajosa, propusemos esse Dossiê, dedicado especialmente à divulgação de trabalhos que registrassem e analisassem as múltiplas formas de resistências colocadas em curso por educadoras e educadores em um momento de avanço e consolidação de um ambiente reacionário no Brasil.
Se, como campo acadêmico, passamos os últimos anos dedicados a investigar as características do reacionarismo brasileiro, a nós, pareceu mais do que nunca necessário voltarmos nosso olhar para aqueles e aquelas que, apesar deste ambiente hostil, resistem na promoção de práticas pedagógicas em gênero, sexualidade e raça que miram uma transformação social através da educação.
E assim fizemos a chamada para esse Dossiê.
Quando nos colocamos a pensar a forma que teria esse Dossiê, acreditávamos que teríamos por companhia, pessoas inconformadas com algumas histórias que se buscam afirmar como (in)verdades se colocariam na rua e em praça pública com a gente! E assim foi feito e vocês responderam ao nosso convite.
Gente de todo jeito e de todos os cantos desse país profundo apareceu para nos dar as mãos nesse modo bonito de afirmar a vida com a educação.
A escrita, como bem gostamos de afirmar, tem função política. Através dela e com ela, contribuímos para a expansão de possíveis, para dar passagem a experiências bonitas que precisam ser narradas e para o aditamento do fim do mundo como tantas vezes nos ensinou Ailton Krenak.
O convite para conosco seguir caminho recebeu trabalhos de diferentes áreas, na forma de artigos, ensaios e relatos de experiência, que analisaram políticas e práticas educacionais em gênero, sexualidade e raça e consideraram o contexto reacionário presente no país nos últimos anos.
Ficamos extremamente felizes com a quantidade de pessoas corajosas que se colocaram nesse processo com a gente nesse Dossiê.
Com esse trabalho coletivo, seguimos afirmando que histórias importam. Principalmente as histórias que são feitas por sujeitos encarnados e que apresentam, por não poder ser de outros modos, a força política da escola pública e as práticas criativas e corajosas que são promovidas pelos sujeitos resistentes que constroem a educação brasileira.
Ocupar a escola e a educação nesse país é um ato de resistência e com vocês seguiremos entoando esta canção.
A vocês, companheiros e companheiras de escritas, o nosso muito obrigado!.
E, a você pessoa que nos lê, fabricando microrevoluções como pirilampos, lhe fazemos um convite, vem pra rua com a gente, diante do que nos encontramos, com os acordos de entreguismos da riqueza do povo brasileiro, sabemos, porque não somos ingênuos que seguiremos, em todos os cantos desse país, entoando, para quem tem ouvidos de ouvir, que

“A nossa luta, é todo dia. contra o machismo, racismo e LGBTFOBIA”

https://periodicos.furg.br/divedu/issue/view/925

08/08/2025

PRAZO PRORROGADO - Dossiê: Masculinidades nos espaços-tempos educacionais estende seu prazo para 31/08/2025

Dossiê: Masculinidades nos espaços-tempos educacionais Prazo 31/08/2025 No dossiê intitulado Masculinidades nos espaços-tempos educacionais, nos interessa pensar em que medida os processos formativos escolares e não escolares, participam da circulação dos sentidos atribuídos às masculinidades na contemporaneidade. Destacamos que, no campo da educação, as pesquisas sobre masculinidades se encontram em desenvolvimento e em busca de consolidação na sua vasta produção acadêmica sobre gênero e sexualidade. Suas interlocuções têm buscado diálogo com as vertentes teóricas críticas e pós-críticas, problematizando a multiplicidade de sentidos atribuídos ao masculino nas instituições educacionais, nos cotidianos escolares, nas práticas pedagógicas, nas políticas públicas de educação, nas pedagogias culturais, além do próprio atravessamento das tecnologias digitais em rede na constituição de diferentes saberes-poderes. Assim sendo, o presente número da revista almeja reunir trabalhos que analisem e problematizem a produção social, histórica, política e cultural dos estudos sobre homens e masculinidades no campo da educação, por meio de contribuições que dialoguem com as perspectivas epistemológicas críticas, pós-estruturalistas, pós-coloniais e decoloniais. Proponentes/Organizadores: Leandro Teófilo de Brito (PPGE-UFRJ) Paulo Melgaço da Silva Junior (PPGEAC - UNIRIO) Dilton Ribeiro Couto Junior (UERJ)

26/07/2025

Dossiê: Masculinidades nos espaços-tempos educacionais

Nos últimos trintas anos, pesquisas relativas a diversos campos do saber, como da educação, antropologia, sociologia, saúde coletiva, psicologia entre outras, têm focalizado os estudos sobre homens e masculinidades. Esse debate se intensificou na sociedade contemporânea, sobretudo a problemática sobre a desconstrução do que vem sendo convencionalmente chamado de “masculinidade tóxica”. Por meio dos estudos intersecionais, caminhamos para o entendimento de que as linhas de poder e de opressão são múltiplas e que não se pode compreender as masculinidades sem levar em consideração seus atravessamentos relativos às identificações de classe social, raça, orientação sexual, território e idade, como também as transmasculinidades e as masculinidades femininas. No dossiê intitulado Masculinidades nos espaços-tempos educacionais, nos interessa pensar em que medida os processos formativos escolares e não escolares, participam da circulação dos sentidos atribuídos às masculinidades na contemporaneidade. Destacamos que, no campo da educação, as pesquisas sobre masculinidades se encontram em desenvolvimento e em busca de consolidação na sua vasta produção acadêmica sobre gênero e sexualidade. Suas interlocuções têm buscado diálogo com as vertentes teóricas críticas e pós-críticas, problematizando a multiplicidade de sentidos atribuídos ao masculino nas instituições educacionais, nos cotidianos escolares, nas práticas pedagógicas, nas políticas públicas de educação, nas pedagogias culturais, além do próprio atravessamento das tecnologias digitais em rede na constituição de diferentes saberes-poderes. Assim sendo, o presente número da revista almeja reunir trabalhos que analisem e problematizem a produção social, histórica, política e cultural dos estudos sobre homens e masculinidades no campo da educação, por meio de contribuições que dialoguem com as perspectivas epistemológicas críticas, pós-estruturalistas, pós-coloniais e decoloniais.

Photos from Revista Diversidade & Educação's post 18/06/2025

✨🧠🌍 DOSSIÊ ESTUDOS CULTURAIS E CURRÍCULO CULTURAL NÃO ESCOLAR: MÚLTIPLOS ARTEFATOS EM INVESTIGAÇÃO

Com muita alegria e potência, apresentamos este dossiê, fruto de uma composição acadêmica e afetiva que reúne seis docentes de quatro instituições (FURG, UFMA, UFRGS e IFRS), que se encontraram no desejo de pensar, tensionar e inventar modos de pesquisar com e a partir do conceito de currículo cultural não escolar.

Aqui, nos debruçamos sobre os saberes e as pedagogias que circulam fora dos muros da escola, mas que educam, formam, subjetivam e atravessam os cotidianos. São contos, HQs, séries, músicas, shows, vídeos, filmes, novelas, webinários e tantos outros artefatos culturais que ensinam, moldam modos de vida e produzem currículos — ainda que, muitas vezes, a escola tente ignorá-los.

Esse dossiê pulsa junto com os Estudos Culturais em Educação, conectando pesquisas, afetos, resistências e invenções. É um convite a mergulhar nas pedagogias do presente, a olhar com mais cuidado para os modos como aprendemos no e com o mundo.

A capa, lindamente escolhida, homenageia os 25 anos da obra Estudos culturais em educação, organizada por Marisa Vorraber Costa, que segue sendo referência incontornável para quem se move nesse campo.

A cada texto, um convite: desestabilizar certezas, abrir perguntas, inventar outros modos de pensar, fazer e viver a educação.

Organização:
💡 Paula Regina Costa Ribeiro
💡 Danilo Araujo de Oliveira
💡 Joanalira Corpes Magalhães
💡 Juliana Ribeiro Vargas
💡 Carin Klein
💡 Luciano Nascimento Corsino

Vem com a gente nessa travessia! 🌈📚✨

07/05/2025

Dossiê aberto Masculinidades nos espaços-tempo educacionais organizado pelos queridos Leandro Teófilo, Paulo Melgaço e Dilton Couto Júnior . Estamos aguardando todas/os/es que estudam e pesquisam sobre masculinidades.

16/03/2025

Olá pessoal !!! Não deixe de enviar seu artigo para esses dois dossiês com temáticas muito importantes !!!

11/02/2025

Convidamos todas as pessoas que pesquisam na intersecção entre educação, gênero, raça e sexualidade a submeterem seus trabalhos ao *Dossiê Resistências Criativas: Práticas de Educação em Gênero, Sexualidade e Raça em Tempos Reacionários* a ser publicado pela Revista Diversidade e Educação. *Submissões até 15 de abril* em: https://periodicos.furg.br/divedu

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