19/06/2026
Footballs position in English:
Goalkeeper: Goleiro
Midfielder: meio-campista
Winger: Ponta
Forward: Atacante
đ©âđ«Professora de inglĂȘs hĂĄ mais de 20 anos. Acredito que o inglĂȘs transforma vidas, e jĂĄ vi isso acontecer inĂșmeras vezes. Make it click. Make it last.
Aqui vocĂȘ encontra dicas de inglĂȘs!
đ Vamos nos conectar?
đŹđ§ When English Clicks!
19/06/2026
Footballs position in English:
Goalkeeper: Goleiro
Midfielder: meio-campista
Winger: Ponta
Forward: Atacante
11/06/2026
English Tips Scrapbook
đ Interested in Ă Depend on
Duas combinaçÔes muito comuns em inglĂȘs â e que costumam causar erros porque a preposição faz parte da estrutura.
â
Interested in = ter interesse em
âą I'm interested in photography.
âą She's interested in learning new languages.
âą Are you interested in business English?
Lembre-se: depois de interested in, usamos substantivo ou verbo com -ing.
â
Depend on = depender de / contar com
âą We depend on technology every day.
âą You can depend on me.
âą Success depends on preparation.
Lembre-se: depend sempre pede a preposição on.
11/06/2026
Scrapbook English Tips!
đ Interested in Ă Depend on
Duas combinaçÔes muito comuns em inglĂȘs â e que costumam causar erros porque a preposição faz parte da estrutura.
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Interested in = ter interesse em
âą I'm interested in photography.
âą She's interested in learning new languages.
âą Are you interested in business English?
Lembre-se: depois de interested in, usamos substantivo ou verbo com -ing.
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Depend on = depender de / contar com
âą We depend on technology every day.
âą You can depend on me.
âą Success depends on preparation.
Lembre-se: depend sempre pede a preposição on.
11/06/2026
VocĂȘ jĂĄ viu alguĂ©m responder uma mensagem com âAFKâ, pedir um âCTAâ ou deixar algo como âTBDâ em uma reuniĂŁo?
Essas siglas aparecem diariamente em e-mails, reuniĂ”es, chats corporativos e projetos internacionais. ConhecĂȘ-las ajuda a entender melhor a comunicação profissional em inglĂȘs e evita mal-entendidos no ambiente de trabalho.
Nesta imagem, reuni trĂȘs das siglas mais comuns do inglĂȘs corporativo e seus signif**ados para vocĂȘ ampliar seu vocabulĂĄrio profissional de forma prĂĄtica e rĂĄpida.
10/06/2026
Em julho, estarei oferecendo um intensivĂŁo de aulas individuais com foco total nos seus objetivos.
đŒ Business English para reuniĂ”es, apresentaçÔes e entrevistas
âïž Travel English para viajar com mais segurança e independĂȘncia
đ InglĂȘs Geral do A1 ao B2 para quem quer evoluir de forma estruturada
â Material incluso
â Aulas particulares online
â HorĂĄrios flexĂveis
â Foco em comunicação real
As vagas sĂŁo limitadas para garantir acompanhamento individual de qualidade.
đ© Entre em contato para saber mais e reservar seu horĂĄrio.
https://lnkd.in/dm5ptCYc
09/06/2026
Como o inglĂȘs se tornou a lĂngua dos negĂłcios
Imagine uma reuniĂŁo entre pessoas de diferentes nacionalidades. As chances sĂŁo altas de que a conversa aconteça em inglĂȘs. Mas por quĂȘ? A resposta estĂĄ mais na HistĂłria do que na lĂngua em si.
A expansĂŁo do ImpĂ©rio BritĂąnico levou o inglĂȘs para diferentes partes do mundo entre os sĂ©culos XVII e XX. Mais tarde, apĂłs as duas guerras mundiais, os Estados Unidos emergiram como a principal potĂȘncia econĂŽmica global, ampliando ainda mais a influĂȘncia do idioma.
O inglĂȘs entĂŁo passou a dominar nĂŁo apenas os negĂłcios, mas tambĂ©m a ciĂȘncia, a tecnologia e a produção acadĂȘmica internacional. Com a chegada da internet e o crescimento das grandes empresas de tecnologia, essa posição se fortaleceu. Isso resultou no surgimento de uma lĂngua franca global, ou seja, um idioma em comum utilizado por pessoas de diferentes nacionalidades.
Hoje, um executivo brasileiro pode negociar com um fornecedor chinĂȘs. alemĂŁo ou indiano usando o inglĂȘs como ponto em comum. e um pesquisador brasileiro tambĂ©m pode publicar seus estudos em inglĂȘs para alcançar uma audiĂȘncia internacional.
Talvez por isso o objetivo de aprender inglĂȘs nĂŁo seja falar como um britĂąnico ou um americano. O verdadeiro objetivo Ă© conseguir compartilhar ideias, construir relacionamentos e participar de conversas que ultrapassem fronteiras.
No fim, aprender inglĂȘs hoje nĂŁo Ă© apenas aprender uma lĂngua estrangeira. Ă aprender a lĂngua que conecta pessoas, empresas e conhecimentos em um mundo cada vez mais globalizado. Em um mundo conectado, quem domina o inglĂȘs nĂŁo apenas acompanha as oportunidades â ajuda a criĂĄ-las.
03/06/2026
"Like", "You Know" e "I Mean": por que essas expressÔes são tão comuns
VocĂȘ jĂĄ ouviu falar de "fillers"? Fillers sĂŁo palavras ou expressĂ”es usadas para organizar o discurso, ganhar tempo para pensar, suavizar afirmaçÔes ou manter a atenção do interlocutor.
Em portuguĂȘs fazemos exatamente a mesma coisa. Palavras e expressĂ”es como "tipo assim" (o horror dos professores), "quer dizer", "nĂ©?", "entĂŁo", etc., sĂŁo muito comuns no nosso dia a dia.
No inglĂȘs, algumas das mais comuns sĂŁo:
- like
- you know
- I mean
- well
- actually
- so
O interessante Ă© que essas palavras raramente aparecem nos livros didĂĄticos com a frequĂȘncia com que aparecem na vida real. Muitos alunos aprendem que "like" signif**a "gostar". E signif**a mesmo. Mas na fala cotidiana, especialmente entre falantes mais jovens, "like" tambĂ©m funciona como marcador discursivo. Por exemplo: "I was, like, really surprised."
Nesse caso, like não tem uma tradução direta. Sua função é tornar a fala mais natural e menos categórica. Seria algo próximo de: "Eu fiquei, tipo, muito surpreso."
JĂĄ "you know" exerce uma função diferente. Ele busca conexĂŁo com quem estĂĄ ouvindo. "It's difficult, you know?" NĂŁo signif**a literalmente "vocĂȘ sabe". Na prĂĄtica, funciona mais como: "Ă difĂcil, sabe?"
O falante estĂĄ convidando o interlocutor a compartilhar a ideia ou experiĂȘncia.
Outro caso interessante é "I mean". Muitas vezes ele aparece quando alguém quer reformular, esclarecer ou ajustar o que acabou de dizer. "It's not expensive. I mean, not compared to other options." Aqui, "I mean" funciona como: "Quer dizer..." ou "Na verdade...". Os fillers ajudam o pensamento a se reorganizar para que possa fluir melhor.
FluĂȘncia Ă© tambĂ©m saber administrar pausas, reformulaçÔes, hesitaçÔes e conexĂ”es naturais entre ideias. Os melhores comunicadores fazem isso em qualquer idioma. Inclusive na prĂłpria lĂngua materna.
Por isso, da prĂłxima vez que ouvir alguĂ©m dizendo "like", "you know" ou "I mean" repetidamente, vale lembrar que vocĂȘ estĂĄ ouvindo a lĂngua funcionando exatamente como foi feita para funcionar.
29/05/2026
Chunking: por que aprender inglĂȘs palavra por palavra pode estar atrasando sua fluĂȘncia
Quando se estuda inglĂȘs, um dos hĂĄbitos mais comuns Ă© a "montagem" de frases na cabeça antes de falar. Nosso cĂ©rebro natural faz o caminho da tradução em portuguĂȘs - inglĂȘs, palavra por palavra. Isso torna o processo lento e extremamente cansativo.
No nĂvel bĂĄsico, a tradução palavra por palavra atĂ© dĂĄ certo. mas a partir do momento em que avançamos nos estudos, isso f**a cada vez mais difĂcil. Isso porque a tradução em si nĂŁo deve ser feita palavra por palavra e sim por blocos conhecidos como chunks.
ExpressÔes como:
âI donât knowâ
âWhat do you mean?â
âAt the end of the dayâ
âThe thing isâŠâ
âIâm looking forward to itâ
nĂŁo sĂŁo processadas como palavras isoladas. Elas funcionam quase como unidades Ășnicas de signif**ado o que muda completamente a forma como a lĂngua Ă© produzida e compreendida.
Quando um estudante aprende apenas vocabulĂĄrio solto, ele atĂ© consegue entender regras gramaticais. Mas continua falando de forma travada, artificial e muitas vezes excessivamente lenta. Porque, na prĂĄtica, fluĂȘncia nĂŁo depende apenas de saber palavras.
Depende da capacidade de reconhecer padrÔes rapidamente.
Ă por isso que algumas pessoas conseguem soar naturais mesmo sem um vocabulĂĄrio gigantesco. Elas dominam estruturas frequentes da lĂngua.
Enquanto isso, muitos alunos avançados ainda parecem estar âtraduzindo ao vivoâ dentro da prĂłpria cabeça.
Chunking tambĂ©m ajuda a explicar um fenĂŽmeno comum: a diferença enorme entre o inglĂȘs aprendido em livros e o inglĂȘs ouvido em filmes, sĂ©ries ou reuniĂ”es.
No inglĂȘs falado, as palavras se conectam o tempo inteiro. Sons desaparecem, sĂlabas enfraquecem e expressĂ”es inteiras viram blocos sonoros.
âGoing toâ vira âgonnaâ. âWant toâ vira âwannaâ. âDid youâ frequentemente soa como âdidjaâ.
Para quem aprende inglĂȘs apenas pela lĂłgica da tradução individual, esse tipo de fala parece rĂĄpido demais. Mas, para o cĂ©rebro acostumado com chunks, esses padrĂ”es jĂĄ sĂŁo esperados.
Um exemplo muito comum Ă© o verbo fazer, que pode ser do ou make no inglĂȘs. PorĂ©m, nĂŁo traduzimos a expressĂŁo "make a decisĂŁo" como "fazer uma decisĂŁo", mas sim "tomar uma decisĂŁo".
Outros exemplos de chunks incluem:
âtake a breakâ: fazer um intervalo
âI donât think soâ: Acho que nĂŁo
âthereâs no wayâ: De jeito nenhum
âas far as I knowâ: AtĂ© onde eu sei
E quanto mais contato temos com esses blocos, menos esforço precisamos fazer para falar.
A fala começa a fluir porque o cérebro deixa de construir tudo do zero.
Aprender inglĂȘs nĂŁo Ă© apenas acumular vocabulĂĄrio, mas aprender palavras em seu contexto especĂfico, lembrando que a tradução palavra por palavra mais atrapalha do que ajuda. Por isso, quando for construir o seu prĂłprio dicionĂĄrio pessoal, lembre-se de sempre incluir a palavra com suas possĂveis combinaçÔes e exemplos prĂĄticos de como usĂĄ-la em contextos especĂficos.
Quer aprender inglĂȘs de forma leve e natural? Entre em contato!
27/05/2026
Connected Speech: Por Que os Falantes de LĂngua Inglesa Parecem "Engolir" as Palavras
Se vocĂȘ jĂĄ assistiu a uma sĂ©rie ou conversou com alguĂ©m que cresceu falando inglĂȘs e pensou "nossa, ele fala muito rĂĄpido", saiba que o problema provavelmente chama-se connected speech (fala conectada). Falantes nativos de inglĂȘs nĂŁo costumam pronunciar palavra por palavra. Eles as ligam, fundem e encurtam, criando um fluxo contĂnuo que soa como "engolir" sons. Isso nĂŁo Ă© uma caracterĂstica exclusiva do inglĂȘs. Se vocĂȘ analisar como usa o portuguĂȘs no dia a dia, vai perceber que "engole", modif**a e encurta vĂĄrias palavras! Um exemplo claro Ă© a palavra "vocĂȘ", que passou de Vossa MercĂȘ (do Brasil ColĂŽnia) a VossemecĂȘ, VosmecĂȘ, VocĂȘ e, finalmente, nosso famoso "cĂȘ". Portanto, se vocĂȘ acha o "How you doing" estranho, imagine alguĂ©m que nĂŁo Ă© brasileiro ouvindo pela primeira vez um "CĂȘ tĂĄ bem?".
O inglĂȘs, porĂ©m, geralmente segue um padrĂŁo definido para essa fusĂŁo de palavras. Quando vocĂȘ entende os mecanismos do connected speech, o inglĂȘs "rĂĄpido" deixa de ser um borrĂŁo incompreensĂvel e vira um quebra-cabeça mais fĂĄcil de montar.
Vamos conhecer as principais regras de connected speech?
1. Linking
Quando uma palavra termina em consoante e a prĂłxima começa com vogal, os sons se ligam como se fossem uma Ășnica palavra. Portanto, an apple vira "a-napple" (/É ËnĂŠp.lÌ©/) e pick up vira "pi-kup" (/ËpÉȘ.kÊp/).
Dica : Treine seu ouvido para ouvir "pikup" e "anapple" como uma unidade sĂł.
2. Elision (Eliminação de Sons)
Alguns sons simplesmente somem da fala, como consoantes no final de palavras.
"Next day" - "Nex day"
"Handbag" - "Han bag"
"Most common" - "Mos common"
Isso acontece porque Ă© mais fĂĄcil para a lĂngua "pular" consoantes quando elas estĂŁo entre outras consoantes.
3. Assimilação (Mudança de Som)
Uma consoante "se adapta" Ă consoante seguinte, f**ando mais fĂĄcil de pronunciar.
"Good girl" - "gug girl" /d/ â /g/ (antes de /g/)
"In person" - "im person" /n/ â /m/ (antes de /p/)
4. Weak Forms (Formas Fracas)
Palavras gramaticais (preposiçÔes, artigos, auxiliares) perdem força e mudam de som na fala natural dos falantes habituais do idioma.
To - /tuË/ /tÉ/
For - /fÉËr/ /fÉr/
Can - /kĂŠn/ /kÉn/
And - /ĂŠnd//Én/ ou /n/
5. Contractions e FusÔes
AlĂ©m das contraçÔes clĂĄssicas (don't, I'm, can't), existem fusĂ”es que nem sempre aparecem nos livros, mas aparecem muito na mĂșsica!
Going to - "gonna"
Want to - "wanna"
Have to - "hafta"
Got to - "gotta"
Don't know - "dunno"
Let me - "lemme"
â ïž Atenção: "Gonna", "wanna" e "gotta" sĂŁo aceitĂĄveis na fala informal, mas evite em contextos formais por escrito.
DifĂcil? Nem tanto, certo? Quando se percebem os padrĂ”es da fala, f**a mais fĂĄcil entender o que estĂĄ sendo dito.
Dicas de como treinar sua percepção na imagem anexada!
Bons estudos!
27/05/2026
A ImportĂąncia de Shakespeare na LĂngua Inglesa
William Shakespeare (1564â1616) Ă©, sem dĂșvida, uma das figuras mais influentes na histĂłria da lĂngua inglesa. Sua contribuição vai muito alĂ©m da literatura. Ele transformou a forma como falamos e escrevemos.
Shakespeare criou ou registrou pela primeira vez milhares de palavras que usamos diariamente. Termos como bedroom, lonely, hurry, generous, gossip, addiction e fashionable surgiram ou ganharam popularidade através de suas peças e sonetos. Além disso, ele inventou expressÔes idiomåticas que permanecem vivas até hoje: "break the ice", "heart of gold", "wild goose chase", "in a pickle" e "love is blind" são apenas alguns exemplos.
ExpansĂŁo da LĂngua
Na Ă©poca de Shakespeare, o inglĂȘs ainda era considerado uma lĂngua "provincial" em comparação com o latim ou o francĂȘs. Ao demonstrar que o inglĂȘs podia expressar emoçÔes complexas, filosofia profunda e poesia sublime, ele elevou o status da lĂngua. Suas obras provaram que o inglĂȘs era capaz de rivalizar com qualquer idioma europeu em sofisticação literĂĄria.
InfluĂȘncia na GramĂĄtica e Sintaxe
Shakespeare frequentemente dobrava regras gramaticais para criar efeitos dramĂĄticos, transformando substantivos em verbos e vice-versa. Essa flexibilidade linguĂstica enriqueceu a gramĂĄtica inglesa e demonstrou a versatilidade do idioma. Sua mestria na criação de metĂĄforas, jogos de palavras e estruturas poĂ©ticas estabeleceu padrĂ”es que influenciam escritores atĂ© os dias de hoje.
Legado Cultural
Estima-se que Shakespeare tenha escrito entre 37 e 40 peças, alĂ©m de 154 sonetos. Suas obras sĂŁo as mais traduzidas e encenadas do mundo, superando atĂ© mesmo os textos sagrados em nĂșmero de lĂnguas. Estudar Shakespeare nĂŁo Ă© apenas conhecer a literatura inglesa â Ă© compreender as raĂzes da prĂłpria lĂngua inglesa moderna.
Em resumo, Shakespeare nĂŁo foi apenas um grande escritor; foi um arquiteto da lĂngua inglesa, moldando-a em uma ferramenta de expressĂŁo global que continua a evoluir, mas sempre com suas fundaçÔes shakespearianas.