Paula Hodniki

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Personal Trainer, Personal Kids, Personal Sênior, Treinos para emagrecimento, fortalecimento muscular, Controle do Diabetes Mellitus e Hipertensão Arterial

Paula Hodniki é Profissional de Educadora Física, Mestre e Doutoranda em Ciências pela Universidade de São Paulo _ USP Ribeirão Preto e possui Aprimoramento Multiprofissional em Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus. Atua como Personal Trainer de grupos especiais e palestrante. Projetos personalizados e acompanhamento:
- Treinamento Personalizado, individual ou em grupo para pessoas com condiçõ

Photos 25/01/2019

Você sabia que as doenças cardiovasculares são uma das principais causas de morte no mundo?

O risco dessas doenças é maior em pessoas que apresentam fatores de risco cardiometabólicos alterados em relação aos valores de referência.

Já sabemos que a prática regular de atividades físicas moderadas e vigorosas, por pelo menos 150 minutos por semana, minimizam esses fatores.

Sabemos que a maioria dos idosos não chegam a praticar essa recomendação e apresentam comportamento sedentário médio acima de dez horas por dia, como ficar sentado e deitado. Mas são capazes de realizar atividades físicas de baixa intensidade, e quando bem orientadas podem minimizar os efeitos maléficos causados pelo comportamento sedentário.

Um estudo que avaliou a prática de atividade física e comportamento sedentário e relacionaram com os riscos cardiometabólicos de 425 idosos de 63 a 92 anos. Os dados que foram significantes foi que os idosos que não praticavam a recomendação da prática de atividade física apresentaram maior média de circunferência da cintura e menor HDL-c, do que indivíduos fisicamente ativos e não sedentários. Evidenciando que é necessário estabelecer intervenções eficazes para reduzir o comportamento sedentário dessa população.

Pratique atividade física regularmente! Pelo menos 150 minutos por semana de atividades moderadas (caminhadas, natação, hidroginástica, pedal) e acrescente treinos de força e flexibilidade pelo menos 2 vezes na semana.

Mas antes de iniciar qualquer atividade procure um cardiologista, um nutricionista e um profissional de educação física para acompanhar todo o processo. Assim irá praticar o que for necessário com segurança e efetividade. 😃💓

Profa. Ma. Paula Hodniki⠀⠀
🎓 Doutoranda e Mestre em Ciências na USP⠀⠀
🎓 Profissional de Educação Física ⠀
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Photos 23/11/2018

Doutorado e seus frutos...

Pesquisa e prática, sabemos a importância de pesquisar e colocar em prática, mostrar os resultados para todos que atuam e são atendidos na saúde coletiva, na saúde pública.

O objetivo foi apresentar os dados dos usuários do SUS de Ribeirão Preto - SP, que referiram ou não alguma Doença Crônica Não Transmissível. Foram dados sobre o perfil sociodemográfico, prática de atividade física e associações com a percepção do ambiente em que vivem. Toda pesquisa realizada de forma multiprofissional, junto de ótimos profissionais da área da saúde.

Profissionais de educação física, enfermeiros, nutricionistas, médicos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos e farmacêuticos... Obrigada!

O evento foi ótimo. Vários resultados positivos de trabalhos apresentados, contando o que os profissionais da saúde têm realizado de forma efetiva na saúde pública.

Photos from Paula Hodniki's post 09/11/2018

"Quem ensina aprende ao ensinar. E quem aprende ensina ao aprender." Paulo Freire 💓

Hoje foi dia de ensinar a ensinar e aprender ensinando... Fui convidada a ministrar aula no curso de Educação Física da Faculdade Anhanguera de Pirassununga - SP , obrigada ! 👊🏻 @ Faculdade Anhanguera-Unidade Pirassununga

Photos 01/11/2018

Novembro Azul

Hoje, no Brasil, há mais de 13 milhões de pessoas vivendo com diabetes, o que representa 6,9% da população. E esse número está crescendo. Em alguns casos, o diagnóstico demora, favorecendo o aparecimento de complicações. Pode ser que você ou alguém próximo tenha diabetes. Saiba mais e aprenda a conviver bem com a doença, transformando-a em mais um motivo para cuidar da saúde.

Fatores de risco:

Tem diagnóstico de pré-diabetes – diminuição da tolerância à glicose ou glicose de jejum alterada

Tem pressão alta;

Tem colesterol alto ou alterações na taxa de triglicérides no sangue;

Está acima do peso, principalmente se a gordura estiver concentrada em volta da cintura;

Tem um pai ou irmão com diabetes;

Tem alguma outra condição de saúde que pode estar associada ao diabetes, como a doença renal crônica;

Teve bebê com peso superior a quatro quilos ou teve diabetes gestacional;

Tem síndrome de ovários policísticos;

Teve diagnóstico de alguns distúrbios psiquiátricos, como esquizofrenia, depressão, transtorno bipolar;

Tem apneia do sono;

Recebeu prescrição de medicamentos da classe dos glicocorticoides.

Se cuida e cuide de quem você gosta, divulgue esse Mutirão! 💓

Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes - www.diabetes.org.br

11/10/2018

Afinal o que é sobrepeso e obesidade?
São definidos como acúmulo de gordura corporal anormal ou excessiva que pode comprometer a saúde. Uma maneira bem simples de avaliar isso em populações gerais, não atletas, é com o uso do índice de Massa Corporal, onde calculamos o peso em kg dividido pela estatura em metros ao quadrado (kg/m²). Para adultos, o sobrepeso é quando o resultado está acima ou igual a 25 kg/m². E obesidade é quando está acima ou igual a 30 kg/m².

O número de pessoas obesas no mundo triplicou desde 1975. Em 2016, mais de 1,9 bilhões (39%) de pessoas acima de 18 anos estavam com sobrepeso e 650 milhões (13%) com obesidade. No Brasil, esse quadro é pior, onde 56,5% das pessoas já apresentavam sobrepeso e 22,1% com obesidade.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o sobrepeso e obesidade são considerados fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis e comorbidades.
Uma justificativa desse aumento é que hoje ingerimos mais alimentos processados e ultraprocessados (industrializados) com quantidade alta de gordura e açucares e também diminuímos a prática regular de atividade física, como meio de transporte ativo e no lazer com o aumento da urbanização mal planejada e falta de segurança.

O que pode ser feito para mudar?
• Ser mais ativo regularmente (a recomendação é de pelo menos 150 minutos por semana de atividade física aeróbia de moderada intensidade e pelo menos duas vezes por semana de treinos resistidos). ***Procure um profissional de educação física para orientação adequada.
• Alimentação equilibrada (Procure descascar mais os alimentos em vez de desembrulhar), ou seja, prefira alimentos mais naturais possíveis, evite os processados e ultraprocessados. ***Procure um nutricionista para orientação adequada.

E aos nossos futuros políticos, precisam se preocupar mais com mudanças ambientais e sociais associadas ao desenvolvimento e à falta de políticas de apoio em setores como saúde, agricultura, transporte, planejamento urbano, meio ambiente, processamento de alimentos, distribuição, marketing e educação.

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11/10/2018

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Photos 12/09/2018

Sim, idosos precisam treinar força. A prática desse treinamento é eficiente na manutenção e aumento da massa muscular, auxiliando na melhoria da aptidão física fundamentais para a qualidade de: força, flexibilidade, equilíbrio e resistência aeróbia. O aumento na força muscular é importante para a redução de quedas e melhoria na composição corporal, sendo fator determinante na melhora da autonomia e independência dessa população. Um bom profissional de educação física pode orientar sobre as atividades a serem realizadas para obter esses ganhos. Em breve falarei sobre treinamento multicomponente, onde encontramos evidências a respeito dos efeitos dessa metodologia de treino sobre a aptidão física funcional de idosos brasileiros. Aguardem!

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REFERÊNCIA:
DIAS, R. M. R.; GURJÃO, A. L. D.; MARUCCI, M. F. N. Benefícios do treinamento com pesos para aptidão física de idosos. Acta fisiátrica. Vol. 13. Num. 2. p. 90-95. 2016.
FONSECA, A. I. S. et al. Efeito de um programa de treinamento de força na aptidão física funcional e composição corporal de idosos praticantes de musculação. RBPFEX-Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, v. 12, n. 76, p. 556-563, 2018.

Photos 17/08/2018

O tempo garante experiência, mas para aproveitá-la é preciso ter um corpo saudável. Quanto antes começar a se exercitar, melhor. Com o envelhecimento populacional, a insuficiência cardíaca é um problema epidêmico em progressão e um problema de saúde pública.
O exercício físico faz parte do tratamento não farmacológico das pessoas com insuficiência cardíaca, sempre orientado e acompanhado por profissionais da saúde como médico cardiologista e profissional de educação física. A prática regular melhora a qualidade de vida das pessoas coma doença, pois apresentam alterações que reequilibram o funcionamento dos sistemas muscular, vascular e endócrino, passando a ter menos intolerância à esforços físicos. A relação com a saúde do coração está na melhora da capacidade de ejeção do sangue, que não enfrenta uma circulação com tanta vasoconstrição nos vasos sanguíneos, não exigindo tanto trabalho do coração para bombear sangue para o corpo todo. Um modelo de treinamento do programa de treinamento no InCor destinado a avaliar o efeito do exercício físico sobre a saúde de pessoas com insuficiência cardíaca do Prof. Carlos Eduardo Negrão, onde a meta é realizar 40 minutos de exercício aeróbio de moderada intensidade e outros 20 de exercícios de resistência muscular e flexibilidade três vezes na semana. Conseguindo realizar esse modelo, as pessoas passam a ter capacidade de desempenhar muitas das atividades diárias, como tomar banho sozinho ou fazer uma caminhada até o supermercado, perdidas com a insuficiência cardíaca.

Profa. Me. Paula Hodniki
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Photos 10/08/2018

No Brasil, estima-se que até 2025 teremos 31,8 milhões de pessoas com mais de 60 anos, e a população que mais cresce no país hoje é a de pessoas com 80 anos ou mais. E o IBGE afirma que o Brasil caminha para se tornar um país de população majoritariamente idosa.
Pensando nisso, um assunto bem interessante é sobre a atuação dos Profissionais de Educação Física na atenção a essa população, principalmente pelo fato de ser uma população de risco onde a prioridade é o tratamento de doenças crônicas não transmissíveis que causam incapacidade, e existe uma taxa alta de prevalência onde, menos de 10% de pessoas de 65 anos ou mais estão livres de algum agravo crônico a saúde e, mais de 10% referem no mínimo cinco doenças crônicas concomitantes.
Entre as doenças crônicas que se instalam no processo de envelhecimento e que são responsáveis por altos graus de dependência e incapacidade destaca-se a sarcopenia.
Sarcopenia é a redução acentuada da massa muscular é indicativa também da redução da força muscular, com consequentemente prejuízo da funcionalidade, o que pode acarretar em dependência e incapacidade física. Para o diagnóstico de sarcopenia, temos mudanças qualitativas do tecido muscular - diminuição da força muscular e desempenho físico. Fatores como alterações hormonais, perda de neurônios motores, nutrição inadequada e inatividade física contribuem para a sarcopenia. Perdemos a massa muscular entre 1-2% ao ano após os 50 anos de idade. A sarcopenia associada ao envelhecimento é um processo lento, progressivo e aparentemente inevitável e, suas consequências afetam diretamente a funcionalidade e qualidade de vida de muitos idosos, com sérias repercussões sobre os aspectos sociais, econômicos e de saúde.

Profa. Me. Paula Hodniki
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Photos 25/07/2018

"...Congresso de conexão entre a Ciência produzida pela Saúde Coletiva e a defesa da vida e do bem-estar..."

Gastão Wagner de Sousa Campos -
Presidente da Abrasco

"...Com o tema: Fortalecer o SUS, os direitos e a democracia.

Num momento histórico de grande dificuldade para se assegurarem as conquistas no campo da saúde e da cidadania.

Realizar este que é o maior Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, na Fiocruz, nos traz o desafio de pensar estratégias de proteção e fortalecimento do nosso SUS...."

Nísia Trindade Lima -
Presidente da Fundação Oswaldo Cruz

💪🏼👏🏼👏🏼👏🏼

Photos 26/03/2018

Evidências de estudos observacionais mostram que a falta de atividade física aumenta os riscos de muitas doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes mellitus tipo 2, doença cardiovascular, acidente vascular cerebral, alguns tipos de câncer e mortalidade prematura. A dúvida de nossos pesquisadores era se a prática de atividade física pode atenuar ou mesmo eliminar os efeitos prejudiciais do sedentarismo. Assim fizeram uma revisão sistemática, compararam a mortalidade entre pessoas com diferentes níveis de tempo sentado e atividade física, ou seja, associaram a atividade física e o tempo sentado com todas as causas de mortes de mais de um milhão (1.005.791) de pessoas que foram acompanhadas por 2 a 18,1 anos, durante os quais 84 609 (8,4%) morreram. O estudo categorizou o tempo diário de tempo sentado e de visualização de TV em quatro grupos padronizados cada e atividade física em quartis (em equivalente metabólico da tarefa MET/horas por semana). Encontraram que pessoas que praticam pelo menos de 60 a 75 minutos de atividade física moderada por dia, parece que eliminam o risco de mortalidade associada com o tempo sentado. Ou seja, aqueles que são mais ativos (praticam de 60 a 75 minutos por dia de atividade física de intensidade moderada) parecem não ter maior risco de mortalidade, mesmo que permaneçam por mais de 8 horas sentados por dia. Em comparação com outros fatores de risco para saúde, o aumento do risco de mortalidade (58%) naqueles que permaneceram mais de 8 horas sentados por dia e também foram menos ativos, é semelhante ao risco de quem fuma e é obeso.
Ekelund U, Steene-Johannessen J, Brown WJ, Fagerland MW, Owen N, Powell KE, et al. Lancet Sedentary Behaviour Working Group. Does physical activity attenuate, or even eliminate, the detrimental association of sitting time with mortality? A harmonised meta-analysis of data from more than 1 million men and women. Lancet. 2016;388(10051):1302–10.
E aí? Vai continuar no sofá?
Venha ser mais ativo, procure profissionais de educação física para ajudar você!
Profa. Paula Parisi Hodniki
CREF 077792-G/SP (16) 991883581

Photos 04/10/2016

Para começar, o exercício físico de forma regular previne o diabetes mellitus tipo 2 (DM2) , e para quem é diabético, previne complicações acometidas pela doença.

Ou seja, o exercício físico faz parte do tratamento de quem tem a doença e não podemos deixar de esclarecer isso, e enfatizar que é muito importante a prática regular e de forma efetiva.
Pessoas com DM2 apresentam alterações metabólicas e a menor capilarização, obtendo assim, menor condição aeróbica, menor força muscular e menos flexibilidade. E pesquisas vêm observando que quanto mais ativos as pessoas com DM2 são, menor é esse efeito.

>>> Alguns efeitos benéficos que o exercício propicia, são:
• Melhora da resistência insulínica
• Melhor ação dos receptores e pós-receptores de membrana
• Melhor resposta dos transportadores de glicose
• Maior capilarização nas células musculares esqueléticas
• Melhor função mitocondrial

>>> A partir desses efeitos encontramos como resposta:
• Controle glicêmico
• Prevenção da hipertensão arterial
• Prevenção de dislipidemias
• Redução do risco cardiovascular

É de extrema importância a periodicidade em consultas médicas para acompanhamento de quem pratica exercícios físicos, para evitar complicações. Para qualquer prática de atividade física para quem tem DM2, é preciso cuidado e planejamento para que seja realizado de forma segura e efetiva.

Quais as recomendações para a prática de exercícios físicos para quem tem DM2?
Primeiramente: existe recomendação para teste de esforço para pessoas: acima de 35 anos; presença de hipertensão arterial, dislipidemias ou tabagismo; suspeita de doenças arterial coronariana, cerebrovascular e/ou arterial periférica; neuroparia autonômica; nefropatia grave e retinopatia. Esse teste só deve ser feito com acompanhamento médico.

Os tipos de exercícios:
AERÓBICOS que envolvam grandes grupos musculares (caminhada, corrida, natação etc), podem ser contínuos ou intervalados. Devem ser realizados todos os dias, ou na maior parte dos dias na semana, com no máximo dois dias de descanso. A duração deve ser de pelo menos 150 minutos de exercícios de moderada intensidade por semana ou 75 minutos de exercícios de alta intensidade por semana ou uma combinação de ambos.
EXERCÍCIOS RESISTIDOS/FORTALECIMENTO/FLEXIBILIDADE devem ser incluídos no plano de atividades assim como exercícios de flexibilidade. Devem ser realizados de duas a três vezes na semana, de duas a três séries de oito à dez repetições.

Atenção aos cuidados:
• Prefira o horário da manhã (evitar hipoglicemia noturna);
• Leve sempre cartão de identificação de diabético, contendo número de telefone e nome da pessoa a ser chamada em caso de emergência e a relação de medicamentos em uso.
• Tenha sempre carboidrato de rápida absorção disponível.
• Controle a glicemia capilar pré e pós-exercícios ao iniciar um programa de exercício e sempre que houver mudança na intensidade, volume ou modalidade de um exercício físico.
• Se glicemia capilar < 100 mg/dl, ingira 15 g a 30 g de carboidrato antes do exercício.
• Evite se exercitar se glicemia capilar > 250 mg/dl.
• Beba água antes, durante e depois dos exercícios.
• Caso faça uso de insulina, não a injete próximo a áreas de grandes grupamentos musculares que serão usados durante o exercício.
• Avalie com seu médico a necessidade de redução dos medicamentos em uso ao iniciar um programa de atividade física ou ao aumentar a intensidade dos exercícios.

Existem muitos outros cuidados que devemos tomar, para isso, procure sempre um profissional de educação física capacitado para acompanhar seus exercícios de forma segura e efetiva.

BOM TREINO!

Profa. Me. Paula Parisi Hodniki
Educadora Física – CREF 077792-G/SP
E-mail: [email protected]

Paula Hodniki é doutoranda na USP Ribeirão Preto e possui aprimoramento no controle de diabetes e hipertensão.
Projetos personalizados e acompanhamento:
- Personal Trainer para iniciantes e atletas
- Personal Kids individual ou em grupo
- Personal Sênior para idosos
- Treino funcional para emagrecimento
Contato: 16.99188-3581

Referências:
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: diabetes mellitus. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. (Cadernos de Atenção Básica, 36).
SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES (SBD).Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes.São Paulo: AC Farmacêutica, 2015.

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