Um dia uma criança me perguntou por que minha faixa é vermelha e branca.
Eu tirei a faixa. E expliquei.
Branco é onde eu comecei. Vermelho é o caminho que percorri.
E juntas, elas contam uma verdade que eu tento ensinar todo dia no tatame: mestre de verdade nunca esquece que um dia foi iniciante.
A faixa coral não se ganha com técnica. Se ganha com uma vida inteira de dedicação.
Por isso toda aula com criança é sagrada pra mim. Porque antes da faixa preta, existe a branca. E é ela que a gente carrega pra sempre.
🥋👦👧
Tatami React
TATAMI REACT
O Tatami React é um espaço dedicado a quem vive, pratica e admira o mundo das lutas. Organização não governamental (ONG)
Comandado pelos senseis Cléber do Carmo, faixa-preta 6º Dan, e Luizinho, faixa-preta, o projeto traz reacts, análises, comentários e muita resenha sobre gr
deu a faixa branca pro Rei da Inglaterra e explicou como foi isso lá na , um Camp de jiu jitsu que acontece todo ano em Cagliari na Itália
O feminismo provoca mais resistência do que o feminicídio, porque para uma parte da sociedade a liberdade feminina assusta mais do que a violência que tira a vida de uma mulher.
Uma mulher livre incomoda.
Uma mulher morta, infelizmente, ainda parece mais aceitável do que uma mulher que vive sua autonomia.
Nossa, eu to revoltada!
Quantas mulheres ainda precisam morrer para o Brasil entender que existe uma epidemia de ódio de gênero?
Uma mulher foi atropelada e ARRASTADA pela Marginal do Rio Tietê. Voce stem noção que ela perdeu as duas pernas enquanto o homem simplesmente seguiu dirigindo. Ele sabia o que estava fazendo. E mesmo assim continuou. Esse episódio não é um ponto fora da curva — é o retrato de um país que normaliza a violência contra mulheres até o limite do absurdo.
No Brasil, 4 mulheres são assassinadas todos os dias simplesmente por serem mulheres. Isso é feminicídio: quando o crime acontece por causa do gênero. E esses números só crescem, acompanhando o aumento da violência física, sexual e psicológica.
Vamos continuar fingindo que não é com a gente?
A violência contra mulheres não é um assunto “delas”. É um assunto nosso — de toda a sociedade. É responsabilidade de homens e mulheres enfrentar essa cultura de ódio, exigir políticas públicas eficazes e ampliar os canais de proteção. Chega, gente!
Porque enquanto o país não reagir, vidas continuarão sendo interrompidas de forma brutal. E isso não pode ser aceitável em sociedade alguma.
Professora Djamila Ribeiro
Carta 20 de Novembro
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