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11/04/2024

Ribeirão Preto recebe no sábado, 20 de abril, às 10h30, em sessão única, no Cineclube Cauim, evento de pré-lançamento do documentário Xingu-Tokyo: Conexão Ancestral, dirigido por Marisa Moreira Salles, Tomas Alvim, Pedro Jezler e Rafael Costa.

O filme registra a abertura da mostra Bancos dos Povos Indígenas Brasileiros: Imaginação Humana e Fauna Selvagem, que ocorreu no Museu Metropolitano de Arte Teien de Tóquio.

Após a sessão haverá uma discussão com o tema "Arte indígena: estética e representação" com a presença de Tomas Alvim e do artista xinguano Mayawari Mehinaku, da Aldeia Kaüpuna, um dos retratados no filme.

As atividades também incluem, nos dias 18 e 19 de abril, Dia dos Povos Indígenas, uma exposição de alguns dos trabalhos de Mayawari no Espaço Coletivo Store do ShoppingSantaÚrsula, onde também poderão ser adquiridos.

O evento é uma iniciativa do Espaço Teias da FEARP/USP, com apoio do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, Escola de Francês Bonjour Paris, OPA Comunicação e ShoppingSantaÚrsula. A exibição do documentário é uma realização do Cineclube Cauim; Editora Beī, a Coleção Beī; a produtora Tocha Filmes; a Aldeia Kaüpuna da etnia Mehinaku.

Sobre o filme Xingu-Tokyo

O documentário Xingu-Tokyo: Conexão Ancestral registra a abertura da mostra com os bancos da Coleção BEĨ, realizada no Museu Metropolitano de Arte Teien de Tóquio entre junho e setembro de 2018 e aprofunda as discussões apresentadas em depoimentos de artistas indígenas e de artesãos e estudiosos japoneses.

O documentário contrapõe a esse registro cenas da aldeia Kaupüna, Território Indígena do Xingu, entrevistando artistas e mostrando a fabricação dos bancos desde a escolha das madeiras até o acabamento, expondo as técnicas e ferramentas utilizadas, as pinturas com grafismos típicos e a simbologia que os atravessa. Alternando-se entre esses dois universos, Xingu-Tokyo: Conexão Ancestral propõe documentar a revelação dos bancos indígenas brasileiros, para os artistas que os produzem e para o mundo, como obras de arte.

Desta forma o filme evidencia uma proximidade tão inesperada quanto incontestável entre o mundo dos povos indígenas do Brasil e o Japão. Os pontos de contato entre essas culturas – ambas ritualizadas, animistas, permeadas pela reverência à tradição e a abertura para o novo – vão sendo revelados pelos depoimentos de Toyojiro Hida, diretor do Museu Teien, Shuji Nakagawa, importante artesão japonês, Mayawari Mehinaku e Toyo Ito, arquiteto laureado com o Prêmio Pritzker em 2013 que assinou a expografia da mostra.

O filme mostra como a montagem da exposição foi pensada para despertar nos visitantes tanto o fascínio pela beleza como o assombro e a inquietação provocados pelas figuras silenciosas dos animais esculpidos na madeira, vindos das florestas brasileiras para o ambiente asséptico e branco do museu japonês.

Sob direção de Marisa Moreira Salles, Tomas Alvim, Pedro Jezler - que captou as imagens no Japão - e Rafael Costa - que captou as imagens no Brasil - o documentário fala de ancestralidade, arte e identidade ao mesmo tempo que celebra a sofisticada cultura dos povos originários brasileiros.

A Coleção BEĨ de Bancos Indígenas, cuja exposição é retratada no documentário, abrange mais de 1.300 peças oriundas de povos de diferentes regiões. Os bancos aliam funcionalidade e beleza. Ao mesmo tempo que são reconhecidos como objetos de arte e design, preservam sua dimensão religiosa e simbólica. Por sua extensão e importância, a Coleção BEĨ é hoje uma referência em arte indígena brasileira. Seus bancos vêm sendo expostos em instituições do Brasil do mundo, contribuindo para abrir novos horizontes de reflexão sobre as complexas inter-relações entre as artes tradicionais e a cultura contemporânea.

Sessão de pré-lançamento e debate.
Documentário: Xingu-Tokyo: Conexão Ancestral
Debate: Arte indígena: estética e representação (Tomas Alvim e Mayawari Mehinaku)
Dia 20 de abril
10h30
Local: Cineclube Cauim. Rua Olavo Bilac, nº 135. Ribeirão Preto.

Exposição Mayawari Mehinaku
18 e 19 de abril
Espaço Coletivo Store
ShoppingSantaÚrsula

Photos from bonjourparis2345's post 10/08/2022

🌚 Les Signes Astrologiques du Zodiaque en français - partie 2 🌞

Agora que você já sabe como falar qual o seu signo em francês, vamos ver algumas das características mais marcantes de cada um deles. 🔮

Se você ainda não sabe falar o seu signo, confira o post anterior 🔙 🧐

Bélier (Áries)
👨🏻 Je suis très courageux.
👩🏽 Je suis très courageuse. Je fonce.

Taureau (Touro)
👱🏾‍♂️ Je suis responsable (et je mange trop) 🤣
👩🏽‍🦰 Je suis responsable (et j'aime manger) 🤣

Gémeaux (Gêmeos)
👨🏻‍🦱 Je suis sociable. J'aime rassembler les gens.
👩🏼‍🦱 Je suis sociable. Je m'adapte très facilement.

Cancer (Câncer)
🧔🏼 Je suis sensible et très affectueux.
👩🏻 Je suis sensible et très affectueuse.

Lion (Leão)
🧑🏿 Je suis quelqu'un de charismatique.
👩🏽‍🦰 Je suis charismatique.

Vierge (Virgem)
👨🏾‍🦱 Je suis organisé.
🧑🏼‍🦰 Je suis très organisée.

Balance (Libra)
👩🏻‍🦱 Je suis tranquille, mais un peu paresseuse.
🧑🏼 Je suis tranquille, mais un peu paresseux.

Scorpion (Escorpião)
🧑🏻‍🦱 Je suis mystérieuse et fidèle.
👨🏻‍🦰 Je suis mystérieux et fidèle.

Sagittaire (Sagitário)
👩🏿 Je suis optimiste. Je vois toujours le bon côté des choses.
👱🏻‍♂️ Je suis optimiste. Je vois la vie en rose.

Capricorne (Capricórnio)
👨🏼‍🦱 Je suis ambitieux.
👩🏼 Je suis ambitieuse.

Verseau (Aquário)
👨🏿‍🦱 Je suis créatif. Je n'aime pas la routine.
👱🏼‍♀️ Je suis créative. J'aime l'aventure.

Poissons (Peixes)
🧑🏽 Je suis altruiste.
👩🏽‍🦱 J'ai beaucoup d'empathie.

Você concorda com essas características sobre o seu signo e os signos das pessoas que você conhece? Qual você adicionaria (os clichés também valem!).

Photos from bonjourparis2345's post 10/08/2022

🔮 Les Signes Astrologiques du Zodiaque en français - partie 1 🔮

🤔 Como dizer o signo em francês?

👉 Há quatro formas principais:

1️⃣
Je suis + signe (escrito com inicial maiúscula sempre).
Exemplo: Je suis Verseau. Il est Balance.

2️⃣
👨🏻Je suis né sous le signe du/de la...
Exemplo: Je suis né sous le signe du Taureau.

👩🏽Je suis née sous le signe du/de la...
Exemplo: Je suis née sous le signe de la Vierge.

3️⃣
Les natifs du + signe.
Exemplo: Les natifs du Bélier sont impulsifs.

4️⃣
Dizer simplesmente "la femme Gémeaux", ou seja, "a mulher de gêmeos", em português.
Exemplo: l'homme Scorpion a un tempérament fier. La femme Poissons ne juge jamais ses amis.

Vamos praticar? Como você diz qual o seu signo em francês?

♊ ♉ ♈ ♉ ♋ ♌ ♍ ♎ ♏ ♐ ♑ ♒ ♓

22/07/2022

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Photos from bonjourparis2345's post 05/11/2020

C’est quoi la pétanque ?
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O nome vem do provençal “pes tancats”: pieds joints ou, em português, pés juntos. Isso porque os competidores devem ficar dentro de um pequeno círculo no chão, de onde atiram bolas ocas de metal para o mais perto possível de uma bola menor, de maneira, chamada de “cochonnet” (leitão), “le petit” ou “bouchon” (rolha), colocada a uma distância de 6 a 10 metros. Para evitar que as bolas rolem, a pétanque é jogada na terra, cascalho, grama ou areia.
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Pode-se jogar pétanque em trios e duplas adversários ou “tête a tête”. A finalidade é atirar a bola mais perto do cochonnet do que o oponente ou acertar a bola deste para afastá-la do objetivo. Ao final das bolas de ambos os lados, mede-se as distâncias entre cada bola e o cochonnet.
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O jogo, tal como é jogado atualmente, se originou no sul da França em 1907 e, ainda hoje, é jogado informalmente por cerca de17 milhões de pessoas (!) na França, sobretudo nas férias de verão, e existem cerca de 700 mil jogadores de pétanque licenciados na Fédération Française de Pétanque et de Jeu Provençal.
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Et vous, avez-vous déjà joué à la pétanque ?
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Fonte: http://www.petanque-en-comminges.com/pages/Les_regles_du_jeu_de_petanque_et_les_accessoires-2450260.html
Photo: Photographe Kelagopian

Photos from bonjourparis2345's post 03/11/2020

Todo mundo já experimentou aqueles dias em que nada dá conta de arrumar as madeixas e, depois de muito insistir com todo o kit de primeiros socorros capilares, acabamos saindo de qualquer jeito mesmo. No Brasil, se encontramos alguém assim pela rua, perguntamos “estava tendo uma briga lá no lugar de onde você está vindo?”. Na França, diz-se que a pessoa “a les cheveux en bataille”, ou seja, bagunçados.
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Avoir les cheveux en bataille, ao pé da letra, significa “ter os cabelos em batalha” e dá para entender, mesmo sem nunca ter ouvido a frase, que coisa boa não é. E de onde é que vem essa expressão?
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No reinado de Napoleão Bonaparte, era costume que os homens usassem um bicorne (chapéu com duas pontas, photo 2). Os soldados do exército napoleônico usavam esse adereço de duas maneiras: en colonne (as pontas à frente e atrás) ou en bataille (uma ponta sobre cada um dos ombros). Essa segunda posição, em que o chapéu parece imenso em cima da cabeça, de acordo com o Ministère de la Guerre, deu origem à expressão popular - e faz todo o sentido 🤔
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Fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Bicorne

Photos from bonjourparis2345's post 30/10/2020

Qui a été Guillaume Apollinaire ?
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Apollinaire foi um escritor francês - além de crítico de arte - que integrou vários movimentos vanguardistas do século XX, dos quais era defensor e adepto. Ele escreveu manifestos importantes para movimentos como o Cubismo, além de ter sido, de acordo com André Breton, o inventor da palavra “Surrealismo”.
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No que se refere às suas obras literárias, a ausência de pontuação nos seus poemas chamava a atenção como uma inovação formal, mas o destaque maior era a sua poesia visual: o livro Caligrammes (1918) é composto por uma coletânea de poemas cujos versos formam imagens, como uma mulher de chapéu ou a Tour Eiffel (photo 2).
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Em 1911, a Monalisa foi roubada do Louvre e Picasso e Apollinaire são acusados do crime. Pouco tempo depois, no início da Primeira Guerra Mundial, Apollinaire se alistou como voluntário para defender a França, embora não tivesse nacionalidade francesa. Em 1915, ele parte para o front de batalha mas, no ano seguinte, é ferido gravemente na cabeça e enviado de volta. Participante dos maiores eventos históricos da sua época, Apollinaire faleceu em 1918, vítima da gripe espanhola.
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A escrita e a crítica de Apollinaire expressavam uma clara ruptura com a arte que vinha sendo feita até aquele momento, e o seu apoio às vanguardas foi de extrema importância para a popularização de algumas delas. Guillaume Apollinaire foi, portanto, além de um grande poeta, um homem indissociável do seu século.
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Fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Guillaume_Apollinaire

Photos from bonjourparis2345's post 22/10/2020

Le coq au vin (galo ao vinho) é um dos pratos típicos franceses mais conhecidos no mundo. O prato consiste em galo (preferencialmente), alho, manteiga, champignons, bacon, pequenos legumes, alho, cebola, um bouquet garni, conhaque e, naturalmente, vinho tinto. Na véspera, o galo deve ser marinado em vinho e temperos e, depois, cozido lentamente com o restante dos ingredientes até que o caldo se reduza e a carne fique macia. 🤤
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No passado, ainda na Antiguidade, o coq au vin era servido para festejar o fim das colheitas, mas não se sabe, com certeza, quem o inventou. Contudo, quando não se está certo a respeito de algum acontecimento, é comum que surja uma lenda que possa explicá-lo. No caso do coq au vin, a lenda remonta à conquista da Gália (Gaule), em 50 a.C., pelos romanos: a tribo dos Arvernes Vercingétorix, ameaçada pelos soldados, teria enviado um galo gaulês - símbolo de bravura, orgulho e de determinação - a Júlio César para provocá-lo. A resposta do imperador foi convidar o chefe da região para jantar e o prato principal teria sido o próprio galo, preparado com vinho que, à época, era um produto de luxo muito consumido pelos romanos. Por conta da afronta, não houve acordo e, ao final da disputa, os gauleses infligiram uma derrota massacrante a Júlio César a seus 30.000 homens.
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Seja uma lenda baseada em um acontecimento real ou totalmente fantasiosa, o prato permanece com um dos símbolos da culinária francesa não apenas pelo sabor, mas também por ter como componentes principais dois elementos característicos da cultura francesa: o galo gaulês e o vinho. O coq au vin, então, é a cara da França.
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Fontes: https://cuisine.journaldesfemmes.fr/recette/271314-coq-au-vin-rouge
https://partageonsleplaisirdebienmanger.com/histoire-du-coq-au-vin/

16/10/2020

O maior museu de arte do mundo, o Musée du Louvre, está localizado em Paris, no 1er arrondissement e abriga mais de 38 mil objetos artísticos, desde a pré-História à contemporaneidade, divididas em três alas: Sully (leste), Richelieu (norte) e Denon (sul).
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O prédio que, hoje, foi transformado em museu era, na origem, o Palais du Louvre, construído como uma fortaleza entre os séculos XII e XIII. Como passar dos anos e devido à expansão da cidade, o prédio perdeu a sua função defensiva e, em 1546, passou a ser a residência oficial dos reis franceses até 1682, quando Louis XIV mudou a residência real para o Palácio de Versalhes.
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Inaugurado em 1793, o Musée du Louvre era composto por obras de posse da realeza e confiscadas da Igreja, após a Revolução Francesa. Durante o governo de Napoleão, cerca de 20 mil obras saqueadas foram adicionadas à coleção, mas muitas foram devolvidas posteriormente aos países de origem.
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Entre as obras milhares de obras, algumas das mais visitadas são a Gioconda, a Vênus de Milo, La liberté guidand le peuple, o Código de lei de Hamurabi e, claro, a Vitória de Samotrácia, que ocupa um lugar de destaque em uma das escadarias do museu.
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Na frente do prédio em forma de U, está a famosa pirâmide de vidro, criada por I. M. Pei em 1988. Tanto ela quanto a parte subterrânea, “la pyramide inversée” são partes famosas do museu e plano de fundo das selfies dos 8 milhões de visitantes anuais do Louvre.
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15/10/2020

Um muito obrigado a todos os professores.
Un grand merci à notre équipe d'enseignants.
MERCI !!

Photos from bonjourparis2345's post 12/10/2020

De onde vem o estereótipo de que os franceses - mais precisamente os parisienses - sempre usam boina e carregam uma baguete?
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A respeito da boina, a hipótese é de que esse clichê se deva aos Bretons, que vendiam cebolas de Roscoff (des oignons de Roscoff) na Inglaterra desde o começo do século XVIII até a Segunda Guerra Mundial. Na época, a boina era um acessório muito comum, naturalmente utilizado pela maior parte desses comerciantes bretons, que estavam por todos os lugares no Reino Unido. Logo, foi essa a imagem dos franceses que se formou na Inglaterra: eles sempre usam boina.
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Quanto à baguette, reza a lenda que Napoleão teria pedido a fabricação de um pão comprido, facilmente transportável no bolso dos soldados franceses, ao longo da calça, durante a guerra, visto que à época os pães mais comuns eram os rústicos e redondos. Contudo, a verdade é que a baguette ficou popular em Paris por influência do pain viennois (pão vienense), alongado, embora tenha permanecido durante muitos anos como um produto exclusivo da burguesia, dada a dificuldade de conservação.
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Imagem: Cédric Villain
Fonte: https://www.lebonbon.fr

10/10/2020

Claude Monet foi um pintor francês e o mais famoso do mundo entre os impressionistas (movimento do século XIX). Foi, inclusive, uma de suas obras - “Impression, soleil levant” (1872) - que motivou a criação do termo “Impressionnisme”.
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Monet nasceu em Paris, em 1840 e, por volta de 1856, conheceu Eugène Boudin, que lhe ensinou algumas técnicas de pintura ao ar livre (que depois lhe seriam muito importantes). Três anos depois, começa a estudar pintura em uma universidade parisiense, mas não consegue se adequar à “pintura acadêmica” - c’est-à-dire conservadora.
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Felizmente, ele conhece Gustave Courbet e Camille Pissarro. Juntos, eles decidem experimentar a técnica de capturar, nos quadros, o momento preciso; para isso, evidentemente, não era possível levar horas para concluir uma obra, pois a luz, especialmente, muda no decorrer do dia. A solução: pouca ênfase aos detalhes e pinceladas rápidas, mas cheias de cor. Em 1899, em sua casa em Giverny, Monet pinta a série de quadros “Les Nympheas” (Os nenúfares) que, quando foi exposta, tornou-se um grande sucesso e a técnica usada para pintá-los é tida, ainda hoje, como uma das mais interessantes do mundo.
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Visto que uma das características do Impressionnisme é a captura de um instante preciso de uma paisagem, cuja luz e disposição dos elementos mudam em poucos minutos, conforme o tempo passa, as suas obras exploram diferentes estações do ano e momentos do dia. Ironicamente, devido à exposição longa dos olhos ao sol, Monet desenvolveu catarata mas, apesar de quase ter ficado cego, nunca deixou de pintar até a sua morte, em 1926, aos 86 anos.
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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Claude_Monet
https://fondation-monet.com/

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