INFORMATIVO DOS CIPEIROS DOS SERVIDORES - #2 - SETEMBRO/23
Nós servidores eleitos para compor a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho e Assédio Sexual e Moral - C**A 2023/2024, cientes das responsabilidades, da necessidade de transparência e publicidade, apresentamos este informativo sobre assédio moral como campanha para conscientizar servidores e chefias sobre o que é, como prevenir e agir no caso de vivenciar:
*O assédio moral consiste na violação da dignidade ou integridade psíquica ou física de outra pessoa por meio de conduta abusiva.*
O assédio moral se dá por meio de gestos, palavras (orais ou escritas), comportamentos ou atitudes que exponham o(a) servidor(a), o(a) empregado(a) ou o(a) estagiário(a) ou o(a) terceirizado(a), individualmente ou em grupo, a situações humilhantes e constrangedoras, degradando o clima de trabalho e muitas vezes impactando a estabilidade emocional e física da vítima.
Exemplos de condutas de assédio moral
• Privar a pessoa do acesso aos instrumentos necessários para realizar o seu trabalho;
• Sonegar informações necessárias à realização de suas tarefas ou fornecer informações que
induzam ao erro;
• Não atribuir atividades à pessoa, deixando-a sem quaisquer tarefas a cumprir, provocando
a sensação de inutilidade e de incompetência, ou colocando-a em uma situação humilhante
frente aos colegas de trabalho;
• Contestar sistematicamente todas as suas decisões e criticar o seu trabalho de modo
exagerado ou injusto, em especial na frente de outras pessoas;
• Entregar, de forma permanente, quantidade superior de tarefas comparativamente a seus
colegas;
• Exigir a execução de tarefas urgentes de forma permanente e desnecessária;
• Atribuir, de propósito e com frequência, tarefas inferiores ou superiores, distintas das
suas atribuições;
• Controlar a frequência e o tempo de utilização de banheiro;
• Pressionar para que não exerçam seus direitos estatutários ou trabalhistas;
• Dificultar ou impedir promoções ou o exercício de funções diferenciadas;
• Segregar a pessoa assediada no ambiente de trabalho, seja fisicamente, seja mediante recusa de comunicação;
• Agredir verbalmente, gritar, dirigir gestos de desprezo, ou ameaçar com outras formas de violência física e/ou emocional;
• Criticar a vida privada, as preferências ou as convicções pessoais ou políticas;
• Espalhar boatos ou fofocas a respeito da pessoa assediada, ou fazer piadas, procurando desmerecê-la ou constrangê-la perante seus superiores, colegas ou subordinados;
• Desconsiderar problemas de saúde ou recomendações médicas na distribuição de tarefas;
• Realizar um controle excessivo e desproporcional apenas sobre a pessoa assediada;
• Evitar a comunicação direta com a pessoa assediada, ocorrendo normalmente quando a comunicação se dá apenas por e-mail, bilhetes ou terceiros e outras formas indiretas de comunicação;
• Isolar a pessoa assediada de confraternizações, almoços e atividades realizadas em conjunto com os demais colegas;
• Fazer comentários indiscretos quando a pessoa falta ao serviço;
• Ameaçar a pessoa com violência física ou agredir fisicamente, ainda que de forma leve;
• Invadir a intimidade da pessoa, procedendo a escutas de ligações telefônicas, leituras de correspondências, mensagens em aplicativos ou e-mails;
• Ignorar a presença da pessoa; e
• Atribuir tarefas vexatórias ou humilhantes à pessoa.
O que não configura assédio moral
É importante entender que os conflitos fazem parte das relações humanas e de trabalho; por isso, nem toda situação de atrito ou discordância constitui assédio moral. Além disso, alguns atos são inerentes ao trabalho de gestão pública, e, quando são pontuais ou moderados, não configuram assédio moral:
• Cobranças de trabalho, realizadas de maneira respeitosa;
• Atribuição de tarefas aos subordinados, no interesse da Administração;
• Conflitos esporádicos com colegas ou chefias - divergências sobre determinado tema comunicadas de forma direta e respeitosa.
|Fonte: extraído do GUIA LILÁS - Orientações para prevenção e tratamento ao assédio moral e sexual – disponível no seguinte endereço: https://repositorio.cgu.gov.br/handle/1/16385
*As denúncias poderão ser encaminhadas por meio dos seguintes canais:
• Fala.br - Plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação (cgu.gov.br);
• Ministério Público - Atendimento ao Cidadão e à Cidadã - Ministério Público do Estado de São Paulo (mpsp.mp.br);
• Sindicato dos Servidores Municipais.
Grupo C**A dos servidores
* Carlos (Infra): 16 98171-5239
* David Bulgari (Casa Civil): 16 99245-7251
* Jurandir Garcia (Saúde): 16 98172-4082
* Márcio Conrado (Saúde): 16 99975-9596
* Patrícia (Educação): 16 99275-0245
* Augusto (SAMU): 16 99156-9999
* Silmara (Saúde): 16 99238-0833
Coletivo No Chão da Escola
Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Coletivo No Chão da Escola, Formação, Ribeirão Prêto.
Em fevereiro de 2021, iniciamos nossa luta coletiva, nos defendendo contra a postura irresponsável da atual administração municipal de Ribeirão Preto em relação à condução do combate à pandemia de COVID-19, especialmente no que se referia ao retorno das atividades presenciais nas escolas sem condições mínimas de segurança para crianças, adultos e, por consequência, para as famílias.
Desde aquele momento, era visível um alinhamento de nosso prefeito e subordinados às ideias e ações do governo federal.
Logo, não foi surpresa para nós a escolha dessa gestão municipal de apoiar o atual presidente no 2⁰ turno, não é mesmo?
Nunca tivemos a intenção de partidarizar nosso Coletivo. Ao contrário, sempre acreditamos na importância de nos mantermos independentes, mesmo em relação a grupos com os quais temos lutas em comum!
Porém, nossos princípios e posicionamentos sempre foram ao encontro da esquerda democrática, e entendemos que neste momento não é diferente.
Entendemos ainda que, ante às ameaças fascistas que se colocam, precisamos, com urgência, nos posicionar!
Mais que isso, precisamos nos unir novamente para desta vez garantir a vitória da esquerda no governo estadual e federal!
Ou seja, para garantir a vitória dos princípios e direitos pelos quais lutamos desde o início da atuação deste nosso Coletivo!
Quem vem conosco?
Comissão Organizadora do Coletivo
13/09/2022
Nesta quarta-feira, às 19 horas teremos a 2ª Semana Paulo Freire na Câmara Municipal de Ribeirão Preto.
O tema: Brasil: 200 ANOS DE (IN)DEPENDÊNCIA - PARA QUEM?
Convidados:
Adriana Gentil Bortoli
Professora da rede municipal de Rib Preto. Atuou como diretora de escola e Coordenadora do Ensino Noturno (EJA). Graduada em História e Pedagogia. Mestre em Educação Escolar. Assessora educacional de História para o Ensino Médio e Cursos Pré vestibular do grupo Saraiva e Ético Sistema de Ensino. Doutoranda em Educação Escolar pela FCL UNESP - Araraquara.
Leonardo Sacramento
Professor de educação básica da rede municipal de Ribeirão Preto e pedagogo do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo. Doutor em educação e autor do livro A universidade mercantil: um estudo sobre a relação entre universidade pública e capital privado. Atualmente pesquisa a relação entre conservadorismo e liberalismo em movimentos sociais e políticos contemporâneos a partir da história do Brasil.
Contamos com a sua presença!
Coletivo Popular Judeti Zilli
13/09/2022
Boa noite!
O Coletivo Popular Judeti Zilli convida para participar da 2ª Semana da Educação Paulo Freire, que será realizada na Câmara!
Participem! Divulguem, por favor.
Nesta quarta-feira, às 19 horas:
O tema: Brasil: 200 ANOS DE (IN)DEPENDÊNCIA - PARA QUEM?
Convidados:
Adriana Gentil Bortoli
Professora da rede municipal de Rib Preto. Atuou como diretora de escola e Coordenadora do Ensino Noturno (EJA). Graduada em História e Pedagogia. Mestre em Educação Escolar. Assessora educacional de História para o Ensino Médio e Cursos Pré vestibular do grupo Saraiva e Ético Sistema de Ensino. Doutoranda em Educação Escolar pela FCL UNESP - Araraquara.
Leonardo Sacramento
Professor de educação básica da rede municipal de Ribeirão Preto e pedagogo do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo. Doutor em educação e autor do livro A universidade mercantil: um estudo sobre a relação entre universidade pública e capital privado. Atualmente pesquisa a relação entre conservadorismo e liberalismo em movimentos sociais e políticos contemporâneos a partir da história do Brasil.
Contamos com a sua presença!
Coletivo Popular Judeti Zilli
29/08/2022
21/07/2022
Sobre a expansão de vagas na Educação Infantil: Falta de planejamento? organização? competência? Fracasso das terceirizações? Privatização da SME? Ou tudo junto e misturado?
Segundo dados oficiais da SME e requerimentos respondidos pelo Secretário da Educação, Felipe Elias Miguel, Ribeirão Preto possui um déficit total de vagas de 2.653 crianças fora da escola de 0 a 3 anos.
Dentre 2.653, a Zona Norte possui 1.086. A Região Central 34. A Leste 525 e a Oeste 795.
Em maio deste ano, em reportagem do Cidade On, o Secretário Felipe Miguel afirmou que havia zerado o déficit de vagas no município, e que a expansão de vagas estava espalhada pela cidade inteira.
Ora, se a SME e o Secretário Felipe Elias Miguel possuem dados e o mapeamento do déficit da demanda escolar por região, inclusive por segmentos (Berçários I e II / Maternal I e II), então, o correto seria o planejamento na expansão de vagas ser direcionado à Região Norte e sucessivamente de acordo com a demanda.
Se a SME e o Secretário estão de posse dos dados e o mapeamento por região, então conclui-se que ao realizar a expansão de vagas espalhadas pela cidade não faz sentido.
Resta questionar novamente se é caso de incompetência, desorganização, ausência de planejamento, conjuntamente com o fracasso das terceirizações e a expansão de vagas, seguindo os ditames de empresários ligados à shoppings e construtoras.
Coletivo Popular Judeti Zilli (PT)
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Categoria
Equipa de Culinária
Vestuário
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Ribeirão Prêto, SP