18/10/2022
É importante termos em mente a estrutura geral de uma prática de yoga, com os pontos principais presentes em todas as práticas de yoga. Existem várias abordagens para isso, aqui vou apresentar uma das mais conhecidas, que eu mais utilizo e acredito ser a mais apropriada.
Pense na aula de yoga como uma jornada, na qual nós conduzimos os praticantes de acordo com o estado de consciência que desejamos promover durante a prática.
No início da prática, com frequência, recebemos o praticante ainda bastante agitado e ligado aos eventos que ocorreram durante o dia ou à sua vida corriqueira: trabalho, família, responsabilidades, compromissos, etc.. Este é o momento ideal para praticar enraizamento, também conhecido como centramento. É neste momento que ajudamos o praticante a fazer a transição para o “aqui e agora”.
Marque bem o início da prática. Eu, normalmente, peço ao praticante que se sente em uma postura confortável e em silêncio. Lembre-se de prezar um mínimo de conforto possível, pois nem todo praticante consegue se sentar na postura de lótus ou, simplesmente, com as pernas cruzadas. Alguns praticantes podem precisar de cadeiras ou de uma almofada, o que é perfeitamente natural.
Deixe claro para o praticante que o yoga não deve ser encarado como um exercício doloroso. Certifique-se que o praticante se sente à vontade para manifestar eventuais queixas ou dores. Dessa forma, as dificuldades poderão ser trabalhadas, de acordo com a limitação de cada praticante.