Psicopedagoga Pollyanna Amorim

Psicopedagoga Pollyanna Amorim Avaliação e intervenção psicopedagógica
Crianças, adolescentes e adultos

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Esses dias, enquanto observava uma criança br**cando, fiquei pensando em quantas vezes nós, adultos, olhamos para a br**...
24/09/2026

Esses dias, enquanto observava uma criança br**cando, fiquei pensando em quantas vezes nós, adultos, olhamos para a br**cadeira e enxergamos apenas… br**cadeira.

Mas ali tinha muito mais acontecendo.

Ela estava tentando, errando, inventando soluções, fazendo escolhas, mudando de estratégia, criando histórias e aprendendo a lidar com pequenas frustrações.

E talvez seja justamente por isso que eu sempre reforço: br**car não é uma pausa da aprendizagem.

Brincar também é uma das formas pelas quais a criança conhece o mundo.

Às vezes, na correria do dia, queremos preencher cada minuto com atividades, tarefas e estímulos. Mas talvez o que aquela criança esteja precisando seja mais simples:

um adulto disponível para sentar no chão e br**car com ela.

Não precisa ser uma br**cadeira elaborada.

Não precisa ter brinquedo caro.

Não precisa virar uma atividade pedagógica.

Às vezes, precisa apenas de presença. 🤎

E se hoje você puder escolher entre fazer mais uma atividade ou sentar no chão para br**car com seu filho…

sente no chão.

Talvez você descubra que, enquanto ele br**ca, vocês dois estão aprendendo muito. 🧸

Posso te fazer uma pergunta que talvez incomode um pouquinho?Quando você atende uma criança, você está realmente fazendo...
21/09/2026

Posso te fazer uma pergunta que talvez incomode um pouquinho?

Quando você atende uma criança, você está realmente fazendo psicopedagogia clínica… ou, sem perceber, acabou assumindo o papel de professora particular?

É muito fácil cair nessa armadilha.

A criança chega com dificuldade na escola e, naturalmente, queremos ajudar. Então começamos a explicar o conteúdo, revisar a matéria, ajudar na tarefa, preparar para a prova…

E quando percebemos, a sessão virou uma aula de reforço.

Mas o nosso olhar precisa ir além do conteúdo.

Na clínica, nosso trabalho é investigar o que está por trás da dificuldade de aprendizagem, compreender como aquela criança aprende e trabalhar os aspectos que estão interferindo nesse processo.

Não é sobre fazer menos.

É sobre fazer aquilo que realmente cabe à nossa atuação.

✨ E aqui vai o ouro para você levar para a próxima sessão:

Antes de começar uma atividade, pergunte:

“Estou trabalhando o conteúdo que a criança não aprendeu ou a habilidade que está dificultando que ela aprenda?”

Essa resposta pode mudar completamente o seu planejamento.

Porque uma psicopedagoga segura não precisa saber dar conta de tudo.

Ela precisa saber exatamente qual é o seu papel. 🤎

Salva esse carrossel para revisitar quando bater aquela dúvida no planejamento.

Sabe quando você pede uma coisa simples e a resposta é logo um “não quero”, “não vou fazer” ou “você não manda em mim”?E...
17/09/2026

Sabe quando você pede uma coisa simples e a resposta é logo um “não quero”, “não vou fazer” ou “você não manda em mim”?

E, quando você insiste, a situação cresce: vem a discussão, a irritação, o choro… e parece que qualquer limite vira uma batalha.

Para algumas famílias, essa rotina pode ser muito cansativa. E quando esse comportamento é frequente e intenso, vale olhar para além da desobediência.

Uma criança com TOD pode ter muita dificuldade para lidar com frustrações, regras, limites e situações em que precisa fazer algo que não gostaria.

E é aí que o acompanhamento psicopedagógico pode ajudar: não para simplesmente fazer a criança obedecer, mas para entender como esse comportamento está interferindo na aprendizagem e na rotina escolar, além de construir estratégias que favoreçam seu desenvolvimento.

Na próxima vez que pensar “ele só está fazendo birra”, tente trocar a pergunta:

“O que será que ele ainda precisa aprender para conseguir lidar melhor com essa situação?”

Entender o comportamento não signif**a deixar de colocar limites.

Signif**a ensinar enquanto coloca limites. 🤎


Tem coisa que a gente só percebe quando aprende a olhar além do óbvio. 🔎Na psicopedagogia, um erro, uma esquiva, uma tro...
14/09/2026

Tem coisa que a gente só percebe quando aprende a olhar além do óbvio. 🔎

Na psicopedagogia, um erro, uma esquiva, uma troca ou até uma aparente “desatenção” não são apenas comportamentos para corrigir. São pistas.

É preciso observar o processo, compreender as estratégias da criança e investigar o que está por trás daquela dificuldade.

Porque, muitas vezes, o que parece ser o problema é apenas o sinal de que existe algo mais profundo para investigar.

✨ Quando você não souber por onde começar, comece pelo erro. Observe o que a criança erra, como ela erra e, principalmente, o que ela faz antes de errar. É aí que muitas pistas aparecem.

Salve para consultar na próxima avaliação. 🤎

Tem coisas que, na psicopedagogia, parecem pequenas… mas dizem muito sobre a profissional que escolhemos ser. 🤎Acho chiq...
10/09/2026

Tem coisas que, na psicopedagogia, parecem pequenas… mas dizem muito sobre a profissional que escolhemos ser. 🤎

Acho chique quando existe estudo por trás da intervenção.

Quando a profissional não se acomoda no “sempre fiz assim”.

Quando consegue olhar para a criança sem reduzir suas dificuldades a um rótulo.

Quando entende que br**car também pode ser estratégia, que o erro também ensina e que cada criança precisa ser compreendida antes de ser conduzida.

No fim, psicopedagogia bonita não é a que tem a atividade mais elaborada. É a que tem intenção, conhecimento e olhar clínico.

✨ E um ouro para levar para a prática:

Antes de pensar “qual atividade vou fazer?”, pergunte:

“O que eu preciso compreender sobre essa criança para escolher essa atividade?”

É essa pergunta que transforma atividade em intervenção.

Tem comportamentos que, à primeira vista, parecem simples de explicar.“É preguiça.”“Ele não presta atenção.”“Ela não se ...
08/09/2026

Tem comportamentos que, à primeira vista, parecem simples de explicar.

“É preguiça.”

“Ele não presta atenção.”

“Ela não se esforça.”

“Só faz quando quer.”

“Não tem interesse.”

Mas, antes de colocar um rótulo, eu prefiro fazer outra pergunta:

o que esse comportamento está tentando me mostrar?

Porque uma criança pode evitar uma atividade não porque não queira aprender, mas porque aquela tarefa exige uma habilidade que ainda não está bem desenvolvida.

Pode parecer desatenção quando, na verdade, existe dificuldade em sustentar o foco, organizar as informações ou compreender o que foi solicitado.

Pode parecer falta de esforço quando existe insegurança, medo de errar ou uma experiência repetida de fracasso.

E pode parecer “preguiça” quando aprender aquela habilidade está sendo muito mais difícil do que conseguimos perceber de fora.

É por isso que investigar não signif**a procurar um problema em cada comportamento.

Signif**a não tirar conclusões antes de compreender o caminho.

Na psicopedagogia, o comportamento também é uma pista. Ele ajuda a levantar perguntas, observar padrões e entender como essa criança está se relacionando com a aprendizagem.

Porque quando a gente troca o julgamento pela investigação, muda também a forma de ajudar.

E, muitas vezes, é justamente aí que começa uma intervenção mais assertiva: quando paramos de perguntar “por que ela não faz?” e começamos a perguntar “o que está dificultando que ela faça?”

Salve este carrossel para lembrar disso quando algum comportamento parecer simples demais para ser simplesmente ignorado. 🤍

Tem algumas frases que chegam ao consultório e que, para mim, já acendem uma luzinha. 😂“Em casa ele lê super bem, mas na...
31/08/2026

Tem algumas frases que chegam ao consultório e que, para mim, já acendem uma luzinha. 😂

“Em casa ele lê super bem, mas na escola não consegue.”

E eu sempre penso: o que está diferente entre esses dois contextos?

Porque não basta saber que em um lugar ele consegue e no outro não. Eu quero entender como essa criança está sendo solicitada em cada situação, o que facilita, o que dificulta, quanto de ajuda ela recebe, como são as demandas e em que momento a dificuldade aparece.

Às vezes, quando a gente olha só para o resultado, parece que a criança “sabe em casa e não sabe na escola”. Mas quando olhamos para o caminho, encontramos informações que mudam completamente a nossa compreensão.

É por isso que, na avaliação psicopedagógica, o contexto também importa. A criança não aprende no vazio. Ela aprende em situações, relações e demandas diferentes.

E talvez a pergunta não seja apenas “por que ele não consegue na escola?”, mas também:

“O que a escola está nos mostrando sobre como essa criança aprende?”

Tem frases que a gente ouve tanto que quase parecem explicar tudo.“Ele é inteligente, só não para quieto.”Mas, quando es...
26/08/2026

Tem frases que a gente ouve tanto que quase parecem explicar tudo.

“Ele é inteligente, só não para quieto.”

Mas, quando essa fala chega até mim, eu não consigo parar aí. 😅

Porque a inquietação, sozinha, não me diz o que está acontecendo com aquela criança.

Eu quero saber: quando ela f**a inquieta? Em quais atividades? Consegue se concentrar em outras situações? O que acontece quando a tarefa f**a mais difícil?

São essas pequenas diferenças que ajudam a entender se estamos diante de uma característica daquele momento, de uma dificuldade de autorregulação, de atenção ou de outra questão que merece ser observada com mais cuidado.

E é justamente por isso que, na psicopedagogia, eu não quero apenas olhar para o comportamento. Quero entender o que ele está me contando.

Porque antes de dizer “ele é assim”, vale a pena perguntar: o que essa criança está tentando nos mostrar?

Tem coisas que, para um adulto, parecem pequenas. Mas, para uma criança, podem ocupar um espaço enorme.Uma mudança na ro...
24/08/2026

Tem coisas que, para um adulto, parecem pequenas. Mas, para uma criança, podem ocupar um espaço enorme.

Uma mudança na rotina. Um “não” que ela não esperava. Uma tarefa que parece simples, mas está difícil. Uma bronca. Uma frustração. Até aquele sorvete que caiu no chão. 🍦

O que para nós pode parecer “drama” ou “bobagem”, para uma criança pode ser uma experiência cheia de sentimentos que ela ainda está aprendendo a reconhecer, organizar e expressar.

Por isso, antes de dizer “não foi nada”, talvez valha perguntar:

“Foi pequeno para mim… mas como foi para ela?”

Acolher não signif**a concordar com tudo. Signif**a ajudar a criança a entender o que está sentindo e, aos poucos, aprender a lidar com isso.

A Andréa já foi apresentada por aqui, mas hoje queremos falar um pouco mais sobre o que a presença dela representa para ...
19/08/2026

A Andréa já foi apresentada por aqui, mas hoje queremos falar um pouco mais sobre o que a presença dela representa para o nosso trabalho.

Sua experiência, seu olhar cuidadoso e sua forma de compreender os processos de aprendizagem chegam para somar à nossa equipe e ampliar as possibilidades de acompanhamento de cada criança.

Porque, quando falamos de aprendizagem, não existe uma única forma de olhar. É preciso conhecimento, escuta, sensibilidade e um olhar atento para aquilo que cada criança apresenta.

E é justamente esse olhar que queremos fortalecer por aqui: profissionais que não se limitam ao que aparece, mas buscam compreender o que está por trás de cada dificuldade, respeitando o tempo e a singularidade de cada criança.

E para quem estava esperando uma oportunidade de acompanhamento, a chegada da Andréa também signif**a novos horários disponíveis:

🌿 Tarde

🌿 Noite

🌿 Sábado pela manhã

Se você estava buscando um acompanhamento psicopedagógico para seu filho e precisava de um horário que coubesse melhor na rotina, fale com a gente para consultar a disponibilidade.

Andréa, que bom ter seu olhar somando ao nosso jeito de cuidar. 🤍

Endereço

Rua Desembargador Martins Pereira, 221
Recife, PE
52050-205

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