Psicopedagoga Pollyanna Amorim

Psicopedagoga Pollyanna Amorim

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Avaliação e intervenção psicopedagógica
Crianças, adolescentes e adultos

Dúvidas e agendamento:

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Photos from Psicopedagoga Pollyanna Amorim's post 22/06/2026

Se desligar o celular na sua casa quase sempre termina em discussão, gritos ou negociação, talvez o problema não esteja apenas na tela.

Muitos pais tentam resolver essa questão criando novas regras, tirando o aparelho ou aumentando as restrições.

Mas existe uma pergunta importante:

O que está ocupando o lugar da tela na rotina do seu filho?

Porque quando a tela se torna a atividade mais divertida, mais estimulante e mais previsível do dia, qualquer tentativa de desligá-la gera resistência.

Não porque a criança é malcriada.

Mas porque ela está abrindo mão daquilo que se tornou sua principal fonte de prazer e entretenimento.

Por isso, reduzir o tempo de tela não começa apenas com limites.

Começa com alternativas.

Com momentos de conexão.

Com brincadeiras.

Com participação na rotina da família.

Com oportunidades de viver experiências que também sejam interessantes para ela.

E existe outro ponto que muitos pais não percebem:

Crianças lidam melhor com limites quando sabem o que esperar.

Quando há horários claros, combinados consistentes e previsibilidade, as negociações diminuem e os conflitos tendem a acontecer com menos frequência.

O objetivo não é criar uma infância sem telas.

É construir uma rotina em que a tela não precise ser a melhor parte do dia.

18/06/2026

Receber o diagnóstico de TDAH na vida adulta costuma trazer respostas.

Mas também pode trazer luto.

Luto pelo tempo em que você acreditou que era desorganizado demais.

Preguiçoso demais.

Distraído demais.

Inconstante demais.

Muitas pessoas passam anos se culpando por dificuldades que nunca conseguiram explicar.

Elas tentam mais.

Se cobram mais.

Se comparam mais.

E mesmo assim continuam sentindo que precisam fazer um esforço muito maior do que os outros para dar conta de tarefas simples do dia a dia.

Por isso, para alguns adultos, o diagnóstico não representa apenas uma descoberta.

Representa uma mudança de perspectiva.

Porque perceber que existe uma explicação para tantas dificuldades pode aliviar anos de culpa acumulada.

O diagnóstico não muda quem você é.

Mas pode mudar a forma como você entende a sua história.

E, muitas vezes, esse é o primeiro passo para construir estratégias mais adequadas, relações mais saudáveis consigo mesmo e uma vida com menos culpa e mais compreensão.

💭 Você recebeu o diagnóstico de TDAH já na vida adulta?

Photos from Psicopedagoga Pollyanna Amorim's post 16/06/2026

A parte mais difícil não é quando a nota cai.

É quando a criança começa a duvidar de si mesma.

Porque a nota baixa costuma ser apenas a parte visível do problema.

Antes dela, muitas vezes já existiram sinais que passaram despercebidos.

A criança começou a evitar tarefas.

Demorava mais para fazer atividades simples.

F**ava frustrada com facilidade.

Dizia que não gostava de estudar.

Se comparava aos colegas.

E, aos poucos, começou a construir uma ideia que pode ser muito mais prejudicial do que qualquer boletim:

"Eu não consigo."

"Eu sou ruim nisso."

"Eu não sou inteligente."

É nesse momento que a dificuldade deixa de afetar apenas a aprendizagem e começa a atingir a autoestima.

Por isso, quando uma criança apresenta dificuldades escolares, olhar apenas para as notas nunca é suficiente.

É preciso olhar para a forma como ela está se sentindo durante esse processo.

Porque uma nota pode ser recuperada.

Mas uma criança que passa a acreditar que não é capaz precisa, antes de tudo, voltar a acreditar em si mesma.

❤️ Seu filho já demonstrou frustração ou insegurança em relação aos estudos?

Photos from Psicopedagoga Pollyanna Amorim's post 12/06/2026

Quando pensamos em dificuldade escolar, é comum olhar primeiro para as notas.

Mas, na maioria das vezes, os efeitos aparecem muito antes delas.

A criança começa a evitar tarefas que antes fazia sem problemas.

F**a irritada quando precisa estudar.

Diz que odeia a escola.

Se compara com os colegas.

Perde a confiança para tentar.

E, aos poucos, começa a construir uma ideia perigosa sobre si mesma:

"Eu não consigo."

"Eu não sou inteligente."

"Eu nunca vou aprender."

É por isso que a dificuldade escolar não afeta apenas o desempenho acadêmico.

Ela pode afetar a autoestima, a segurança emocional e a forma como a criança enxerga suas próprias capacidades.

Muitas vezes, quando os pais percebem a queda nas notas, a criança já está carregando frustrações há bastante tempo.

Por trás de um boletim, existe uma história que merece ser compreendida.

E quanto antes conseguimos olhar para o que está acontecendo, maiores são as chances de evitar que a dificuldade na aprendizagem se transforme em sofrimento.

❤️ Seu filho já deu algum sinal que chamou sua atenção antes mesmo das notas baixarem?

Photos from Psicopedagoga Pollyanna Amorim's post 09/06/2026

Tem uma cena que se repete em muitas casas.

A criança senta para fazer a tarefa.

Passam alguns minutos.

Ela suspira.

Apaga.

Erra.

Diz que não sabe.

Pede ajuda.

Se distrai.

E logo alguém perde a paciência.

Mas existe uma coisa que eu gostaria que você lembrasse antes de interpretar isso como preguiça ou falta de interesse:

Ninguém gosta de fazer algo que faz se sentir incapaz.

Nenhum adulto gosta.

Nenhuma criança gosta.

Imagine passar dias, semanas ou meses tentando fazer algo que parece simples para todo mundo ao seu redor.

Chega uma hora em que o problema deixa de ser a atividade.

O problema passa a ser o que ela sente enquanto faz.

Por isso, quando uma criança evita estudar, nem sempre ela está fugindo da tarefa.

Às vezes ela está fugindo da frustração.

Da comparação.

Do medo de errar mais uma vez.

E é exatamente por isso que olhar apenas para o comportamento quase nunca é suficiente.

Porque por trás de uma criança que parece desinteressada, pode existir uma criança que já não acredita tanto em si mesma.

E essa é a parte que merece a nossa atenção primeiro.

❤️ Você já percebeu seu filho desistindo antes mesmo de tentar?

05/06/2026

Uma oportunidade de sentar junto.

De conversar sem pressa.

De comemorar quando encontra aquela figurinha difícil.

De ouvir histórias, fazer perguntas e criar memórias.

Em uma rotina tão corrida, nem sempre é fácil encontrar momentos de conexão genuína com os filhos. E, muitas vezes, eles acontecem justamente nas coisas mais simples.

Enquanto vocês procuram figurinhas, organizam páginas ou falam sobre os jogadores e países, seu filho está desenvolvendo atenção, memória, linguagem e raciocínio.

Mas existe algo ainda mais importante acontecendo.

Ele está sentindo que aquele momento tem a sua presença.

E crianças aprendem melhor quando se sentem vistas, ouvidas e conectadas emocionalmente aos adultos que fazem parte da sua vida.

Por isso, como psicopedagoga, eu gosto de olhar além do álbum.

Porque as figurinhas vão passar.

A Copa vai acabar.

Mas os momentos compartilhados, as conversas e o vínculo construído durante esse processo podem permanecer por muito tempo.

Talvez a maior oportunidade não esteja nas figurinhas que faltam.

Talvez esteja no tempo que vocês passam juntos procurando por elas. ⚽❤️

❤️

28/05/2026

Primeiro, eu não começaria tentando “fazer ela parar” porque o movimento não é o problema, é uma forma de funcionamento. Eu ajustaria o ambiente, menos estímulos desnecessários, mais organização visual, mais previsibilidade, traria atividades mais curtas com começo, meio e fim bem definidos pra sustentar a atenção - sem gerar frustração - intercalaria movimento com proposta, não dá pra exigir que a criança fique parada o tempo todo, mas dá pra usar isso a favor. Usaria recursos mais concretos e dinâmicos, quanto mais envolvimento, melhor a resposta e, principalmente, eu não trabalharia só o comportamento, eu olharia pra autorregulação, pra impulsividade, pra forma como essa criança lida com o próprio corpo, porque não é sobre controlar é sobre ensinar caminhos possíveis no ritmo que ela consegue sustentar.

25/05/2026

(1) começo pela escuta: entender a queixa, a história e o contexto da criança muda tudo

(2) observo antes de testar: como ela se comporta, reage, tenta e evita, isso já traz muitas pistas

(3) defino o que preciso investigar: nem tudo precisa ser avaliado, clareza evita excesso de instrumentos

(4) seleciono os instrumentos com intenção: cada atividade tem um objetivo dentro da avaliação

(5) aplico observando, não só registrando: o mais importante não é só o resultado, é o processo

(6) vou conectando as informações: nada é analisado isoladamente

(7) interpreto os dados com olhar clínico: avaliar não é só descrever, é entender o que está por trás

(8) organizo tudo de forma clara: pra que o relatório faça sentido pra quem vai ler

No final, não é só sobre avaliar, é sobre ter direção

Foi quando eu organizei esse processo que minha prática ficou mais segura e consistente

Se você sente que ainda faz tudo meio solto, talvez o que falte seja estrutura

E é exatamente isso que eu ensino na minha supervisão 💛

Photos from Psicopedagoga Pollyanna Amorim's post 21/05/2026

Se a leitura ainda é difícil por aí, respira!
Não é falta de esforço, e nem falta de inteligência. Muitas vezes, é só a forma que precisa ser ajustada.
No consultório, a gente não começa cobrando leitura, a gente constrói o caminho até ela, com apoio,
com estratégia e sem pressão.
E isso também pode acontecer em casa, nos pequenos momentos, nas leituras juntos, nas tentativas sem cobrança, porque quando a criança se sente segura, ela tenta mais. E quando tenta mais, ela aprende.
Não precisa ser perfeito, precisa ser possível 💛
Isso fez sentido pra você?

Photos from Psicopedagoga Pollyanna Amorim's post 18/05/2026

A sessão acaba, mas o processo continua.

E, muitas vezes, é fora da sessão que as coisas realmente ganham força.

É no dia a dia, nas pequenas situações, nas respostas que a criança recebe.

Porque aprender não é algo que acontece só naquele momento estruturado.

Precisa de repetição com sentido, de oportunidade, de alguém que conduza com intenção.

E não, não precisa ser perfeito.

Mas precisa de presença.

De um olhar mais atento, de um pouco mais de paciência, de entender que o desenvolvimento leva tempo.

O que começa na sessão, continua em casa 💛

Isso faz sentido pra você?

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