11/09/2026
A saúde mental é um assunto complexo, atravessado por questões de raça, gênero, sexualidade. Neste post, da série Setembro Amarelo, olhamos para as taxas de automutilação e suicídio entre a população LGBTQIAPN+.
Fatores como rejeição familiar, bullying na escola, dificuldade de acesso ao mercado de trabalho e ao sistema de saúde geram consequências. Sabe as clássicas “fale feito homem?” ou “menina não faz isso!” proferidos por pais e cuidadores?! Geram hipervigilância, ansiedade para manter um comportamento esperado, não desagradar a família. Parece brincadeira quando ouvimos: “Fulano toda uma colher de gesso quando sai de casa”, para definir um controle eterno dos gestos e do tom de voz.
Portanto, toda atenção com as “análises” e os “vetos” no controle dos corpos de crianças e adolescentes. “Pesquisa realizada pelo Datafolha em 2022 mostra que oito em cada dez jovens brasileiros, de 15 a 29 anos, tiveram problemas relacionados a saúde mental”, aponta reportagem da Agência Brasil. Pensamentos negativos, dificuldade de concentração e ideação suicida, entre esses problemas. 92% dos jovens LGBTQIAPN+, nessa faixa etária, relataram essas questões.
Preconceito e pressão devem ser trocados pelo projeto de , incentivando o orgulho individual e a construção coletiva. E se você conhece alguém que está em sofrimento, pode ligar gratuitamente para o 188 (CVV). No Sistema Único de Saúde (SUS), busque o CAPS e Unidades Básicas de Saúde (Família, Postos e Centros). As UPAs 24h, SAMU (192), Pronto Socorro e hospitais.
Fontes: doistercos.com.br / agênciabrasil.ebc.com.br / scielosp.org
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