Ontem foi dia de ensaiar e eu aproveitei para registrar algumas das nossas canções. E essa daqui eu amo cantar!
Lapu é um menino meio desengonçado que, no meio do Carnaval de Olinda, descobre que ninguém precisa saber dançar para cair na brincadeira, é só pular!🤩
Eu joguei o mote, a história, a brincadeira com Lapu e o “lá, pula!”, e Carlinhos musicou. Essa é mais uma parceria nossa, dessas que nascem de uma ideia, viram música e depois ganham ainda mais vida quando chegam nas mãos dos músicos. E olhem a alegria dos meninos tocando! Eu amo essa parte do vídeo. Eles estão se divertindo e tocando DEMAIS!
Arte engrandece, alegra, eleva!
E eu amo fazer isso: inventar histórias, brincar com as palavras, criar personagens, transformar tudo em música e depois ver a coisa ganhar o mundo.
Viva a música!
Viva as histórias!
Viva o frevo!
Viva a brincadeira!
P**A, LAPU! 💃
Carol Levy
Carol Levy é contadora de histórias e cantora. Tem os DVDs Contarola e CantaBicho. E mais: um programa semanal na GLOBO, o Carol Levy Contarolando.
Nasceu mais uma obra-prima da música popular brasileira.
Mãetoristas, essa é pra vocês.🚗
Quem nunca? 😂
POIS É, MINHA GENTE! Quem já esteve comigo em alguma formação, presencial ou online, sabe que eu faço questão de reforçar uma coisa: nós todos contamos histórias diariamente.
Por isso mesmo, quem quiser aprender a contar histórias — profissionalmente ou não — também pode fazer isso. Tem técnica, tem repertório, tem estudo, mas tem, principalmente, prática!
Agora, preciso fazer um alerta muito importante: cuidado para não se apaixonar completamente, viu? Esse ofício é assim, perigoso e sedutor, hahaha.♥️
Há muitos anos, além de contar histórias, eu estudo e ensino sobre elas. Faço palestras, aulas-show, workshops e formações mais longas para professores, educadores, equipes e instituições. E não é formação para ficar só me ouvindo falar, não! A gente pensa, experimenta, conta, cria e bota a mão na massa igual a João Esperto, rs!
E uma coisa que eu adoro é perceber como as ferramentas da contação de histórias podem transformar não apenas o jeito de contar uma história, mas também a maneira como a gente se comunica, prende a atenção e se conecta com quem está ouvindo.
Tenho vontade de trazer mais desse universo para cá e até abrir novas turmas online, para chegar em quem está longe.
Quero saber: vocês se animam para receber mais conteúdos sobre contação de histórias por aqui? Porque eu vou começar a produzir, hein?
E, se você é de uma escola, empresa ou instituição e quer levar uma formação dessas para a sua equipe, pode falar comigo também.
Bjoca!
O Dia Nacional dos Direitos Humanos foi ontem. E achei até bom não ter conseguido postar nada, porque aquele clichê de que precisamos lutar por eles todos os dias é real, não é verdade?
Trouxe esse livro maravilhoso, Todas as Pessoas Contam, do Kristin Roskifte, editado pela Companhia das Letrinhas pois ele nos ajuda a lembrar de não esquecer.
É muito fácil esquecer que todo mundo também está vivendo esse corre louco. Que todos carregam suas dificuldades, seus traumas, seus sonhos, suas alegrias. Que existe um mundo inteiro acontecendo dentro de cada pessoa que cruza o nosso caminho.
Daí, minha gente, quando penso nas crianças, isso me pega ainda mais porque se a gente, por causa da urgência da vida, também perde a empatia pelos adultos ao nosso redor entendendo que os problemas dos adultos são “tamanho família”, como lembrar de ter empatia pelos “probleminhas” das crianças?
Como é importante que a gente consiga parar um pouco os nossos corres para escutar os nossos filhos. Aquela conversa sobre um brinquedo, um desenho, uma coisa que aconteceu na escola e que, para nós, pode parecer pequena.
É urgente que a gente preste atenção. Estamos dispersos demais.
O meu movimento artístico está cada vez mais voltado para isso: prestemos atenção nas crianças.
É direito delas serem ouvidas e respeitadas dentro daquele mundinho que, às vezes, pode parecer bobo para a gente.
Mas não é não, viu?
Pode parecer. Mas não é.
E também acho muito importante ensinar nossas crianças sobre direitos humanos. Ensinar, principalmente pelo exemplo, que todas as pessoas contam. Todas importam, até aquele coleguinha chato, aquele outro irritante, o atrapalhado e aquele que é tão diferente da gente.
Talvez exista um mundo inteiro ali que a gente ainda não conhece.
Sigamos juntos nessa luta, meu povo! ❤️
Gavião, livro de Lulu Lima e Eric Farpa. Editora Mil Caramiolas | Editora de Livros Infantis
Que livro! Que obra tão poética, bonita e dura, como esse lamentável tema exige.
De fato, como eu disse à minha amiga Lulu, esse é o primeiro livro que conheci falando de abus@ sexu@l de uma forma realmente poética. É um livro literário e, por isso, eu acho uma obra dificílima de narrar!
Esse livro, do jeito que é, nos provoca as emoções e os sentimentos que esse assunto desperta.
Eu ainda vou parar para estudar como eu contaria esse livro. Não sei como seria, de verdade. Ao pensar nas crianças, fico refletindo sobre como criar, através da história, um espaço seguro para que elas possam reconhecer sentimentos, perceber quando alguma coisa não está bem e, principalmente, saber que podem falar e pedir ajuda.
Mas, como obra literária, assim como ele é e está posto, acho que é um livro que deveria passar pelas mãos de todos os cuidadores e educadores. Para que tenhamos olhos e ouvidos atentos às nossas crianças e também aos adultos que cruzam seus caminhos.
Um MUITO OBRIGADA a todos os educadores que, assim como a professora de Bruna, percebem um grito de ajuda.
E que todas as meninas e meninos tenham, como diz Maria, Maria, que cantei neste vídeo, força, raça e gana sempre. E, sobretudo, coragem para gritar e pedir ajuda sempre que for necessário.
Carlito é um pai muito maravilhoso. Muito mesmo. Parceiro incrível nessa jornada desafiadora que é educar pessoas para serem pessoas de bem para si, para o outro e para o mundo. Tenho muita sorte. Desejo que todos os pais escutem verdadeiramente os seus filhos. Feliz dia dos pais! ♥️
Quando Bento tinha dois anos, ele me dirigiu. Bora ver se deu certo? Pense numa saudade! E pense num colágeno, hahahaha! Delicinha de vídeo! Há 11 anos atrás! ♥️♥️♥️♥️
Tem histórias que a gente conta e tem histórias que contam a gente! 💫
João Esperto mora em mim há muitos anos. É, sem dúvida, a história que eu mais amo contar.
Talvez porque ela fale de tudo aquilo em que eu acredito: humildade, perseverança, criatividade, resiliência, amor... e da certeza de que o que realmente transforma a vida da gente não cabe num embrulho de presente.
Enquanto conto essa história, eu canto uma música que escrevi especialmente para ela. Carlinhos transformou a letra em melodia e, até hoje, eu me emociono. Às vezes eu choro. Às vezes o público chora junto.
É bonito quando uma história encontra um lugar dentro da gente.
Eu acredito que boas histórias têm esse poder. Elas nos atravessam, nos movimentam por dentro, aproximam as pessoas e, muitas vezes, nos ajudam a encontrar palavras para sentimentos que estavam escondidos.
É por isso que eu amo contar histórias.
Porque elas são uma espécie de cola de amor entre quem conta e quem escuta.
Contem histórias para quem vocês amam. ❤️
Domingo que vem, às 11h, estarei no Festival A Letra e a Voz e eu vou contar essa história lá. O evento é gratuito.
28/07/2026
Meus amores,
Domingo que vem, às 11h, estarei no Festival A Letra e a Voz, a convite da Prefeitura do Recife
Quero encontrar vocês para ouvir histórias, trocar ideias, viver emoções em canções e compartilhar um momento daquele jeitinho que a gente gosta: intimista, leve, tranquilo e único.
Será no foyer do Teatro de Santa Isabel, um lugar que combina lindamente com esse formato tão próximo do público.
Espero vocês. 💛
Conto de Casa é um espetáculo intimista e isso, para mim, é uma das coisas mais preciosas dele.
Esse vídeo tem alguns trechos de ontem, lá no SESC Casa Amarela. Recebi visitas preciosas na nossa casa. Um público miúdo e muito participativo, onde eu pude olhar nos olhos de cada um.💫
Vocês vão ver um espetáculo à parte chamado Gael. O pequeno começou a chorar quando eu fui embora e, quando voltei para o bis, percebi. Então perguntei: “Por que você está chorando?” Foi a plateia que explicou: ele começou a chorar porque acabou.
Então eu me abaixei e falei para ele: “Voltei, Gael. F**a tranquilo.” Não é que ele, com aquelas perninhas minúsculas, se pendurou no palco e subiu? Daí pra frente aconteceu a magia do encontro que vocês podem ver.♥️
Noutro momento, ele e mais outro menininho avisaram que queriam ir ao banheiro. Era hora de chamar a história. Eu disse: “Corram. Eu espero vocês. Só começo a contar quando voltarem.” E assim foi.
Afinal, a gente precisa tratar as visitas muito bem, não é? 🥰
Esse é o Conto de Casa.
Hoje, às 16h, tem mais um encontro no SESC Casa Amarela. Venham simbora. Os ingressos estão no link da minha bio, mas vocês também podem comprar na hora.
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Rua Melquisedeque De Lima, 155
Recife, PE
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