Justiça Restaurativa EM FOCO

Justiça Restaurativa EM FOCO

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A Justiça Restaurativa se inspira em práticas ancestrais de povos africanos, da Nova Zelândia, e No Rio Grande do Sul, é aplica do Tribunal de Justiça.

As práticas de Justiça Restaurativa são aplicadas nos E.U.A e na Europa. No Brasil, vem crescendo há cerca de 10 anos, em escolas públicas de São Paulo, auxiliando na prevenção e diminuição de conflitos. A Justiça Restaurativa é incentivada pelo Conselho Nacional de Justiça.

11/11/2021

SEMANA RESTAURATIVA DO BRASIL - De15 a 21 de novembro de 2021

No Brasil, o movimento teve início em 2015 sob a iniciativa da Associação dos Magistrados Brasileiros, como parte da comemoração do 10.º aniversário da introdução da Justiça Restaurativa no país.
Em 2020, por iniciativa da plataforma Círculos em Movimento, a proposta foi retomada visando se tornar uma referência nacional, de modo a interagir e aumentar a visibilidade das práticas restaurativas locais.
Em 2021, foi retomada para dar prosseguimento à proposta inicial e estimular iniciativas institucionais e/ou pessoais para difusão dos princípios e práticas da Justiça Restaurativa no Brasil.
A organização da Semana prossegue em 2021 sob a condução do Comité executivo, da AJURIS – Escola da Magistratura, Instituto Terre des Hommes Brasil e Círculos em Movimento – Construindo Comunidades Escolares Restaurativas

Contato Ceará
Instituto Terre des Hommes Brasil – TDH Brasil
Responsável: Renato Pedrosa
E-mail: [email protected]

Contato Rio Grande do Sul
Escola da Magistratura - AJURIS
Responsável: Leoberto Brancher
E-mail: [email protected]













11/11/2021

SEMANA INTERNACIONAL DE JUSTIÇA RESTAURATIVA - De 21 a 28 de novembro de 2021

Todos os anos, a 3.ª semana de novembro é dedicada a celebrar a Justiça Restaurativa, os seus benefícios para as pessoas e para a sociedade.

Ela reúne no mundo inteiro pesquisadores, profissionais de diversas áreas, facilitadores em torno de encontros, debates e conferências. Na Europa, foi impulsionada pelo Fórum europeu de Justiça Restaurativa e teve início na Inglaterra, em 1976, no sistema penitenciário.

11/12/2020

"A melhor maneira de falar de paz é fazer justiça





















11/12/2020

Práticas restaurativas contra a violência

Implantar práticas restaurativas na escola tem como propósito dialogar com uma outra maneira de fazer justiça: uma justiça restaurativa.

Por que?

A justiça convencional não atende adequadamente aos desafios por uma sociedade mais justa, com igualdade, liberdade, ternura, democracia, beleza.

A justiça restaurativa não se baseia nos pilares da punição, da culpa, da perseguição, mas, ao contrário, baseia-se na responsabilidade, no encontro, no diálogo, na reparação de danos, na horizontalidade, na coesão.

As práticas restaurativas propõem rever as práticas escolares que fazem exclusão e ruptura do tecido social.

As práticas diárias da comunicação não-violenta, de justiça social, de ética do cuidado na escola são práticas que transformam.

Dados de escolas que aplicam as práticas restaurativas apontam um fortalecimento de conexões positivas entre estudantes envolvidos em um conflitos, favorecendo os aspectos relacionais, pedagógicos, narrativas e o contexto onde vivem, em contraposição a uma lógica formal e abstrata.

As práticas restaurativas trazem benefícios não somente para os alunos, mas para todas as pessoas de uma escola.






















10/12/2020







10/12/2020






















































10/12/2020







































08/12/2020











07/12/2020

Violência na escola NÃO é simplesmente caso de polícia

O aluno da escola do começo do século XXI, o século da inteligência digital, não é mais o mesmo da escola do século XX.

Os conflitos sociais invadiram a escola, constantemente desafiada a (re) inventar soluções para enfretar a violência cotididiana, que tanto tem sabotado a aprendizagem.

Quais respostas os educadores podem dar a essas demandas?

Pesquisadores da violência na escola, em escala global, têm constatado que o maior número de problemas, inclusive os que acabam em exclusão escolar, são frutos de uma violência constante, perceptível ou silenciosa.

Sabemos que a violência escolar é uma construção e, assim, pode ser desconstruída. Não pode continuar a ser tratada simplesmente como um caso de polícia.

Existem meios para ajudar os professores no enfrentamento das violências na escola - como bullying cotidiano.

As práticas restaurativas estão no centro das atenções para formar e capacitar professores em facilitadores de justiça restaurativa.
































07/12/2020












02/12/2020

"Não há futuro coletivo sem diálogo"

Dominic Barter afirma que, para viver em democracia, é preciso fazer as pazes com o conflito e que a aversão a ele é que cria o perigo.

Segundo Barter, diálogo e escuta empática são premissas da CNV.

Comunicação Não-violenta funciona como o sistema operacional. Mediação e justiça restaurativa são como programas desse sistema.

No texto, ele fala da negação do conflito social e afirma que conflito é um aspecto saudável de qualquer relação que vale a pena.

O que você acha ?

Esse título é tema de uma entrevista on-line concedida por Dominic Barter, psicólogo britânico e pesquisador social da Comunicação Não-Violenta (CNV), à Pública, Agência de Jornalismo Investigativo.

Vele conferir a entrevista completa no endereço abaixo, consultado em 02 de dezembro de 2020:
https://apublica.org/2019/06/dominic-barter-nossa-cultura-tem-medo-do-conflito/














































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