O camarada Lenin (URSS), disse: "Devemos estar prontos a empregar o ardil, a fraude, a ilegalidade e a verdade encoberta ou incompleta".
Estrategista comunista mas valioso do mundo mesmo morto ainda mata muita gente.
A falsa verdade
verdades bíblicas, doutrinas humanas religioda, sofisma, inquisição, cabala, simbologia, mensagen
28/07/2022
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31/05/2022
Uma breve história
JEREMIAS
Jeremias seria da tribo de Benjamim e originário de uma pequena cidade vizinha de Jerusalém.
Embora de família sacerdotal, está ligado às tradições proféticas do Norte, e não às tradições do sacerdócio e da corte de Jerusalém.
Pertencente ao mundo rural, mostra a visão dos camponeses sobre a situação do país.
Durante o reinado de Joaquim (609-598 a.C.), o povo detestava Joaquim, e Jeremias critica violentamente esse rei (Jeremias 22:13-19).
É dessa época o famoso discurso sobre o Templo (Jeremias 7:1-15; e capítulo 26), que quase custou a vida ao profeta.
A Babilônia surge como grande potência, sob o reinado de Nabucodonosor.
Jeremias adverte os israelitas que os babilônios, em breve, invadirão o país.
Por causa disso, ele é aprisionado como traidor.
Ainda assim, Jeremias continua a denunciar as pessoas importantes que detêm o poder em Jerusalém: rei, ministros, profetas, sacerdotes.
Em 598 a.C., o profeta confirma a sua visão: o exército babilônio estava às portas de Jerusalém.
O rei Joaquim morreu durante o cerco e foi substituído por seu filho Jeconias por muito pouco tempo: após mais três meses de cerco Jerusalém era invadida.
Então Jeconias, juntamente com altos oficiais e outros importantes, foram levados para a Babilônia, em 597 a.C., numa primeira deportação.
Zedequias, filho de Josias, tio de Jeconias, foi instalado por Nabucodonosor, para reinar em Jerusalém.
Durante o reinado de Zedequias (597-586 a.C.), submete-se aos babilônios, mas mostra-se indeciso.
Após a primeira deportação, surge uma questão religiosa: Afinal, quem é o povo de Deus? Os desterrados na Babilônia, ou aqueles que f**aram em Judá?
Jeremias nega-se a participar de uma visão simplista (capítulo 24) e coloca o assunto de um modo realista: Zedequias e a corte de
Jerusalém são incapazes de salvar o povo do desastre, por isso os deportados ainda são os que podem trazer esperança, pois aprendem uma dura lição no cativeiro.
Essa idéia leva Jeremias novamente para a prisão.
Pressionado por seus oficiais, Zedequias tenta armar uma revolta contra a Babilônia. Avizinha-se o desastre previsto por Jeremias:
Jerusalém é sitiada pelos babilônios, apenas dez anos após o primeiro cerco.
Entretanto, Jeremias também vê nos camponeses uma luz salvadora (32:15). Em 587 a.C. dá-se a segunda deportação.
Após a queda de Jerusalém (586 a.C.), Nabucodonosor resolve destruir Jerusalém completamente: incendeia o Templo, o palácio, as casas e derruba as muralhas.
Mas deixa que Jeremias fique no país. O profeta f**a a viver com Gedalias, o novo governador da Judéia apontado pelo imperador.
Nesse mesmo ano, Gedalias é assassinado por um grupo antibabilônico, que se vê forçado a fugir para o Egito, obrigando Jeremias a ir com eles.
Do Egipto, mais uma vez o profeta lança suas denúncias (Jeremias 40:7-44:30).
Podemos dizer que a missão de Jeremias fracassou em querer que seu povo retornasse à genuína aliança com Yahveh.
Ele tornou-se uma espécie de «anti-Moisés», sendo levado para o Egito e vendo seu povo perder as instituições e a própria terra.
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23/02/2022
21/10/2021
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O SINÉDRIO JUDAICO
O Sinédrio (nome alicerçado na palavra grega συνέδριον, lê-se, sinédrion, que signif**a lugar onde se está sentado, depois, por extensão, assembleia), espécie de senado ou assembleia superior nacional, que tinha autoridade considerável sobre assuntos religiosos e relativos à administração interna na nação judaica [tendo em vista que o governo judeu era teocrático, com base na Torá, com leis civis, religiosas/espirituais e cerimoniais].
A instituição do Sinédrio iniciou-se, ao que parece, no fim do cativeiro na Babilônia, quando os judeus que voltaram da Caldeia, depois do edito de liberdade de Ciro, sentiram necessidade de uma assembleia deste tipo que resolvesse certos casos relativos à reinstalação.
Os livros de Esdras e de Neemias nos dão a conhecer (Ed 5.5; 6.7; 10.8; Ne 2.16; 5.7; 7.5), um Senado semelhante, devidamente organizado, que mantinha relações oficiais com os funcionários persas, dirigia a construção do Templo e dava ordens aos seus correligionários, ameaçando com a excomunhão os recalcitrantes. Igualmente se fala desta assembleia durante a dominação grega.
Mais tarde, o procônsul romano Gabínio (57-55 a.C.), no tempo de seu governo na província da Síria, criou na Palestina até cinco sinédrios, encarregados da administração política e judicial em outros tantos distritos especiais da Palestina.
O Sinédrio criado em Jerusalém terminou eclipsando os outros quatro e conquistando jurisdição no ponto de vista religioso, sobretudo perante o povo de Israel. Essa jurisdição era muito ampla, mesmo durante a dominação romana. Abarcava as causas civis e religiosas de alguma importância, como, por exemplo, a acusação de idolatria em alguma cidade, as falsas profecias, a ampliação dos átrios do Templo.
Desta maneira, o Sinédrio passou a ser um tribunal supremo de justiça, que velava sobre a pureza da doutrina. Por isto, foram seus delegados pedir explicações a João Batista com respeito à sua pregação e ao seu batismo (Jo 1.19-28); por isto mesmo, eles fizeram Jesus comparecer perante seu tribunal, condenando-o depois de um simulacro de julgamento. Os romanos, ao despojarem o Sinédrio de toda a influência política, deixaram-lhe certos privilégios, entre outros o de pronunciar sentenças capitais, mas estas não podiam ser executadas sem a autorização expressa do governador. Pilatos, certo dia, lembrou os judeus disso com ironia (Jo 18.31).
O Sinédrio era composto de setenta e um membros, que pertenciam a três classes diferentes da sociedade judaica. Havia nele príncipes dos sacerdotes, ou seja, os principais membros da aristocracia sacerdotal; doutores da lei, de quem logo falaremos detidamente; e os "anciãos" ou "notáveis", que representavam a aristocracia civil. O sumo sacerdote em função era o presidente (Mt 26.57; Jo 18.13-14; At 5.21,27; 7.1; 23.2) oficial desta ilustre assembleia que celebrava suas sessões ordinárias num local situado na área do Templo (Mt 27.41; Mc 8.31).
Fonte: https://www.costumesbiblicos.com/.../o-sinedrio-judaico.html
1 - Presidente do Sinédrio
2 - Componentes do Sinédrio, 35 de cada lado
3 - Acusado
4 - Oficiais
Via Cicero Ramos, com adaptações.
18/10/2021
Evento com tramissão remoto para GP fechado pelo meet.
Dias 17, 18 e 19 de nov. As 20hs.
Preletores:
Alan Pikety - Reitor e professor da Faculdade Pesquisa Ensino Gamaliel - FAPEG, historiador, teólogo espec. Em Antigo testamento, hebraísta e Grego Koiné.
Tema: matrimônio, divórcio e poligamia.
Conferencista Isaias Cordeiro Dos Reis - Teólogo, hebraísta - Antigo testamento.
Tema: princípios da interpretação bíblica, (exegese e hermenêutica).
Seminarista Jesse Lopes - Cristologia no Antigo testamento.
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Realengo, RJ