Curiosidades do Professor

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MAMÍFERO QUE PÕE OVOS É REGISTRADO EM CÂMERA PELA PRIMEIRA VEZPela primeira vez em mais de 60 anos, um mamífero muito ra...
17/11/2023

MAMÍFERO QUE PÕE OVOS É REGISTRADO EM CÂMERA PELA PRIMEIRA VEZ

Pela primeira vez em mais de 60 anos, um mamífero muito raro que põe ovos foi avistado por cientistas. A equidna-de-bico-longo-de-attenborough (Zaglossus attenboroughi) foi capturada pelas câmeras durante uma grande expedição nas montanhas Ciclope, na província de Papua, na Indonésia.

Esse animal recebeu o nome do documentarista e conservacionista da vida selvagem Sir David Attenborough e só foi registrada por cientistas uma vez em 1961 — até então. Essas equidnas são consideradas monotremadas, o que signif**a que fazem parte do grupo exclusivo de mamíferos que botam ovos. Existem apenas cinco espécies restantes de monotremados na Terra, entre elas os ornitorrincos.

A equidna-de-bico-longo-de-attenborough costuma viver em tocas e comer principalmente insetos, minhocas e cupins. Essas criaturas estão listadas como criticamente ameaçadas na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN e só podem ser encontradas nas montanhas Ciclope.

O animal é caracterizado pelos espinhos de ouriço ao longo do seu corpo, focinho de tamanduá e pés de toupeira. Por conta da sua aparência híbrida, as equidnas compartilham seu nome com uma criatura mitológica grega que é metade humana e metade serpente. O fato delas serem monotremadas, inclusive, é justamente o motivo de serem tão diferentes de outros mamíferos.

Os monotremados se separaram do resto dos mamíferos há cerca de 200 milhões de anos. A equidna também tem um signif**ado cultural para as pessoas da aldeia de Yongsu Sapari. Esse povo viveu nas encostas norte das montanhas Ciclope por 18 gerações. Em épocas de conflitos, a tradição do povo é que as duas partes brigadas deveriam buscar por uma equidna no topo da montanha e por um marlim no oceano. Uma vez encontrados, os animais simbolizariam o fim do conflito.

Durante uma expedição iniciada em 2019, um grupo de pesquisadores de instituições de vários países montou mais de 80 câmeras nas trilhas da montanha Ciclope. Em quatro semanas de caminhada pelo local, os investigadores não avistaram nenhum sinal da existência das equidnas naquela região. Um terremoto repentino, então, forçou a equipe a evacuar a área. Um membro quebrou seu braço em dois lugares, outro contraiu malária e um terceiro teve uma sanguessuga presa ao olho por um dia e meio.

No último dia de expedição, os cientistas finalmente foram agraciados com a visita de uma equidna-de-bico-longo-de-attenborough. A identif**ação da espécie foi posteriormente conformada pelo mamologista Kristofer Helgen, do Australian Museum Research Institute.

Além do registro feito sobre o incrível mamífero que põe ovos, a expedição também marcou a primeira avaliação abrangente da vida de diversas espécies naquela região. Entre as novas descobertas, os investigadores encontraram diversas novas espécies de insetos e um gênero inteiramente novo de camarões terrestres e arbóreos.

Agora, os pesquisadores esperam que a redescoberta da equidna-de-bico-longo-de-attenborough e de todas essas novas espécies ajude a chamar a atenção para as necessidades de conservação das montanhas Ciclope e de Nova Guiné. Caso o contrário, é possível que essas incríveis criaturas desapareçam da Terra em um futuro breve.

Redescoberta após 60 anos, a intrigante criatura recebeu o nome do Sir Richard Attenborough e é uma das cinco espécies de monotremados restantes na Terra

Pirâmide, dedo e ar**ha: Veja “achados” da Nasa em MarteImagens capturadas por equipamentos de pesquisa no planeta verme...
13/09/2023

Pirâmide, dedo e ar**ha: Veja “achados” da Nasa em Marte
Imagens capturadas por equipamentos de pesquisa no planeta vermelho intrigam internautas
CNN 12/09/2023 às 15:26

Os mistérios envolvendo a exploração espacial despertam a curiosidade humana há muito tempo. Existe vida fora da Terra? De onde surgiu o Universo? Essas são algumas perguntas que, embora a ciência tenha se desenvolvido, permanecem sem resposta.

Diante desses enigmas, fotos tiradas por equipamentos de pesquisa em Marte costumam intrigar internautas. É o caso de uma imagem capturada pelo rover Curiosity, da Nasa, que mostra uma rocha semelhante a uma pirâmide.

Além da “pirâmide”, registros de supostos animais, de um portal e até um dedo já chamaram a atenção das pessoas. Veja imagens acima.

Embora os cliques sejam curiosos, até o momento, não há comprovação da existência de vida no planeta vermelho — atualmente ou em qualquer outro momento da história do Universo.

Na verdade, é provável que a “pareidolia” explique o fenômeno.

Sabe quando uma nuvem parece ter o formato de um animal ou até mesmo de um rosto humano? Trata-se de pareidolia, um fenômeno psicológico gerado por estímulos vagos ou aleatórios que resulta na identif**ação ilusória de signif**ados ou padrões reconhecíveis em objetos inanimados.

No caso de Marte, as associações ocorrem com as rochas que compõem o solo marciano.

*Publicado por Renata Souza, da CNN

Imagens capturadas por equipamentos de pesquisa no planeta vermelho intrigam internautas

Supostos corpos de extraterrestres são exibidos em audiência no Congresso do MéxicoRestos mumif**ados foram encontrados ...
13/09/2023

Supostos corpos de extraterrestres são exibidos em audiência no Congresso do México
Restos mumif**ados foram encontrados no Peru, teriam cerca de 60 centímetros e mais de 1000 anos

Supostos corpos de extraterrestres foram exibidos no Congresso do México, na terça-feira (12 de setembro), em audiência realizada por deputados para debater fenômenos extraterrestres. As supostas criaturas teriam mais de 1000 anos e cerca de 60 centímetros cada. Não há, no entanto, estudos conclusivos sobre os restos mortais

André Rigueda CNN, São Paulo, 13/09/2023 às 10:33

Restos mumif**ados que seriam de seres extraterrestres foram exibidos na Câmara dos Deputados do México, na terça-feira (12), durante debate em uma Assembleia Pública para Regulação de Fenômenos Aéreos Não identif**ados, promovido pelo deputado Sergio Gutiérrez Luna, segundo informações da CNN Español.

Os restos de duas criaturas de cerca de 60 centímetros foram exibidos aos deputados. Os corpos foram encontrados no Peru, na região das Linhas de Nazca, em 2015.

O ufólogo e jornalista Jaime Maussan fez a apresentação dos corpos no Congresso. Segundo ele, os restos são alvo de estudo da UNAM (Universidade Nacional Autônoma do México) e teriam mais de mil anos de idade. “São seres não-humanos. Não foram recuperados em naves, mas foram encontrados sepultados e fossilizados”, afirmou.

Em seu X, antigo Twitter, Maussan escreveu que um diretor do Instituto Científico para Saúde da Secretaria da Marinha do México disse que o DNA encontrado nos corpos não guardam relação com humanos. No entanto, ainda não há estudos mais avançados sobre os corpos e nenhuma conclusão oficial.

Flagra de um OVNI; fenômenos costumam ser identif**ados principalmente pela Marinha americana / Departamento de Defesa dos EUA
“Não posso entrar em detalhes em um ambiente aberto, mas pelo menos a atividade que testemunhei pessoalmente, e tenho que ter muito cuidado aqui – o que testemunhei pessoalmente, eu e minha esposa, foi muito perturbador”, disse como resposta.

Restos mumif**ados foram encontrados no Peru, teriam cerca de 60 centímetros e mais de 1000 anos

China publica “novo mapa” e gera irritação de países vizinhosFilipinas, Malásia e Índia acusam Pequim de reivindicar seu...
31/08/2023

China publica “novo mapa” e gera irritação de países vizinhos
Filipinas, Malásia e Índia acusam Pequim de reivindicar seu território

31/08/2023 às 07:56 | Atualizado 31/08/2023 às 09:08

As Filipinas tornaram-se os últimos vizinhos da China a opor-se ao seu novo mapa nacional, juntando-se a Malásia e Índia em declarações condenatórias acusando Pequim de reivindicar seus territórios.

A China publicou uma nova versão do seu mapa nacional na segunda-feira (28), como tem feito regularmente desde pelo menos 2006, para corrigir o que Pequim referiu no passado como “mapas problemáticos” que afirma deturparem as suas fronteiras territoriais.

As Filipinas disseram na quinta-feira (30) que rejeitaram o mapa devido à inclusão de uma linha tracejada em torno de áreas contestadas do Mar do Sul da China, tema que foi sujeito a uma decisão de um tribunal internacional, em 2016, que terminou favorável à posição filipina.

O mapa é a “mais recente tentativa de legitimar a suposta soberania e jurisdição da China sobre as características e zonas marítimas das Filipinas [e] não tem base no direito internacional”, afirmou o departamento de Relações Exteriores das Filipinas em um comunicado.

A Índia foi a primeira a reclamar na terça-feira (29), quando protestou contra a inclusão do estado indiano de Arunachal Pradesh e do disputado planalto Aksai-Chin em território chinês.

“Apresentamos hoje um forte protesto através dos canais diplomáticos com o lado chinês sobre o chamado ‘mapa padrão’ da China de 2023, que reivindica o território da Índia”, disse o secretário dos Negócios Estrangeiros da Índia, Arindam Bagchi, num comunicado. “Rejeitamos essas alegações porque não têm base.”

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Malásia também rejeitou as “reivindicações unilaterais” da China, acrescentando que a nação do sudeste asiático “é consistente na sua posição de rejeitar as reivindicações de soberania, direitos soberanos e jurisdição de qualquer parte estrangeira sobre as características marítimas da Malásia”.

Durante uma entrevista a jornalistas na quarta-feira (30), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Wang Wenbin, rejeitou as queixas, dizendo que as revisões eram um “exercício rotineiro de soberania de acordo com a lei”.

“Esperamos que as partes relevantes possam permanecer objetivas e calmas e evitar interpretar excessivamente a questão”, acrescentou.

Tensões com a Índia

Desde a sua ascensão ao poder em 2012, o líder Xi Jinping tem procurado transformar a China numa superpotência global, impulsionando uma política externa agressiva e tomando medidas mais ousadas em vários pontos críticos em toda a Ásia.

A disputa sobre o mapa ocorre dias após o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e Xi terem tido uma rara reunião cara a cara na África do Sul, onde concordaram em “intensif**ar os esforços” para diminuir as tensões na sua fronteira contestada, um movimento visto como um passo em direção a consertar o relacionamento tenso.

O encontro também ocorreu depois de a Índia e a China terem se envolvido na 19ª ronda de conversas para resolver a questão fronteiriça, e antes de uma potencial reunião entre Modi e Xi na reunião da cúpula do G20 em Nova Déli, na próxima semana – caso Xi compareça.

Embora pareça, pelo menos publicamente, que estão sendo feitos progressos nas suas disputas fronteiriças, os analistas dizem que esse nem sempre é o caso.

“A Índia e a China aproveitam todas as oportunidades para discutirem as suas diferenças, mas parece um passo em frente, dois passos atrás”, disse Akhil Ramesh, membro sênior do Fórum do Pacífico, um instituto de investigação de política externa, com sede em Honolulu (Havaí), focado no Indo-Pacífico.

“Neste clima, embora ambos os lados possam expressar publicamente o seu interesse em aliviar as tensões, não vejo isso acontecendo. Ambos os países estão trabalhando em prol dos seus próprios objetivos de serem líderes do Sul global.”

As fronteiras têm sido uma fonte de atrito entre Nova Déli e Pequim durante décadas, e a agitação na região já se transformou em guerra antes, terminando com a vitória chinesa em 1962. Nos anos seguintes, uma fronteira mal definida chamada Linha de Controle Real dividiu as nações mais populosas do mundo.

As tensões entre os dois países pioraram signif**ativamente em 2020, após um conflito mortal no Vale de Galwan, perto de Aksai Chin – uma área controlada pela China, mas reivindicada por ambos os países.

As tensões têm aumentado desde então e escalaram em dezembro passado, quando um confronto entre tropas de ambos os lados no setor de Tawang, em Arunachal Pradesh, resultou em ferimentos ligeiros.

Pressão sobre Modi

Enquanto as tensões entre Pequim e Nova Déli se intensif**am, políticos do principal partido de oposição da Índia, o Congresso, criticaram Modi por minimizar a questão da fronteira.

“A China é um criminoso habitual quando se trata de renomear e redesenhar mapas de territórios pertencentes a outros países”, disse o chefe do Congresso, Mallikarjun Kharge. “O governo Modi deve garantir que a ocupação ilegal chinesa de 2.000 quilômetros quadrados de território indiano ao longo da Linha de Controle Real acabe.”

Falando aos repórteres na quarta-feira, o legislador Rahul Gandhi disse: “Há anos que venho dizendo que o primeiro-ministro estava mentindo quando disse que nem um centímetro de terra foi perdido em Ladakh”.

“Todos em Ladakh sabem que a China se apoderou das nossas terras. Esta questão do mapa é muito séria. O primeiro-ministro deveria falar sobre isso”, acrescentou.

Modi evitou, em grande parte, falar publicamente sobre a questão da fronteira, chegando ao ponto de dizer ao vivo na televisão, logo após os confrontos mortais de 2020, que “ninguém se intrometeu e ninguém está se intrometendo”.

No entanto, a Índia tomou várias medidas para reagir às ameaças percebidas da China, incluindo a proibição da plataforma de mídia social TikTok e de outros aplicativos chineses bem conhecidos, dizendo que eles representam uma “ameaça à soberania e à integridade”, ao mesmo tempo que se move para bloquear as gigantes chinesas das telecomunicações Huawei e ZTE de fornecerem sua rede 5G.

Em meio ao crescente nacionalismo em ambos os países, as preocupações em Nova Déli quanto à crescente assertividade de Pequim também reforçaram o relacionamento da Índia com os Estados Unidos, inclusive através do Diálogo Quadrilateral de Segurança, ou Quad – um agrupamento de Japão, EUA, Índia e Austrália amplamente visto como um contrapeso à China.

Pequim boicotou no início deste ano uma reunião de turismo do G20 organizada pela Índia no território Himalaia de Jammu e Caxemira, citando a sua oposição “à realização de qualquer tipo de reunião do G20 em território disputado”.

A Índia e o Paquistão reivindicam a região disputada da Caxemira na sua totalidade.

Filipinas, Malásia e Índia acusam Pequim de reivindicar seu território

Cientistas sequenciam a última parte do genoma humano: o cromossomo Yago 23, 2023Biologia, Ciência, NotíciasNo ano passa...
23/08/2023

Cientistas sequenciam a última parte do genoma humano: o cromossomo Y

ago 23, 2023Biologia, Ciência, Notícias

No ano passado, os cientistas revelaram a sequência mais completa do genoma humano alguma vez produzida – mas faltava-lhe um pequeno pedaço: o cromossoma Y.

Agora, o menor membro da família de cromossomos humanos foi totalmente sequenciado, completando um quebra-cabeça que levou três décadas para ser resolvido.

O resultado é um genoma humano de referência abrangente, que agora pode conter segredos sobre a fertilidade masculina.

“Agora que temos essa sequência 100% completa do cromossomo Y, podemos identif**ar e explorar inúmeras variações genéticas que podem estar afetando as características e doenças humanas de uma forma que não podíamos fazer antes”, diz Dylan Taylor, um geneticista da Universidade Johns Hopkins e um dos autores do estudo.

O cromossomo Y contém muitas sequências repetitivas – incluindo alguns palíndromos longos – que o tornaram amplamente “ilegível” até agora.

Liderado pelo genomicista Arang Rhie, do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano dos EUA, o apropriadamente chamado consórcio Telomere-to-Telomere usou técnicas avançadas de sequenciamento e algoritmos bioinformáticos recém-desenvolvidos para unir longos trechos de DNA, finalmente mapeando o cromossomo Y por completo.

“Sabíamos que tínhamos uma imagem incompleta até agora”, diz o biólogo computacional da Universidade John Hopkins, Rajiv McCoy, no que poderia ser considerado um leve eufemismo, dado que o rascunho anterior do cromossomo Y estava faltando mais da metade de suas bases.

Essas lacunas, muitas das quais abrangem genes relacionados à produção de es***ma, levaram a todos os tipos de suposições incorretas feitas em outros estudos. Algumas sequências Y humanas anteriormente desconhecidas foram, por exemplo, erroneamente consideradas traços de amostras contaminantes de DNA bacteriano.

“Mas agora podemos ver todo o genoma de ponta a ponta pela primeira vez”, diz McCoy.

A equipe preencheu mais de 30 milhões de “letras” na sequência de DNA para montar o cromossomo Y em sua totalidade: todos os 62.460.029 pares de bases. Eles também corrigiram vários erros em seções previamente sequenciadas e descobriram 41 novos genes codif**adores de proteínas.

“A maior surpresa foi como as repetições são organizadas”, diz Adam Phillippy, cientista da computação do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano dos Estados Unidos.

“Quase metade do cromossomo é feito de blocos alternados de duas sequências repetidas específ**as conhecidas como DNA satélite. Faz um belo padrão semelhante a uma colcha.”

Em um segundo estudo conduzido pelo geneticista da Universidade de Washington, Pille Hallast, os pesquisadores foram um passo além, usando a sequência de referência para montar cromossomos Y humanos de 43 indivíduos do s**o masculino, metade dos quais representavam linhagens africanas.

Juntas, as assembleias abrangeram 183 mil anos de evolução humana e revelaram algumas variações surpreendentes no cromossomo Y.

Por um lado, os cromossomos Y tinham tamanhos muito diferentes, variando de 45,2 milhões a 84,9 milhões de pares de bases de comprimento.

Também houve diferenças estruturais marcantes: as sequências precisas de genes foram conservadas (portanto, ainda codif**avam as proteínas certas), mas às vezes seções maiores de DNA foram invertidas, orientadas na direção oposta ao longo do cromossomo Y.

“Quando você encontra uma variação que nunca viu antes, a esperança é sempre que essas variantes genômicas sejam importantes para a compreensão da saúde humana”, diz Phillippy.

Recentemente, genes no cromossomo Y foram implicados em formas agressivas de cânceres comuns em homens, enquanto a perda do cromossomo Y foi encontrada para impulsionar o crescimento de cânceres de bexiga. Mas não sabemos o que mais deixamos passar.

Uma nova era de medicina personalizada acena se as tecnologias de sequenciamento continuarem avançando, permitindo que genomas inteiros – não apenas seções selecionadas – sejam sequenciados de forma barata.

Mas a sequenciação do genoma poderá exacerbar as disparidades nos cuidados de saúde se as injustiças históricas e a falta de diversidade nos estudos de investigação não forem resolvidas.

“Em última análise, à medida que a montagem completa, precisa e sem lacunas de genomas humanos diplóides se torna rotina, esperamos que os ‘genomas de referência’ se tornem conhecidos simplesmente como ‘genomas’”, concluem os pesquisadores.

No ano passado, os cientistas revelaram a sequência mais completa do genoma humano produzida – mas faltava um pequeno pedaço: o cromossoma Y.

A corrida para revelar os mistérios do lado escuro da LuaVários países estão tentando pousar no polo do sul da Lula, uma...
23/08/2023

A corrida para revelar os mistérios do lado escuro da Lua

Vários países estão tentando pousar no polo do sul da Lula, uma região com temperaturas de -248º C. Por quê? Porque ali pode ser uma região abundante em água.
Por Soutik Biswas, BBC, 23/08/2023 05h03

🌚Crateras profundas guardam uma escuridão que parece eterna. Algumas dessas áreas foram protegidas da luz solar por bilhões de anos.
Nessas regiões, as temperaturas chegam a surpreendentes -248º C, porque a Lua não tem atmosfera para aquecer a superfície.
Até agora, nenhum ser humano pôs os pés neste mundo completamente inexplorado.

🚀O polo sul da Lua, segundo a Nasa (agência espacial americana), é intrigante e cheio de "mistério e ciência".
Não é de se admirar que haja uma "corrida espacial" para alcançar esse ponto no sul da Lua, longe dos locais de pouso das missões tripuladas que visitaram o satélite há algumas décadas, agrupados ao redor do equador.

👉Nesta semana, a Índia planeja pousar uma sonda robótica Chandrayaan-3 perto do polo sul.
No domingo, o Luna-25, da Rússia, que deveria ser o primeiro veículo a fazer isso, caiu na Lua.
Era a primeira missão lunar da Rússia em quase 50 anos.
Informações preliminares mostraram que a sonda de 800 kg "deixou de existir como resultado de uma colisão com a superfície da Lua", afirmou a Rússia, em comunicado.

A Índia também está planejando uma missão conjunta do Exploração Polar Lunar (Lupex) com o Japão para explorar as regiões sombreadas ou o chamado "lado escuro da Lua" até 2026.
Por que o Polo Sul está emergindo como um destino científico atraente? Os cientistas dizem que um dos principais motivos é a água.
Os dados coletados pelo Lunar Reconnaissance Orbiter, uma espaçonave da Nasa que orbita a Lua há 14 anos, sugerem que o gelo de água está presente em algumas das grandes crateras permanentemente sombreadas que poderiam potencialmente sustentar vida.

🌙A água existe como sólida ou em v***r na Lua por causa do vácuo — a Lua não tem gravidade suficiente para manter uma atmosfera.
A missão lunar Chandrayaan-1 da Índia foi a primeira a encontrar evidências de água na Lua, em 2008.

A história da água

"Ainda não foi comprovado que o gelo d'água é acessível ou manipulável. Em outras palavras, existem reservas de água que podem ser extraídas economicamente?", questiona Clive Neal, professor de geologia planetária na Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos.

A perspectiva de encontrar água na Lua é empolgante de várias maneiras, segundo os cientistas.
A água congelada não contaminada pela radiação do Sol pode ter se acumulado em regiões polares frias ao longo de milhões de anos, levando ao acúmulo de gelo na superfície ou perto dela.
Isso fornece uma amostra única para os cientistas analisarem e entenderem a história da água em nosso sistema solar.
"Podemos abordar questões como de onde veio a água e quando, e quais são as implicações para a evolução da vida na Terra", diz Simeon Barber, cientista da The Open University do Reino Unido, que também trabalha na Agência Espacial Europeia.

Existem outras razões "pragmáticas" para acessar a água na superfície da Lua ou logo abaixo dela, diz o professor Barber.

💧Muitos países estão planejando novas missões com seres humanos à Lua, e os astronautas precisarão de água potável e saneamento.
Transportar equipamentos da Terra para a Lua envolve superar a atração gravitacional da Terra.
Quanto maior o equipamento, mais propulsores e carga de combustível seriam necessários para alcançar um pouso bem-sucedido na Lua.

💸As novas empresas espaciais comerciais cobram cerca de US$ 1 milhão (R$ 4,9 milhões) para levar um quilo de carga útil para a Lua.
É US$ 1 milhão por litro de água potável. Os empreendedores espaciais, sem dúvida, veem o gelo lunar como uma oportunidade de fornecer aos astronautas água de origem local.
— Simeon Barber, cientista da The Open University

Mas isso não é tudo.

As moléculas de água podem ser quebradas em átomos de hidrogênio e oxigênio, e ambos podem ser usados como propulsores para disparar foguetes.

🧊Mas primeiro os cientistas precisam saber quanto gelo existe na Lua, em quais formas e se ele pode ser extraído de maneira eficiente e purif**ado para torná-lo seguro para beber.
Além disso, alguns pontos no polo sul são banhados pela luz solar por longos períodos de tempo, até 200 dias terrestres de iluminação constante.

☀️"A energia solar é outro recurso [para estabelecer uma base lunar e equipamentos de energia] potencial que o polo possui", diz Noah Petro, cientista do projeto da Nasa.
O polo sul lunar também f**a na borda de uma enorme cratera de impacto.
Com um diâmetro de 2.500 km e atingindo profundidades de até 8 km, esta cratera é uma das formações mais antigas do sistema solar.
"Ao pousar no polo, você pode começar a entender o que está acontecendo com esta grande cratera", diz Petro.
Navegar no polo lunar com trajes espaciais e ferramentas de amostragem em um ambiente de luz e temperatura distintamente diferente em contraste com os locais equatoriais previamente explorados também promete fornecer informações valiosas.
Mas os cientistas são cautelosos em chamar o que está acontecendo de "corrida para o polo sul".

"Essas missões foram planejadas por décadas e foram adiadas muitas vezes. A corrida não é crítica para nossa compreensão da Lua. A última vez que houve uma corrida espacial real, acabamos perdendo o interesse na Lua depois de três anos e não retornamos à sua superfície em 50 anos", diz Vishnu Reddy, professor de ciências planetárias da Universidade do Arizona.

As missões indiana e russa também tinham alguns objetivos comuns, apontam os cientistas.
Ambos pretendiam pousar com espaçonaves de tamanho semelhante na região polar sul, mais ao sul do equador do que qualquer missão lunar anterior.
Após uma tentativa malsucedida de pouso em 2019, a Índia buscará mostrar sua capacidade de precisão de pouso na Lua próximo do polo.

Também visa examinar a exosfera da Lua – uma atmosfera extremamente esparsa – e analisar o regolito polar, um acúmulo de partículas soltas e poeira acumulada ao longo de bilhões de anos que repousam sobre um leito rochoso.
Os objetivos do Luna-25 incluíam a análise da composição do regolito polar, bem como um exame de elementos de plasma e poeira da exosfera do polo lunar.
Para ter certeza, o local de pouso do orbitador indiano está "um pouco longe do polo real".
Mas os dados [que ele vai fornecer] serão fascinantes.

A Rússia e a China têm planos de construir uma estação espacial lunar para desenvolver instalações de pesquisa na superfície do satélite, em órbita ou em ambos.
A Rússia está planejando mais missões Luna.
Já a Nasa está enviando instrumentos em aterrissadores comerciais para ir a lugares além da Lua.
O Japão está se preparando para enviar um módulo de pouso inteligente (a missão SLIM) em 26 de agosto - uma missão de pequena escala para demonstrar técnicas precisas de pouso lunar por um pequeno explorador.
E, claro, o programa Artemis da Nasa visa levar astronautas de volta à Lua em uma série de voos espaciais, mais de meio século após a última missão Apollo.
"A Lua é como um quebra-cabeça gigante. Temos algumas das peças, cantos e arestas com base em amostras e dados de meteoritos lunares. Temos uma imagem de como é a Lua, mas essa imagem está incompleta", disse Petro. "A Lua ainda está nos surpreendendo."

Vários países estão tentando pousar no polo do sul da Lua, uma região com temperaturas de -248º C. Por quê? Porque ali pode ser uma região abundante em água.

ARQUEÓLOGOS ENCONTRAM NAUFRÁGIO DO ÚLTIMO NAVIO NEGREIRO A VIR AO BRASILFabio Previdelli FPREVIDELLI_COLAB@CARAS.COM.BRP...
26/07/2023

ARQUEÓLOGOS ENCONTRAM NAUFRÁGIO DO ÚLTIMO NAVIO NEGREIRO A VIR AO BRASIL

Fabio Previdelli [email protected]

PUBLICADO EM 25/07/2023, ÀS 10H13 - ATUALIZADO EM 26/07/2023, ÀS 08H49

Arqueólogos acreditam ter encontrado os destroços de um navio negreiro que trouxe cerca de 500 pessoas escravizadas de Moçambique para o Brasil, na costa de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, em meados do século 19.

Segundo relatado pelo Miami Herald, a embarcação pode se tratar do Brigue Camargo, capitaneado pelo escravista Nathaniel Gordon, que faz parte de histórias locais há gerações. Ele foi o último navio negreiro a desembarcar no Brasil.

"Em 1851, esse jovem capitão chamado Nathaniel Gordon, do Maine, foi contratado para trazer o navio Brigue Camargo de São Francisco para Nova York", explica Yuri Sanada, fundador da AfrOrigins Institute, que participa das pesquisas com profissionais da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Universidade Federal do Sergipe (UFS).

No meio do caminho, ele decidiu roubar o navio para se tornar um pirata", continua Sanada.
Assim, Gordon navegou com o navio roubado para Moçambique, onde comprou "cerca de 490 ou 500 pessoas escravizadas" antes de seguir rumo ao Brasil. Porém, importante ressaltar que, desde 1850, o tráfico de pessoas escravizadas já era proibido por aqui — devido à Lei Eusébio de Queirós.

Desta forma, quando o capitão atracou na baía de Angra dos Reis, a Marinha Britânica e a Marinha brasileira o atacaram e o prenderam. Ainda assim, acredita-se que as pessoas escravizadas trazidas da África tenha ido parar em uma fazenda próxima que recebia "escravos ilegais".

O naufrágio
Em relação ao Brigue Camargo, Sanada explica que "depois de descarregar sua carga, Gordon decidiu afundar o navio. Ele ateou fogo no navio e fez um buraco nele para afundá-lo", explica.

A intenção do capitão escravagista era "apagar seus rastros e apenas eliminar todas as provas, afundando o navio". Nathaniel Gordon permaneceu fugitivo por quase uma década após o naufrágio. Segundo o All That Interesting, o capitão fugiu do Brasil vestido de mulher.

Mas Gordon acabou preso ao ser pego novamente com um grupo de pessoas escravizadas que havia trazido do Congo. Ele acabou sendo levado de volta aos Estados Unidos, onde foi enforcado pelos seus crimes em 1862 — se tornando o único homem na história norte-americana a ser executado por tráfico de escravos.

Brigue Camargo naufragou em 1852 em Angra dos Reis; embarcação trazia cerca de 500 pessoas escravizadas vindas de Moçambique

20/07/2023

Página que eleva nossa fé, nos dando tranquilidade, paz e esperança.

Os serviços de geolocalização estão espionando você?Saiba como os serviços de geolocalização funcionam e quem f**a saben...
17/06/2023

Os serviços de geolocalização estão espionando você?

Saiba como os serviços de geolocalização funcionam e quem f**a sabendo de sua localização quando o smartphone a identif**a.

Stan Kaminsky, 9 de junho de 2023

A notícia de que a Qualcomm — fornecedora líder de chips para smartphones — rastreou usuários com seu serviço de geolocalização causou uma agitação na mídia de tecnologia recentemente. Nesta publicação, separaremos a verdade do absurdo em toda essa história e discutiremos como você pode realmente minimizar o rastreamento de geolocalização indesejado. Antes de mais nada, vamos ver como o geoposicionamento realmente funciona.

Como os dispositivos móveis determinam sua localização

O método tradicional de geolocalização é receber um sinal de satélite dos sistemas GPS, GLONASS, Galileo ou Beidou. Usando esse sinal, o receptor (o chip no smartphone ou dispositivo de navegação) executa cálculos e identif**a sua localização. Este é um método bastante preciso que não envolve a transmissão de nenhuma informação pelo dispositivo — apenas a recepção. Porém, há desvantagens signif**ativas nesse método de geolocalização: ele não funciona em ambientes fechados e leva muito tempo no caso de o receptor não ser usado diariamente. Isso ocorre porque o dispositivo precisa saber a localização exata dos satélites para que possa realizar o cálculo, portanto, ele precisa baixar o chamado almanaque, que contém informações sobre as posições e o movimento dos satélites. A obtenção dessas informações leva de cinco a dez minutos baixando diretamente dos satélites.

Como uma alternativa muito mais rápida ao download direto dos satélites, os dispositivos podem baixar o almanaque da Internet em segundos por meio de uma tecnologia chamada A-GPS (GPS assistido). De acordo com a especif**ação original, apenas os dados reais do satélite disponíveis no momento são transmitidos, mas vários desenvolvedores adicionaram uma previsão semanal das posições dos satélites para acelerar o cálculo das coordenadas, mesmo que o receptor não tenha conexão com a Internet nos próximos dias. A tecnologia é conhecida como Predicted Satellite Data Service (PSDS) e o serviço da Qualcomm mencionado acima é a implementação mais impressionante até o momento. Lançado em 2007, o serviço foi denominado “gpsOne XTRA”, renomeado para “IZat XTRA Assistance” em 2013 e, em sua encarnação mais recente, renomeado novamente como “Qualcomm GNSS Assistance Service”.

Como a recepção do sinal de satélite funciona em ambientes fechados e o que é SUPL
Conforme mencionado acima, outro problema com o geoposicionamento usando um sinal de satélite é que ele não pode funcionar em ambientes fechados, portanto, há outras formas de determinar a localização de um smartphone. O método clássico dos anos noventa é verif**ar quais torres de celular são recebíveis no local atual e calcular a localização aproximada do dispositivo comparando a intensidade do sinal e sabendo a posição exata das torres.

Com pequenas modif**ações, isso também é suportado por redes LTE modernas. Os smartphones também podem verif**ar hotspots Wi-Fi próximos e determinar sua localização aproximada. Isso é normalmente ativado por bancos de dados centralizados que armazenam informações sobre pontos de acesso Wi-Fi e fornecido por serviços específicos, como o Serviço de localização do Google.

Todos os métodos de geoposicionamento existentes são definidos pelo Secure User Plane Location (SUPL), um padrão suportado por operadoras de celular e desenvolvedores de smartphones, microchips e sistemas operacionais. Qualquer aplicativo que precise saber a localização do usuário obtém informações de localização do sistema operacional móvel usando a combinação de métodos mais rápida e precisa que é atualmente disponível.

Nenhuma garantia de privacidade
O acesso aos serviços SUPL não necessariamente resulta em uma violação da privacidade do usuário, mas os dados geralmente fazem vazar na prática. Quando seu telefone determina sua localização usando torres de celular próximas, a operadora de celular sabe exatamente qual assinante enviou a solicitação e onde ele estava naquele momento. O Google monetiza seus Serviços de localização registrando a localização e o identif**ador de usuário; no entanto, isso é desnecessário ao nível técnico.

Quanto ao A-GPS, os servidores podem, em teoria, fornecer os dados necessários sem coletar identif**adores de assinantes ou armazenar nenhum de seus dados. Porém, muitos desenvolvedores fazem as duas coisas. A implementação padrão do SUPL do Android envia o IMSI do smartphone (número SIM único) como parte de uma solicitação SUPL. O cliente Qualcomm XTRA no smartphone transmite aos assinantes “identif**adores técnicos“, incluindo endereços IP. De acordo com a Qualcomm, eles “desidentif**am” os dados, ou seja, eles excluem registros que vinculam identif**adores de assinante e endereços IP após 90 dias e, em seguida, os usam exclusivamente para “fins comerciais” determinados.

Um ponto importante: os dados de uma solicitação A-GPS não podem ser usados para identif**ar a localização do usuário. O almanaque disponível no servidor é o mesmo em qualquer lugar da Terra — é o dispositivo do usuário que calcula a localização. Em outras palavras, tudo o que os proprietários desses serviços podem armazenar são informações sobre um usuário que envia uma solicitação ao servidor em um determinado momento, em vez da localização do usuário.

As acusações contra a Qualcomm
As publicações que criticam a Qualcomm citam a pesquisa publicada no site da Nitrokey por alguém chamado Paul Privacy. A pesquisa sustenta que os smartphones com chips da Qualcomm enviam dados pessoais dos usuários para os servidores da empresa por meio de um protocolo HTTP não criptografado sem o conhecimento deles. Isso supostamente ocorre sem que ninguém o controle, pois o recurso é implementado no nível do hardware.

Apesar dos problemas de privacidade de dados mencionados acima, dos quais o Qualcomm GNSS Assistance Service sofre, a pesquisa de certa forma assusta e engana os usuários, mesmo que contenha várias imprecisões:

Em smartphones antigos, as informações realmente poderiam ter sido transmitidas por HTTP inseguro, mas a Qualcomm corrigiu essa vulnerabilidade XTRA em 2016.
Conforme o acordo de licença, informações como uma lista de aplicativos instalados podem ser transmitidas através dos serviços XTRA, mas te**es práticos (inspeção de pacotes e estudo do código-fonte do Android) não mostraram nenhuma prova de que isso realmente aconteceu.

Ao contrário das alegações iniciais dos pesquisadores, a função de compartilhamento de dados não está incorporada no microchip (banda base), mas implementada no nível do sistema operacional, portanto, certamente pode ser controlada: pelos desenvolvedores do sistema operacional e também pela comunidade de modding. A substituição e desativação de serviços SUPL específicos em um smartphone é uma habilidade bem conhecida desde 2012, mas isso foi feita para o GPS funcionar mais rápido e não por motivos de privacidade.

Proteção contra espionagem: para todos e para os mais cautelosos

Portanto, certamente pode ser controlada: pelos desenvolvedores do sistema operacional e também pela comunidade de modding. A substituição e desativação de serviços SUPL específicos em um smartphone é uma habilidade bem conhecida desde 2012, mas isso foi feita para o GPS funcionar mais rápido e não por motivos de privacidade.
Proteção contra espionagem: para todos e para os mais cautelosos

Portanto, a Qualcomm (provavelmente) não nos rastreia. Dito isto, o rastreamento via geolocalização é possível, mas em um nível totalmente diferente: feito de forma sistemática por aplicativos de clima e outros programas aparentemente inofensivos que você usa diariamente. O que sugerimos que todos devem fazer é uma coisa simples, mas importante: minimizar o número de aplicativos que têm acesso à sua localização. Afinal, você pode escolher um local manualmente para obter uma previsão do tempo, e não é difícil inserir um endereço de entrega ao fazer compras on-line.

Aqueles que desejam evitar que sua localização seja registrada em qualquer lugar devem tomar algumas medidas adicionais de proteção:

Desativem todos os serviços de geolocalização, exceto o bom e velho GPS em seus smartphones.
Bloqueiem o acesso de seus smartphones aos serviços SUPL com ferramentas avançadas. Dependendo do modelo do smartphone e do tipo de sistema operacional, isso pode ser feito por meio de filtragem do servidor DNS, firewall do sistema, roteador de filtragem ou configurações do smartphone.

É melhor evitar o uso de smartphones… completamente! Mesmo que você tome todas as medidas acima, a operadora de celular ainda saberá sua localização aproximada a qualquer momento

https://www.kaspersky.com.br/blog/gps-agps-supl-tracking-protection/21368/?reseller=br_regular-sm_awarn_ona_smm__onl_b2c_fbo_post_sm-team______&utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=br_BR-CHPOC-JUN23-geoloca-_ns0208_promo&utm_content=sm-post&utm_term=br_facebook_promo_o9be2gs1j3lf208&fbclid=IwAR2YuUxF4yt4MAiDqlcCVWJqCBjLBFNJTCtGUVkOt6iLuPmAWCZzXdhLMyw_aem_th_AcQL8vs1DypOSZWSuEEwh4gTTaxm76lILDjytJUCmeIZ68Ugu0IGp0BaOf3Qhw_36yodiII-JmRhAY410bz0BMg1

Quais informações o fornecedor do smartphone recebe quando o GPS ou o GLONASS estão ativos em seu telefone.

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