23/08/2025
Na manhã de sexta-feira, o Memorial recebeu a visita da ex-diretora Vera Elisabeth Matte, que dirigiu a escola de 1967 a 1986. Foi um reencontro de muitas lembranças e grandes afetos!
O Memorial é um espaço que tem por objetivo revelar traços da cultura escolar do Colégio Farroup
23/08/2025
Na manhã de sexta-feira, o Memorial recebeu a visita da ex-diretora Vera Elisabeth Matte, que dirigiu a escola de 1967 a 1986. Foi um reencontro de muitas lembranças e grandes afetos!
27/06/2025
Hoje, o Memorial teve a honra de receber a visita do Sr. Carlos Guilherme Matte, que realizou a doação de parte do acervo pessoal de Vera Elisabeth Reimer Matte, diretora do Colégio Farroupilha durante as décadas de 1960 a 1980. A doação representa um importante legado para o nosso acervo, contribuindo para a preservação da memória institucional e homenageando a significativa trajetória da professora Vera, que marcou de forma expressiva a história do Colégio Farroupilha.
01/05/2025
A Revista O Clarim, era produzida pelo Grêmio Estudantil do Colégio Farroupilha (GEF), entre os anos de 1945 e 1965. Nos primeiros anos tinha o formato e a impressão semelhantes à estruturação de um jornal. Em poucas páginas, noticiavam-se acontecimentos escolares e, em muitos textos, expressavam-se ideias nacionalistas, valorização de datas cívicas do calendário, como “20 de setembro” e “Semana da Pátria”.
25/03/2025
O Das Band era um periódico escolar, com tiragem mensal, inicialmente produzido em sua totalidade na língua alemã, circulou por 10 anos até ser substituído pelo Relatório Mensal do Colégio Farroupilha, no início de 1939. Com um design diferente para os jornais escolares da época, não se enquadrava dentro do padrão Standard, que era amplamente usado. O novo design possuía a medida de 23x16cm, caracterizado como um jornal de pequeno porte. A capa era constituída pelas informações básicas (nome do jornal, ano, edição e lugar de origem), que continham as únicas referências administrativas do periódico (Grimaldi e Almeida, 2013).
18/03/2025
Cada cartinha vem acompanhada (no alto), pela foto do autor. O papel da carta é o mesmo ao longo dos anos, com uma imagem, desenho no canto esquerdo da folha, que tem linhas, com quatro laudas para escrever, com tamanho 18cm x 10,5. A maioria das cartas é escrita à lápis, mas algumas com caneta tinteiro.
11/03/2025
Os álbuns do 1º ano do Curso Primário, da década de 1950, são ricamente ilustrados e confeccionados com muito cuidado e organização, com as fotografias da turma; da sala de aula; o convite e a lembrança da festa; as “cartinhas” de cada aluno, acompanhadas por suas fotografias. As professoras registravam, nas páginas que antecedem às cartas dos alunos, descrições do processo de alfabetização.
24/02/2025
A escrita epistolar constava como atividade do ensino primário, especialmente no 1º ano, como marco da finalização do processo de alfabetização – domínio da escrita e leitura, que culminava na “Festa do Livro”, realizada no mês de outubro de cada ano, que marcava a troca de cartilha. As professoras estimulavam os alunos a convidar a Diretora da Escola, por meio de cartas individuais, as quais eram reunidas em álbuns, a serem presenteados na ocasião.
17/02/2025
Cadernos quadriculados para que a escrita dos números fosse realizada dentro de cada quadrinho, permitindo assim o traçado correto e a escrita esteticamente bem feita dos números. Havia a preocupação com a grafia correta dos números associados às quantidades.
10/02/2025
Desde o século XIX, o ditado está presente na escola primária, tornando-se um ritual consagrado no ensino, presente em muitas memórias escolares. Juntamente com a atividade de redação e de cópia, é um exercício fundamental para o conhecimento da língua, a formação do aluno e controle da aprendizagem, em busca de uma excelência ortográfica.
01/02/2025
O “Meu Diário” eram cadernos do ensino primário que focavam a prática de escritas escolares infantis, como escritas de si. As escritas contidas em redações, frases ou nos cadernos “Meu diário” contendo narrações do cotidiano ou de situações vividas, são expressões de si, em que o autor se torna o objeto de seu texto. As redações escritas sobre as férias, passeios, brinquedos preferidos são considerados escritos autobiográficos e escritas de si (Bishop, 2010).