Semana Missioneira do Rio Grande do Sul

Semana Missioneira do Rio Grande do Sul

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A Semana Missioneira foi instituída pela lei estadual 13.579/2010 e é promovida pelo Instituto Pr?

Municipários querem audiência pública sobre o pacote de Marchezan 02/08/2017

Municipários querem audiência pública sobre o pacote de Marchezan Enquanto o Prefeito dava entrevistas aos veículos da RBS e ao Correio do Povo, no qual explicava os projetos enviados ao legislativo, servidores municipais lotaram a Praça Açorianos, em frente do Paço Municipal para protestar contra as medidas que irão entrar em tramitação na Câmara de Vereadores. S...

25/04/2016

6a SEMANA MISSIONEIRA ENCERRA-SE NESTA SEGUNDA-FEIRA

Encerra-se nesta segunda-feira a 6a Semana Missioneira do Rio Grande do Sul, evento anual criado com a finalidade de: 1) resgatar a cultura guarani-missioneira; 2) conscientizar o povo gaúcho sobre a importância dessa herança cultural; 3) desfazer equívocos históricos; 4) divulgar a história dos vencidos; e 5) apoiar os remanescentes do povo que deu origem ao gaúcho, de maneira a que vivam dignamente, inclusive com a demarcação de suas terras.
Todos os anos, desde 2011, a Semana Missioneira procura cumprir esses propósitos, chamando a atenção do povo rio-grandense para os fatos históricos que lhe deram origem. Este ano, um dos pontos altos da comemoração foi a vinda ao Rio Grande do Sul do tuxava (cacique) Isaque Karaí integrante de uma aldeia de guaranis descendentes dos indígenas missioneiros levados como escravos pelos bandeirantes para trabalhar nas plantações de cana-de-açúcar de São Paulo.

SEM OS SETE POVOS DAS MISSÕES NÃO HAVERIA CTG

Três sagas determinaram a origem, o caráter e a cultura do povo gaúcho e do Rio Grande do Sul: a catequização do povo guarani pelos jesuítas, a Guerra dos Farrapos e as correntes imigratórias. A primeira saga – a extraordinária história dos Sete Povos das Missões – é o tema da Semana Missioneira do Rio Grande do Sul (Lei estadual 13.579/2010), celebrada todos os anos, de 19 a 25 de abril, pelo Instituto Pró Memória de Sepé Tiaraju (IPMST), com o apoio de entidades públicas e privadas.
Embora essa primeira tentativa de implantação do projeto de catequização na margem esquerda do rio Uruguai, que chegou a ter duas dezenas de aldeamentos, só tenha durado até 1638, foi nesse período que o padre Cristóbal de Mendoza y Orellana introduziu o gado bovino, a ovelha e o cavalo no território (1634). Orellana foi trucidado um ano depois por índios a mando dos bandeirantes.
Após a batalha de Mbororé (1641), em que os guaranis (usando armas de fogo pela primeira vez) derrotaram os bandeirantes, os povos missioneiros transmigraram para a margem direita do rio Uruguai, onde permaneceram por 40 anos.
Ao retornarem perceberam que o gado e os cavalos que haviam deixados na fuga tinham se multiplicado nos campos, tornando-se uma grande riqueza, que juntamente com a erva-mate, promoveram o progresso dos Sete Povos fundados nesta segunda fase, com estâncias e vacarias que ocupavam quase todo o território do atual Rio Grande do Sul.
No entanto, esse progresso foi interrompido pelo Tratado de Madri (1750), em que Espanha cedia a Portugal o território dos Sete Povos em troca da Colônia de Sacramento. Por esse tratado, os povos missioneiros deviam migrar para o outro lado do rio Uruguai, levando o que pudessem, mas abandonando suas casas, igrejas, estâncias e ervais.
Com a demora em promover a transmigração, foi iniciada a demarcação das terras, ocasionando uma guerra de guerrilhas por parte dos indígenas, liderada por Sepé Tiaraju, o que resultou no massacre dos missioneiros em 1756.

19/04/2016

6a SEMANA MISSIONEIRA ABRE NESTA TERÇA-FEIRA, 19 DE ABRIL, DIA DO ÍNDIO

6a SEMANA MISSIONEIRA DO RIO GRANDE DO SUL COMEÇA NESTA TERÇA-FEIRA, DIA DO ÍNDIO

Os promotores da Semana Missioneira do Rio Grande do Sul solicitam a divulgação dos atos e promoções que ocorrerão durante este evento que visa a lembrar os extraordinários acontecimentos que deram origem ao povo gaúcho e que são considerados como a primeira saga fundante do Rio Grande do Sul.

Para tanto, repassam abaixo um resumo dos fatos e, em anexo, a programação da 6a Semana Missioneira, que se inicia nesta terça-feira, 19 de abril, Dia do Índio, e prossegue até o dia 25 de abril.

OS SETE POVOS DAS MISSÕES,
PRIMEIRA SAGA FUNDANTE
DO RIO GRANDE DO SUL

Três sagas determinaram a origem, o caráter e a cultura do povo gaúcho e do Rio Grande do Sul: a catequização do povo guarani pelos jesuítas, a Guerra dos Farrapos e as correntes imigratórias. A primeira saga – a extraordinária história dos Sete Povos das Missões – é o tema da Semana Missioneira do Rio Grande do Sul, celebrada todos os anos, de 19 a 25 de abril, pelo Instituto Pró Memória de Sepé Tiaraju (IPMST), com o apoio de entidades públicas e privadas.

INÉDITO
UM DESCENDENTE DE GUARANIS
LEVADOS COMO ESCRAVOS
PARA SÃO PAULO NO SÉCULO 17
PARTICIPA DA SEMANA MISSIONEIRA

Na abertura da programação da 6a Semana Missioneira do Rio Grande do Sul, HOJE, dia 19 de abril, será feito um desagravo aos indígenas guaranis que habitaram os primeiros povos missioneiros instalados pelos jesuítas no território do atual Rio Grande do Sul, a partir de 1626, e que foram destruídos pela a ação dos bandeirantes em busca de mão de obra escrava. Especialmente para a ocasião do desagravo e para acompanhar o desenvolvimento das atividades da 6a Semana Missioneira, virá de São Paulo a liderança guarani Isaque Augusto Martin, descendente dos guaranis levados daqui no século 17 para trabalhar como escravos nas fazendas de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Embora essa primeira tentativa de implantação do projeto de catequização na margem esquerda do rio Uruguai, que chegou a ter duas dezenas de aldeamentos, só tenha durado até 1638, foi nesse período que o padre Cristóvão de Mendoza y Orellana introduziu o gado bovino, a ovelha e o cavalo no território (1634). Orellana foi trucidado um ano depois por índios a mando dos bandeirantes.

Após a batalha de Mbororé (1641), em que os guaranis (usando armas de fogo pela primeira vez) derrotaram os bandeirantes, os povos missioneiros transmigraram para a margem direita do rio Uruguai, onde permaneceram por 40 anos. Ao retornarem perceberam que o gado e os cavalos que haviam deixados na fuga tinham se multiplicado nos campos, tornando-se uma grande riqueza, que juntamente com a erva-mate, promoveram o progresso dos Sete Povos fundados nesta segunda fase, com estâncias e vacarias que ocupavam quase todo o território do atual Rio Grande do Sul.

No entanto, esse progresso foi interrompido pelo Tratado de Madri (1750), em que Espanha cedia a Portugal o território dos Sete Povos em troca da Colônia de Sacramento. Por esse tratado, os povos missioneiros deviam migrar para o outro lado do rio Uruguai, levando o que pudessem, mas abandonando suas casas, igrejas, estâncias e ervais. Com a demora em promover a transmigração, foi iniciada a demarcação das terras, o que ocasionou uma guerra de guerrilhas por parte dos indígenas, liderada por Sepé Tiaraju, resultando no massacre dos missioneiros em 1756, início da derrocada das missões.

OS SEIS OBJETIVOS
DA SEMANA MISSIONEIRA
DO RIO GRANDE DO SUL

1) Promover atos comemorativos à saga missioneira.
2) Divulgar a história dos vencidos.
3) Resgatar a cultura guarani missioneira.
4) Dar conhecimento à população gaúcha dessa importante herança.
5) Desfazer equívocos históricos.
6) Apoiar os remanescentes indígenas para que possam viver dignamente,
inclusive com a demarcação de suas terras.

Photos from Semana Missioneira do Rio Grande do Sul's post 08/04/2016

No próximo dia 19 de abril, Dia do Índio, começa a sexta edição da Semana Missioneira do Rio Grande do Sul, promovida todos os anos desde 2011 pelo Instituto Pró Memória de Sepé Tiaraju. Este ano, a cerimônia de abertura da Semana Missioneira será em Porto Alegre e terá um desagravo aos guaranis missioneiros dos povos fundados pelos jesuítas no território do atual Rio Grande do Sul, cuja destruição, no século 17, foi provocada pelos ataques dos bandeirantes em busca de mão de obra escrava. O ato vai ocorrer no largo entre a Catedral Metropolitana e o Palácio Piratini, e terá a presença de um guarani da aldeia Tekoa Pyau, localizada junto ao pico do Jaraguá, no município de São Paulo. Esse guarani é descendente dos índios missioneiros levados a força para trabalhar como escravos nas fazendas do Sudeste. A Semana Missioneira 2016 terá ações em outras cidades gaúchas, como fixação de placas indicativas em sítios missioneiros, colocação de cruzes missioneiras e plantação de mudas de erva-mate. Veja a programação no folheto.

Photos 11/06/2015
Photos 14/05/2015

Programação do Acendimento da Chama Crioula Internacional
Local: cidade de Colônia, no Uruguai. Na praça do sítio histórico da “Colônia do Santíssimo Sacramento”.
Data: dia 12 de julho de 2015 (domingo)
Hora: às 11 horas da manhã
Outras atividades
12 de junho de 2015 - Lançamento do evento na cidade do Chuí/RS
12 de julho de 2015 - Acendimento oficial, em Colonia, Uruguai, 11h
17 de julho de 2015 - Congresso Internacional da Tradição Gaúcha em Montevidéu
18 de julho de 2015 - Desfile do dia da Patria, em Montevidéu, Uruguai
15 de agosto de 2015 - Distribuição da Chama Crioula no Chuí, as 10h

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Porto Alegre, RS