GPJA - Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental

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Página do Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental CNPq/UFRGS

O Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental – GPJA surgiu da confluência de interesses acerca da questão ambiental no Jornalismo. Atualmente, o grupo reúne pesquisadores de diferentes instituições, além de estudantes de mestrado e doutorado. Em comum está o objetivo realizar estudos que venham a contribuir com a constituição de um referencial teórico para o Jornalismo Ambiental. Os percursos por ora

15/05/2026

Nesta semana, Ângela Camana (), pós-doutoranda no PPG Agriculturas Amazônicas na UFPA e integrante do GPJA, reflete sobre a cobertura da imprensa na semana que marca os dez anos de inauguração da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, situada em Altamira, no Pará.

​"Destacar efemérides sem qualquer exercício de reflexão acerca dos efeitos das datas e acontecimentos rememorados é sintoma de um jornalismo praticado sob o signo da urgência e sem compromisso com a memória compartilhada. Insuficiente, portanto, do ponto de vista do interesse público.

Resta questionar se, não fosse o manifesto lançado por entidades engajadas com a luta por justiça aos afetados, os dez anos de Belo Monte seriam lembrados. Veículos locais e nacionais têm divulgado a carta aberta “Belo Monte: dez anos de operação, mais de uma década de danos sem reparação”, mas não avançam oferecendo outros dados e perspectivas para além do que a própria correspondência informa.

Mais do que um reconhecimento de boas práticas jornalísticas, a repercussão do manifesto mostra como a sociedade civil organizada é capaz de agendar e apelar à imprensa – e não apenas de esperar por ela."

🔍 Revisão de ​Eloisa Beling Loose ()

Leia o texto completo no site do Observatório de Jornalismo Ambiental!

Photos from GPJA - Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental's post 08/05/2026

Compartilhamos a coluna publicada neste mês pelo Grupo de Pesquisa no , de autoria de Eloisa Beling Loose () e Nico Costamilan (). | Comunicação ambiental deve trabalhar para conscientizar a população pela preservação da natureza

“No próximo dia 22 de maio é comemorado o Dia Internacional da Biodiversidade, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) para conscientizar a população mundial sobre a importância da preservação da diversidade do planeta e alertar sobre os riscos que a sua perda representa.”

📲 Leia a coluna completa no link na bio.

Photos from GPJA - Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental's post 08/05/2026

Nesta semana, o Observatório traz a análise de Luciano Velleda (), jornalista, mestrando em Comunicação e Informação pela UFRGS, e integrante do GPJA.

“Na primeira semana que marcou os dois anos da tragédia climática que devastou o Rio Grande do Sul, em maio de 2024, o portal GZH, site do maior grupo de comunicação do estado, foi escolhido para analisar quantas reportagens ou colunas trataram do tema das obras de proteção contra futuras enchentes e inundações. Ao todo, entre os dias 24 de abril e 3 de maio, foram publicados sete textos, sendo quatro de colunistas e três matérias.

Principal colunista de política do Grupo RBS, Rosane de Oliveira assinou três das quatro colunas publicadas no período. Em todas, a essência do texto é declaratória em relação as afirmações das fontes oficiais, sem contraponto ou visão crítica. O governador Eduardo Leite é a autoridade com maior visibilidade, sendo o personagem central em quatro dos sete textos publicados. Só a entrevista do governador, no último dia 29 de abril, ao programa “Gaúcha Atualidade”, da rádio Gaúcha, foi desdobrada em três publicações. Apenas uma reportagem, assinada pelas jornalistas Gabriela Plentz e Isadora Garcia, trouxe um panorama crítico da situação das obras dos sistemas de proteção de Eldorado do Sul e Canoas, duas das cidades mais atingidas em 2024.“

05/05/2026

✍️No início de abril, a Associação Riograndense de Imprensa (ARI) entregou a a Medalha Alberto André a dez profissionais de destaque do jornalismo gaúcho homenageando as suas trajetórias e contribuição para a profissão.

🏅Entre os vencedores do prêmio esteve Roberto Villar Belmonte, integrante do GPJA. A cerimônia ocorreu junto ao prêmio Themis de Jornalismo do TJ, no Espaço Multi do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), em Porto Alegre.

Photos from GPJA - Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental's post 04/05/2026

Nesta semana, o Observatório de Jornalismo Ambiental traz a análise de Carine Massierer (.massierer ), jornalista, assessoria de imprensa, mestre em Comunicação e Informação pela UFRGS e integrante do Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental.

“As consequências econômicas, ambientais, físicas e emocionais dos desastres climáticos ficam registradas a partir das narrativas e das percepções tornadas públicas pela imprensa, como houve com a inundação de maio de 2024. O evento climático atingiu várias regiões do Rio Grande do Sul, incluindo não só a capital, mas intensamente os Vales do Taquari e Rio Pardo. A tragédia que deixou 185 mortos e 23 pessoas desaparecidas completa dois anos em maio de 2026 e a incidência do fenômeno El Niño deixa apreensivos todos aqueles que de alguma forma sofreram as consequências.

Entre a tragédia e a narrativa da imprensa está a pesquisa “Percepção pública sobre enchentes e mudanças climáticas nos Vales do Rio Pardo e Taquari”, feita pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), que foi recentemente divulgada.”

🔍 Revisão de Eliege Fante ()

Leia o texto completo no site do Observatório de Jornalismo Ambiental!

📲Link na bio.

Photos from GPJA - Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental's post 25/04/2026

Nesta semana, o Observatorio trás a análise de Sérgio Pereira (), jornalista, servidor público, doutorando em Comunicação e Informação pela UFRGS e integrante do Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental (CNPq/UFRGS).

“A imprensa brasileira é um espelho da visão elitizada da sociedade no que se refere à representatividade. Em outras palavras: integrantes dos denominados grupos minorizados têm sempre mais chances de virar notícia nas páginas policiais. Já em certas editorias, como política, cultura e economia por exemplo, os casos são raros. E, quando ocorre, estamos diante de um fenômeno bissexto e que serve apenas para afiançar a regra. Mas, como poderia ter dito Forrest Gump, um jornal é como uma caixa de chocolates: você nunca sabe o que vai encontrar.

Revisão de Ilza Girardi ()

📲 Leia na íntegra pelo link na bio

Photos from GPJA - Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental's post 17/04/2026

Nesta semana, o Observatorio trás a análise de Gabrielly Menezes da Silva, graduanda de Jornalismo na UFSM e bolsista de iniciação científica, e Claudia Herte de Moraes, jornalista, doutora em Comunicação e Informação, professora na UFSM. Tutora do PET e líder do Grupo Educom Clima (CNPq/UFSM). Integrante do Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental (CNPq/UFRGS) e do Laboratório de Comunicação Climática.

“A Esplanada dos Ministérios em Brasília tornou-se, mais uma vez, o centro da resistência originária com a realização do 22º Acampamento Terra Livre (ATL), entre os dias 5 e 11 de abril de 2026. O evento foi um momento importante para a reafirmação do protagonismo dos povos originários na política ambiental. Para discutir a cobertura jornalística desse evento, decidimos fazer uma análise comparativa que demonstra como diferentes projetos editoriais podem evidenciar facetas diferenciadas da mesma mobilização.”

Revisão de Sérgio Pereira ()

📲 Leia na íntegra pelo link na bio

Photos from GPJA - Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental's post 10/04/2026
Photos from GPJA - Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental's post 06/04/2026

Nesta semana, o Observatório de Jornalismo Ambiental traz a análise de Eloisa Beling Loose, professora do Departamento de Comunicação da UFRGS, coordenadora do Observatório de Jornalismo Ambiental e do Laboratório de Comunicação Climática, e de Nico Costamilan, estudante de Jornalismo na UFRGS e bolsista do Observatório de Jornalismo Ambiental e do Laboratório de Comunicação Climática.

“Desde o início de março, a imprensa local tem coberto as discussões que cercam a votação do do novo Plano Diretor de Porto Alegre. Entre disputas partidárias que se conectam a diferentes interesses sobre os rumos da capital, mais de 500 emendas foram apresentadas. As emendas são propostas de modificações, acréscimos ou supressões feitas ao texto original. Neste caso, o texto original parte de alterações propostas ao Plano Diretor anterior, que vigora desde o ano 2000. No campo político, as emendas são mecanismos que também servem para adiar ou transformar a pauta, uma forma de medir forças com os opositores. Mas, o que essas decisões implicam no nosso dia a dia?”

📲 Leia mais no site do Observatório, link na bio!

Photos from GPJA - Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental's post 25/03/2026

📚 O artigo “Do PL da Devastação à violência contra as mulheres: Existe algo em comum?” foi veiculado este mês no jornal digital Versão de Jornalistas do SINDJOR - RS.

✍️ Ilza Maria Tourinho Girardi () e Sérgio Pereira ()

📲 Acesse o texto no link da bio!

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