15/05/2026
Nesta semana, Ângela Camana (), pós-doutoranda no PPG Agriculturas Amazônicas na UFPA e integrante do GPJA, reflete sobre a cobertura da imprensa na semana que marca os dez anos de inauguração da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, situada em Altamira, no Pará.
"Destacar efemérides sem qualquer exercício de reflexão acerca dos efeitos das datas e acontecimentos rememorados é sintoma de um jornalismo praticado sob o signo da urgência e sem compromisso com a memória compartilhada. Insuficiente, portanto, do ponto de vista do interesse público.
Resta questionar se, não fosse o manifesto lançado por entidades engajadas com a luta por justiça aos afetados, os dez anos de Belo Monte seriam lembrados. Veículos locais e nacionais têm divulgado a carta aberta “Belo Monte: dez anos de operação, mais de uma década de danos sem reparação”, mas não avançam oferecendo outros dados e perspectivas para além do que a própria correspondência informa.
Mais do que um reconhecimento de boas práticas jornalísticas, a repercussão do manifesto mostra como a sociedade civil organizada é capaz de agendar e apelar à imprensa – e não apenas de esperar por ela."
🔍 Revisão de Eloisa Beling Loose ()
Leia o texto completo no site do Observatório de Jornalismo Ambiental!
08/05/2026
Compartilhamos a coluna publicada neste mês pelo Grupo de Pesquisa no , de autoria de Eloisa Beling Loose () e Nico Costamilan (). | Comunicação ambiental deve trabalhar para conscientizar a população pela preservação da natureza
“No próximo dia 22 de maio é comemorado o Dia Internacional da Biodiversidade, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) para conscientizar a população mundial sobre a importância da preservação da diversidade do planeta e alertar sobre os riscos que a sua perda representa.”
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08/05/2026
Nesta semana, o Observatório traz a análise de Luciano Velleda (), jornalista, mestrando em Comunicação e Informação pela UFRGS, e integrante do GPJA.
“Na primeira semana que marcou os dois anos da tragédia climática que devastou o Rio Grande do Sul, em maio de 2024, o portal GZH, site do maior grupo de comunicação do estado, foi escolhido para analisar quantas reportagens ou colunas trataram do tema das obras de proteção contra futuras enchentes e inundações. Ao todo, entre os dias 24 de abril e 3 de maio, foram publicados sete textos, sendo quatro de colunistas e três matérias.
Principal colunista de política do Grupo RBS, Rosane de Oliveira assinou três das quatro colunas publicadas no período. Em todas, a essência do texto é declaratória em relação as afirmações das fontes oficiais, sem contraponto ou visão crítica. O governador Eduardo Leite é a autoridade com maior visibilidade, sendo o personagem central em quatro dos sete textos publicados. Só a entrevista do governador, no último dia 29 de abril, ao programa “Gaúcha Atualidade”, da rádio Gaúcha, foi desdobrada em três publicações. Apenas uma reportagem, assinada pelas jornalistas Gabriela Plentz e Isadora Garcia, trouxe um panorama crítico da situação das obras dos sistemas de proteção de Eldorado do Sul e Canoas, duas das cidades mais atingidas em 2024.“
05/05/2026
✍️No início de abril, a Associação Riograndense de Imprensa (ARI) entregou a a Medalha Alberto André a dez profissionais de destaque do jornalismo gaúcho homenageando as suas trajetórias e contribuição para a profissão.
🏅Entre os vencedores do prêmio esteve Roberto Villar Belmonte, integrante do GPJA. A cerimônia ocorreu junto ao prêmio Themis de Jornalismo do TJ, no Espaço Multi do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), em Porto Alegre.
04/05/2026
Nesta semana, o Observatório de Jornalismo Ambiental traz a análise de Carine Massierer (.massierer ), jornalista, assessoria de imprensa, mestre em Comunicação e Informação pela UFRGS e integrante do Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental.
“As consequências econômicas, ambientais, físicas e emocionais dos desastres climáticos ficam registradas a partir das narrativas e das percepções tornadas públicas pela imprensa, como houve com a inundação de maio de 2024. O evento climático atingiu várias regiões do Rio Grande do Sul, incluindo não só a capital, mas intensamente os Vales do Taquari e Rio Pardo. A tragédia que deixou 185 mortos e 23 pessoas desaparecidas completa dois anos em maio de 2026 e a incidência do fenômeno El Niño deixa apreensivos todos aqueles que de alguma forma sofreram as consequências.
Entre a tragédia e a narrativa da imprensa está a pesquisa “Percepção pública sobre enchentes e mudanças climáticas nos Vales do Rio Pardo e Taquari”, feita pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), que foi recentemente divulgada.”
🔍 Revisão de Eliege Fante ()
Leia o texto completo no site do Observatório de Jornalismo Ambiental!
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25/04/2026
Nesta semana, o Observatorio trás a análise de Sérgio Pereira (), jornalista, servidor público, doutorando em Comunicação e Informação pela UFRGS e integrante do Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental (CNPq/UFRGS).
“A imprensa brasileira é um espelho da visão elitizada da sociedade no que se refere à representatividade. Em outras palavras: integrantes dos denominados grupos minorizados têm sempre mais chances de virar notícia nas páginas policiais. Já em certas editorias, como política, cultura e economia por exemplo, os casos são raros. E, quando ocorre, estamos diante de um fenômeno bissexto e que serve apenas para afiançar a regra. Mas, como poderia ter dito Forrest Gump, um jornal é como uma caixa de chocolates: você nunca sabe o que vai encontrar.
Revisão de Ilza Girardi ()
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17/04/2026
Nesta semana, o Observatorio trás a análise de Gabrielly Menezes da Silva, graduanda de Jornalismo na UFSM e bolsista de iniciação científica, e Claudia Herte de Moraes, jornalista, doutora em Comunicação e Informação, professora na UFSM. Tutora do PET e líder do Grupo Educom Clima (CNPq/UFSM). Integrante do Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental (CNPq/UFRGS) e do Laboratório de Comunicação Climática.
“A Esplanada dos Ministérios em Brasília tornou-se, mais uma vez, o centro da resistência originária com a realização do 22º Acampamento Terra Livre (ATL), entre os dias 5 e 11 de abril de 2026. O evento foi um momento importante para a reafirmação do protagonismo dos povos originários na política ambiental. Para discutir a cobertura jornalística desse evento, decidimos fazer uma análise comparativa que demonstra como diferentes projetos editoriais podem evidenciar facetas diferenciadas da mesma mobilização.”
Revisão de Sérgio Pereira ()
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06/04/2026
Nesta semana, o Observatório de Jornalismo Ambiental traz a análise de Eloisa Beling Loose, professora do Departamento de Comunicação da UFRGS, coordenadora do Observatório de Jornalismo Ambiental e do Laboratório de Comunicação Climática, e de Nico Costamilan, estudante de Jornalismo na UFRGS e bolsista do Observatório de Jornalismo Ambiental e do Laboratório de Comunicação Climática.
“Desde o início de março, a imprensa local tem coberto as discussões que cercam a votação do do novo Plano Diretor de Porto Alegre. Entre disputas partidárias que se conectam a diferentes interesses sobre os rumos da capital, mais de 500 emendas foram apresentadas. As emendas são propostas de modificações, acréscimos ou supressões feitas ao texto original. Neste caso, o texto original parte de alterações propostas ao Plano Diretor anterior, que vigora desde o ano 2000. No campo político, as emendas são mecanismos que também servem para adiar ou transformar a pauta, uma forma de medir forças com os opositores. Mas, o que essas decisões implicam no nosso dia a dia?”
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25/03/2026
📚 O artigo “Do PL da Devastação à violência contra as mulheres: Existe algo em comum?” foi veiculado este mês no jornal digital Versão de Jornalistas do SINDJOR - RS.
✍️ Ilza Maria Tourinho Girardi () e Sérgio Pereira ()
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