Educação e Liberdade.

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Página dedicada a divulgação de informações e compartilhamento de material educacional do nasc

03/10/2020

"...Muito fraco é aquele que precisa recorrer à autoridade e bem culpado aquele que crê corrigir o insolente fazendo-se temer! Exigir o temor e o respeito são princípios para a época ultrapassada do estilo rococó.

De que nós nos queixamos, enfim, ao exame dos defeitos da educação que a escola dispensa atualmente? Do fato de nossas escolas ainda repousarem sobre o velho princípio do Saber sem Vontade. O novo princípio é o do Querer, sublimação do Saber. Portanto, nada de "concordância entre a escola e a vida": queremos que a escola seja a vida, e que aí como alhures, o dever do indivíduo seja revelar-se a si mesmo. Á cultura geral dispensada pela escola deve ser uma educação para a liberdade e não para a submissão: a verdadeira vida, é sermos livres.

Uma olhada sobre a falta de vida do humanismo teria forçado os realistas a reconhecer isso. Mas se vissem a total incapacidade da educação humanista para a pretensa vida prática (do cidadão, não do indivíduo), retornariam, por oposição, a uma educação puramente formal, a uma educação material, pensando que, comunicando uma matéria utilizável nas relações sociais, não apenas ultrapassariam o formalismo, como também contentariam a mais elevada exigência. Todavia, a educação prática permanece longe da educação livre e pessoal: aquela ensina a arte de fazer habilmente seu caminho na vida, esta dá o poder de fazer brotar das profundezas do Eu a fagulha de vida; aquela prepara para estar consigo num dado mundo, esta a estar consigo em si mesmo..."

Max Stiner - 1844

14/09/2017

II Jornada de Educação Libertária de Pelotas/ RS

09 a 11 de outubro 2017

"O Projeto Multiversidade de Aprendizagens Livres juntamente com o Grupo de Estudos em Educação Libertária e Anarquista da UFPel promovem um segundo grande encontro para debatermos o pensamento libertário na educação, com uma programação que reúne conferências, oficinas, rodas de conversa, apresentação de trabalhos e lançamento de livro.
Nessa segunda Jornada refletiremos sobre a educação nos processos de aprendizagens comunitárias dos povos originários, que se comunicam com a perspectiva anarquista ao se organizarem sem Estado, sem mercado, sem a instrumentalização racional-burocrática do conhecimento.
Para além do tema central, nossa proposta visa abarcar as intersecções da educação libertária com áreas das Ciências Sociais e Humanas, estudos de gênero e étnico-culturais, e teorias e práticas em Pós-Escolarização e aprendizagens livres. No momento da inscrição, você poderá inscrever sua proposta em diferentes modalidades (artigos científicos, oficinas, resenhas de livros, etc), indicando um do eixo temático."

jornada Conheça a Jornada

Photos from Educação e Liberdade.'s post 17/06/2017

LEVANTE DE SOWETO!

Em 16 de junho de 1976, cerca de 20 mil estudantes secundaristas do subúrbio negro de Soweto, na África do Sul, se reuniram para um protesto contra a inferioridade das "escolas negras" (sob o regime do apartheid brancos e negros estudavam em escolas separadas). A manifestação pacífica foi brutalmente atacada pela polícia e o estudante Hector Pieterson, de 13 anos, foi morto com um tiro. A morte de Hector desencadeou uma revolta que entrou pela madrugada do dia 17 e se seguiu com confrontos diários com a polícia. No terceiro dia de confrontos, o governo fechou todas as escolas de Soweto e logo a revolta se espalhou para outras cidades. Estima-se que cerca de 600 pessoas foram mortas nos confrontos.
Em memória de todos aqueles que deram o seu sangue na luta por uma educação digna e contra o racismo!

Por um novo professor, capaz de transformar escola 30/11/2016

"...A organização da escola, nos séculos XVIII e XIX, veio acompanhada de uma concepção do ensino atrelada ao transmitir, de passar o que se sabe ao outro. A ideia era de que se aprendia ouvindo, memorizando e repetindo, princípio que ainda se vê hoje em dia. Só no século XXI se tem a clareza de que essa forma é ultrapassada, desnecessária, até porque o professor não tem acesso a toda essa informação que o jovem tem e a comunicação extra-escolar é, de fato, muito mais eficiente. Também começamos a nos dar conta de que a escola trabalhou muito com o ensino, mas sem uma clareza de seus resultados, validando a lógica de que “se eu ensinei, ele tem que ter aprendido”. Caso contrário, faltou esforço por parte do aluno..."

http://outraspalavras.net/outrasmidias/destaque-outras-midias/por-um-novo-professor-capaz-de-transformar-a-escola/

Por um novo professor, capaz de transformar escola Estudiosa sustenta: papel de transmissor de saberes esgotou-se. Mas o de orientar alunos em seu próprio aprendizado será cada vez mais indispensável Por Ana Luiza Basílio, na educação integral…

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