Aros Gestão e Inovação

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Aros - Instituto de Gestão e Inovação. Através da assessoria, consultoria e capacitação, objet

Aros é um Instituto formado por Empresas Especialistas em Gestão e Inovação com mais de 20 anos de mercado. Tem por objetivo qualificar processos, produtos e pessoas através de seus profissionais de assessoria, consultoria e capacitação sempre com o comprometimento com o ecossistema que envolve o ambiente corporativo: as pessoas, as instituições, o planeta.

19/10/2018

Foi realizada no dia 18 de outubro, na Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Santo Antônio da Patrulha - ACISAP, Acisap Sap a Palestra Gestão de Processos.
realizada por Luiz Carlos Vivian Corrêa, presidente do Aros Instituto - Gestão e Inovação. A Todos os participantes o nosso muito obrigado pela oportunidade.

27/06/2018

Novo Briefing Global sobre Alimentos
e Bebidas Naturalmente Saudáveis.

Grande parte dos consumidores/compradores atualmente buscam a palavra “natural” na embalagem do produto e eles já tem a sua própria compreensão do que “natural” significa na sua mente. No entanto as ultimas descobertas mostram que a descrição “natural” até agora é uma prática auto governada do ponto de vista do fabricante.
Não existe uma definição conclusiva e científica para o termo “natural”.

A falta desta definição clara está causando confusão e prejudica por vezes a credibilidade de reivindicações naturais.
O recém lançado Briefing Global intitulado: Rise of Naturals está composto por duas partes, com cada parte explorando diferentes questões na indústria de alimentos e bebidas naturalmente saudáveis.

Na primeira parte foi discutida a visão geral do mercado botanicals populares e suas aplicações.
Os principais tópicos: botanicals são um ajuste natural para produtos “natural health” e provou ser uma avenida para o crescimento. Os principais players estão acelerando seus movimentos para o “mundo natural”, quer ampliando ou reformulando seus produtos existentes ou investindo e/ou adquirindo marcas.

Este Briefing Global criou uma oportunidade de vendas para marcas/empresas de pequeno ou médio porte que tenham bom desempenho melhorar ainda mais.
O interesse crescente pela sabedoria antiga, a formulação e um afluxo de financiamento é positivo para aumentar o perfil do Natural Health e o desenvolvimento do mercado global.
Ingredientes botânicos recém encontrados estão ocupando as prateleiras em lojas de alimentos saudáveis, o que torna o cenário altamente competitivo para as empresas em fase inicial.

É um grande desafio manter o interesse dos consumidores a longo prazo. Diante de um influxo de moda, existe o perigo de que os consumidores se sintam sobrecarregados e confusos tornando-se inconstantes e céticos em relação aos novos lançamentos.

O mercado do “ supernatural” é um desafio, especialmente para fornecedores de ingredientes e investidores agrícolas.
Dada a tendência, a sustentabilidade da oferta dos “supernaturais” e “super alimentos” é cada vez mais importante.

Na segunda parte do Briefing Global foi visto como as categorias específicas de Natural health estão se desenvolvendo dentro do cenário competitivo e de grandes aquisições. Os medicamentos tradicionais chineses oferecem uma janela de oportunidades para os fabricantes Botanicals porque se encaixam perfeitamente com a palavra “natural”. A água de coco continuará com grande investimento das grandes empresas.

Sucos orgânicos estão se expandindo, mas o seu crescimento pode estar limitado pela certificação cara e a conversão para agricultura biológica.
A água mineral natural precisa de um processo de rotulagem longo e de aprovação difícil. Algumas ervas podem não serem palatáveis aos consumidores.

A certificação orgânica e a agricultura adaptada a ela são desejáveis, porém, torná-la escalável e economicamente sustentável continua a ser um desafio.
O alimento natural é geralmente mais caro porque a origem, a autenticidade e a quantidade de ingredientes naturais usados apresentam um valor mais elevado.

Os preços elevados podem dissuadir o consumo de volume.
A flutuação das colheitas de alguns ingredientes também pode afetar a sustentabilidade de algumas formulações.
Contudo acredito que a tendência dos Alimentos Naturais continuará crescendo e forçando as melhorias das condições da agricultura biológica e da sustentabilidade de todo o processo que envolve o plantio, distribuição e desenvolvimento de novos produtos Natural Health, para o bem de todos nós

Angela Slávia de Moraes Miskulin,
Química e Especialista em Alimentos

08/06/2018

Quer reduzir custos, diminuir desperdícios,
aumentar a lucratividade e rentabilidade?

Conheça a Consultoria de Engenharia de Cardápios
da AS Consultoria, uma Empresa filiada
ao Aros Instituto de Gestão e Inovação.

A Engenharia de Cardápios é um método inovador
que otimiza a produção, padroniza os produtos
e cria cardápios efetivamente vendáveis através
03 de módulos:

Módulo I:
• Fichas técnicas;
• Fator de correção;
• Índice de cocção.

Módulo II:
• Sistema de custos;
• Custos fixos e variáveis;
• Principais conceitos;
• Formação de preços;
• Método do lucro bruto;
• Margem ou mark-up.

Módulo III:
• Engenharia de cardápio;
• Aplicação do método
Smith-Kasavanas;
• Matrizes gráficas;
• Criação de cardápios
vendedores.

Quer saber mais sobre a Engenharia de Cardápio e como ela pode lhe ajudar a ser mais competitivo ? Agende um horário conosco, será um prazer poder lhe apresentar o método.

24/05/2018

Coluna Leonardo Alves

Crédito para Pequenos Negócios.

É fato que o cenário existente para empreender no país torna esta decisão, no mínimo, desafiadora. Carga tributária elevada, burocracia excessiva e infraestrutura de baixa qualidade são algumas das condições com as quais o empreendedor se depara no Brasil. Mas, de todas estas, talvez a maior dificuldade imposta ao empreendedorismo seja a quase ausência de recursos financeiros disponíveis para as micro, pequenas e médias empresas, condição que, muitas vezes, inibe a abertura de novos negócios, com impacto direto na geração de emprego e renda.

Mudar este cenário no curto prazo, ampliando a oferta de recursos para os pequenos negócios em condições financeiramente compatíveis com o retorno esperado do Projeto, parece algo ainda distante da nossa realidade. Então, o que fazer? Desistir? Seguramente, não! Para tanto, você que está pensando seriamente em ter seu próprio negócio e não dispõe de recursos próprios suficientes para financiá-lo, deve seguir algumas ações.

Primeiramente, prepare um consistente Plano de Negócios. Isto lhe exigirá profundos conhecimentos acerca do produto ou serviço que será oferecido e do mercado que pretende investir, avaliando cuidadosamente os hábitos de consumo dos futuros clientes, a estratégia dos principais concorrentes e o comportamento dos fornecedores. Além disso, projete o resultado financeiro da empresa a partir da construção de ferramentas financeiras relativamente simples, como o Fluxo de Caixa e o Demonstrativo de Resultados, fundamentais para avaliar se o Projeto trará lucro ou prejuízo ao final de determinado período de tempo.

Feito isto, saiba que muito poucos estarão dispostos a lhe emprestar qualquer quantia em dinheiro para montar um negócio se você, futuro proprietário deste negócio, não estiver disposto a correr riscos com seu próprio dinheiro. Assim, tenha em mãos recursos próprios correspondentes a pelo menos 20% a 30% do total necessário para viabilizar sua ideia. Se você mostrar aos possíveis financiadores do seu Projeto que dispõe de parte dos recursos necessários, o caminho para obter os valores restantes se tornará menos árduo.

Por fim, seja muito transparente e verdadeiro no momento em que estiver conversando com possíveis financiadores do seu Projeto. Lembre-se que você precisará falar não apenas da sua proposta com muito conhecimento, mas, seguramente, da sua vida, das suas experiências profissionais e do seu patrimônio pessoal. Omitir informações acerca destas questões não lhe ajudará em nada, nem tão pouco relatar fatos que não correspondam à verdade.

Em suma, saiba exatamente o que você pretende fazer e tenha competência para executá-lo, conheça o seu futuro negócio melhor do que qualquer potencial financiador, disponha de parte dos recursos financeiros necessários à concretização da sua ideia e seja transparente em qualquer negociação que possa ser necessária para fins de obtenção de crédito. Seguindo estas ações, seguramente você encontrará menores dificuldades para tornar seu Projeto uma realidade!

Leonardo Alves
Estrategista Empresarial
AROS Instituto

Photos from Aros Gestão e Inovação's post 15/05/2018

Aros Gestão e Inovação
Assessoria, Consultoria e Capacitação.

Somos uma equipe multidisciplinar com soluções customizadas para ajudar a sua empresa ir mais longe.

Quer saber mais? Acesse o nosso site ou agende uma visita.
Será um prazer apresentar nossa metodologia de trabalho e contribuir com a sua empresa.

www.arosinstituto.com.br
Fone: (51) 3332-3836

13/05/2018

Hoje é dia de homenagear o símbolo da dedicação, do amor, da força e da coragem. HOJE É DIA DAS MÃES!
A todas as mães a nossa homenagem!
Feliz dia das Mães.

08/05/2018

06 dicas para você melhorar a tua comunicação.

No mundo moderno em que vivemos, percebo como é importante melhoramos a nossa comunicação. Simplesmente porque se melhorarmos a nossa comunicação, conseguiremos melhorar nosso resultado. Nosso relacionamento com as pessoas é construído através da comunicação. Isto vale para familiares, amigos, cônjuge, fornecedores, clientes, tudo começa a partir da comunicação.
A maioria das pessoas não têm nem ideia de que ouvir é uma parte necessária do processo de comunicação. A verdade é que ouvir é uma parte indispensável à boa comunicação: não apenas nos ajuda a construir relacionamento com as outras pessoas, como também é uma forma de demonstrar respeito pelos outros.

As pessoas desejam ser ouvidas, por isso, ao ouvir atentamente você acaba construindo confiança no subconsciente da pessoa.

O que acontece às vezes é que as pessoas só querem falar, não querem ouvir. A comunicação não será efetiva desta forma.

Então vou te dar 06 dicas para você melhorar a tua comunicação:

1) Ouça com atenção
Concentre-se na escuta ativa ao invés da escuta passiva.
A diferença é que a escuta ativa significa que você dialoga e responde a pessoa com base naquilo que foi dito, enquanto a escuta passiva é simplesmente ouvir, sem participar da conversa com nenhuma resposta.

2) Nunca fale junto com as pessoas
Isso demonstra uma verdadeira falta de respeito. Ao falar sobre alguém estamos basicamente afirmando que não nos importamos com o que elas estão dizendo e o que vamos falar é mais importante do que elas têm a dizer.

3) Nunca termine a frase das outras pessoas
Muitas pessoas acreditam que estão sendo prestativas ao terminarem as frases das outras pessoas para elas.
Isso está completamente errado. Ao fazer isso você está desacreditando na outra pessoa, porque está tentando tomar o controle da conversa ou voce está impaciente para deixar ela finalizar o que está falando.

4) Parafraseie quando fala
Se você quer mostrar que realmente escutou o que uma pessoa estava dizendo, então parafraseá-la pode ser uma grande ferramenta.
Tudo que você tem que fazer é repetir de volta o que ela acabou de dizer antes de incluir seu próprio comentário. Vou te dar um exemplo:
Então Ricardo, o que eu entendi é que as metas da empresa foram mal planejadas e isto afetou no resultado da equipe? E precisamos encontrar algumas soluções rápidas para você, correto?

5) Use amortecedores
Usar amortecedor na comunicação é o seguinte:
Amenize o que você for falar, como por exemplo:
“Interessante a tua colocação, também pode ser visto desta outra forma, deixa eu te contar”. Você valida à opinião do outro e coloca o teu ponto de vista.

6) Mantenha o Olho no olho
Fale com a pessoa olhando nos olhos dela, desta forma você está provando que está interessado no que ela está dizendo.
Com este contato visual, você mantem a pessoa mais focada e menos distraída.

Desafio a vocês a praticarem estas dicas, a comunicação é uma habilidade que todos podem se apropriar dela, basta começar.

Cíntia Huf
Especialista em pessoas, Coach, terapeuta e consultora da empresa Mix People – Inteligência em Gestão de Pessoas.
www.mixp.com.br

01/05/2018

A todos os trabalhadores, as felicitações do Instituto Aros!

26/04/2018

VOCÊ CONHECE OS CUSTOS OCULTOS NAS EMPRESAS?

Uma das grandes batalhas nas empresas é identificar e gerenciar seus custos. Esta ação torna-se mais fácil quando, através de documentos, conseguimos contabilizar todos os elementos que geram os custos fixos e variáveis. No entanto, os custos ocultos, aqueles que acontecem por meio de atos ou fatos sem a emissão de um documento de origem, requerem um olhar mais crítico, profundo e conhecimento técnico para serem identificados. Nesse sentido é possível dimensionar o quanto eles impactam no resultado econômico e financeiros das organizações.

Recomenda-se identificar se os custos ocultos estão ocorrendo e agir de forma imediata para que eles não venham impactar no resultado, diminuindo o lucro ou transformando-o em prejuízo. Para contribuir nessa análise apresenta-se algumas dicas que poderá auxiliar, de forma eficaz na gestão de tais custos.
Primeiramente identifique todos os processos da sua empresa e, partir dessa base, selecione os tipos de custos ocultos mapeando-os conforme alguns exemplos abaixo descritos:

a) Controlar os estoques: matéria-prima, produtos prontos, mercadorias para revenda, produtos para consumo geral.
Estocar produtos em grandes quantidade favorece a geração de prejuízos oriundos de furtos, avarias, danificação, vencimento da validade, custos de armazenagem, pesados inventários e capital de giro sem movimento. Avalie: será que é importante investir em produtos com pouca rotatividade?
b) Analisar o fluxo das movimentações. Ações internas de mobilizar mercadorias ou produtos, fluxo de operações que requerem deslocamentos são recorrente nas empresas e muitas vezes, para não dizer quase sempre, esse ônus não é dimensionado, gerando um bom volume de custos não contabilizados. Nesses casos é importante, no que tange os estoques, que se utilize a técnica da curva do ABC, pois ela nos remete a evidenciação dos itens de maior demanda. Os itens mais demandados são agrupados e destacados nos relatórios de consumo, favorecendo o momento adequado de novos pedidos. Já para nas operações é salutar manter um fluxo continuo, visando otimização da produtividade.

c) Praticar ouvidoria interna. É recomendável ouvir os empregados da casa, antes de buscar lá fora, pois são eles que vivenciam o dia a dia das boas práticas ou das práticas ineficientes da empresa. Valorize quando eles trazem boas contribuições para melhorar cada vez mais o ambiente. Faça economia de custos utilizando as sugestões e premie seu colaboradores que oferecem recomendações que possam ser implantadas de forma positiva.

d) Produzir com planejamento. Adote um plano de produção entre o setor comercial e o produtivo de acordo com as demandas e a logística instalada. Avalie o volume de custos que podem impactar no negócio, aguardando uma entrega futura que poderá não ocorrer. Recomenda-se utilizar como estratégia uma sintonia fina entre quem comercializa e quem produz.

e) Produzir sem defeitos e retrabalhos. Os custos gerados nesse item com certeza são desnecessários. É possível evitar tais custos desde que se tenha uma equipe técnica, atenta, comprometida e consciente na área de atuação. Adote a política de custo com desperdícios ZERO e aumente a sua margem de lucro. Diante do mercado competitivo, zele pela imagem da empresa não entregando produtos defeituosos aos seus clientes.

f) Produzir bens ou serviços de forma constante. Eliminar o tempo de espera gera ganhos para empresa. A “espera” é um desperdício excelente para gerar custos ocultos. Para evitar, estabeleça de forma planejada a distribuição das tarefas de cada equipe. Não esquecer: layout mal elaborado, coordenadores não eficientes, equipamentos de uso sem manutenção são fatores que remetem a elevação de custos ocultos.

g) Atentar ao uso da Tecnologia da Informação. Recomendável análise profunda antes de implementar ferramentas e plataformas de TI, pois nem sempre o dono do negócio tem domínio técnico no assunto. Essa área é super importante para agilizar e controlar as ações e operações empresariais em todos os setores, porém o custo versus benefício deve valer a pena. Invista tempo e assessorias fidedignas e otimize a TI da sua empresa.

Os elementos apontados são poucos em relação a diversidades de custos ocultos espalhados por toda empresa. Não deixe de mapeá-los. Após a identificação eleja boas estratégias para eliminar os que forem encontrados e combater os que poderão ocorrer. Aproveite a leitura e as dicas acima. Coloque em prática mais uma ação que venha contribuir com o lucro.

Inês Maria Rech - Contabilista Especialista em Metodologia do Ensino Superior Mestre em Adm. e Negócios-Estratégias Empresariais.

20/04/2018

Pró-Labore

Seguidamente sou questionado por pequenos e médios empresários dos mais variados segmentos sobre o pró-labore, mais especificamente, sobre quanto deveria ser o pró-labore. Para àqueles que ainda têm dúvidas, costumo definir o pró-labore como a remuneração da atividade exercida pelo empresário. Portanto, não há qualquer relação entre pró-labore e ganho de capital.

Voltando à questão do quanto deveria ser o pró-labore, costumo responder da seguinte forma: ele não deve ser tão baixo que torne injusta a remuneração da atividade exercida pelo empresário comparativamente à remuneração que ele poderia obter no exercício de outra atividade remunerada, nem tão alto que se torne incapaz de ser pago pelos resultados da empresa, comprometendo-a financeiramente. Complemento minha resposta dizendo que o pró-labore precisa ser entendido com um custo fixo da empresa, devendo ter uma regularidade de pagamento.

Ora, se ele representa um custo fixo para a empresa, não deveria o empresário receber a título de pró-labore R$ 5 mil num mês e R$ 10 mil em outro mês. Da mesma forma, ele não deveria receber R$ 15 mil de forma adiantada a título de pró-labore, nem ficar dois ou três meses sem recebê-lo. Sendo mais objetivo, o pró-labore pode ser entendido como o “salário” do empresário! Se a empresa tem uma boa gestão financeira, ela paga regularmente os salários dos seus colaboradores, fazendo este pagamento em datas previamente estabelecidas e com valores invariavelmente constantes, salvo alguma circunstância específica, como férias e ou décimo - terceiro salário. Com o pró-labore deve acontecer o mesmo!

Bom, mas, afinal, quanto deve ser o pró-labore? Para àqueles que estão ansiosos por uma resposta, seguem outras perguntas pertinentes: qual o resultado (lucro) esperado pela empresa? Qual o “tamanho” de seus custos fixos e variáveis? Os custos da empresa estão compatíveis com o resultado esperado? Ok, provavelmente sua impaciência está aumentando! Mas, antes de me xingar, lhe convido a fazer a seguinte reflexão: você só aumentará os custos na sua empresa se os resultados obtidos assim o permitirem, correto? Acredito que, igualmente, quando os resultados não vão bem por determinado período de tempo, você faça ajustes nos custos, reduzindo-os. Pois, veja, o pró-labore é um custo, e, justamente por ser um custo, deve ser ajustado conforme o resultado da empresa, sempre buscando uma previsibilidade de valores e uma regularidade de pagamentos.

A esta altura você já deve ter concluído que não há uma resposta precisa (um número “mágico”) à pergunta inicial deste post. Finalizo, porém, fazendo algumas considerações. Não faça do pró-labore o objetivo maior da sua empresa! Financeiramente, o objetivo maior de qualquer empresa deve ser o seu resultado (lucro). Estabeleça adequadamente os custos operacionais, acompanhando-os de forma sistemática. Quanto melhor for a gestão dos custos, maior tende a ser o resultado da empresa. E quanto maior for o resultado da empresa, mais espaço haverá para o incremento do pró-labore se este for um objetivo a ser alcançado, nunca esquecendo que a distribuição de lucros também compõe a remuneração do empresário.

Leonardo Alves
Estrategista Empresarial

12/04/2018

Você sabe o que é um Manual
de Identidade Visual?
Conhece a sua importância?

O Manual de Identidade Visual (MIV) é o documento que contém todas as normas de uso da marca.

Nele, após a etapa de criação, o Designer irá preparar todas as especificações de uso da marca.

No MIV constará como deve ser aplicado o logotipo nas mais variadas situações. Além disso, são apresentadas as assinaturas principais da marca e secundárias.
Versões Preto e branco, tons de cinza, versão negativada e também monocromática. É importante também apresentar a tipografia adotada para documentos, o perfil de cores de impressão e para web.

Em todo projeto de identidade visual, seja para uma pequena, ou grande empresa é fundamental a elaboração do Manual.
Só através dele que a sua marca será aplicada nas futuras peças gráficas com uma unidade e padronização visual.

Um belo projeto de identidade visual só é eficiente depois de normatizado através do Manual de Identidade Visual.
Pense nisto!

Gostou deste tema? Ficou com dúvidas?
Comente na nossa Time line!

Clauber Sousa - Designer Gráfico
Especialista em Identidade Visual

28/03/2018

Páscoa é sempre lua cheia...

A Páscoa é originalmente um feriado judaico e Páscoa significa passagem. Hoje nem sempre a Páscoa Judaica e a Páscoa Cristã caem na mesma data, pois o calendário Gregoriano estabeleceu que a Páscoa cristã seria celebrada no primeiro domingo após a primeira lua cheia de primavera (para o hemisfério sul: outono) e assim se comemoraria o fim do inverno ...

Sim... e qual o impacto desta informação para minha vitrine de Páscoa? Talvez nenhum ..., mas informação é fundamental quando se trata de comunicação e a função de uma vitrine é comunicar... Neste sentido a decoração da vitrine e do PDV são sempre aliados fortes quando se trata de promover nossos produtos.

Escolher a informação mais relevante para o nosso público e a forma como iremos comunicar é muito importante para que a mensagem cumpra seu objetivo ... então vejamos algumas informações relevantes e seus desdobramentos:

- “Cresce o número de pessoas que busca uma alimentação mais saudável”, então ao invés das tradicionais balas e chocolates, frutas secas, biscoitos integrais ou bolos naturais em uma bela embalagem de Páscoa pode ser uma boa alternativa ou então cremes e sabonetes, também com embalagens que remetam a esta data. Outra tendência a ser aproveitada nesta época são os cafés e chás gourmets e as cervejas artesanais;

- “A busca pelo consumo de experiência tem crescido”. Podemos pensar que entradas de cinema e de espetáculos se tornarão bons presentes. Também neste sentido, ações conjuntas com cafeterias, restaurantes e casas e espetáculo podem render bons resultados;

- “Vivemos em um tempo em que queremos nos diferenciar. A personalização de produtos pode ser um forte aliado para esta Páscoa... falar do estilo de vida de cada um de nós, de nossos gostos por música ou dança... de nossos Pets... de nossos times ... enfim daquilo que nos toca mais profundamente;

- “Nossos consumidores querem também ser criadores” ... cresce a busca por informação, materiais, técnicas e produtos que possam ser customizados... e esta festa que se aproxima pode ser um bom momento para criar uma relação mais estreita com seu consumidor.

Seja qual for a ação de promoção do PDV e da vitrine, estes devem ser pensadas dentro de um planejamento mais amplo. Ações desconexas podem trazer resultados frustrantes...
Por isto informação é fundamental...

Páscoa é sempre lua cheia... e... boas vendas!

Márcia Lopes
Arquiteta e Urbanista
Especialista em Design de Produtos,
Iluminação de Interiores e
Ciências de Consumo.

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