Trauma de desenvolvimento não está necessariamente ligado a um grande evento, mas a pequenas (ou grandes) faltas que se repetem ao longo do tempo - quando necessidades emocionais básicas (como segurança, acolhimento, conexão e previsibilidade) não são atendidas de forma consistente.
Essas experiências vão sendo registradas no corpo e no sistema nervoso, influenciando a forma como a pessoa percebe a si mesma, os outros e o mundo.
Neste trecho, a professora Mariana conduz a aula com a profundidade de quem trabalha com o SE no campo relacional há mais de 15 anos.
Mais do que teoria, é um espaço de escuta, presença e construção de um olhar mais sensível ao que o corpo revela.
É esse tipo de experiência que transforma o jeito de compreender o trauma e, principalmente, de acompanhar quem chega até você.
Se você sente que falta algo na sua prática, pode ser que você encontre na formação de SE.
Quer saber mais sobre a formação? Nos chama ou acessa o link da bio.
👉🏼 A próxima turma em Porto Alegre inicia no dia 17/04 e ainda dá tempo de se inscrever.
Experiencia Somatica RS
Bem vindos a comunidade de Somatic Experiencing®
do Rio Grande do Sul 🧉
Para saber mais...
www.traumatemcura.com.br
www.traumahealing.com
www.somaticexperiencing.com
A Gabriela Barbieri já tinha tudo no lugar.
Formação sólida.
Atendimentos acontecendo.
Famílias melhorando.
E, ainda assim… algo não fechava. Era sutil, mas insistente.
As mães entendiam.
Concordavam.
Saíam seguras.
E, dias depois, algumas voltavam com essa frase, quase em tom de frustração:
“Eu sei o que fazer… mas na hora eu não consigo.”
O grito saía mesmo com a vontade de mudar.
A irritação chegava mais rápido do que o planejado.
O cansaço anulava qualquer tentativa de sustentar um limite.
E, mesmo depois de uma melhora, tudo voltava a acontecer.
Aquilo não era falta de técnica.
Também não era falta de vontade.
Era algo que não aparecia na conversa.
Quando o Somatic Experiencing® entrou na prática dela, a leitura mudou.
Não foi uma virada brusca.
Foi como começar a enxergar o que sempre esteve ali, mas ainda não tinha nome.
O que antes parecia resistência começou a fazer sentido.
O que parecia “falta de consistência” revelou um limite do corpo.
O que era tratado como comportamento passou a ser entendido como estado.
E, a partir daí, tudo ficou mais claro.
Não era sobre saber.
Era sobre conseguir sustentar.
Porque uma mãe em alerta não consegue sustentar um novo padrão.
Uma criança desorganizada não responde à lógica, ela precisa de presença.
Um casal ativado não consegue se encontrar.
E não existe estratégia que sobreviva a um corpo em estado de sobrevivência.
A prática da Gabriela começou, então, a se reorganizar.
Ela passou a escutar o que não era dito.
A perceber o que não era visível.
E a atuar no ponto onde a mudança realmente acontece.
No corpo.
No ritmo.
Na regulação.
E, quando isso entra…
a conversa muda,
o limite se sustenta,
a relação respira.
Não porque alguém aprendeu mais.
Mas porque, finalmente, conseguiu fazer diferente.
Se você trabalha com pessoas, você reconhece quando falta algo assim.
Não está no conteúdo.
Está na base que sustenta o conteúdo.
A nova turma da formação em Somatic Experiencing inicia no dia 17 de abril.
E, para muitos profissionais, é quando se ganha uma nova lente que tudo começa a fazer sentido.
08/04/2026
Existem momentos na clínica que mudam a forma como trabalhamos. Não são necessariamente grandes revelações teóricas.
Às vezes são pequenos detalhes que fazem toda a diferença.
Um gesto que aparece no corpo.
Uma respiração que muda.
Um movimento interrompido que nunca pôde se completar.
Durante muito tempo, a psicoterapia se concentrou principalmente na narrativa da experiência.
Mas, quando começamos a observar o corpo com mais atenção, algo se amplia.
Porque o trauma não está apenas na memória do que aconteceu.
Ele também pode permanecer nas respostas do sistema nervoso que ficaram interrompidas naquele momento.
E quando o corpo finalmente encontra espaço para completar essas respostas, algo pode mudar de forma profunda no processo terapêutico.
Essa perspectiva está na base da Somatic Experiencing®, abordagem desenvolvida por Peter Levine para o trabalho com trauma.
Se você deseja aprofundar seu olhar sobre corpo, trauma e sistema nervoso, vamos iniciar uma nova turma da Formação em Somatic Experiencing® em abril de 2026.
Mais informações sobre a formação estão no link da bio.
Trauma de desenvolvimento é o tipo de trauma que acontece ao longo da infância, geralmente dentro das relações mais importantes da criança (como com cuidadores), quando necessidades emocionais básicas - como segurança, acolhimento, conexão e previsibilidade - não são atendidas de forma consistente.
Em vez de um evento único, ele se forma a partir de experiências repetidas que moldam como a pessoa sente, se regula e se relaciona ao longo da vida.
Neste trecho, a professora Mariana conduz a aula com a profundidade de quem trabalha com o SE no campo relacional há mais de 15 anos.
Mais do que teoria, é um espaço de escuta, presença e construção de um olhar mais sensível ao que o corpo revela.
É esse tipo de experiência que transforma o jeito de compreender o trauma e, principalmente, de acompanhar quem chega até você.
Se você sente que falta algo na sua prática, pode ser que você encontre na formação de SE.
Quer saber mais sobre a formação? Nos chama ou acessa o link da bio.
👉🏼 A próxima turma inicia em abril!
A Maria Elisa já caminhava por diferentes abordagens do cuidado quando algo começou a mudar na forma como ela escutava o corpo.
No seu espaço, Sabedoria do Corpo, o movimento sempre teve intenção. Mas foi com a chegada do Somatic Experiencing® que essa intenção ganhou outra qualidade.
O que antes era orientado principalmente pela técnica passou a ser guiado também pela linguagem do sistema nervoso.
O corpo deixou de ser apenas conduzido
e passou a ser escutado.
Os exercícios deixaram de buscar apenas força ou alinhamento
e começaram a considerar ritmo, segurança interna e capacidade de autorregulação.
Na prática, isso muda tudo.
Porque quando o profissional amplia o olhar para além da mecânica, ele começa a perceber sinais sutis, respeitar limites que não são visíveis e sustentar processos que não cabem só na execução de um movimento.
E o resultado não é apenas um corpo mais forte.
É um corpo que pode, aos poucos, voltar a se sentir seguro dentro de si.
Se você trabalha com pessoas, essa mudança de olhar não é detalhe.
Ela transforma a forma como você conduz, escuta e cuida.
E talvez seja exatamente isso que esteja faltando na sua prática hoje.
A nova turma da formação em Somatic Experiencing® está chegando e você pode fazer parte!
Vem entender como integrar esse olhar ao seu trabalho.
A formação em Somatic Experiencing® não é sobre acumular informações.
É sobre viver um processo.
Os módulos são de 4 dias, com tempo para estudar, praticar e integrar. O aprendizado acontece no corpo, no ritmo possível, e não apenas na teoria.
As turmas reúnem profissionais de diferentes áreas, saúde, educação, movimento, artes... Pessoas que trabalham com outras pessoas e que entendem que a qualidade da sua presença também é uma competência profissional.
A condução da formação conta com uma professora com atuação internacional, com ampla experiência em grupos e uma equipe que sustenta o percurso com cuidado, atenção e escuta.
Quem passa pela formação costuma dizer que não sai igual.
Porque não aprende só com a cabeça, aprende com o corpo inteiro.
Para saber mais sobre a formação em Somatic Experiencing® e sobre a próximas turma, acesse o link da bio.
18/03/2026
Durante muito tempo, o tratamento do trauma foi associado principalmente à reconstrução da narrativa da experiência.
Falar sobre o que aconteceu.
Compreender o evento.
Dar sentido à história.
Esse processo pode ser importante.
Mas hoje sabemos que o trauma não está apenas na memória do que aconteceu.
Ele também envolve respostas fisiológicas do sistema nervoso.
Quando uma experiência é percebida como ameaçadora, o organismo mobiliza energia para lutar, fugir ou congelar.
Se essa resposta não consegue se completar naquele momento, o sistema nervoso pode permanecer preso nesse estado.
É por isso que, em muitos casos, apenas compreender a história não é suficiente.
O corpo também precisa participar do processo de elaboração.
A Somatic Experiencing®, desenvolvida por Peter Levine, trabalha justamente com essa dimensão fisiológica do trauma.
Se você quer aprofundar seu olhar sobre trauma, corpo e sistema nervoso, estamos abrindo uma nova turma da Formação em Somatic Experiencing®, com início em abril de 2026.
Mais informações no link da bio.
11/03/2026
Uma situação que se repete com frequencia é essa: a pessoa faz terapia há anos, tem consciência da própria história.
Consegue nomear padrões e entendia de onde vem muitas das suas reações.
Mesmo assim, em algumas situações, o corpo reage como se o perigo ainda estivesse presente.
O coração acelera.
A respiração muda.
Às vezes surge uma rigidez difícil de explicar.
“Eu sei que estou segura… mas meu corpo não parece saber disso.”
Essa experiência aparece com frequência quando falamos de trauma.
Porque trauma não está apenas na memória do que aconteceu.
Ele também pode permanecer nas respostas do sistema nervoso.
Quando o organismo entra em luta, fuga ou congelamento e essa resposta não consegue se completar, o corpo pode continuar funcionando como se a ameaça ainda existisse — mesmo muito tempo depois.
É por isso que, em muitos casos, compreender a história não é suficiente.
O corpo também precisa participar do processo terapêutico.
Essa é a base da Somatic Experiencing®, abordagem desenvolvida por Peter Levine, que trabalha diretamente com o sistema nervoso no tratamento do trauma.
Estamos abrindo uma nova turma da Formação em Somatic Experiencing®, presencial em Porto Alegre, com início em abril de 2026.
Se você quer aprofundar seu olhar sobre trauma, corpo e regulação do sistema nervoso, as informações sobre a formação estão no link da bio. Inscrições até 17/03 com desconto.
01/03/2026
✨ LIVE | 04/03 (quarta) • 20h ✨
A Sabedoria do Trauma
Reflexões sobre o documentário a partir do olhar da Somatic Experiencing®
Vamos conversar sobre o documentário A Sabedoria do Trauma, do Gabor Maté, e refletir sobre o trauma a partir do corpo, do sistema nervoso e da abordagem da Somatic Experiencing®.
Se você tem interesse em aprofundar seu olhar clínico e conhecer mais sobre a Formação em Somatic Experiencing®, essa live é um ótimo ponto de partida.
📍 Quarta, 04/03
⏰ 20h
📲 Ao vivo no Instagram
👉 Participe da live e saiba mais sobre a próxima turma da formação.
Ative o lembrete e venha 🌿
26/02/2026
Está em dúvida se a formação em Somatic Experiencing é para você?
Essa é uma pergunta comum. Principalmente para quem já tem trajetória profissional, já estudou bastante e já atende.
Mas, em algum momento, muitos profissionais percebem que só técnica não sustenta tudo. Que trabalhar com trauma exige mais do que conhecimento teórico. Exige postura, presença e estrutura interna.
O depoimento da Laura não fala apenas de qualidade. Ele fala de profundidade, sensibilidade e preparo real para atuar com trauma de forma consistente.
É isso que a formação em SE propõe: não apenas ensinar conceitos, mas formar profissionais capazes de sustentar processos com mais segurança e clareza.
Uma nova turma está iniciando em breve.
Se você sente que sua prática pode amadurecer e ganhar mais profundidade, talvez este seja o próximo passo da sua trajetória.
As informações estão no link da bio.
19/02/2026
Em muitas áreas, o desafio não é falta de conhecimento técnico.
É lidar com corpos que estão em estado de alerta constante.
Somatic Experiencing® amplia a forma como profissionais compreendem estresse, trauma e regulação do sistema nervoso, atravessando diferentes campos de atuação. Educação, saúde, movimento, clínica, mediação, emergência.
Não se trata de aplicar uma técnica pronta, mas de desenvolver uma escuta mais refinada do corpo, do ritmo e dos limites de cada pessoa e também dos próprios limites enquanto profissional.
Quando o sistema nervoso encontra mais segurança, há mais clareza, mais presença e menos desgaste no cuidado.
É por isso que o SE não pertence a uma única profissão. Ele atravessa práticas, contextos e realidades distintas, sempre com o mesmo princípio: trabalhar com o corpo de forma respeitosa, precisa e consciente.
Para saber mais sobre a formação em Somatic Experiencing® e as próximas turmas, acesse o link da bio.
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