Quatro anos do encantamento da Salamandra. Viva Sandra Mara Corazza!
Escrileituras da Diferença Faced Ufrgs
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29/07/2023
O mal-entendido
A vida do sr. Fouror foi um total mal-entendido: ele vacilou
ante o seu nascimento e se ausentou até da sua morte.
[SMC, Os cantos de Fouror, p. 134]
04/03/2023
Transmissão pelo https://www.youtube.com/watch?v=dFWslKMesjs
22/01/2023
De fim
Para concluir. Vida-obra. Obravida. Vid'obra. Obra d'vida. Obr'ida. Vida-obra. Que diabo. Vidarbo. Viver 64 anos como quem escreve. Escrever vivendo. Viver a docência por 42 (1972-). Reviver no ensino. Refinar na pesquisa. Na orientação, fabular gostos, des-gostos, estados d’alma. Como é, para Ela, o que não alega a si mesma, condenada à inutilidade da generalidade. Transliteração: mudar o livro é mudar a vida.
[Da postagem feita por SMC, no perfil Escrileituras Ufrgs, em 22 de janeiro de 2018. Fragmento do texto de apresentação do seu memorial de vidarbo.]
04/11/2022
Dossiê “Sandra Mara Corazza: uma vida…”
https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade
29/08/2022
29/07/2022
(16)
Neuor, 29 julho, 8 horas manhã. 2050.
Za, meu febril amigo
[...]
Este é o momento mágico, suponho, do lançamento dos dados,
momento do indeterminado, do imprevisível, como o próprio
devir da escrileitura.
– Depois, quando da queda dos dados,
também não podemos antecipadamente escrever nem ler o
resultado necessário.
Ao contrário, a necessidade de escrever-e-ler vai se afirmar
apenas com o acaso,
porque a queda dos dados não confirma nem determina nada.
Em vez disso, é o momento de organização da unidade,
não enquanto revelação passiva, mas enquanto criação ativa
do ser da escrileitura.
– A necessidade, o destino, o ka-tet não é abolição do acaso,
como o devir não é abolição do ser, nem o múltiplo a abolição
do um,
e sim a sua própria combinação.
Por isso é que a a necessidade de escrever-e-ler é afirmada
com o acaso,
enquanto o próprio acaso da escrileitura se afirma.
– Do seu jogador imprevisível,
que pretende ter pó de poesia nas mãos,
mas que escreve sobre o lamaçal dos charcos
e lê em atividade vulcânica.
Sarrasine.
[SMC, Os Cantos de Fouror: escrileitura em filosofia-educação, 2008, p. 235-236]
21/07/2022
A Série AtEdPo [Ateliê de Educação Potencial] coloca em cena de escrileitura um conjunto fragmentário que deriva de estudos e fazeres na pesquisa e na docência, ou melhor, estudos sobre e com a pesquisa-docência. Trata-se de compor com a multiplicidade de fazeres que perpassam esse gênero híbrido que é, para nós, a prosa docente.
Disponível em http://www.bibliotecadigital.ufrgs.br/da.php?nrb=001144927&loc=2022&l=93f239929ef2924d
30/06/2022
O curso "Dramatização e Transcrição Para Criar Uma Aula", propõe-se a pensar a docência filosófica de uma perspectiva autoral e a Aula como espaço-tempo especial. Também problematiza as funções docente e tradutória lado a lado, como imprescindíveis para que o pensamento filosófico se mantenha vivo e funcione em Aula, este espaço-tempo em que a transcriação da herança recebida é compartilhada no encontro com as novas gerações.
https://www.aspensadoras.com.br/cursos/metodosofia-dramatizacao-e-transcriacao-no-ensino-de-filosofia
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25/05/2023
06/12/2022