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Qual foi a última vez que você ouviu um sermão sobre a brutalidade da cruz?Por que a mensagem central das Escrituras tem...
24/09/2026

Qual foi a última vez que você ouviu um sermão sobre a brutalidade da cruz?

Por que a mensagem central das Escrituras tem sido cada vez mais posta de lado?

Em uma época marcada pela hipersensibilidade, onde qualquer confronto soa como ofensa, falar sobre o que nossos pecados fizeram com Jesus Cristo tornou-se uma mensagem impopular.

Muitos têm buscado pregadores que afaguem o ego e ensinem apenas como Deus pode ajudar nas conquistas terrenas: finanças saudáveis, um casamento sem conflitos, filhos exemplares e realização profissional. Não é à toa que abordagens puramente terapêuticas e de autoajuda têm dominado os púlpitos.

A verdade bíblica é desconfortável: ninguém quer ouvir que é culpado pela agonia do Calvário. Isso não gera aplausos rápidos. Não é instagramável. O homem moderno prefere perguntar o que o Criador do universo tem para lhe oferecer hoje.

O resultado são congregações moldadas pela lógica da experiência do cliente, preocupadas em fornecer um serviço de acolhimento estéril, conforto e entretenimento com verniz religioso.

Mas o Evangelho não é sobre autoaperfeiçoamento. Ele começa no reconhecimento da nossa total incapacidade de salvar a nós mesmos: somos pecadores, pobres, cegos e nus diante da santidade de Deus.

Jesus não foi à cruz para ser um facilitador de ambições pessoais. Ele morreu como o Cordeiro perfeito, entregue ao matadouro sem culpa nem pecado, para sofrer em nosso lugar e aplacar a justa ira de Deus sobre nós. Somente quando compreendemos o peso da cruz é que entendemos a profundidade da graça.

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O Salmo 51 nasce do momento mais doloroso de quebrantamento do rei Davi, após ser confrontado pelo profeta Natã a respei...
23/09/2026

O Salmo 51 nasce do momento mais doloroso de quebrantamento do rei Davi, após ser confrontado pelo profeta Natã a respeito de seu pecado com Bate-Seba e da morte tramada contra Urias. Davi não busca apenas o perdão judicial de sua culpa; ele reconhece a corrupção de sua própria natureza.

Quando Davi clama “cria em mim”, o termo hebraico utilizado é bara (בָּרָא) — exatamente o mesmo verbo de Gênesis 1:1, reservado exclusivamente à ação divina de trazer algo à existência a partir do nada (ex nihilo). Davi não pede uma reforma moral, um remendo ou uma melhoria de hábitos. Ele compreende que o coração humano caído não pode ser consertado por esforço próprio; apenas o Criador tem o poder de gerar vida, pureza e novidade onde só restaram ruínas. Ao pedir a renovação de um “espírito inabalável” (ou reto, ruach nakon), ele roga por estabilidade e fidelidade contra a inconstância dos desejos enganosos.

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22/09/2026

Uma lição dura, mas necessária!
Em Números 11, vemos que o “povo misto” que saiu junto com Israel foi o primeiro a chorar pedindo carne e sentindo saudade do Egito. Esse povo representa pessoas que acompanham a igreja, mas não tiveram uma verdadeira conversão. Eles abrigam uma natureza “egípcia” (mundana) por baixo da capa de cristãos e geram murmuração e desobediência no meio do povo de Deus.

Que o Senhor purifique nossos corações!

Como fazer o marido ciumento ir na igreja?hahahahaha No fim ainda tomou um puxão de orelha de Jesus!
22/09/2026

Como fazer o marido ciumento ir na igreja?
hahahahaha

No fim ainda tomou um puxão de orelha de Jesus!

Você já parou para pensar quanto tempo gastamos em debates teológicos técnicos e polêmicas que pouco ou nada dizem ao pú...
16/09/2026

Você já parou para pensar quanto tempo gastamos em debates teológicos técnicos e polêmicas que pouco ou nada dizem ao público fora da igreja?
São podcasts, perfis (como este!) e vídeos se multiplicam, mas muitas vezes estamos apenas pregando para o coro.
Por que isso acontece?

Parte da resposta está no enfraquecimento do ensino teológico nas igrejas locais e os desigrejados que consomem conteúdo que na sua maioria não tem um chamado para ação de congregar. Quando a igreja falha em oferecer um sistema coerente, claro e sistematizado de fé, os membros buscam respostas na internet.

Eu sou um exemplo disso: descobri o Calvinismo online, e essa compreensão salvou minha fé e transformou meu relacionamento com Deus. Eu não teria essa compreensão se alguém não tivesse criado aquele conteúdo.

Mas e as consequências?
Quando as pessoas encontram sua nutrição teológica fora da denominação local, algumas conseguem conciliar (como eu, que permaneci), mas muitas não. Isso leva a um movimento lateral no Reino. Quem recebe esses crentes tem a falsa ideia de crescimento, quando, na verdade, é apenas gente ganha sendo movida de um aquário para outro.

Precisamos voltar também ao básico da fé. Nosso foco deve ser o simples do evangelho, a proclamação das boas novas, a pregação da salvação aos perdidos. Não podemos nos contentar em ganhar gente já ganha. Nosso esforço deve ser concentrado em ser pescadores de homens, nos moldes do mandamento de Cristo.

E você, tem pescado em aquários ou no mar aberto?

“Ai da nação pecadora, povo carregado de iniquidade, descendência de malfeitores, filhos praticantes da corrupção! Aband...
15/09/2026

“Ai da nação pecadora, povo carregado de iniquidade, descendência de malfeitores, filhos praticantes da corrupção! Abandonaram o Senhor, desprezaram o Santo de Israel, voltaram para trás.”
Isaías 1.4

Ao vermos os 3 poderes contra o povo, a nossa primeira reação costuma ser a revolta contra aqueles que detêm o poder. O cenário político e social do nosso país é de fato triste e revoltante. Porém, existe uma verdade amarga que precisamos ter a coragem de encarar: o povo brasileiro, ali representado, não é apenas vítima. Nós somos parte responsável e integrante do resultado da nossa nação.
Sim, muito do que vivemos foi gerado, tolerado e eleito por nós. Precisamos parar de terceirizar a culpa e assumir a nossa responsabilidade.
O verdadeiro caminho de mudança passa obrigatoriamente pelo arrependimento. Precisamos nos voltar a Deus e reconhecer as falhas do nosso próprio dia a dia. Pecamos na falta de amor ao próximo, no distanciamento de Deus e da Sua igreja. Com frequência, nos revelamos carnais, egoístas e irrepreensíveis.

Muitas vezes, não fazemos o bem a quem está bem perto de nós, mas somos rápidos em manifestar enorme indignação com os problemas em escala macro. Cobramos postura dos governantes, mas somos nós mesmos que muitas vezes negligenciamos o evangelismo, nos envolvemos em fofocas, aceitamos as “mentirinhas” e abraçamos a cultura do “não dá nada”. Queremos nos indignar com o mundo, sem nunca fazer o exercício doloroso da autoanálise de que muito disso é culpa nossa.

Sei que este texto é impopular. É desconfortável admitir que a nossa realidade é, em grande parte, o reflexo de quem somos como sociedade. Não queremos nos responsabilizar pelo Brasil, preferimos terceirizar. Mas este é o fato.
Que o Senhor nos conceda um coração contrito para olharmos para os nossos próprios pecados antes de apontarmos o dedo.

Quando eu era católico, assim como muitos, eu fazia o sinal da cruz de forma quase protocolar toda vez que passava na fr...
14/09/2026

Quando eu era católico, assim como muitos, eu fazia o sinal da cruz de forma quase protocolar toda vez que passava na frente da igreja.

Embora eu entendesse que a igreja era santa e obra direta do Deus trino (daí a razão do sinal em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo), percebi que aquele gesto mecânico havia se tornado vazio.

Assim era com muitos irmãos que ficavam anos sem colocar os pés na igreja, sem comungar e vivendo uma vida que dava falso testemunho do que é ser um imitador de Jesus, mas quando passavam na frente da igreja lá estavam fazendo o sinal da cruz.

Nunca quis ser um “católico não praticante”, pois sempre achei esse termo tão feio. Para mim, demonstrava apenas a falta de vergonha na cara para assumir que a pessoa estava desviada e já não era mais cristã, mas não queria assumir.

Eu sempre defendi o seguinte: quer ser católico? Ao menos seja o melhor católico. Leia a Bíblia, entenda a sua fé, vá à igreja e participe da eucaristia. Entenda o que o padre fala, o motivo pelo qual ele fala, e confronte tudo isso com a sua Bíblia católica. Foi exatamente agindo assim que eu virei evangélico.

Atos vazios de fé, como mandingas e ritos sem sentido e sem entendimento, formam um tipo de pessoa que vive no engano. Elas mascaram a realidade e fingem para si mesmas, aparentando ser piedosas e cheias de fé, mas, na maioria das vezes, nem sabem por que fazem o que fazem.

13/09/2026

Hoje comemoro 9 anos no Facebook. Obrigado pelo apoio contínuo de vocês, que foi indispensável para mim. 🙏🤗🎉

Soli Deo Glória

Ministração de Judiclay Santos no Encontro da Fé Reformada 2026 em Poa.
12/09/2026

Ministração de Judiclay Santos no Encontro da Fé Reformada 2026 em Poa.

Resumo visual da palestra de Pr. Leandro B. Peixoto no Encontro da Fé Reformada Sul 2026 em Porto Alegre!
12/09/2026

Resumo visual da palestra de Pr. Leandro B. Peixoto no Encontro da Fé Reformada Sul 2026 em Porto Alegre!

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