Maria Educar

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Aqui você encontra conteúdos que permitem pensar a educação através da sua pluralidade. A EDUCAÇÃO LIBERTA • A EDUCAÇÃO TRANSFORMA

19/09/2021

"Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes."
Paulo Freire (1921-1997)

25/02/2021

Olá, pessoal! 😊
Em 2021 voltamos com novidades muito legais para vocês! 😍

Professor Guido passando no seu Feed, para lembrar que o conhecimento que você precisa está aqui!
- Aulas de reforço;
- Acompanhamento trimestral;
- Preparação para ENEM e Vestibular;
- Acompanhamento na Graduação;
- Oficinas;
- Palestras.

20/09/2020

Massacre dos Porongos
Errata: Em alguns momentos a professora Helena falou 20 de novembro mas quiz dizer de 20 de setembro.

Hoje, 20 de setembro, comemora-se o dia do gaúcho. Para o povo do Rio Grande do Sul, esta é a data máxima do orgulho em ser gaúcho. Essa história é cultuada de geração em geração com muito fervor e devoção. Entretanto, a romantização desse passado é perigosa, inconsequente e criminosa, por isso, convidamos a professora para abordar pontos importantes e necessários nessa história. Precisamos compreender o que realmente aconteceu e parar de cultuar escravagistas covardes disfarçados de heróis.

Um dos episódios mais vergonhosos dessa guerra foi o Massacre de Porongos, que ocorreu no dia 14 de novembro de 1844, em que 110 soldados do corpo dos Lanceiros Negros foram mortos e outros 333 foram presos, entre esses, 35 oficiais. Os Lanceiros negros formavam a linha de frente das tropas farrapas, eram os primeiros a entrar em combate e os primeiros a morrer. Essas tropas eram constituídas por negros escravizados que eram recrutados para lutar em troca da prometida liberdade. Entretanto, os Lanceiros Negros foram traídos pelo General David Canabarro, que ordenou que eles fossem desarmados e separados do restante das tropas. Dessa forma, foram surpreendidos e massacrados pelos soldados imperiais sem a mínima chance de defesa. Canabarro foi acusado de traição e o caso foi levado ao tribunal militar, mas o processo foi arquivado em 1866.

Esse crime é o reflexo de uma guerra elitista e de interesses da branquitude burguesa, algo que não deve ser motivo de orgulho e comemoração para NINGUÉM.
No vídeo: Helena Bonetto; formada em Ciências Sociais; Mestra e Doutora em Geografia pela UFRGS; professora no Ensino Fundamental e Médio pela rede estadual do Rio Grande do Sul.

Alguns materiais de apoio: https://www.sul21.com.br/breaking-news/2013/09/revolucao-farroupilha-a-batalha-de-porongos-covardia-traicao-falsidade/
https://www.youtube.com/watch?v=-EaXk-5lCpE
https://www.youtube.com/watch?v=YkHY4A14Gg8
https://www.youtube.com/watch?v=MNKvPMJ5hnM

20/09/2020
19/09/2020

99 anos de Paulo Freire! ✨

Podemos mensurar a importância histórica e humana de uma pessoa, através da contemporaneidade de sua obra. Paulo Freire tem uma papel fundamental na Educação transformadora e coletiva! Seus ensinamentos nos mostram diariamente de que somos indivíduos únicos e que, ao mesmo tempo, fazemos parte de algo maior!
Parabéns Mestre!

“Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo.” (Paulo Freire) 📚

04/09/2020

No vídeo de hoje, o Guido fala sobre Cariótipo e Genoma!!!

01/09/2020

O Guido vai trazer uma série de vídeos curtinhos abordando alguns conceitos pontuais da Biologia.
O assunto de hoje é a diferença entre genótipo, fenótipo e fenocópia.

Photos from Maria Educar's post 18/08/2020

Olá! Hoje gostaríamos de convidá-los a juntarem-se a nós em uma reflexão necessária (principalmente nesse período atípico que estamos vivendo).
Desde que nascemos, somos ensinamos a existir (ou resistir) em uma sociedade repleta de cobranças e competições que pré-determina todas as etapas de nossas vidas. Em função disso, nos esquecemos de viver e desfrutar do presente por estarmos apressados em direção a um ideal de futuro. Esse futuro pode se tornar inalcançável no momento em que a nossa busca pelo “algo a mais” não termina, nos impedindo de estarmos felizes pelo HOJE. Precisamos estar alerta para essas questões e buscarmos práticas que nos auxiliem a trazer a consciência as nossas autocobranças, para que possamos entendê-las e, assim, lidarmos com elas de maneira saudável e amorosa.
Com o intuito de abrirmos um espaço reflexivo e livre de julgamentos sobre esse assunto, convidamos a Pedagoga para iniciar a conversa sobre A SOCIEDADE DO CANSAÇO.



Vivemos em uma sociedade do imediatismo e desempenho, em que a autoafirmação e o valor da nossa existência estão vinculados à maximização de resultados em todas as esferas de nossas vidas. Isso gera um comportamento de coerção interna que leva ao esgotamento e cansaço físico e mental.
̧o ̧ãoplural ̧ãoliberta ̧ãotransforma

Photos from Maria Educar's post 03/08/2020

PROJETOS LITERÁRIOS E A FORMAÇÃO DE LEITORES

Na minha atividade como professora de língua portuguesa no ensino fundamental 2, o desenvolvimento de projetos literários é o que mais acredito como ferramenta pedagógica de transformação e, consequentemente, é o que mais me dá mais prazer em realizar em sala de aula. Num contexto dominado pelas leituras dinâmicas e fragmentadas das telas digitais, conectar-se com o aluno através da história de um livro (digital ou físico) é um grande desafio, principalmente entre os adolescentes.
O despertar para a magia da leitura enquanto experiência individual, mas também coletiva, é um esforço que envolve a sensibilidade do professor desde a escolha do livro até o tipo de atividade de conclusão do projeto, que deve ser trabalhado de forma contínua e dinâmica dentro da organização dos conteúdos.
Reservo um dia da semana dedicado ao projeto literário e, como num clube de leitura, realizamos atividades variadas, individuais e coletivas, combinadas previamente ou não, dentro ou fora da sala. O importante é a valorização dessa leitura como um espaço de construção de novas experiências.
Por isso, o início de um projeto literário é um momento muito especial, quando nos disponibilizamos para novos pensares e emoções a partir de outra perspectiva, a do autor. Escolho, na maioria das vezes, ler as primeiras páginas do livro com os alunos, geralmente em roda, seja embaixo de uma árvore, num tapete com almofadas ou sentados descontraidamente em cima das classes. Dependendo da turma, cada um lê um trecho, às vezes eu ou apenas alguns alunos leem a maior parte. O objetivo aqui é estar disponível e associar a atividade da leitura a um momento positivo e prazeroso.
Ao longo das semanas combinamos as páginas a serem lidas individualmente até o dia determinado para o trabalho com o livro e, então, realizamos debates, dramatizações de cenas da história, levantamentos de fatos relevantes, discussões em diferentes grupos, leitura coletiva e comentada do capítulo seguinte, entre outras atividades. O livro, nesse sentido, é o fio condutor de uma vivência subjetiva e em grupo, pois quando o aluno lê sozinho, faz suas relações a partir das suas experiências pessoais e depois, quando as leva para o grupo, percebe e faz novas relações, ampliando seu entendimento de mundo.
A escolha dos livros a serem trabalhados com cada turma também é uma etapa muito importante. Procuro leituras adequadas para a realidade de cada grupo, seja na linguagem ou no tema. Mesclo as leituras entre autores nacionais, internacionais e também regionais, o que acho fundamental. Nesse momento em que expandimos as discussões para um mundo menos seccionado e mais justo, é importante ficar atento também à leitura das escritas femininas, assim como a inclusão de autoras e autores negros.
A conclusão do projeto literário pode ser um momento muito especial, como a despedida de um lugar que visitamos e que deixará saudades. Um debate acompanhado de um lanche coletivo, a apresentação de um filme que se relacione com a narrativa ou um filme que seja a adaptação do próprio livro ou assistir a uma peça de teatro são boas opções para proporcionar uma memória afetiva em relação à leitura.
Enfim, a formação de leitores na escola demanda um trabalho de valorização e significação da literatura enquanto vivência de novos saberes e não apenas a cobrança da leitura para realizar uma prova. É uma rica oportunidade para o desenvolvimento de consciências críticas através da interdisciplinaridade.

07/07/2020

Olá! Quero conversar com vocês sobre a importância de nós, professores, nos mantermos em constante aprendizado.
Você já refletiu sobre os impactos positivos de um professor assumir a postura de um “eterno aprendiz”? Como isso pode influenciar seus alunos?
Um dos principais objetivos da Maria Educar é mostrar a potência da educação e de seus profissionais. Desejamos transmutar a imagem errada que muitos têm sobre os professores estarem nessa profissão por não se considerarem capazes ou inteligentes para atuarem em outras áreas. Ser professor é uma ESCOLHA e devemos nos comprometer com ela. Nós somos modelos para os nossos alunos e isso é algo muito sério! No momento em que passamos a fazer parte da vida deles, todas as nossas faces que, de certa maneira, chegam até eles, estão sendo observadas e servem como modelo. Por isso, é muito importante estarmos constantemente refletindo sobre nossas práticas (não só na profissão). A educação está presente em todos os âmbitos da vida e vida é movimento! Isso faz com que a educação esteja em constante transformação e, consequentemente, os educadores também devem estar. Atitudes como a busca constante pelo conhecimento, o prazer em estudar e a valorização da pesquisa são características fundamentais para qualquer professor. A essência da educação está no ensinar e no aprender e, no momento em que adotamos essa postura, transmitimos (direta e indiretamente) toda essa paixão para os nossos alunos. Dessa maneira, ampliamos a rede de pessoas transformadas pela educação e que transformarão outras mais.
̧ãoplural ̧ãoliberta ̧aotransforma

04/06/2020

Hoje temos o último vídeo da série Educação&Colaboração. A quarta parte responde a seguinte pergunta:: Como eu ajudo a melhorar a Sociedade através da minha Prática Pedagógica ?
No vídeo:
- Professora Pietra Tórgo. Licenciatura em Pedagogia. Cofundadora da Maria Educar. Professora alfabetizadora. Atuante da rede privada de Porto Alegre há 5 anos;
- Professor Marcelo Guido. Licenciatura em Ciências. Especialização em Gestão Escolar (em curso). Cofundador da Maria Educar. Biólogo. Professor há 15 anos. Atuante na rede privada de Porto Alegre;
- Professora Carla Telles Carvalho. Letras e Literatura da Língua Portuguesa. Pós-graduada em Psicopedagogia clínica e institucional. Professora há 15 anos. Atuante da rede privada de Porto Alegre e estadual;
- Professor Lucas Bischoff. Pesquisador e educador musical. Professor há 6 anos. Atuante da rede privada de Porto Alegre.

02/06/2020

• Educação&Colaboração (parte 3): O que a Educação significa para mim?
No vídeo:
- Professora Pietra Tórgo. Licenciatura em Pedagogia. Cofundadora da Maria Educar. Professora alfabetizadora. Atuante da rede privada de Porto Alegre há 5 anos;
- Professor Marcelo Guido. Licenciatura em Ciências. Especialização em Gestão Escolar (em curso). Cofundador da Maria Educar. Biólogo. Professor há 15 anos. Atuante na rede privada de Porto Alegre;
- Professora Carla Telles Carvalho. Letras e Literatura da Língua Portuguesa. Pós-graduada em Psicopedagogia clínica e institucional. Professora há 15 anos. Atuante da rede privada de Porto Alegre e estadual;
- Professor Lucas Bischoff. Pesquisador e educador musical. Professor há 6 anos. Atuante da rede privada de Porto Alegre.

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