Revista de História Regional

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Convidamos a todos para a (re)leitura do artigo produzido por Sergio Luiz Cruz Aguilar e Isabela Marques Caetano, public...
22/09/2026

Convidamos a todos para a (re)leitura do artigo produzido por Sergio Luiz Cruz Aguilar e Isabela Marques Caetano, publicado no ano de 2023 pela Revista de História Regional.

O resumo pode ser lido a seguir:

“O atual ressurgimento, na mídia, de uma batalha da Primeira Guerra Mundial chama a atenção para o discurso empregado no desenvolvimento da identidade russa. O artigo analisa duas obras artísticas referentes à Batalha do Forte Osowiec: a canção da banda russa Aria, Attack of the Dead; e o curta-metragem Attack of the Dead: Osowiec, além de entrevistas e bibliografia secundária. Os objetivos são: verificar como a canção e o curta-metragem demonstram a figura de personagens fortes, corroborando com a doutrina de uma Rússia Forte; e verificar se as obras seriam parte da estratégia do governo russo atual de apropriação da cultura e objetos simbólicos da história russa, para fins políticos.”

O link se encontra disponibilizado na nossa bio, nos stories e também abaixo:

https://revistas.uepg.br/index.php/rhr/pt_BR/article/view/21961
Boa leitura!

Convidamos a todos para a (re)leitura do artigo produzido por Giuvane de Souza Klüppel e Matheus Mendanha Cruz, publicad...
08/09/2026

Convidamos a todos para a (re)leitura do artigo produzido por Giuvane de Souza Klüppel e Matheus Mendanha Cruz, publicado no ano de 2022 pela Revista de História Regional.

O resumo pode ser lido a seguir:

“A colonização do pensamento atinge não apenas as maneiras como os textos são elaborados. Se Abya Yala (termo adotado como postura política pelos povos originários a partir do início do século XXI para contrapor o nome América) foi descoberta, conquistada ou invadida, esse é um dos níveis de disputa, que compete à narrativa. Além dele, existem outras instâncias de manifestação desses discursos. Nesse artigo buscamos analisar a força dos discursos que corroboram para a construção de pensamentos colonizados. Refletimos sobre o impacto desses discursos na construção de sentido de jovens estudantes de Ensino Médio no Brasil (em sua maioria residentes nos estados do Paraná e da Bahia) acerca do passado, do presente e do futuro. Nossa investigação se divide, efetivamente, em três miradas: ao passado, ao futuro, e ao presente. Começamos por investigar concepções dos jovens sobre determinados períodos históricos que são cruzados por interpretações eurocêntricas já canônicas. Depois disso, investigamos suas concepções sobre o sentido e as funções da história. Por fim, procuramos entender se há relação entre os resultados anteriores e as concepções dos jovens sobre ações concretas do presente. Para isso, investigamos o resultado de 3.694 respostas a um questionário quantitativo aplicado no ano de 2019 a jovens do Ensino Médio, por meio do projeto Residente: observatório das relações entre jovens e política na América Latina.”

O link se encontra disponibilizado na nossa bio, nos stories e também abaixo:

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Boa leitura!

Convidamos a todos para a leitura do artigo produzido por Kelly Cristina Benjamim Viana, publicado no ano de 2016 pela R...
28/08/2026

Convidamos a todos para a leitura do artigo produzido por Kelly Cristina Benjamim Viana, publicado no ano de 2016 pela Revista de História Regional.

O resumo pode ser lido a seguir:

“O presente artigo analisa o envolvimento das mulheres forras com a justiça na capitania de Minas Gerais em finais do século XVIII e início do XIX. Pretendemos através da análise do processo de Ignácia da Luz compreender os trâmites processuais, bem como o funcionamento da justiça em Minas Gerais colonial, buscamos ainda compreender as motivações e limites do acesso à justiça por parte de uma parcela excluída da população colonial como era o caso das mulheres pobres, pardas ou negras. ”

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Boa leitura!

Convidamos a todos para a (re)leitura do artigo produzido por Edgar Braga Neto, publicado no ano de 2021 pela Revista de...
27/08/2026

Convidamos a todos para a (re)leitura do artigo produzido por Edgar Braga Neto, publicado no ano de 2021 pela Revista de História Regional.

O resumo pode ser lido a seguir:
“A transição do trabalho escravo para o trabalho livre está além de ser um processo histórico simples, restrito ao preconceito com o trabalhador nacional e à vinda de imigrantes europeus. Neste artigo, demonstramos que existe uma longa disputa entre as oligarquias do Sul e as do Norte pelos trabalhadores do Ceará – os “indolentes” cearenses, como os definem na época. Ao dominarem o Estado, as oligarquias do Sul subsidiam a viagem desses trabalhadores para as fazendas de café, por intermédio da verba dos socorros públicos, que é destinada às vítimas da seca. Assim, vamos problematizar a tese do gerenciamento da população brasileira, mediante essa evidência, baseada, neste artigo, em pesquisa histórica; e, também, demonstrar que o racismo das elites é acessório a seus interesses econômicos.”

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Boa leitura!

Convidamos a todos para a (re)leitura do artigo produzido por Paulo Staudt Moreira, publicado no ano de 2019 pela Revist...
20/08/2026

Convidamos a todos para a (re)leitura do artigo produzido por Paulo Staudt Moreira, publicado no ano de 2019 pela Revista de História Regional.

O resumo pode ser lido a seguir:

“A Sociedade Beneficente Floresta Aurora foi fundada em Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul, no ano de 1872, portanto dezesseis anos antes da abolição definitiva da escravidão no Brasil. Ela visava reunir músicos negros em atividades lúdicas, momentos políticos e religiosos e ações de caráter mutualista. Trata-se da primeira associação não-religiosa que congregou indivíduos negros na então província de São Pedro do Rio Grande do Sul. As trajetórias de seus fundadores e membros – mesmo que ainda superficialmente conhecidas - representam vidas individuais e familiares marcadas pela escravidão (pessoal ou de familiares e/ou parentes) e pelo investimento em agências sociais que demarcassem a vida em liberdade. Nesse sentido, tratar das agências sociais dos indivíduos negros que fundaram e mantiveram essa sociedade em seus primeiros anos, pode nos auxiliar no entendimento dos embates cotidianos que então se sucediam sobre os significados e as representações do que seria a liberdade e, intimamente entrelaçada com ela, a cidadania, em seus mais variados aspectos.”

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Convidamos a todos para a (re)leitura do artigo produzido por Lucio Tadeu Mota, publicado no ano de 2023 pela Revista de...
18/08/2026

Convidamos a todos para a (re)leitura do artigo produzido por Lucio Tadeu Mota, publicado no ano de 2023 pela Revista de História Regional.

O resumo pode ser lido a seguir:

“Essa reflexão visa demonstrar que os grupos indígenas que viviam nos territórios ao Sul da capitania de São Paulo até a capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul estavam insurrectos e defendiam seus territórios contra os invasores. Os Xokleng nos territórios adjacentes à Estrada do Viamão, desde os Campos de Lages até as proximidades da Vila do Príncipe, hoje cidade da Lapa/PR; e os Kaingang com incursões cada vez mais a leste, causando insegurança nostropeiros e pondo em perigo as fazendas e vilas nos Campos Gerais do Paraná e nos Campos de Itapetininga atéSorocaba, em São Paulo. Também procura elucidar a Carta Régia de 05/11/1808 como uma reação da Corte Joanina a esse estado de guerra nas fronteiras da ocupação; e evidenciar a Carta Régia de 01/04/1809, como um plano minuciosamente traçado para que a Real Expedição de Conquista de Guarapuava ocupasse os territórios Kaingang nos Campos de Guarapuava.”

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https://revistas.uepg.br/index.php/rhr/pt_BR/article/view/21708
Boa leitura!

Convidamos a todos para a (re)leitura do artigo produzido por Magnus Roberto de Mello Pereira e Ana Lúcia Rocha Barbalho...
11/08/2026

Convidamos a todos para a (re)leitura do artigo produzido por Magnus Roberto de Mello Pereira e Ana Lúcia Rocha Barbalho da Cruz, publicado no ano de 2014 pela Revista de História Regional.

O resumo pode ser lido a seguir:

“No final do século XVIII, uma crescente leva de colonos luso-brasileiros foi estudar na Universidade de Coimbra, que passara por uma reforma de cariz Iluminista ordenada pelo marquês de Pombal. Após concluírem seus cursos, muitos desses estudantes foram contratados pela coroa para estudar as colônias portuguesas da América e da África em moldes científicos. Embora nutrissem amplas expectativas em relação ao ‘progresso’ e ao desenvolvimento econômico da colônia do Brasil, eles seguiam padrões de lealdade à coroa. Quase todos os letrados formados em Coimbra se consideravam portugueses da América, leais súditos da coroa e estavam diretamente envolvidos na criação de um “Grande Império”, no qual coubesse às elites coloniais uma fatia de poder. O presente artigo estuda a recepção historiográfica do fenômeno. Após a independência, a progressiva adoção de princípios nacionalistas para a escrita da história do Brasil provocou a criação de subterfúgios com vistas a transformar esses colonos em “brasileiros”, conferindo à sua atuação um caráter nacional, antes mesmo de existir a nação.”

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https://revistas.uepg.br/index.php/rhr/pt_BR/article/view/5419

Boa leitura!

Convidamos a todos para a leitura do artigo produzido por Ricardo Tadeu Caires Silva, publicado no ano de 2016 pela Revi...
03/08/2026

Convidamos a todos para a leitura do artigo produzido por Ricardo Tadeu Caires Silva, publicado no ano de 2016 pela Revista de História Regional.

O resumo pode ser lido a seguir:

“Este artigo tem por objetivo discutir a relação entre a criminalidade escrava e derrocada da escravidão na Colônia Leopoldina, localizada ao sul da província Bahia, no período compreendido entre 1880-1888. Inicialmente concebida para ser uma colônia de imigrantes estrangeiros composta por pequenos núcleos familiares, a localidade logo se transformou num empreendimento voltado para a agricultura agroexportadora com base no trabalho escravo e no cultivo de café. Com a crise de braços provocada pelo fim do tráfico negreiro com a África e o incremento do tráfico interprovincial, os proprietários passaram a enfrentar diversos problemas no que se refere à administração da escravaria ali existente. A maximização da exploração da mão de obra cativa, aliada ao crescimento da campanha abolicionista na região e à resistência escrava, deu origem a uma série de violentos conflitos entre senhores e escravos, os quais acabaram por acirrar as contradições entre as referidas classes sociais e interferir no processo de abolição da escravidão na região.”

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https://revistas.uepg.br/index.php/rhr/pt_BR/article/view/8924

Boa leitura!

Convidamos a todos para a leitura do artigo produzido por Marcelo Lapuente Mahl, publicado no ano de 2020 pela Revista d...
30/07/2026

Convidamos a todos para a leitura do artigo produzido por Marcelo Lapuente Mahl, publicado no ano de 2020 pela Revista de História Regional.

O resumo pode ser lido a seguir:

“Passados três anos da publicação de sua Ronda da meia noite – vícios, misérias e esplendores da cidade de São Paulo, obra pela qual o escritor Domingos Alexandre, conhecido pelo pseudônimo Sylvio Floreal, ganhou certa notoriedade nos círculos literários paulistanos, chegou ao público, mais precisamente no ano de 1928, o livro O Brasil Trágico – impressões, visões e mysterios de Matto Grosso. Nele, o autor reuniu uma série de textos produzidos entre os meses de julho de 1926 e julho de 1927, quando percorreu o então estado do Mato Grosso, realizando palestras, fazendo apontamentos, escrevendo e estabelecendo contatos profissionais com membros das elites intelectuais e políticas locais, principalmente na capital Cuiabá. Tais relatos, que serão analisados neste artigo, dialogam diretamente com visões e idealizações que circulavam nos meios impressos sobre os chamados sertões brasileiros, e revelam as tensões e as ambiguidades existentes entre os desejos de modernidade que emanavam dos maiores centros urbanos nacionais, especialmente São Paulo e Rio de Janeiro, e a dura realidade enfrentada pelas populações pioneiras que, impulsionadas pela força da expansão agrícola da década de 1920, adentravam as vastas áreas ainda inexploradas, e não raro desconhecidas, do interior do país.”

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https://revistas.uepg.br/index.php/rhr/pt_BR/article/view/16472

Boa leitura!

Convidamos a todos para a (re)leitura do artigo produzido por Samuel Silva Oliveira, publicado no ano de 2022 pela Revis...
27/07/2026

Convidamos a todos para a (re)leitura do artigo produzido por Samuel Silva Oliveira, publicado no ano de 2022 pela Revista de História Regional.

O resumo pode ser lido a seguir:

“O artigo analisa as políticas urbanas para as favelas desenvolvidas na Prefeitura de Belo Horizonte, construindo uma escala de comparação entre a cidade e o debate nacional. O processo de crescimento e urbanização associado a reprodução das desigualdades de classe e raça no tecido urbano colocou em evidência as favelas na esfera pública da cidade e motivou diferentes prefeitos a anunciarem planos e políticas de “desfavelamento”. A partir da análise dos relatórios municipais de governo, de jornais e revistas e testemunhos orais, o artigo investiga a formação das políticas urbanas entre 1940 e 1959, e constrói uma análise da informalidade urbana das favelas em Belo Horizonte.”

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https://revistas.uepg.br/index.php/rhr/pt_BR/article/view/20067

Boa leitura!

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