Você sabia que...
..crianças que aprendem inglês mais cedo têm a chance de aprender a pronúncia perfeita?
… aprender outro idioma na infância estimula o cérebro, desenvolve a criatividade, o raciocínio e a capacidade de concentração?
… quem aprende um segundo idioma passa a usar melhor sua língua-mãe?
… se aprender da forma adequada, a criança vai sempre se relacionar com o novo idioma de forma positiva, como sendo algo fácil e divertido, e que, desta forma, nunca mais vai parar de aprender?
… aprender inglês na infância pode melhorar a autoestima, a socialização e as habilidades até em matemática?
F**a a dica!
English Tips
Improve your English
12/01/2022
14/04/2018
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14/04/2018
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19/10/2016
Tradução de Abstract: TCC / Monografia
(por Camila Oliveira)
Um Abstract não é tão fácil quanto parece
Imagine que você está caminhando pela rua e passa em frente a uma casa toda suja, cheia de folhas e mato, pichada e com a tinta descascando, como você acredita que seja o interior dela? Aposto que imaginou uma casa toda suja e bagunçada, não foi? O seu Abstract funciona da mesma maneira, pois ele é o reflexo do seu trabalho, a primeira coisa que a pessoa lê. Se ele estiver mal escrito e confuso, entende-se que seu trabalho estará da mesma maneira. Dessa forma, um Abstract “bobo”, pode afugentar o leitor e seu texto acaba sendo desvalorizado.
Fazer um Abstract não é tão simples. São de 100 a 500 palavras (dependendo do tipo de trabalho e exigências) e há muito em jogo: desde a responsabilidade do tradutor em ser fiel ao texto original às implicações de prejudicar todo um trabalho em função de um texto mal escrito.
Alguns fatores são importantes para serem levados em conta em relação a dificuldade e responsabilidade de se traduzir um Abstract:
O tempo dedicado para se traduzir é alto, dificilmente gastamos apenas um dia para fazer um Abstract. Por mais que seja uma ou meia folha, a linguagem acadêmica é diferente das demais e as regras de escrita são diferentes, assim como a forma de se escrever e até mesmo o uso da vírgula. Além disso, um Abstract bem feito leva muito tempo de pesquisa por parte do tradutor.
Os termos do resumo são muito específicos e, normalmente, não fazem parte do nosso vocabulário cotidiano. Portanto, temos que pesquisar cada uma das palavras, expressões, abreviações e acrônimos para saber se condiz com o que é falado (lembrando que recebemos apenas o resumo, não temos o trabalho completo como contexto). O tradutor tem que se tornar especialista no assunto sem talvez nunca ter visto aquele tema antes.
Fazer revisão de um Abstract pronto (que foi recusado e com recomendação de ser reescrito) é mais difícil que traduzir. É mais fácil começar do zero, estudando e pesquisando termos, fazendo tudo da maneira correta. Isso acontece porque se recebemos um Abstract mal feito, temos que tentar entender o que o escritor quis dizer a partir de termos errados e tradução confusa, então o tradutor além de refazer, precisa adivinhar o que está certo e o que precisa melhorar sem prejudicar o trabalho do escritor.
Escrevendo o Abstract como um falante nativo de inglês
Os Resumos / Abstracts servem para “vender” seu trabalho. Claro, no lugar de convencer alguém a comprar um produto, o Abstract serve para convencer o leitor a “comprar” a sua ideia e continuar lendo o que escreveu. Portanto, é necessário seguir algumas dicas básicas para fazer seu resumo se destacar.
Evite uma linguagem muito difícil (tanto em inglês quanto em português), leve em consideração o público que irá ler e escreva de uma forma que eles entendam. A língua portuguesa não é tão objetiva quanto a inglesa, portanto é mais fácil de cair na armadilha da “encheção de linguiça”, entretanto, o mesmo não acontece no inglês, o que poderá tornar seu Abstract bem mais menor que o resumo.
Use frases simples e evite abreviações, a não ser que elas sejam abreviações básicas, universalmente conhecidas e aceitas. Acrônimos e abreviações devem ser explicadas na primeira vez que são citadas para que depois possam ser usadas tranquilamente em seu Abstract.
O título do seu trabalho precisa condizer exatamente com o que é dito no Abstract. Ele deve explicar o máximo possível sobre o contexto e os objetivos do estudo, e em inglês o título não deve ser escrito em caixa alta.
Os falantes não-nativos de inglês, por mais que sejam fluentes, podem cometer alguns erros comuns de quem não tem o inglês como língua mãe. Esses erros não são considerados drásticos, contudo, fazem a diferença na escrita de um Abstract.
Utilize a vírgula onde você perceber que é necessário fazer uma pausa para respirar. Se uma frase tiver mais de duas vírgulas, ela deve ser dividida com ponto final. O quantidade de vírgulas que é considerada normal e aceita em português, confude os falantes de inglês.
A letra maiúscula serve apenas para início de frases após o ponto final, para nomes próprios e formais de um local, departamento ou título.
Evite ao máximo usar os pronomes pessoais I / we. Utilize-os apenas quando for necessário enfatizar a natureza singular de um acontecimento que ocorreu com você. Se a sujeito não muda o fato da ação acontecer, é melhor usar a voz passiva, que enfatiza a ação em si e não quem praticou. Assim, entenderemos que a ação será a mesma para qualquer um que praticá-la.
Em português, para evitar repetição, omitimos o sujeito ao longo do parágrafo se ele já tiver sido mencionado anteriormente. Entretanto, em inglês é necessário continuar explicando a quem estamos nos referindo, mesmo que isso implique em repetição.
O that, enquanto pronome relativo, pode ser omitido após os verbos suggest, observe, find, show e das expressões it’s important, highlight.
Para saber de mais erros com vários exemplos, confira este artigo: Writing scientific articles like a native English speaker: top ten tips for Portuguese speakers.
**
Conselho de amigo
Quem nunca pediu para aquele amigo que sabe inglês pra dar aquela forcinha no Abstract ou então caiu na tentação de recorrer aos tradutores online? Contudo, tenha muita cautela, pois certamente seu Abstract faz parte de um trabalho importante, que certamente representa um momento decisivo da sua vida.
Se seu resumo não estiver traduzido corretamente, você poderá ter seu trabalho devolvido ou impedido de ser publicado. Não vale a pena arriscar economizar em uma situação tão importante assim.
**Lembre-se que tradutores até conseguem se virar nos 30, mas não fazem milagres. Se eu seu resumo estiver mal escrito em português, ele certamente f**ará mal escrito em inglês.**
Para evitar que isso aconteça, antes de entregar seu resumo para um tradutor, tenha certeza de que ele já foi revisado inúmeras vezes por um professor, orientador ou alguém habilitado na área de português. É importante fazer aquele pente fino e só depois entregar para quem for traduzir. A obrigação do tradutor é transcrever seu texto em uma outra língua e não adivinhar o que o escritor quis dizer com um texto mal formulado.
http://www.englishexperts.com.br/traducao-de-abstract/
Tradução de Abstract: TCC / Monografia - English Experts Provavelmente, em algum momento da sua vida, você precisou (ou vai precisar) escrever um Abstract. Aprenda a fazer seu Abstract em inglês.
Como se diz...
A de amor, B de bola, C de casa etc.
O destaque aqui f**a por conta da palavra "de" nas frases acima. Os falantes nativos de inglês diriam "b as in ball" (b de bola). Veja outros exemplos abaixo:
"Vera: How do you spell pneumatic?"
(Vera: Como se soletra pneumatic?)
"Phil: P-N-E-U-M-A-T-I-C"
(Phil: P-N-E-U-M-A-T-I-C)
"Vera: Ah! There's a 'p' before the 'n', right?"
(Vera: Ah, tem um 'p' antes do 'n', certo?)
"Phil: Yes, a 'p' as in people."
(Phil: Sim, um 'p' de pessoas.)
"Gary: Sorry, what's the spelling again? Did you say 'e' or 'c'?"
(Gary: Desculpa, como se soletra mesmo? Você disse 'e' ou 'c'?)
"Brenda: 'C' as in Charlie."
(Brenda: 'C' de Charlie.)
Como se diz...
A chave da porta, a chave do carro etc.
Atenção à preposição a ser usada nestes casos, em inglês se diz "the key to the door"; "the key to the apartment"; "the key to my car" (ou então my car key), etc.
"Do you have the key to the front gate with you?"
(Você está com a chave do portão da frente?)
Como se diz...
4x4; tração nas 4 rodas
O termo equivalente em inglês é" four-wheel drive".
A abreviação "4WD" também é bastante usada. Veja os exemplos abaixo:
"Four-wheel drive vehicles are appropriate for rough and and muddy terrains."
(Veículos com tração nas quatro rodas são apropriadas para terrenos irregulares e lamacentos.)
"Most pickup trucks are 4WD vehicles.
(A maioria das picapes tem tração nas quatro rodas.)
Todos os idiomas são repletos de expressões coloquiais, combinações comuns de palavras (collocations) e formas peculiares de se expressar. Por isso, nem sempre é possível traduzir literalmente determinadas expressões de um idioma para outro, mantendo o mesmo signif**ado.
Alguns exemplos podem ilustrar bem esta situação.
É o caso da expressão "não queria estar na sua pele", para qual não existe uma equivalência literal em inglês; um americano diria "I wouldn't like to be in your shoes".
Um outro exemplo é a frase "achados e perdidos" que em inglês se diz "lost and found". Observe que a ordem das palavras que compõe esta locução em inglês é invertida, enquanto em português a frase é iniciada por "achados" (found) em inglês ela começa por "perdidos" (lost).
E qual a razão disso? Não há explicação; é simplesmente a forma usada pelos falantes nativos de inglês, assim como um brasileiro diria "achados e perdidos".
(Como se diz...... em inglês? - José Roberto A. Igreja)
15/06/2013
Qual é a diferença entre “HAVE YOU GOT…?” e “DO YOU HAVE…?”?
Por que no inglês britânico o verbo auxiliar do é subtraído?
Geralmente, leio textos em inglês em que se diz algo do tipo Have you got the time?, sem usar o do.
Não se subtrai o verbo auxiliar. O termo correto é “omitir”, e isso não é privilégio do inglês britânico. Os americanos também o fazem, talvez até mais que os ingleses. Have you got the time? ou Do you have the time? Tanto faz. São duas formas diferentes de dizer. É só isso. Sem segredo.
Ao dizer Have you got the time to study English? ou Do you have the time to improve your English?, você está dizendo exatamente a mesma coisa.
Existem quatro maneiras de se dizer também em Inglês: Also, too, as well, either.
De maneira resumida vamos aprender como podemos usar o também em Inglês de modo bem simples e descomplicado:
Exemplos:
a) She can speak english too. (Ela também consegue falar inglês.)
b) Can she speak english too? (Ela também dá conta de falar inglês?)
c) She can’t speak english either. (Ela também não consegue falar inglês.)
d) They lived abroad too. (Eles moraram no exterior também.)
e) Did they live abroad too? (Eles moraram no exterior também?)
f) They didn´t live abroad either. (Eles também não moraram no exterior.)
Obs: Too em frases afirmativas e interrogativas. Either no final das negativas.
Eu também: Me too
Exemplos
Anna: I like it here. (Eu gosto deste lugar.)
Kelly: Me too. (Eu também.)
Eu também não: Me either/Me neither
Exemplos
Anna: I can’t see it. (Eu não estou vendo.)
Kelly: Me either (ou) Me neither. (Eu também não/nem eu.)
Too = Muito, também.
I want to go home. Me too
This room is too small
Either = Concordar com coisas positivas.
I love blue. I love it either.
Neither = Concordar com coisas negativas.
I don't like blue. Me neither.
So = Tão /muito
Brazil is so beautiful. O Brasil é tão lindo
E um exemplo com "so":
"I need it."So do I"
"Eu preciso disto"."Eu também"
"Either" - pode ser usado para enfatizar que somente duas possibilidades podem ser escolhidas.
Ex: Either we go today or we don't go at all. (Ou vamos hoje ou não vamos de jeito nenhum.)
"So" - pode ser usado para demonstrar tanto interesse quanto desinteresse a algo que foi dito anteriormente. Depende do contexto e da tonalidade da voz. Tem um sentido parecido tanto com "E daí?" (desinteresse), quanto com "E aí?" (interesse).
Ex: I've never been to Brazil. (Nunca estive no Brasil).
So? (E daí?)
Either deve ser usado no final de frases negativas:
Exemplos:
We don´t know either.(Não sabemos também.)
They can´t go either.(Eles não podem ir também.)
Ou em inglês Americano:
Me either=Me neither=Eu também não.
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