Lohse Method Martial Art Yôchido

Lohse Method Martial Art Yôchido

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Yôchido é uma metodologia de treinamento estritamente prática. É um conjunto de diversas técnicas de Artes Marciais de auto defesa e exercícios biologicos

18/01/2024

Convite à Exploração Colaborativa: Projeto Dharma - Descubra o Inexplorado!

Você é um apaixonado por desvendar os mistérios que permeiam nossa existência? O Projeto Dharma está abrindo suas portas e convidando exploradores intrépidos, cientistas visionários, entusiastas da pré-história, paleontólogos, arqueólogos, espeleólogos, geógrafos, historiadores, ecologistas, astrônomos, ufólogos, parapsicólogos e todos os curiosos que buscam ir além dos limites do conhecido !

O que é o Projeto Dharma?
O Projeto Dharma é uma iniciativa ousada que transcende fronteiras disciplinares, criando uma sinfonia de conhecimento onde mentes estendidas de todo o mundo convergem. É mais do que uma colaboração; é uma jornada emocionante para desbravar o desconhecido, reunindo especialistas de diversas áreas para lançar luz sobre os mistérios que envolvem nosso passado e presente.

Por que se Juntar ao Projeto Dharma?
Ao ingressar no Projeto Dharma, você se tornará parte de uma equipe global de elite, conectando-se a uma rede de profissionais apaixonados. Terá acesso a recursos de vanguarda, oportunidades de colaboração internacional e um terreno útil para o florescimento de ideias inovadoras. Estamos unidos na busca incessante pelo conhecimento, desde as profundezas da pré-história até as estrelas do cosmos.

O que estamos oferecendo:

Colaboração global com mentes estreitas.
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Oportunidades para apresentar resultados em conferências internacionais.
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Reconhecimento global e visibilidade nos meios de comunicação.
Como se Juntar ao Projeto Dharma:
Se você é um explorador curioso, um cientista visionário ou um entusiasta da descoberta, o Projeto Dharma é aberto para você! Contate-nos pelo nosso WhatsApp: (42) 99969-6174... Acesse o nosso email: [email protected] para saber mais e preencher o formulário de inscrição. Junte-se a nós, pois juntos moldaremos o futuro do entendimento humano.

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O conhecimento espera por aqueles que estão prontos para desbravar o desconhecido. Junte-se ao Projeto Dharma e faça parte desta jornada transcendente!

10/09/2020

Estaremos atualizando nossas redes sociais e site nos próximos dias, assim como também traremos novidades à todos!
Contamos com a paciência de todos.

-Equipe Yôchido

25/08/2020

Pújá, do sânscrito, traduz-se como oferenda, honra, adoração, respeito, reverência, veneração ou homenagem. Acredita-se que o termo seja derivado de pu-chey (oferenda de flores), proveniente do dravídico, uma das línguas que deram origem ao sânscrito. Este, por sua vez, influenciou etimologicamente diversos idiomas modernos, provavelmente, até o português.

O verbo pujar, por exemplo, significa superar, suplantar; o adjetivo pujante: possante, potente, fecundo; o substantivo pujança: força, vigor, energia, grandeza. Isso pode ser apenas coincidência, mas o fato é que em nossa língua todos esses significados têm muita semelhança com a acepção do termo em sânscrito, denotando o seu grau de importância.

Uma prática universal

O pújá em si é algo espontâneo, um comportamento inato e instintivo de gratidão, reverência e lealdade. Encontra-se presente no âmago de cada ser humano e remonta a tempos imemoriais de todos os lugares do planeta.

Tal gratidão é uma atitude universal, observada no cotidiano sob as mais variadas manifestações culturais, sejam filosóficas, artísticas, cívicas, políticas, religiosas ou científicas.

Para exemplificar, classificamos como pújá: uma criança oferecendo espontaneamente uma maçã à sua professora antes da aula; um estudante homenageando os pais ao concluir a faculdade; um soldado honrando o seu País ao hastear a bandeira; um discípulo reverenciando e defendendo o seu Mestre e a sua linhagem, entre outros. Para ser designado como pújá, é preciso haver um sentido hierarquicamente ascendente: parte do aluno ao professor, do filho aos pais, do devoto à divindade, do discípulo ao Mestre.

O pújá acha-se bem desenvolvido e estruturado no Oriente, especialmente na Índia. De fato, tal conceito é muito popular naquele país. Além de ser aplicado habitualmente no cotidiano hindu, esse costume também está inserido numa filosofia denominada Yôga, um dos seis pontos de vista (darshanas) do hinduísmo. A intenção deste trabalho é fundamentar o pújá por meio daquela filosofia.



Uma parte imprescindível do Yôga

O melhor significado do termo sânscrito Yôga é integração consigo mesmo, com os outros seres e com o Universo. A definição mais abrangente é: “Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.”

O Yôga nasceu na Índia, há mais de 5.000 anos. Originalmente, é composto por vários conjuntos de técnicas integrados numa metodologia prática, podendo ser comparado a um colar de pérolas. O pújá representa uma dessas pérolas e, a filosofia do Yôga, o fio que as une, formando o colar.

Hoje em dia, as mais variadas linhas de Yôga são praticadas por pessoas no mundo todo. No entanto, a grande maioria dos ocidentais desconhece o pújá, diferentemente do hindu que sempre o utiliza. Dissociá-lo do Yôga é comprometer a autenticidade dessa filosofia prática e conseqüentemente a evolução do praticante.



O conceito de pújá possui primeiramente duas divisões: báhya pújá (externo, expresso com oferendas materiais) e manasika pújá (interno, manifestado por meio de mentalização e atitude interior).



Para realizar o báhya púja, cinco objetos materiais, tradicionalmente, são mais recomendáveis: frutas, flores, tecidos, incenso e dinheiro. Não obstante essas cinco formas de pújá, atualmente é comum o indiano médio oferecer a um Mestre simplesmente uma caixa de doces! No Ocidente, um tipo de oferenda que todo instruotr aprecia são músicas que possa utilizar em coreografias, meditação, relaxamento e aulas em geral. Na verdade, não importa o que você esteja ofertando. Importa é o sentimento, a intenção e a intensidade com os quais o pújá esteja sendo feito.



Na prática regular de Yôga, aplica-se mais o manasika pújá, reservando-se o báhya pújá para circunstâncias cerimoniais, sociais e festivas. O manasika pújá faz-se com profunda concentração e visualizando linhas, raios ou jatos de luz partindo do coração do praticante ou discípulo (dependendo do grau de identificação) em direção ao Mestre, envolvendo-o e impregnando-o com a energia de carinho, amor, lealdade e apoio daquele que transmite o pújá. A visualização terá muito mais validade se for potencializada por um sentimento verdadeiro, honesto e intenso. Essa luz pode ser visualizada com coloração amarelo-ouro, diáfana e brilhante, como o são em geral os fachos de luz, ou pode tomar as características cromáticas daquilo que se deseja melhor transmitir: se for saúde física e vitalidade, luz alaranjada; se for saúde generalizada com redução do stress, verde claro;se for paz e serenidade, luz azul celeste; se for afeto, rosa; se for para auxiliar uma superação kármica, violeta.



Pode-se fazer pújá a um local sacralizado, a um pessoa consagrada, ou a uma egrégora, isto é, a uma entidade gregária, o ser arquetípico que polariza e nucleia um grupo de indivíduos. Quando entre pessoas, o pújá faz-se somente em sentido ascendente, ou seja, do inferior ao superior hierárquico. Asssim,um devoto pode fazer pújá à sua divindade, um filho pode fazer pújá ao seu pai ou mãe, e o discípulo ao Mestre, mas não o contrário.



Como em todas as coisas do Hinduísmo, com relação ao pújá encontram-se também opiniões as mais variadas e discrepantes. Em algumas regiões e em determinadas escolas, o pújá muda de nome ou, então, entende-se que ele não possa ser direcionado a outro Ser Humano, mas apenas ao ser Divino. Outras contra-argumentam que o Ser Divino está dentro de todo Ser Humano, portanto, o pújá pode ser feito ao Mestre. Se formos ater-nos à teorização e à filosofia especulativa, isso se tornará uma discussão sem fim.



O importante é o praticante saber que o pújá é parte da etiqueta e das boas maneiras yôgis. Seja qual for sua origem, casta, credo ou posição social, antes de qualquer coisa deve ter lugar um pújá. O pújá é como se fosse o agradecimento prévio pelo que ainda vai ser feito. E um “muito obrigado” dito pelo aluno antes da aula, assim que chega para a classe. E a maçã que a criança leva espontaneamente para a sua professora primária.

25/08/2020

QUANTOS SÃO OS MUDRÁS

O número total de mudrás é incerto, uma vez que, dependendo da região, da época e da Escola, os mudrás têm nomes diferentes e até mesmo dois ou três nomes para o mesmo mudrá, dependendo apenas da maneira como ele é executado. Podemos, contudo, compilar mais de 100, dos quais mencionaremos primeiramente os principais para o nosso tronco de Yôga.

Os mudrás do hinduísmo são originários da antiga tradição tântrica e tanto o Yôga quanto a dança clássica hindu, o Bhárata Natya, utilizam-se deles. Nos Yôgas mais tardios essa arte ficou praticamente extinta, limitando-se a uns poucos mudrás. O praticante de Swásthya Yôga deve cultivá-los com sensibilidade e dedicação, cravejando-os na sua prática diária e, com muito mais empenho, no seu treinamento de coreografia.

Os mudrás são divididos em duas categorias: samyukta hasta (com as duas mãos) e asamyukta hasta (com uma só mão).

QUAIS SÃO OS MUDRÁS

Os mais conhecidos são:

Shiva mudrá, para meditação (dorso da mão positiva pousa sobre a palma da mão negativa).

Neste mudrá devemos sentir nossas mãos como um cálice no qual recebemos a preciosa herança milenar de força e sabedoria. Amplifica nossa receptividade.

Jñána mudrá, para meditação e respiratório (dedos indicador e polegar de cada mão tocam-se).

Este gesto conecta os pólos positivo e negativo represen-tados pelos dedos indicador e polegar de cada mão, passando por eles uma corrente de baixa amperagem e apoiados sobre os chakras dos joelhos, que são secundários.

Átmam mudrá, para respiratório e mantra (as mãos formam um vórtice diante do swádhisthána chakra);

Este selo tem um efeito semelhante ao anterior, só que agora com os dez dedos envolvidos, formando o circuito de alta amperagem, e localizado diante de um chakra principal. Cria um empuxo que ascensiona a energia sexual coluna acima.

Prônam mudrá, para mantra e ásana (palmas das mãos unidas à frente do peito).

Nesta senha, a mão de polaridade positiva se espalma na de polaridade negativa, fechando um importante circuito eletromagnético que faz circular a energia dentro do próprio corpo e recarregá-lo, especialmente se executado durante ou após os mantras. Nos ásanas, tende a proporcionar mais senso de equilíbrio e por isso mesmo é mais utilizado nos ásanas de apoio num só pé.

Trimurti mudrá, para ásana (os dedos indicadores e polegares formando um triângulo).

Este mudrá é simbólico e representa a trimurti hindu, Brahmá, Vishnu e Shiva. Por ter poucos efeitos, é mais utilizado como suporte em movimentação de braços durante a execução de ásanas.

As aplicações acima citadas (meditação, mantra, etc.) são apenas as mais comuns. Há diversas outras finalidades e efeitos relacionados com esses gestos.

Fora os mais utilizados, há alguns muito importantes, mas menos conhecidos, que são:

yônílinga mudrá;

mushti mudrá;

padma mudrá;

vaikhara mudrá;

kálí mudrá.

A seguir veja a lista com os mudrás hindus, pelos nomes mais conhecidos. Algumas vezes poderemos encontrar nomes diferentes para designar o mesmo mudrá. Geralmente isso se deve à utilização de outro idioma ou dialeto, já que na Índia falam-se nada menos que 18 línguas oficiais, cada qual com um alfabeto diferente, mais algumas centenas de línguas não oficiais, todas com escrita e gramática, e ainda alguns milhares de dialetos. Alguma confusão de nomenclatura é, então, inevitável.

Outras vezes é o mesmo nome que serve para designar dois mudrás diferentes, como é o caso do trishúla mudrá, do swástika mudrá e outros.

Muito importante é não misturar mudrás hindus com outros de tradição discrepante, deslize tão comum entre autores ocidentais. Para nós, “oriental é tudo igual”. Então, achamos perfeitamente justificável, e supomos até mesmo que seja uma demonstração de cultura geral, embaralhar artes, ciências ou filosofias da Índia, China, Ja-pão, Tibet, Nepal, ou de hinduísmo, budismo, taoísmo, como se fosse tudo a mesma coisa. Fuja do suposto Mestre que faça miscelânea. Ao lidar com esses assuntos, é preciso um pouco mais de seriedade para não informar mal o leitor.

25/08/2020

Mudrá

Gesto reflexológico feito com as mãos

Mudrá é a linguagem gestual. Deve ser pronunciado sempre com a tônico. Significa literalmente gesto, selo ou senha. Provém da raiz mud, alegrar-se, gostar. Em alguns livros aparece traduzido como símbolo, mas isso não está correto. Símbolo é a tradução da palavra yantra. Em Yôga, mudrá designa os gestos feitos com as mãos. São definidos como gestos reflexológicos por desencadear uma sucessão de estados de consciência e mesmo de estados fisiológicos associados aos primeiros.

Um tipo de Yôga moderno, o Hatha, surgido no século XI d.C., admite gestos feitos com o corpo (yôga mudrá, mahá mudrá, vajrôli mudrá, viparítakaraní mudrá), mas essa interpretação parece não concordar com as correntes mais antigas. Aliás, se perguntarmos a um instrutor de Hatha qual é a diferença entre um ásana (técnica corporal) e um mudrá feito com o corpo, a explicação não vai convencer. A justificativa menos confusa, mas nem por isso correta, é a de que os mudrás compreendem mentalização! Ora, esta técnica só é considerada completa e perfeita se incluir mentalização. Portanto, ficamos sem poder classificar o que os yôgins daquele ramo moderno denominam “mudrá feito com o corpo”.

Mudrá tem sua origem na ancestral tradição tântrica. Como afirma Shivánanda, a presença de mudrá, pújá e mantra, caracteriza herança dos Ta**ras. Devemos recordar que o Swásthya Yôga tem sua prática básica iniciando-se exatamente com esses três angas. E não é à toa: o nome completo da nossa linhagem é Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga.

COMO ATUAM OS MUDRÁS

Os mudrás atuam por associação neurológica e por condicionamento reflexológico. Não podemos negar um componente cultural, que reforça ou atenua o efeito dos mudrás. Sua influência na esfera hormonal é inegável. Quem ainda não sentiu lhe subir a adrenalina por causa de um mudrá provocativo, ou os hormônios se***is por conseqüência de um gesto erógeno?

Um fato curioso e que só pode ser atribuído ao inconsciente coletivo é a “coincidência” de que, em épocas diferentes, hemisférios diferentes, etnias e culturas diferentes, os mesmos gestos sejam observados, com o mesmo significado. Há diversos estudos publicados nas áreas de antropologia e de psicologia demonstrando que, seja qual for o povo, determinados gestos possuem um significado comum, desde uma primitiva tribo africana, até uma nação nórdica.

Mas, afinal, o que há de extraordinário nisso? Todos os povos não expressam sua satisfação e cordialidade através do sorriso e sua revolta através do punho cerrado? De quantos outros exemplos lembrou-se o leitor neste justo momento?

Portanto, mudrá é a parte do Yôga que estuda e aplica os efeitos dos gestos sobre o psiquismo e, por conseqüência, sobre o corpo físico.

A IMPORTÂNCIA DOS MUDRÁS

O Homem só se distanciou do resto dos animais, dominou a Natureza, adquiriu tecnologia, criou a arte, constituiu a civilização porque tinha mãos. E, nelas, um polegar oponente. Não foi graças ao cérebro. Bem pelo contrário: o cérebro só se desenvolveu depois que as mãos passaram a segurar e até a fabricar instrumentos, meio que instintivamente, como inclusive o fazem alguns símios e várias outras espécies de animais. A partir de então, os estímulos neurológicos, cada vez mais complexos, passaram a exigir um maior desenvolvimento cerebral. Implante-se um cérebro humano em um cavalo e ele não poderá construir coisa alguma com seus cascos.

As mãos e os dedos são, além de ferramentas da edificação cultural, meios eficazes de comunicação entre os indivíduos. Um homem público pode estar proferindo um discurso muito convincente no aspecto da verbalização, mas a gesticulação poderá traí-lo e o público não o aceitará se seus mudrás não forem coerentes. Quantos políticos você conhece que perderam eleições por causa de uma gesticulação denunciadora das suas verdadeiras intenções...

Além do mais, o corpo humano, como qualquer porção de matéria orgânica, possui um magnetismo e polaridades. Energia flui em quantidades e qualidades distintas por todo o organismo. Logo, não é de se admirar que em suas extremidades – as mãos – modificando-se a disposição, a postura, a orientação e a combinação dos dedos, diferentes reações eletromagnéticas se manifestem. Desde que as fotos kirlian tornaram-se populares, é impossível negar que das mãos e dedos partam fachos de energia fotografável. E mais, faça você mesmo essa experiência: bata uma kirliangrafia antes e outra depois de praticar respiratórios, ásanas, mantras, meditação, etc. As variações são, no mínimo, interessantes.

07/02/2020

Atenção: Aulas Gratuitas...

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Venha conhecer o nosso Projeto Dance Music
Geração Flashback:

Lohse Urban Dance Method
(Lohse Método de Danças Urbanas)

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As nossas aulas serão todas as sextas
A partir do dia 07 de Fevereiro
Inscrições Abertas

Horário : Das 20:00 hrs ás 21:00 hrs

Local : Associação de Moradores da Santa Luzia
Rua : Santo Mauro nº 342

Se você – assim como eu – é da turma que não gosta de puxar peso na academia, aqui vai uma notícia animadora: Dançar é uma ótima forma de queimar calorias, se divertir, relaxar e definir o corpo...Em nossa aula de Lohse Urban Dance Method ( Lohse Método de Danças Urbanas não é diferente... A modalidade mescla coreografias de dança de rua, contemporâneo e break com movimentos e técnicas de Yôga, Artes Marciais ...Os passos incluem giros, deslocamentos no chão, movimentos laterais de tronco e de ombros – todos precisos e bem marcados. Por ser uma atividade aeróbica intensa, ela aumenta a frequência cardíaca, estimula a circulação sanguínea e emagrece. Em 1 hora, você pode queimar 300 calorias – ou mais. “Na mesma coreografia podemos misturar passos tranquilos e rápidos. Assim, a intensidade da aula varia...

Melhores Informações
Fone: ( 42 ) 99969-6174
Prof: Juliano Willi Lohse

28/01/2020

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14/01/2020

Alguns dos 108 tipos de Yôga

No Yôga, temos quatro grandes linhagens que são: Ta**ra-Sámkhya (Yôga Pré-Clássico – mais de 5.000 anos), Brahmácharya-Sámkhya (Yôga Clássico – século III a.C.), Brahmácharya-Vêdánta (Yôga Medieval – século VIII d.C.), e Ta**ra-Vêdánta (Yôga Contemporâneo – séculos XIX e XX). Cada linhagem possui uma fundamentação filosófica (Sámkhya ou Vêdánta) e uma fundamentação comportamental (Ta**ra ou Brahmácharya). Sámkhya e Vêdánta são filosoficamente opostos entre si, pois o Sámkhya é naturalista, enquanto que o Vêdánta é espiritualista. Ta**ra e Brahmácharya também são opostos entre si, pois o Ta**ra é matriarcal, sensorial e desrepressor, enquanto que o Brahmácharya é patriarcal, anti-sensorial e respressor. Por isso, não se devem misturar tipos de Yôga uns com os outros. Já os ramos, em número homologado de 108, são como fórmulas ou receitas, que determinam quais as técnicas empregadas por cada modalidade, e em que proporção.

ÁSANA YÔGA
Ásana significa técnica corporal ou psico-orgânica. Trata-se de um ramo dedicado exclusivamente à rela-ção entre o psiquismo e o funcionamento dos órgãos internos. Só utiliza um anga, ásana, no entanto, não tem nenhuma semelhança com ginástica, nem relação alguma com Ed. Física. Trata-se de uma das divisões mais ancestrais.

RÁJA YÔGA, o Yôga mental

Rája significa real (dos reis). Consiste em quatro partes ou angas: pratyáhára (abstração dos sentidos), dháraná (concentração mental), dhyána (meditação) e samádhi (hiperconsciência). Posteriormente, em torno do terceiro século antes de Cristo, a estas quatro técnicas foi acrescentada uma introdução constituída por outras quatro (yama, niyama, ásana, pránáyáma) com o que codificou-se o Yôga Clássico.

BHAKTI YÔGA, o Yôga devocional

Bhakti significa devoção. O Yôga devocional não é forçosamente espiritualista. Em suas origens pré-clássicas, sua fundamentação era naturalista e na região em que floresceu não foram encontradas evidências da existência de religiões institucionalizadas. O Bhakti Yôga pré-clássico consiste em cultuar as forças da Natureza, o Sol, a Lua, as Árvores, os Rios, etc.

KARMA YÔGA, o Yôga da ação desinteressada

Karma significa ação. É um Yôga que induz à ação. Sua vertente medieval passou a ter conotações da filosofia Vêdánta, o que lhe conferiu um ar de “ação desinteressada”, quando na verdade a proposta é impelir à ação, ao trabalho, à realização. Por certo, tal dinâmica em princípio não visa a benefícios pessoais, recom-pensas ou reconhecimento.

JÑÁNA YÔGA, o Yôga do autoconhecimento

Jñána significa conhecimento. O método dessa modalidade consiste em meditar na resposta que o seu psiquismo elaborar para a pergunta “quem sou eu?”, até que não haja mais nenhum elemento que possa ser separado do Self e analisado. Nesse ponto, o praticante terá encontrado a Mônada, ou o Ser.

LAYÁ YÔGA, o Yôga das paranormalidades
Layá significa dissolução. A intenção neste tipo de Yôga é dissolver a personalidade, ou seja, eliminar a barreira que existe entre o ego e o Self. Como o Self ou Mônada é o próprio Absoluto que habita em cada ser vivente, ao ser dissolvida a barreira da personam, todo o seu poder e sabedoria fluem diretamente para a consciência do praticante.

MANTRA YÔGA, domínio do som e do ultra-som

Mantra significa vocalização. Trata-se de um ramo de Yôga que pretende alcançar a meta através da ressonância transmitida aos centros de energia do próprio corpo, conduzindo-os a um pleno despertar. Como conseqüência, a consciência aumenta e o praticante atinge o samádhi.

TA**RA YÔGA, o Yôga da sensorialidade
Ta**ra significa, entre outros sentidos, a maneira correta de fazer qualquer coisa, autoridade, prosperidade, riqueza; encordoamento (de um instrumento musical). É a via do aprimoramento e evolução interior através do prazer. Ensina como relacionar-se consigo mesmo, com os outros seres humanos, família, animais, plantas, meio ambiente, enfim, tudo. Também trata de tudo o que se refira à sensorialidade. Pretende atingir a meta mediante o reforço e canalização da libido. Ta**ra Yôga enfatiza o trabalho sobre a kundaliní, contudo, existe uma outra modalidade especializada no despertamento dessa força colossal: é o Kundaliní Yôga, que descreveremos mais para frente.

SWÁSTHYA YÔGA, o Yôga de raízes pré-clássicas, que compreende todos os oito anteriores
SwáSthya significa auto-suficiência, saúde, bem-estar, conforto, satisfação. É baseado em raízes muito antigas (Ta**ra-Sámkhya) e por isso é tão completo, pois possui o gérmen do que, séculos mais tarde, deu origem aos oito ramos mais antigos (Ásana Yôga, Rája Yôga, Bhakti Yôga, Karma Yôga, Jñána Yôga, Layá Yôga, Mantra Yôga e Ta**ra Yôga). Sua prática consiste em oito feixes de técnicas, que são: mudrá (linguagem gestual), pújá (sintonização com o arquétipo), mantra (vocalização de sons e ultra-sons), pránáyáma (respiratórios), kriyá (purificação das mucosas), ásana (técnica corporal), yôganidrá (técnica de descontração) e samyama (concentração, meditação e outras técnicas mais profundas). Trata-se da sistematização do Dakshinacharatantrika-Niríshwarasámkhya Yôga, um proto-Yôga integrado de origens dravídicas com mais de 5.000 anos.

SUDDHA RÁJA YÔGA, uma variedade de Rája Yôga medieval, pesadamente místico
Suddha significa puro. Consiste em mantras e meditação. Aqui no Brasil, sofreu influência do Cristianismo e passou a ser exercido como um híbrido de religião cristã. Atualmente é difícil de ser encontrado no Brasil.

KUNDALINÍ YÔGA, o Yôga do poder
Kundaliní significa aquela que tem a aparência de uma serpente. É um tipo de Yôga que visa ao desperta-mento da energia que leva o seu nome (kundaliní). Essa energia está situada no períneo e tem relação direta com a sexualidade. Seu despertamento e ascensão pela medula espinhal até o cérebro produz uma constelação de paranormalidades, culminando num estado alterado da consciência denominado samádhi, que é a meta do Yôga. Na verdade, não apenas esta modalidade, mas todos os tipos autênticos de Yôga trabalham o despertamento da kundaliní, conforme nos diz o Dr. Sivánanda em seu livro Kundaliní Yôga, página 70. Nos Estados Unidos floresceu uma vertente de Kundaliní Yôga, transmitido por adeptos sikhs.

SIDDHA YÔGA, o Yôga da reverência ao guru
Siddha significa o perfeito, ou aquele que possui os siddhis (poderes paranormais). Pelo nome, dá a enten-der que tem parentesco com o Kundaliní Yôga, mas com o qual manifesta pouca similaridade. Pratica-se muito mantra, pújá e meditação, mas a base é mesmo a reverência à personalidade do guru. No Brasil, havia um pequeno grupo de Siddha Yôga no Rio de Janeiro, mas atualmente não se sabe se está ativo.

KRIYÁ YÔGA, o Yôga que consiste em auto-superação, auto-estudo e auto-entrega
Kriyá significa atividade. Trata-se de um Yôga muito difundido nos Estados Unidos na década de 50. Con-siste em três niyamas (normas éticas): tapas (auto-superação), swadhyáya (auto-estudo) e íshwara pranidhana (auto-entrega). É citado no Yôga Sútra, livro do século III a.C. Há poucas entidades que o representam no Brasil, sendo a Bahia e o Rio de Janeiro seus principais redutos. A maioria o estuda por livros. O melhor livro é o Ta**ra Yôga, Náda Yôga e Kriyá Yôga, de Sivánanda, Editorial Kier, Buenos Aires. Essa é a única obra que ensina abertamente o Kriyá Yôga, sem fazer mistério.

YÔGA INTEGRAL, o Yôga de integração nas atividades do dia-a-dia
É chamado Yôga Integral não por ser mais integral que os outros, como o nome pode sugerir por associações com os alimentos integrais. Denomina-se assim porque sua proposta é integrar-se na vida profissional, cultural e artística do praticante. Foi criado por Sri Aurobindo, que defendia o desejo de que “o Yôga cesse de parecer alguma coisa mística e anormal que não tenha relações com os processos comuns da energia terrena”.

YÔGA CLÁSSICO, um Yôga árido e duro, com restrições se***is e outras
O Yôga Clássico – ou Ashtánga Yôga – não é o Yôga mais antigo nem o mais completo, como algumas pes-soas divulgam. O mais antigo e completo é o Pré-Clássico. O Yôga Clássico tem um nome forte, mas sua prática é inviável para o homem moderno devido à lentidão com que seus passos são trilhados. A prática é tão restritiva e árida que ninguém pagaria para receber esse tipo de aprendizado. Por isso, o que se vê no Ocidente são escolas que exploram o célebre nome desse ramo, mas na prática ensinam Hatha Yôga. O Yôga Clássico é constituído por oito partes ou angas que são: yama, niyama, ásana, pránáyáma, pratyáhára, dháraná, dhyána, samádhi. No Brasil, o melhor livro é o Yôga Sútra de Pátañjali, da Editora Nobel.

HATHA YÔGA, o Yôga físico
Hatha significa força, violência, e não o poético “Sol-Lua”, como declaram alguns livros. Trata-se de uma vertente medieval, fundada no século XI da era Cristã, portanto, é considerado um Yôga moderno, surgido mais de 4.000 anos depois da origem do Yôga primitivo! É constituído pelos quatro angas iniciais do Ashtánga Yôga (yama, niyama, ásana, pránáyáma), contudo, nos estabelecimentos de Yoga os dois primeiros angas não são ensinados, ficando na prática restrito apenas a ásana (técnicas corporais) e pránáyáma (respiratórios). Outras técnicas podem ser agregadas, tais como bandhas, mudrás e kriyás, mas não forçosamente. A meditação não faz parte e não deve ser incluída numa prática de Hatha. Já foi o Yôga mais popular no Ocidente. O melhor livro já publicado em português sobre o tema foi Hatha Yóga, ciência da saúde perfeita, de Caio Miranda.

15/05/2019
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