11/12/2025
Pouca gente imagina, mas uma das maiores revoluções na aplicação de bioinsumos no Brasil começou de forma simples: com um filho tentando ajudar o pai na lavoura.
Nos anos 60, o campo sofria.
Soja, pragas no solo e quase nenhuma solução realmente eficiente.
Foi ali, na garagem da fazenda, que Ricardo Cunha percebeu algo que ninguém via:
o momento exato em que o sulco abre para receber a semente…
é também o momento perfeito para aplicar o bioinsumo.
Esse insight virou um protótipo com mais de 80% de eficiência — muito à frente da época.
Uma invenção doméstica, improvisada, mas genial.
O que nasceu como uma necessidade familiar virou, décadas depois, uma empresa global: Orion.
E o detalhe que muda tudo?
Bioinsumos são seres vivos.
Eles precisam chegar viáveis até a raiz.
Por isso cada centímetro, pressão, temperatura e fluxo das máquinas Orion foi desenhado para respeitar o ativo biológico — sem matar o organismo antes de chegar ao solo.
Hoje, mais de 90% dos agricultores brasileiros usam bioinsumos.
Só em 2022, os inoculantes geraram:
• US$ 28 bilhões economizados em fertilizantes
• 250 milhões de toneladas de CO₂ evitadas
Um impacto econômico e ambiental que muda o país.
E aquela invenção caseira?
Hoje é referência internacional e parceira da John Deere na aplicação precisa de bioinsumos no sulco do plantio.
Porque quando a tecnologia funciona de verdade…
ela não só resolve um problema.
Ela muda o planeta.
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