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Áreas de atuação: Fertilidade do Solo, Nutrição mineral de plantas, Adubos e Adubação. Orientação: Prof. Dr. Godofredo Cesar Vitti; Prof. Dr. Rafael Otto

O grupo é formando por alunos de graduação em Engenharia Agronômica da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ/USP), sob coordenação dos Professores Godofredo Cesar Vitti e Rafael Otto (ESALQ/USP), com co-orientação do Professor Pedro Henrique de Cerqueira Luz, da FZEA/USP. Para alcançar suas metas o grupo realiza:
• Pesquisas aplicadas ao setor agropecuário em convênio com órgãos

21/08/2026

Dentre diversos outros manejos, a escolha de variedade também é fundamental para obtenção da máxima produtividade do canavial. Visto que, além do potencial produtivo, a variedade influencia diretamente o período útil de industrialização (PUI), fator essencial para o planejamento da colheita.

O período útil de industrialização (PUI) corresponde à janela de tempo em que os colmos apresentam qualidade tecnológica adequada para processamento industrial, com elevado teor de sacarose. Nesse período, características como Pol e Brix atingem níveis favoráveis, contribuindo para maior eficiência na produção de açúcar e etanol.

De acordo com o comportamento de maturação, as variedades podem ser classificadas em precoces, médias e tardias. As variedades precoces atingem rapidamente o pico de acúmulo de sacarose mais, mas também tendem a perder qualidade em menor intervalo de tempo. Já as variedades tardias necessitam de mais tempo para atingir este pico, porém permanecem aptas à colheita por uma janela mais ampla.

Sendo assim, não existe uma melhor escolha de variedade pré-definida. A escolha ideal é aquela que está alinhada ao planejamento de colheita, às condições da área de cultivo e aos objetivos do sistema de produção, permitindo maior aproveitamento do potencial produtivo e da qualidade da matéria-prima.

-de-açúcar #2026/27

20/08/2026

🚨 70% das vagas já foram! 🚨

O Simpósio Correção do Perfil de Solo está chegando e a procura tá gigante 🌱

Um time completo de especialistas pra discutir um tema essencial pro seu solo e pra sua produtividade. Se você ainda não garantiu sua vaga, corre porque elas estão acabando rápido ⏳

📅 Data: 10 de setembro de 2026
📍 Local: Center Convention - Uberlândia - MG
💻 Formato HÍBRIDO: participe presencialmente ou online!

🔗 Inscreva-se no link da bio.

Vagas limitadas! Garanta já a sua.

Contato organização:
📩 [email protected]
📲 +55 19 9 9953-2027

Photos from GAPE's post 20/08/2026

O ácaro-vermelho é citado como a segunda praga em importância no cafeeiro. Ele vive na parte superior das folhas, onde cria teias de coloração esbranquiçada que se aderem a detritos e sujeiras, dando um aspecto sujo à folha. Possui coloração alaranjada com manchas escuras e um comprimento aproximado de 0,5 mm. A sua observação a olho nu é possível, principalmente durante o seu deslocamento (COSTA et al., 2003).
O ácaro-vermelho ocorre em formas de reboleiras no campo, porém, quando não controlado e em condições favoráveis, pode se dissipar por toda a lavoura. É favorecido principalmente pelo clima seco, e por esse motivo sua presença é maior no café Conilon do que no Arábica, uma vez que o café Conilon é mais plantado em áreas secas quando comparado ao Arábica. O ácaro atua sugando o conteúdo celular, o que causa a redução da área foliar e consequente redução da fotossíntese. Além disso, em casos severos pode causar a desfolha da planta. O ácaro pode atacar frutos, mas sua presença é maior em folhas (COSTA et al., 2003); (FRANCO, 2007).
Os principais métodos de controle são o controle cultural, onde o objetivo é manter a lavoura bem nutrida e quando possível reduzir o ambiente seco através de irrigação para diminuir o favorecimento do ácaro. Além disso, a utilização de quebra-ventos pode reduzir a dispersão do ácaro. O controle biológico pode ser realizado utilizando ácaros predadores, diminuindo custo de controle e aumentando a sustentabilidade da lavoura. Apesar dessas possibilidades, o controle químico ainda é o mais utilizado. Nele, deve-se atentar principalmente ao monitoramento, realizando o controle no momento ideal, e a utilização de diferentes mecanismos de ação buscando não gerar resistência do ácaro aos produtos químicos (FRANCO et al., 2007); (JÚNIOR DE ANDRADE et al., 2020); (TOLEDO et al., 2018).

19/08/2026

Os óxidos de cálcio e magnésio são produzidos pela calcinação do calcário
dolomítico. Nesse processo, o material é aquecido a altas temperaturas, libera gás
carbônico e dá origem ao CaO e ao MgO.

Ao entrarem em contato com a água do solo, esses óxidos formam hidróxidos
e liberam OH-, Ca2+ e Mg2+. As hidroxilas neutralizam a acidez e ajudam a reduzir a
toxicidade do alumínio, enquanto o cálcio e o magnésio contribuem para a nutrição
das plantas.

Comparados ao calcário, os óxidos apresentam reação mais rápida. Já o
calcário reage mais lentamente e, em geral, proporciona maior efeito residual. Por
isso, a escolha do corretivo deve considerar as características do solo e os objetivos
do manejo.

Esse e diversos outros assuntos serão abordados no Simpósio Correção do
Perfil de Solo, em Uberlândia, no dia 10 de setembro. Não deixe de participar!

📅 Data: 10 de setembro de 2026
📍 Local: Center Convention – Uberlândia, MG
💻 Formato Híbrido: [Presencial / Online]
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18/08/2026

Programe-se para participar do nosso grande encontro!

A correção do perfil de solo é uma estratégia fundamental para aumentar a produtividade agrícola, melhorar o aproveitamento de nutrientes e água pelas plantas e promover sistemas de produção mais sustentáveis.

E o Simpósio Correção do Perfil de Solo é o ambiente onde essas discussões acontecem com grandes nomes do setor, trazendo o que há de mais atual.

📅 Data: 10 de setembro de 2026
📍 Local: Center Convention - Uberlândia - MG
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18/08/2026

As membranas possuem proteínas que facilitam a passagem de íons e moléculas para o interior das células. Essas proteínas são denominadas proteínas de transporte, e são classificadas em: canais, carreadoras e bombas.

As proteínas canais permitem uma passagem rápida de íons, de modo que eles se difundem através da membrana. Esse transporte é sempre passivo, ou seja, sem gasto energético.

As proteínas carreadoras, por sua vez, são altamente específicas, pois é necessário que a substância a ser transportada se ligue a um sítio específico da proteína. Realizam tanto transporte passivo quanto ativo.

Já as proteínas bomba são responsáveis pelo transporte ativo, com gasto de energia. Elas são responsáveis pela manutenção dos gradientes eletroquímicos entre os compartimentos celulares, permitindo o controle da composição iônica e do potencial das membranas.

Referências

PRADO, Renato de Mello. Cobre. Nutrição de Plantas. S.I: Editora Unesp, 2020.

TAIZ, L. et al. Fisiologia e desenvolvimento vegetal. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.

17/08/2026

O conhecimento que pode transformar seus resultados no campo está reunido em um único evento. Discutir amostragem profunda, calagem, gessagem e estratégias de manejo químico, físico e biológico é essencial para a sustentabilidade e competitividade do agro brasileiro e o Simpósio Correção do Perfil de Solo é o ambiente onde essas discussões acontecem com grandes nomes do setor, trazendo o que há de mais atual.

🎓 Conteúdo técnico de alto nível

🤝 Networking com profissionais, pesquisadores e estudantes

📅 Data: 10 de setembro de 2026
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Photos from GAPE's post 17/08/2026

crise climática não traz apenas temperaturas mais altas, mas também secas mais frequentes. Como a soja, uma das culturas mais importantes para a segurança alimentar e econômica do Brasil, responde a esses estresses combinados?

Em estudo recente publicado na Physiologia Plantarum, pesquisadores brasileiros investigaram como o aquecimento do solo e o déficit hídrico afetam a Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN), o metabolismo da planta e o microbioma da rizosfera. Verificaram que o estresse hídrico foi o principal faltor limitante, porém tanto o aumento da temperatura do solo quanto a falta de água reduziram o número de nódulos por planta de soja.

Referência

CABRAL, Camila Domingos et al. Temperature‐Dependent Root Responses to Water Deficit Modulate Biological Nitrogen Fixation and Rhizosphere Dynamics in Soybeans. Physiologia Plantarum, [S.L.], v. 178, n. 4, p. 1-20, jul. 2026. Wiley. http://dx.doi.org/10.1111/ppl.71029.

Photos from GAPE's post 14/08/2026

A produtividade da cana-de-açúcar depende de diversos fatores, como a disponibilidade de nutrientes, o desenvolvimento do sistema radicular e a capacidade da planta de superar condições de estresse.

As bactérias promotoras de crescimento de plantas (PGPB) auxiliam nesse processo por meio da fixação biológica de nitrogênio, da solubilização de fósforo, da produção de fitormônios e de outros mecanismos que favorecem o crescimento vegetal.

Espécies como Azospirillum brasilense, Herbaspirillum seropedicae, Gluconacetobacter diazotrophicus e Bacillus subtilis têm sido amplamente estudadas na cultura da cana-de-açúcar e podem contribuir para maior eficiência no uso de nutrientes, melhor desenvolvimento radicular e maior potencial produtivo, tornando o sistema de produção mais sustentável.

Referências

EALMEIDA, L. C. O. et al. Plant Growth-Promoting Bacteria Enhance Survival, Growth, and Nutritional Content of Sugarcane Propagated through Pre-Sprouted Seedlings under Water Deficit. Agriculture, v. 14, n. 2, p. 189, 2024. DOI: https://doi.org/10.3390/agriculture14020189.

ANTUNES, J. E. L. et al. Isolation and Characterization of Plant Growth-Promotion Diazotrophic Endophytic Bacteria Associated to Sugarcane (Saccharum officinarum L.) Grown in Paraíba, Brazil. Brazilian Archives of Biology and Technology, v. 65, e22200439, 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/1678-4324-2022200439,.

ROSA, P. A. L. et al. Inoculation with Plant Growth-Promoting Bacteria to Reduce Phosphate Fertilization Requirement and Enhance Technological Quality and Yield of Sugarcane. Microorganisms, v. 10, n. 1, p. 192, 2022. DOI: https://doi.org/10.3390/microorganisms10010192.

SANTOS, R. M. dos; RIGOBELO, E. C. Growth-Promoting Potential of Rhizobacteria Isolated From Sugarcane. Frontiers in Sustainable Food Systems, v. 5, art. 596269, 2021. DOI: https://doi.org/10.3389/fsufs.2021.596269.

Photos from GAPE's post 13/08/2026

Nem todos os solos respondem da mesma forma à aplicação de corretivos. Isso acontece porque cada solo possui uma capacidade tampão, ou seja, uma resistência própria à mudança de pH.

Solos com maior capacidade tampão tendem a exigir maior quantidade de corretivo para alcançar a mesma alteração no pH. Essa característica está relacionada a atributos como textura, teor de argila, matéria orgânica e características químicas do solo.

Na prática, isso explica por que dois solos com o mesmo pH inicial podem apresentar necessidades diferentes de calcário. Por isso, a recomendação de corretivos deve considerar o solo como um todo, não apenas o valor de pH.

Referências

SILVA, Valentim da; MOTTA, Antonio Carlos Vargas; MELO, Vander de Freitas; LIMA, Valmiqui Costa. Variáveis de acidez em função da mineralogia da fração argila do solo. Revista Brasileira de Ciência do Solo, v. 32, n. 2, p. 551-559, 2008. DOI: 10.1590/S0100-06832008000200010.

TEIXEIRA, Welldy Gonçalves; ALVAREZ V., Víctor Hugo; NEVES, Júlio César Lima; PAULUCIO, Rodrigo Bazzarella. Evaluation of traditional methods for estimating lime requirement in Brazilian soils. Revista Brasileira de Ciência do Solo, v. 44, e0200078, 2020. DOI: 10.36783/18069657rbcs20200078.

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