Multiplique Educação Financeira

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💰Enriquecendo + 12.000 mulheres em 38 países.
🥂Quanto mais mulher rica no mundo, melhor.

Photos from Multiplique Educação Financeira's post 20/08/2026

A economia inteira funciona como uma roda.

Você gasta, aquilo vira renda de outra pessoa, que gasta de novo, que vira salário de uma terceira.

Enquanto a roda gira, todo mundo ganha um pedaço. O problema começa quando o medo aperta e todo mundo segura ao mesmo tempo.

A roda perde força.

Menos gente comprando vira menos venda, que vira menos salário, que vira ainda menos compra.

É esse ciclo que trava o país agora, mesmo com o juro caindo e a inflação mais mansa.

O nome disso é paradoxo da parcimônia: o que é sensato pra uma família, feito por todas ao mesmo tempo, empobrece o conjunto.

Não escrevo isso pra você sair gastando por impulso, muito pelo contrário. Escrevo pra separar duas coisas que parecem iguais e não são: entesourar por pânico é dinheiro morto; guardar com objetivo e investir é dinheiro que continua circulando e ainda trabalha por você.

- Dinheiro só vira riqueza quando circula
- Precaução coletiva no mesmo momento trava a roda
- Confiança hoje está perto do nível da pandemia
- Guardar com medo paralisa, guardar com objetivo movimenta

Compartilha com aquela amiga que tá esperando "o país melhorar" pra tomar qualquer decisão.

20/08/2026

Se você procurar motivos para reclamar antes de abrir a câmera ou enviar uma proposta, sempre vai encontrar uma lista inteira.

Viktor Frankl sobreviveu aos campos de concentração e perdeu a família inteira. Uma pessoa sem braços e pernas precisa de ajuda para as tarefas mais básicas todos os dias. Ambos teriam razões de sobra para adotar a postura de vítima. No entanto, decidiram dar um sentido maior à própria existência.

Enquanto isso, você paralisa diante do medo de gravar um vídeo para a sua rede social. Trava na hora de prospectar clientes porque sente vergonha ou acha o processo desgastante. O problema nunca esteve nas ferramentas de venda ou no algoritmo da internet. O obstáculo está na história que você conta para si mesma quando precisa trabalhar.

A forma como você se posiciona no mercado é uma escolha consciente. Tratar os canais de aquisição do seu negócio como um fardo só revela a maturidade que falta na sua gestão. O trabalho de prospecção é parte da rotina profissional, não uma punição.

Pare de usar pequenos incômodos do dia a dia para justif**ar a falta de consistência nas suas vendas. A narrativa que você constrói hoje determina o tamanho da sua empresa amanhã.

Qual é a desculpa que você costuma usar para adiar a prospecção dos seus clientes?

19/08/2026

Franca, interior de São Paulo. 1960.

Uma menina de 12 anos abre mão das férias escolares. Enquanto as amigas brincam, ela vai trabalhar. Vira balconista numa pequena loja de presentes chamada Cristaleira.

O nome dela é Luiza Helena Trajano.

A loja era dos tios. E a mãe de Luiza tinha um motivo para colocá-la ali: queria que a filha aprendesse cedo a conquistar o próprio dinheiro e a resolver os próprios problemas.

Luiza se apaixonou pelo balcão.

Ela não f**ava só no caixa. Observava cada cliente. Reparava no que cada um precisava, no que fazia voltar, no que fazia comprar.

Repetiu a experiência férias após férias.

Aos 17, entrou de vez na empresa. Passou por tudo: vendas, cobrança, gerência. Nenhum setor ficou de fora.

A loja da tia era pequena. Ficava só em Franca e em algumas cidades do interior. Ninguém imaginava o que aquilo poderia virar.

Em 1991, Luiza assume o comando da rede. E foi aqui que a visão dela mudou o jogo.

No começo dos anos 90, quando quase ninguém no Brasil falava em internet, Luiza teve uma ideia ousada: as lojas virtuais.

Espaços onde o cliente via os produtos em telas e fazia o pedido, mesmo sem estoque físico na loja.

Ela estava inventando o e-commerce brasileiro antes de existir e-commerce.

A aposta que parecia loucura deu certo.

O que era uma rede de cidade pequena virou uma das maiores varejistas da América Latina. Hoje o Magazine Luiza tem mais de mil lojas, dezenas de milhares de funcionários e vale bilhões.

Em 2020, Luiza Helena era a mulher mais rica do Brasil. No ano seguinte, entrou na lista das 100 mulheres mais influentes do mundo pela revista Time.

Mas ela nunca esqueceu de onde veio. Nunca perdeu o sotaque do interior. E hoje usa a própria voz para abrir caminho para outras mulheres no mundo dos negócios.

A menina que trocou as férias pelo balcão construiu um império, um cliente de cada vez.

Grandes impérios começam com quem aprende a ouvir.

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Histórias que inspiram, estratégias que funcionam.

19/08/2026

Você não está enxergando o mundo como ele é. Está enxergando apenas a fatia pequena que o seu cérebro foi programado para resgatar.

A neurociência mostra que existem cerca de dois milhões de estímulos ao nosso redor a cada segundo. Se a sua mente tentasse processar tudo isso de uma vez, você enlouqueceria. Por isso, a biologia criou uma espécie de peneira chamada Sistema de Ativação Reticular, o SAR.

Essa peneira não escolhe o que é bom ou ruim para você. Ela escolhe aquilo que você já conhece.

Se você cresceu ouvindo que dinheiro acaba rápido, que pessoas prósperas são desonestas ou que o trabalho precisa doer para ter valor, seu SAR vai buscar exatamente essas confirmações na rua. Ele ignora oportunidades de prosperidade bem na sua frente porque essas oportunidades não batem com o arquivo de crenças que você acumulou.

Você repete os mesmos erros financeiros não por falta de vontade, mas por conta de um filtro viciado.

O seu cérebro só procura o que já aprendeu a reconhecer. Enquanto você não mudar a matriz das suas crenças, o SAR vai continuar te entregando as mesmas limitações embaladas de formas diferentes.

Qual é a crença sobre dinheiro que você herdou da sua família e continua repetindo até hoje no automático?

Photos from Multiplique Educação Financeira's post 18/08/2026

Toda bolha da história começou com uma boa notícia verdadeira. Alguém ganhou dinheiro de verdade, e a história era real.

O problema nunca é o começo. É o meio, quando a notícia vira fofoca e a fofoca vira febre. Aí não importa mais se a coisa vale, importa que todo mundo tá falando. E preço sustentado por conversa cai na velocidade da conversa.

Já vi isso de perto: a colega que colocou tudo numa "oportunidade imperdível" porque três pessoas juraram que f**aram ricas. Ela entrou no topo. Não porque foi burra, porque foi humana.

A vontade de não f**ar pra trás é mais forte que a matemática.

O que separa a investidora sofisticada da manada não é informação privilegiada. É ter um objetivo próprio antes de ouvir a dica de qualquer um.

Dica que todo mundo já sabe não é vantagem, é aviso

Preço que sobe por boato desce por silêncio

Newton perdeu dinheiro na manada — você também pode

Objetivo próprio é o filtro contra fofoca

Compartilha com quem tá quase entrando numa "oportunidade única".

18/08/2026

Toda vez que uma proposta financeira brilha demais nos seus olhos, o seu primeiro instinto não deve ser a pressa, mas a desconfiança.

Se uma conta digital oferece 120% do CDI, por que essa taxa está tão distante da média dos grandes bancos? A resposta está em uma matemática simples que a maioria escolhe ignorar: liquidez, rentabilidade e segurança. É impossível ter o topo dos três pilares ao mesmo tempo.

Quando uma instituição entrega rentabilidade alta e saque rápido, ela precisou cortar a segurança em algum lugar. No caso de algumas carteiras digitais, a ausência da proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) é o preço invisível que você paga.

Não signif**a que o produto é ruim ou que você nunca deve colocar seu dinheiro ali. Signif**a apenas que você precisa saber exatamente o tamanho do risco que está correndo. Investir sem entender as regras do jogo é apenas uma forma lenta de perder o controle.

Qual é a maior taxa que já te prometeram por aí e que te fez hesitar?

17/08/2026

O erro que está matando a sua carreira de mentora ou consultora não é a falta de método técnico. É a sua covardia emocional diante do cliente.

É muito fácil colocar a culpa no mercado ou dizer que o público anda exigente demais quando, na verdade, é você quem não dá conta de suportar o peso da dor do outro. Quem procura ajuda financeira ou profissional está com medo. São pessoas que foram infantis, negligentes com a própria vida por anos, e agora estão com um problema gigante para resolver. Elas chegam até você vulneráveis, com o coração humilde, esperando encontrar um porto seguro.

Se o seu cliente te cobra postura, se ele te demanda energia, é porque ele está passando por um caos real. Se você não aguenta o tranco do bastidor e se assusta com a entrega, o problema nunca foi o cliente. O trabalho me trabalha. Não dá para querer ganhar o dinheiro de quem precisa de direcionamento se você se recusa a construir a sua própria estrutura emocional primeiro.

Você quer trabalhar com pessoas, mas cadê a sua maturidade na hora de segurar o rojão? A internet tem o poder de te conectar a pessoas que você jamais teria acesso de outra forma, mas essa conexão exige responsabilidade de gente grande. Pare de se esconder atrás de planilhas.

O que você faz quando o problema do seu cliente exige mais da sua postura do que do seu conhecimento técnico?

Photos from Multiplique Educação Financeira's post 16/08/2026

Abre o armário da sua cozinha.

Sal, pimenta, açúcar, café. Coisa banal, né?

Pois cada um desses já foi, em algum ponto da história, mais valioso que ouro.

O sal era tão essencial pra conservar comida, num mundo sem geladeira, que deu origem à palavra "salário".

Roma pagou resgate em pimenta pra não ser saqueada pelos visigodos, 3.000 libras dela, listada ao lado do ouro e da prata.

O açúcar era luxo de rei, chamavam de "ouro branco".

E os astecas? Pagavam imposto com grão de cacau.

Eu acho isso fascinante por um motivo que vai além da curiosidade.

Nenhuma dessas coisas mudou. O sal continua sendo sal. O que mudou foi o valor que nós pessoas colocamos nelas.

O valor nunca esteve grudado na coisa. Ele depende do momento.

E aí bate a pergunta que eu não consigo largar: se o caro de ontem virou o barato de hoje, o que a gente disputa hoje como se fosse ouro vai ser o centavo de daqui a cem anos?

Uma coisa eu já sei que só f**a mais cara: o tempo. Esse ninguém estoca, ninguém repõe, ninguém importa da Índia.

O que eu quero de você hoje:

- pensa no que a nossa época trata como "mais que dinheiro"
- pode ser tempo, atenção, saúde, sono, silêncio
- não existe resposta errada, existe a sua

O que é o "ouro" de hoje para você?

16/08/2026

Enquanto você disser que está tentando vender, você já entregou a derrota antes mesmo de abrir a boca.

A palavra tentar carrega uma desculpa prévia. Ela serve como um amortecedor para o seu ego caso o resultado não venha. Se o cliente disser não, você se conforta pensando que pelo menos tentou. O problema é que a sua mente entende o recado e tira a força da sua entrega no momento decisivo da negociação.

Quem faz não f**a negociando com a dúvida. A venda não é fruto de sorte ou de encontrar a pessoa perfeita na hora certa. Vender é um empilhamento constante de causa e efeito. É repetição, ajuste técnico e disciplina diária até que o músculo da conversão cresça. Você faz uma vez, erra, ajusta a abordagem e faz de novo. O erro não é um ponto final, é apenas um dado novo para a sua próxima execução.

Quando você muda a sua postura de quem testa para quem executa, a conversa ganha outro peso. A técnica funciona porque você se desenvolveu para sustentar aquele momento, e não porque o outro facilitou as coisas para você.

Troque a linguagem da hesitação pela presença de quem decide ir até o fim. Pare de se posicionar como uma pessoa indecisa que pede licença para existir no mercado.

Bora pra papel e caneta: em qual área do seu negócio você continua dizendo que está tentando em vez de sentar e fazer até dar certo?

15/08/2026

Nova York, 1968.

Uma jovem patinadora artística treina há anos para o sonho da vida dela: os Jogos Olímpicos. O nome dela é Vera Wang.

Vera era boa.

Competiu no Campeonato Nacional dos Estados Unidos. Apareceu na revista Sports Illustrated. Estava tão perto.

Mas ela e o parceiro não se classif**aram para a Olimpíada de 1968.

A porta se fechou. O sonho de infância acabou.

Vera ficou arrasada. Precisou recomeçar do zero, sem saber para onde ir.

Foi trabalhar na revista Vogue. Aos 23 anos, virou uma das editoras mais jovens da história da publicação.

Deu tudo de si.

Por mais de uma década, ajudou a definir o estilo da revista mais influente da moda.

Vera queria o cargo máximo: editora-chefe.

Foi preterida.

Passaram outra pessoa na frente dela. Depois de todos aqueles anos, o topo da Vogue não seria dela.

Duas portas fechadas. Dois sonhos que não deram certo. E ela já não era mais tão jovem.

Vera saiu da Vogue e foi trabalhar com acessórios na Ralph Lauren.

Continuou aprendendo.

Então, aos 40 anos, veio a virada, do lugar mais inesperado.

Vera ia se casar.

Procurou um vestido de noiva à altura do que sonhava. Não encontrou nada. O mercado era engessado, sem elegância moderna.

Frustrada, ela desenhou o próprio vestido e mandou costurar.

E percebeu: se ela não achava, milhares de noivas também não achavam.

Em 1990, aos 40 e poucos anos, Vera Wang abre sua primeira loja de vestidos de noiva.

Foi um sucesso estrondoso.

Ela reinventou o vestido de noiva. Vestiu estrelas, princesas, primeiras-damas. Virou o nome mais desejado do mundo quando o assunto é casar.

E o mais bonito veio depois.

A menina que não entrou no time olímpico passou a desenhar os trajes das maiores patinadoras olímpicas do mundo. Em 2009, entrou para o Hall da Fama da patinação dos Estados Unidos.

Nunca é tarde. Às vezes, sua melhor fase começa aos 40.

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