GEFA Olá pessoal, somos o Grupo de Estudos em Fertilidade do Solo e Adubação (GEFA) da ESALQ/USP.

🌱 Você sabe o que são Bioestimulantes e como eles transformam o manejo agrícola?Muitas vezes buscados para aumentar a ef...
25/09/2026

🌱 Você sabe o que são Bioestimulantes e como eles transformam o manejo agrícola?
Muitas vezes buscados para aumentar a eficiência no campo, principalmente em um contexto atual de alta dos preços de fertilizantes, os bioestimulantes são substâncias ou microrganismos que otimizam os processos de nutrição das plantas.
Eles atuam apenas como um estímulo e não substituem as fontes minerais de adubação, mas ajudam a reduzir a grande dependência de fontes minerais de adubação, promovendo eficiência e sustentabilidade.

💡 Conheça os principais tipos:
🔹 Não Microbianos: incluem extratos de algas, proteínas hidrolisadas e ácidos húmicos ou fúlvicos.
🔹 Microbianos: envolvem rizobactérias promotoras de crescimento (como Azospirillum spp. e Bacillus spp.) e fungos benéficos (como Trichoderma spp.).

📌 Vale lembrar: Os bioestimulantes são uma categoria dentro dos bioinsumos, sendo especificamente focada na atenuação de estresse e estímulo metabólico!

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AREJANO, Luan Martin et al. Uso de bioestimulantes na produção agrícola. Aspectos da Biotecnologia Aplicada, Canoas, Rs, v. 2, n. 1, p. 1-20, jan. 2022. Disponível em: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/file:///C:/Users/claud/Downloads/cap2.pdf. Acesso em: 22 set. 2026.

CAMPOS, Thiago Souza; SOUSA, Westefann dos Santos; OLIVEIRA JUNIOR, Valdivino Domingos de. USO DE BIOESTIMULANTES NO INCREMENTO DA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS. Revista Agro Tecnologia, Ipameri, v. 11, n. 1, p. 9-15, jan. 2020. Disponível em: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/file:///C:/Users/claud/Downloads/fabio_matos,+2%20(1).pdf. Acesso em: 23 set. 2026.

SILVA, Alasse Oliveira da. Bioestimulantes agrícolas: O que são, como funcionam e quais produtos estão disponíveis para uso nas lavouras?: saiba o que são os bioestimulantes, como funcionam nas plantas e no solo, e quais são os tipos e os produtos disponíveis para uso nas lavouras.. Agroadvance, Piracicaba, v. 1, n. 1, p. 1-1, 29 nov. 2023. Disponível em: https://agroadvance.com.br/blog-bioestimulantes/. Acesso em: 23 set. 2026.

O XX Congresso Brasileiro de Fisiologia Vegetal (XX CBFV) foi realizado entre os dias 17 e 22 de agosto de 2026. Integra...
22/09/2026

O XX Congresso Brasileiro de Fisiologia Vegetal (XX CBFV) foi realizado entre os dias 17 e 22 de agosto de 2026. Integrantes do grupo participaram representando o GEFA e compartilhando conhecimentos e pesquisas desenvolvidas na área.

Com origem na I Reunião Brasileira de Fisiologia Vegetal, realizada em 1987, o congresso ocorre a cada dois anos e reúne pesquisadores, profissionais e estudantes para discutir avanços, inovações e desafios relacionados à fisiologia vegetal.

Arraste para o lado para saber mais sobre o evento e sobre a nossa participação! 👉

A escolha do extrator de fósforo correto é fundamental para não errar na hora da adubação. Enquanto o Mehlich-1 é o méto...
17/09/2026

A escolha do extrator de fósforo correto é fundamental para não errar na hora da adubação.

Enquanto o Mehlich-1 é o método mais tradicional e econômico, ele pode falhar em solos corrigidos com calcário. Já o Mehlich-3 surge como uma opção moderna que analisa vários nutrientes de uma só vez e funciona bem em diferentes tipos de solo.
A Resina, por sua vez, é a campeã em precisão porque imita exatamente a forma como as raízes das plantas absorvem o fósforo. Ela é ideal para quem busca máxima eficiência no manejo nutricional.

Entender qual método utilizar é o primeiro passo para interpretar a análise de solo sem erro!

REFERÊNCIAS

ALCANTARA, R. M. C. M. de; MARQUES, E. S.; RAMOS, A. A. Comparação entre extratores químicos de fósforo disponível. Teresina: Embrapa-CPAMN, 1998. 15 p. (Embrapa-CPAMN. Boletim de Pesquisa, 23). Disponível em: https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/49347/comparacao-entre-extratores-quimicos-de-fosforo-disponivel.

EXTRATORES Mehlich 1 e resina: qual a diferença entre eles? Blog Rehagro, [S. l.], 2019. Disponível em: https://rehagro.com.br/blog/mehlich-1-e-resina/.

MEHLICH-3: como determinar o teor de fósforo disponível no solo? Blog Rehagro, [S. l.], 2020. Disponível em: https://rehagro.com.br/blog/interpretacao-de-fosforo-disponivel-no-solo-por-mehlich-3/.

Nos dias 01 e 02 de setembro, integrantes da graduação do GEFA marcaram presença na 6ª edição do Encontro Paulista de Ci...
11/09/2026

Nos dias 01 e 02 de setembro, integrantes da graduação do GEFA marcaram presença na 6ª edição do Encontro Paulista de Ciência do Solo (EPCiS), realizada no Teatro Municipal de Dracena, no Oeste Paulista. Representando o grupo, nossos alunos participaram ativamente apresentando alguns dos trabalhos desenvolvidos no GEFA.

O EPCiS é organizado a cada dois anos pelo Núcleo Estadual Paulista (NESP) da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (SBCS) e busca difundir conhecimento acadêmico e tecnológico sobre os solos do Estado de São Paulo. O evento reúne grandes referências da área para discutir e expor pautas fundamentais sobre a ciência do solo e os avanços nos sistemas agropecuários.

Deslize para o lado para conferir como foi a nossa participação e os momentos marcantes desse grande evento! ➡️📸

Nos dias 01 e 02 de setembro, integrantes da graduação do GEFA marcaram presença na 6ª edição do Encontro Paulista de Ci...
11/09/2026

Nos dias 01 e 02 de setembro, integrantes da graduação do GEFA marcaram presença na 6ª edição do Encontro Paulista de Ciência do Solo (EPCiS), realizada no Teatro Municipal de Dracena, no Oeste Paulista. Representando o grupo, nossos alunos participaram ativamente apresentando alguns dos trabalhos desenvolvidos no GEFA.

O EPCiS é organizado a cada dois anos pelo Núcleo Estadual Paulista (NESP) da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (SBCS) e busca difundir conhecimento acadêmico e tecnológico sobre os solos do Estado de São Paulo. O evento reúne grandes referências da área para discutir e expor pautas fundamentais sobre a ciência do solo e os avanços nos sistemas agropecuários.

Deslize para o lado para conferir como foi a nossa participação e descobrir mais sobre esse grande evento! ➡️📸

Você sabia que a capacidade do solo de reter Ca²⁺, Mg²⁺, K⁺ e outros cátions depende diretamente da sua CTC (Capacidade ...
09/09/2026

Você sabia que a capacidade do solo de reter Ca²⁺, Mg²⁺, K⁺ e outros cátions depende diretamente da sua CTC (Capacidade de Troca de Cátions)?

Quanto maior a CTC, maior a "reserva" de nutrientes disponível pras plantas, e menor o risco de perdê-los por lixiviação. Essa capacidade vem principalmente da argila e da matéria orgânica do solo, e em regiões tropicais o húmus pode ser responsável por até 90% dela! 🍂

Entender a CTC é essencial pra pensar em calagem, adubação e manejo da fertilidade de forma mais estratégica. 🚜📊

REFERÊNCIAS

ERNANI, P.R. Química do Solo e Disponibilidade de Nutrientes. 2008. cap. 3, p. 46-55.

MEURER, E.J. Fundamentos de Química do Solo. 2006. cap. 5, p. 125-146.

🌱 Fitorremediação: plantas como aliadas na recuperação de áreas contaminadas!A fitorremediação utiliza plantas para auxi...
27/08/2026

🌱 Fitorremediação: plantas como aliadas na recuperação de áreas contaminadas!

A fitorremediação utiliza plantas para auxiliar na remediação de ambientes contaminados. Dependendo do mecanismo, os contaminantes podem ser removidos, degradados, imobilizados ou estabilizados.

A eficiência da técnica depende da interação entre planta, contaminante, solo e condições ambientais, além da escolha adequada da espécie para cada situação.

💡 Fitorremediação não é apenas plantar e esperar: cada área exige uma estratégia adequada às suas características.



REFERÊNCIAS
RABÊLO, F. H. S.; VANGRONSVELD, J.; BAKER, A. J. M.; VAN DER ENT, A.; ALLEONI, L. R.F. Are grasses really useful for the phytoremediation of potentially toxic trace elements? A review. Frontiers in Plant Science, v. 12, art. 778275, 2021. DOI: https://doi.org/10.3389/fpls.2021.778275.

MARQUES, M.; AGUIAR, C. R. C.; SILVA, J. J. L. S. da. Desafios técnicos e barreiras sociais, econômicas e regulatórias na fitorremediação de solos contaminados. Revista Brasileira de Ciência do Solo, v. 35, p. 1-11, 2011. DOI: https://doi.org/10.1590/S0100-06832011000100001.

TAVARES, S. R. de L.; OLIVEIRA, S. A. de; SALGADO, Carla Maciel. Avaliação de espécies vegetais na fitorremediação de solos contaminados por metais pesados. HOLOS, v. 5, p. 80-97, 2013. Disponível em: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=481548607008. Acesso em: 18 ago. 2026.

LEITE, M.; GUAJAJARA, E. P. V.; SILVA, S.; SILVA, W. L. da; SANTOS, S. C. dos. Fitorremediação de solo contaminado por metais pesados. Cadernos de Prospecção, Salvador, v. 12, n. 2, p. 327-335, 2019.

AMADO, S.; CHAVES FILHO, J. T. Fitorremediação: uma alternativa sustentável para remedição de solos contaminados por metais pesados. Natureza Online, v. 13, n. 4, p. 158-164, 2015. Disponível em: https://www.naturezaonline.emnuvens.com.br/revista/article/view/172. Acesso em: 18 ago. 2026. (Natureza Online)

As Espécies Reativas de Oxigênio (EROs) agem de dois modos em plantas: em baixas concentrações, atuam na sinalização cel...
19/08/2026

As Espécies Reativas de Oxigênio (EROs) agem de dois modos em plantas: em baixas concentrações, atuam na sinalização celular e ativação de genes de defesa, e em excesso provocam estresse oxidativo e danos celulares letais.

Compreender aspectos como o equilíbrio entre a formação de EROs e a atuação dos mecanismos antioxidantes (enzimáticos e não-enzimáticos) é essencial para o manejo contra diferentes tipos de estresses.

Dominar essa fisiologia vegetal garante maior resistência das culturas e consequente maior exploração do potencial produtivo.



Referências Bibliográficas:

JONES, Hamlyn G.; FLOWERS, T.J.; JONES, M. B. (ed.). Plants under stress. Cambridge: Cambridge University Press, 1989;

RABÊLO, Flávio Henrique Silveira. Papel da nutrição vegetal na mitigação de estresses bióticos e abióticos em plantas. Informações Agronômicas: Nutrição de Plantas, Piracicaba, n. 22, p. 5-23, jun. 2024. ISSN 2311-5904.

Os hormônios vegetais desempenham papel fundamental na coordenação das respostas fisiológicas, influenciando desde o cre...
13/08/2026

Os hormônios vegetais desempenham papel fundamental na coordenação das respostas fisiológicas, influenciando desde o crescimento e desenvolvimento até a adaptação a condições de estresse.
Para a agricultura, compreender esses mecanismos é essencial para entender e aprimorar práticas relacionadas à produção, manejo, propagação, frutificação e pós-colheita, além de contribuir para o desenvolvimento de estratégias mais eficientes diante dos diferentes desafios encontrados no campo.



REFERÊNCIAS

TAIZ, Lincoln; ZEIGER, Eduardo; MOLLER, Ian Max; MURPHY, Angus. Fisiologia e desenvolvimento vegetal. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.

DAVIES, Peter J. Plant hormones: biosynthesis, signal transduction, action! 3. ed. Dordrecht: Springer, 2010.

Metais e elementos potencialmente tóxicos presentes no solo podem comprometer processos essenciais, como o crescimento r...
29/07/2026

Metais e elementos potencialmente tóxicos presentes no solo podem comprometer processos essenciais, como o crescimento radicular, a absorção de nutrientes e a fotossíntese.
Em concentrações elevadas, eles podem causar sintomas visíveis e reduzir significativamente o desenvolvimento das culturas.
Conhecer esses mecanismos é fundamental para compreender a resposta das plantas a ambientes contaminados e desenvolver estratégias de manejo mais eficientes.



Referências Bibliográficas:

MADEIRA, Nayara Nolasco. Toxicidade de cádmio em plantas transgênicas de soja e de tabaco expressando os genes BiP e aldeído desidrogenase. 2014. Dissertação (Mestrado em Solos e Nutrição de Plantas) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2014.
MIGUEL, Paulo Sérgio Balbino; GOMES, Fernando Teixeira; ROCHA, Wadson Sebastião Duarte da; MARTINS, Carlos Eugênio; CARVALHO, Caio Antunes de; OLIVEIRA, André Vicente de. Efeitos tóxicos do alumínio no crescimento das plantas: mecanismos de tolerância, sintomas, efeitos fisiológicos, bioquímicos e controles genéticos. CES Revista, Juiz de Fora, v. 24, p. 15-30, 2010.
ROMEIRO, S.; LAGÔA, A. M. M. A.; FURLANI, P. R.; ABREU, C. A.; PEREIRA, B. F. F. Potencial de titorremediação de Canavalia ensitormis L. Bragantia, Campinas, v. 00, n. 2, p. 327-334, 2007.
SHANKER, A. K.; CERVANTES, C.; LOZA-TAVERA, H.; AVUDAINAYAGAM, S. Chromium toxicity in plants. Environment International, v. 31, n. 5, p. 739-753, 2005.

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