Team Trifosfato

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Cursos e Mentoria para Profissionais do Exercício e Esporte. Avaliação Fisiológica para atletas.

06/03/2026

Beta Alanina ajuda ciclistas?

Nesta reunião da Universidade do Endurance o Prof Dr .phd recebeu o Nutricionista para discutir a eficácia da suplementação de beta-alanina especif**amente para ciclistas de alto desempenho em subidas.

O artigo analisado foi o "Effect of high-dose β-Alanine supplementation on uphill cycling performance in World Tour cyclists: A randomised controlled trial" que explica que a Beta Alanina atua aumentando a carnosina muscular, que funciona como um tampão biológico contra a acidez gerada por exercícios intensos.

O estudo utilizou uma dose elevada de 20g por sete dias, observando melhoras signif**ativas na potência relativa e no tempo de contrarrelógio em esforços de aproximadamente dez minutos.

Contudo, Gerson e Angelo ressaltam que não foram encontradas mudanças na percepção de esforço ou nos níveis de lactato sanguíneo e que embora o suplemento seja benéfico para curta duração e alta intensidade, faltam evidências de benefícios diretos em provas de longa distância no endurance.

Já leu esse artigo? O que achou dos resultados?

04/03/2026

O que acontece com o glicogênio muscular após uma maratona?

Como f**a a ressíntese deste glicogênio?

Quais aplicações no dia a dia dos maratonistas?

Tudo isso e um pouco mais na reunião de HOJE do Grupo de Estudos da .universidade com o Prof Dr .phd

Quer participar e discutir o tema com a gente? Acesse o link na biografia e stories, combinado?

28/02/2026

Fez um longo hoje? Então leia nossa legenda 😉

Nesta reunião da Universidade do Endurance, liderada pelo Fisiologista do Esporte .phd , discutiu-se o artigo "Substituting Low-Intensity Endurance Exercise With High-Intensity Microintervals - Responses to Acute Exercise" que nada mais é do que a testagem de uma nova estratégia científ**a para o treino longo.

O debate central analisa um estudo que propõe substituir o exercício contínuo de baixa intensidade por MICROINTERVALOS DE ALTA INTENSIDADE, mantendo respostas fisiológicas estáveis.

Os resultados indicaram que estímulos muito curtos, de 4 a 7 segundos, preservaram o metabolismo aeróbio e o controle do lactato, assemelhando-se ao treino leve tradicional.

Essa abordagem foi sugerida no artigo como uma alternativa para REDUZIR a MONOTONIA dos TREINOS LONGOS e oferecer novos estímulos neuromusculares sem gerar FADIGA EXCESSIVA.

Importante lembrar que estes resultados são de um estudo inicial e que existem algumas limitações na sua aplicação que foram levantadas na reunião do grupo de estudos.

A reunião também reforçou a importância da integração multidisciplinar entre treinadores, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas e médicos para otimizar o suporte ao atleta de alto rendimento ou mesmo ao atleta amador.

Quer ouvir nossa reunião? Você tem 2 alternativas, ouvir um resumo no PodCast Ciência do Esporte na Prática (Spotify) ou ser uma membro da .universidade e ter acesso a mais de 215 reuniões como esta. Nossos links estão na biografia e nos stories.

Gostou dessa discussão? Mande para seu treinador e pergunte se ele já leu este estudo, combinado?

24/02/2026

Será que Frutose de manhã melhora a performance?

Para discutir isso com os membros da Universidade do Endurance, traremos a Nutricionista e Doutora pela UNESP na nossa próxima reunião

Ela, além de nutricionista, também é triatleta amadora e já competiu no Mundial de Ironman do Hawaii

Que tal se atualizar e tirar suas dúvidas com os maiores especialistas do Brasil que estão na Universidade do Endurance?

Acesse o link na biografia ou nos stories para se inscrever e juntar-se ao melhor grupo de estudos do Brasil, combinado?

23/02/2026

Qual o limite para o VO2max?

Será que temos limites biológicos e técnicos do VO2 máximo?

Utilizando como ponto de partida um polêmico registro de 101,1 ml/kg/min do triatleta Kristian Blummenfelt o artigo "New Records in Human Power" discute os reais recordes de VO2max

Embora a ciência tenha estabelecido patamares históricos de VO2max entre 7,5 L/min absolutos para homens e 5 L/min para mulheres, tais marcas exigem rigor metodológico e equipamentos calibrados para serem validadas.

Fatores fisiológicos como o débito cardíaco, a massa de hemoglobina e a capilaridade muscular são determinantes fundamentais para atingir potências aeróbias de elite.

Precisamos tomar cuidado para a baixa confiabilidade de dados obtidos por dispositivos portáteis, sem validação científ**a ou protocolos inadequados, que frequentemente geram resultados inflados.

Os cientistas concluíram que, apesar da evolução no treinamento e na tecnologia, valores que superam signif**ativamente os 90 ml/kg/min permanecem sob ceticismo na literatura científ**a atual.

Essa foi mais um infográfico de uma reunião do Grupo de Estudos da Universidade do Endurance. Para ser membro se inscreva no www.trifosfato.com.br

E você, já mediu seu VO2max? Qual é o seu valor atual?

19/02/2026

Capilares x Endurance

Os capilares são os menores e mais abundantes vasos sanguíneos do corpo humano, formando uma vasta rede de microcirculação. Sua função principal é permitir a troca de gases, nutrientes e resíduos entre o sangue e os tecidos.

O exercício de endurance amplia a densidade capilar, otimizando a entrega de oxigênio e nutrientes e a remoção de metabólitos.

Treinos de baixa intensidade são superiores para angiogênese (aumento de capilares).

Essa adaptação eleva o Limiar 2 e a performance ao reduzir o déficit de oxigênio durante o exercício.

Assista essa reunião e mais outras 215 reuniões do Grupo de Estudos da Universidade do Endurance no www.trifosfato.com.br

E você, anda criando novos capilares ai?

11/02/2026

O que acontece com seu corpo no treino Longo?

Essa será a discussão da reunião de hoje na Universidade do Endurance às 13h com todos os membros

Nossos membros atendem atletas com diferentes perspectivas, seja no treino, na nutrição, na medicina, fisioterapia ou psicologia e você também pode fazer parte disto 😉

Acesse nosso link na biografia ou faça direto no www.trifosfato.com.br combinado?

Nos vemos nas próximas reuniões 💪🏼

09/02/2026

Já treinou seus músculos respiratórios?

Muitos dizem que ele pode aumentar o VO2max, mas será que é verdade? E a performance, esse treinamento ajuda a melhorá-la?

A Ciência do Esporte nos mostra, até o momento, que o treinamento de músculos respiratórios não altera o VO2 máximo.

Porém, ele mas posterga o metaborreflexo, reduzindo a percepção de esforço e a fadiga periférica, o que pode otimizar a performance no endurance.

Essa foi uma das conclusões quando recebemos a Profa Dra Pesquisadora da Universidade Federal de Juiz de Fora para uma discussão sobre como o treinamento respiratório poderia auxiliar atletas de endurance

Quer entender o que é o metaborreflexo e ver com detalhes a discussão sobre o tema? Seja membro da Universidade do Endurance e tenha acesso a discussões de alto nível técnico e científico. Enquanto você f**a esperando, já estamos indo para a 218 reunião semanal 😉

E ae, já treinou seus músculos respiratórios? Quer saber que caminhos seguir? Bora juntos nessa?

04/02/2026

Quanto o Kristian Blummenfelt treinou quando foi Campeão Olímpico?

Na reunião de hoje do Grupo de Estudos da .universidade nós discutimos um artigo publicado no Journal Applied Physiology sobre o treino dele

O artigo completo e a gravação da nossa discussão já está na área dos membros da Universidade do Endurance 😉

Quantas horas por semana você acha que foi a média de treino do Blummenfelt? Comenta ai 💪🏼

02/02/2026

🏃‍♂️ Corrida no Triathlon: onde a prova realmente decide
• A corrida não começa na T2 — ela é consequência da natação e do ciclismo
• Quem corre bem é quem erra menos antes

📉 A modalidade mais instável da prova
• A corrida apresenta a maior variabilidade de performance entre atletas
• Pequenas decisões na bike = grandes diferenças na corrida

🔬 O que realmente influencia a corrida no Tri:
• Acúmulo de fadiga fisiológica e biomecânica
• Gestão da intensidade no ciclismo
• Preservação muscular para a T2

📊 Métricas que importam
• IMC
• Potência aeróbica
• Zonas de frequência cardíaca individualizadas

🔄 Treino de transição é prioridade
• Ajustar a bike para correr forte depois
• Treinar a corrida sob fadiga, não isolada

🧠 Estratégia vence força
• O melhor triatleta é o que se conhece melhor
• Modelagem competitiva personalizada mostra:
→ onde atacar
→ onde economizar
→ onde evoluir mais rápido

🎯 Conclusão
A corrida no triathlon não é sobre correr mais forte, é sobre chegar melhor

Você corre bem no Triathlon?

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27/01/2026

A Durabilidade é definida como a capacidade do atleta de manter a performance após longos períodos de esforço

Isso é muito importante nos Esportes de Endurance, seja o Ciclismo, a Corrida, Triathlon ou Maratona Aquática

Este post surgiu de uma reunião do Grupo de Estudos na .universidade liderado pelo Prof Dr Gerson Leite

A discussão analisou o artigo "Durability in Professional Cyclists- A Field Study" que utilizou te**es de potência e monitoramento de carga para avaliar como o desgaste físico impacta os atletas em treinos e provas prolongados

O grupo discute a importância da Nutrição Esportiva, da Periodização Específ**a e do Treinamento de Força para otimizar a resiliência em provas de longa distância

Portanto, além dos treinos específicos para melhorar a Durabilidade dos Atletas, a reunião científ**a também enfatizou a necessidade de aplicar a ciência na prática esportiva para profissionais como treinadores, médicos e nutricionistas

Uma discussão em áudio pode ser baixada no Ep12 do PodCast Ciência do Esporte na Prática, lá no Spotify 😉

E você, tem trabalhado a Durabilidade dos seus Atletas/Pacientes?

24/01/2026

Não use CO (monóxido de carbono) no Esporte

Essa é a conclusão da discussão técnica na Universidade do Endurance entre o Prof Dr Gerson Leite e seu convidado, o Prof Dr sobre as implicações fisiológicas e os riscos do uso de monóxido de carbono (CO) para possivelmente potencializar a performance de atletas de ELITE.

Os especialistas discutem como a inalação controlada desse gás busca simular os efeitos do Treinamento em Altitude, aumentando a massa de hemoglobina e a capacidade de transporte de oxigênio no sangue.

A reunião do Grupo de Estudo analisou estudos recentes que indicam ganhos marginais (pequenos) de desempenho, mas os palestrantes enfatizam que a prática é extremamente perigosa e pode ser fatal se não houver monitoramento rigoroso.

Os cientistas alertam para a falta de equipamentos adequados no cotidiano esportivo e a possibilidade de o método ser proibido por agências antidoping ( a UCI já vetou o uso) devido aos danos à saúde.

Por fim, reforça-se que, apesar do interesse científico, os benefícios não justif**am os riscos de toxicidade severa e as possíveis complicações cardíacas ou neurológicas do uso no Monóxido de Carbono (CO)

Se quiser ouvir mais sobre o assunto, escute nosso Ep11 no Ciência do Esporte na Prática, no Spotify

Você já tinha ouvido falar nisso? Conhece alguém que tentou usar? Conta ai pra gente 😉

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